sexta-feira, 17 de junho de 2022

Discos Fundamentais


Cranberries - no need to argue 1994




Darryl Way's Wolf - Saturation Point 1973 (UK, Progressive Jazz Rock)

- Darryl Way - violin, viola, keyboards
- John Etheridge - guitars
- Dek Messecar - bass, vocals
- Ian Mosley - drums
+
- Sean Davies - producer


All tracks written by Darryl Way except where noted.
01. The Ache - 4:46
02. Two Sisters - 4:18
03. Slow Rag (John Etheridge) - 5:14
04. Market Overture - 3:35
05. Game Of X (John Etheridge) - 5:46
06. Saturation Point - 6:44
07. Toy Symphony - 7:11




Darryl Way's Wolf - Canis Lupus 1973 (UK, Progressive Jazz Rock)

- Darryl Way - violin, viola, keyboards
- Dek Messecar - bass, vocals
- John Etheridge - guitar
- Ian Mosley - drums, percussion
+
- Ian McDonald - piano (06), tambourine (06), producer


01. The Void (Way) - 4:33
02. Isolation Waltz (Way/Messecar) - 4:37
03. Go Down (Way/Messecar) - 4:44
04. Wolf (Way/Messecar) - 4:04
05. Cadenza (Way/Mosley) - 4:48
06. Chanson Sans Paroles (Way/Etheridge) - 6:27
07. McDonald's Lament (Way/Messecar/Mosley/Etheridge) - 7:05



Love and Rockets - Express 1986 (UK, alternative rock)



  1. "It Could Be Sunshine" – 5:00
  2. "Kundalini Express" – 5:47
  3. "All in My Min" – 4:45
  4. "Life in Laralay2 – 3:35
  5. "Yin and Yang (The Flowerpot Man)" – 5:56
  6. "Love Me" – 3:54
  7. "All in My Mind" (acústico) – 5:08
  8. "An American Dream" – 6:04
Faixas adicionais do CD de 2001
  1. "Angels and Devils" – 6:10
  2. "Holiday on the Moon" – 6:07
  3. "Lucifer Sam" – 3:21
  4. "B Side #1" – 1:16
  5. "B Side #2" – 1:31
  6. "Yin and Yang (The Flowerpot Man)" (Remix) – 5:29
  7. "Ball of Confusion (That's What the World Is Today)" (USA Mix) – 6:16

Hawkwind - Warrior On The Edge Of Time 1975 (UK, Space/Psychedelic Rock)

- Dave Brock - guitar, synthesizer, bass (04), vocals (01,02,05,06,11)
- Nik Turner - tenor & soprano saxophones, flute, vocals (07,10)
- Lemmy (Ian Kilmister) - bass, vocals (12)
- Simon House - violin, Mellotron, Moog 
 synthesizer, piano
- Simon King - drums, percussion
- Alan Powell - drums, percussion
- Michael Moorcock - vocals (03,09)


 01. Assault And Battery Part I (Dave Brock) - 5:34
02. The Golden Void Part II (Brock) – 4:33
03. The Wizard Blew His Horn (Michael Moorcock, Simon House, Simon King, Alan Powell) – 1:57
04. Opa-Loka (Powell, King) – 5:11
05. The Demented Man (Brock) – 3:55
06. Magnu (Brock) – 8:21
07. Standing At The Edge (Moorcock, House, King, Powell) – 2:39
08. Spiral Galaxy 28948 (House) – 3:49
09. Warriors (Moorcock, House, King, Powell) – 1:55
10. Dying Seas (Nik Turner) – 3:02
11. Kings Of Speed (Brock, Moorcock) – 3:49
Bonus:
12. Motorhead (Ian Kilmister) – 3:09


Leslie West - Mountain 1969 (USA, Hard Blues Rock)

- Leslie West - guitars, vocals
- Felix Pappalardi - bass, keyboards, producer
- N.D. Smart II - drums
+
- Norman Landsberg - organ (02,07,10)


01. Blood Of The Sun (Leslie West, Felix Pappalardi, Gail Collins) – 2:34
02. Long Red (Leslie West, Felix Pappalardi, John Ventura, Norman Landsberg) – 3:14
03. Better Watch Out (Felix Pappalardi, Gail Collins) – 2:47
04. Blind Man (Leslie West, Felix Pappalardi, Gail Collins, John Ventura) – 3:52
05. Baby, I'm Down (Felix Pappalardi, Gail Collins) – 4:00
06. Dreams Of Milk & Honey (Leslie West, Felix Pappalardi, John Ventura, Norman Landsberg) – 3:32
07. Storyteller Man (Leslie West, Felix Pappalardi, John Ventura, Norman Landsberg) – 3:04
08. This Wheel's On Fire (Bob Dylan, Rick Danko) – 3:17
09. Look To The Wind (Leslie West, Felix Pappalardi, John Ventura) – 2:42
10. Southbound Train (Leslie West, John Ventura, Norman Landsberg) – 2:57
11. Because You Are My Friend (Leslie West) – 3:10



Biografia de David Sylvian

David Sylvian

 David Sylvian (nascido David Alan Batt, Beckenham, Kent, 23 de Fevereiro de 1958) é um cantor e músico inglês que adquiriu proeminência no final dos anos 70 como vocalista e principal compositor do grupo de new romantic Japan.[1] O crítico Jason Ankeny, no Allmusic, descreve sua carreira: "uma carreira esotérica e de longo alcance que abrangeu não só discos solo como também uma série fascinante de colaborações, incluindo fascinantes incursões em cinema, fotografia e arte moderna".[2] Dentre os músicos que tocaram ou gravaram com Sylvian, estiveram desde músicos de jazz e de vanguarda, como Mark Isham, John Taylor, Kenny Wheeler, David Torn[carece de fontes] e Derek Bailey,[3] até músicos de rock progressivo e krautrock, como Robert Fripp, Bill Nelson e Rolger Czukay. Também se destaca na maioria dos seus discos a presença de seu irmão, Steve Jansen, na bateria, outro ex integrante do Japan, e do tecladista nipônico Ryuichi Sakamoto.

História

1974-2000: Japan e carreira solo na Virgin

David Sylvian e banda Japan em Toronto, 1979.
Em Londres, 1982.

Entre 1974 e 1982, ele foi vocalista da banda de new romantic Japan, que durou oito anos e lançou cinco discos de estúdio e um disco ao vivo (além de alguns singles) pela AriolaHansa e Virgin[4]; dissolvendo-se o grupo na mesma época em que Sylvian gravava seu primeiro trabalho solo pela Virgin, o single de "Bamboo Houses" / "Bamboo Music", em colaboração com o ex músico da Yellow Magic OrchestraRyuichi Sakamoto;[5] que já havia colaborado com Sylvian em 1980 na música "Taking Islands In Africa", do Japan, e que seria um colaborador frequente.[6] Em 1983, ambos participam novamente da parceria, com a música "Forbidden Colours" (que atingiu posição #16 da parada inglesa, segundo o The Official Charts Company),[7] presente no filme de Nagisa OshimaMerry Christmas, Mr. Lawrence, com David Bowie e o próprio Sakamoto nos papéis principais.[8] Entre 1984 e 2000, David Sylvian lançou material em LP e CD pela gravadora Virgin Records[carece de fontes] (que já lançava discos com Sylvian nos vocais desde Gentlemen Take Polaroids, do Japan, totalizando vinte anos do cantor em seu catálogo).[carece de fontes] Seu primeiro disco foi o jazzístico Brilliant Trees, de 1984,[carece de fontes] que lhe rendeu os singles das músicas "Red Guitar" (que chegou na posição #17 das paradas, segundo o The Official Charts Company), "The Ink In The Well" (#36) e "Pulling Punches" (#56).[7] Dentre os integrantes das sessões de gravação estiveram os músicos Ryuichi Sakamoto, Holger Czukay, Jon Hassell, Steve Jansen e Kenny Wheeler. O produtor foi Steve Nye (que ajudara a produzir Tin Drum e que produziu seus três primeiros discos solo mais populares).[carece de fontes] O disco posterior foi o etéreo Gone to Earth, de 1986, que continha dois LPs; o primeiro disco sendo quase todo constituído por uma suíte de faixas com vocais e o segundo disco contendo uma série de temas instrumentais. Nas sessões estiveram os músicos Bill Nelson e Robert Fripp, além de Steve Jansen e Kenny Wheeler.[carece de fontes] As músicas mais comerciais deste disco, e que saíram em single, foram "Taking The Veil" (posição #53 nas cartas)[7] e "Silver Moon" (#83).[9] Entre Brilliant Trees e Gone to Earth sai o primeiro disco da obra experimental e instrumental de Sylvian, conhecido por Alchemy: An Index of Possibilities, e que continha a sequência "Words With The Shaman", "Preparations for a Journey" e "Steel Cathedrals". Estes dois últimos títulos também se tornaram documentários lançados em vídeo, no ano de 1985, pelo cantor.

1987 foi o ano do lançamento de seu disco Secrets of The Beehieve. A resenha em seu site já indica: "o álbum contém muitas das músicas mais pessoais de Sylvian e que se firmaram como favoritas dentre muitos de seus ouvintes", músicas como "Orpheus", "When Poets Dreamed of Angels", "Let The Happiness In" e "Waterfront". Mesmo assim, o disco vendeu menos que os anteriores segundo as posições no The Official Charts Company, com Brilliant Trees atingindo #4 das paradas e este #37.[7] Também foi a época do lançamento do segundo disco solo, Dreams of Reason Produce Monsters, do baixista do Japan, Mick Karn, contendo as músicas "Buoy" e "When Love Walks In" com Sylvian nos vocais.[carece de fontes] No ano seguinte, David inicia uma colaboração com Rolger Czukay, da banda de krautrock Can, no disco Plight & Premonition, para terminar a década, em 1989, com Flux & Mutability (também com Czukay) e com o single de "Pop Song". No mesmo ano, a Virgin disponibiliza uma caixa sua de material solo dos anos 80, intitulada Weatherbox. Entre 1989 e 1990, David também se reúne com músicos do Japan em estúdio para a formação do grupo Rain Tree Crow, que lança seu disco em 1991. A dissolução traumática desta banda resultou em algum tempo sem seu irmão Jansen, que estava tocando junto a outros integrantes do Japan no período em que Sylvian lança outro single com Sakamoto, "Heartbeat (Tainai Kaiki II)", e seu disco mais roqueiro; uma colaboração entre David Sylvian e Robert Fripp, do King Crimson, conhecida por The First Day e que apresentava, além de Fripp na guitarraTrey Gunn no chapman stickJerry Marotta na bateria e Marc Anderson na percussão. O disco de Fripp e Sylvian sai em 1993, e ainda resulta numa luxuosa edição ao vivo contendo algum material inédito e anterior, Damage, com as músicas gravadas pelo grupo no London Albert Hall e lançadas em 1994.[carece de fontes] Inclui uma versão de "Every Colour You Are", do Rain Tree Crow, e teve uma reedição em embalagem acrílica comum e nova mixagem, em 2001, pela Venture. Também em 1994, David cria uma instalação multimídia em parceria com os artistas Russell Mills e Ian Walton, conhecida por "Redemption - Approaching Silence", este último título sendo o nome da música experimental resultante e do CD que sai em 1999 pela Venture. David, por esta época, está casado com a cantora Ingrid Chavez,[carece de fontes] mas o relacionamento de David Sylvian com a gravadora Virgin se rompe no final dos anos 90; lançando o cantor, no mesmo ano, o último álbum pela Virgin, Dead Bees on a Cake (contendo o hit "I Surrender", que chegou na posição #40 nas cartas segundo o Chart Archive)[10], gravado com Kenny Wheeler, Bill Frisell, Ryuichi Sakamoto, Steve Jansen, Marc Ribot e o tocador de tabla Talvin Singh. Em 2000, a Virgin lança a coletânea dupla, em CD, Everything and Nothing, com muito material inédito, como "The Scent of Magnolia", "Ride" e "Cover me With Flowers", além de algum material do Japan em novas versões.[carece de fontes]

2001-atualidade: Venture / Samadhisound

Em 2000 David Sylvian remixa, e lança em 2001, uma nova edição do ao vivo Damage, junta-se aos músicos do projeto N.M.L. No More Landmine (lançando o single Zero Landmine); além de lançar em CD duplo a coletânea de sua música experimental pela Virgin, Camphor, em 2002.[carece de fontes] Monta, então, um selo de gravação de sua música e de outros artistas que demonstrem características de experimentação musical, o Samadhisound.[11] O primeiro trabalho, em 2003, foi um disco solo seu, Blemish, onde David radicaliza na experimentação com frequências eletrônicas, gravando neste disco também algum material com o violonista de vanguarda Derek Bailey.[3] Segundo a discografia em seu site: "David gastou um mês para escrever e gravar o disco, enquanto dava uma pausa em outro projeto com seu irmão Jansen".[carece de fontes] Este projeto seria a banda Nine Horses, montada por Jansen, Sylvian e o artista eletrônico Burnt Friedman, mais comercial, que lançou o CD Snow Borne Sorrow em 2005, o single de "Wonderful World" em 2006 e o EP Money For All em 2007.[12] Em 2003, também sai pela Samadhisound a colaboração com Sakamoto, "World Citizen", com várias versões da música tema, incluindo os músicos Skúli Sverrisson e Amedeo Pace e, em 2004, sai uma coletânea de remixes de Blemish, conhecida por The Good Son Vs. The Only Daughter. Entre 2006 e 2007, é montada uma instalação para o museu de arte da fundação Naoshima Fukutake, e a música resultante desta obra sai em 2009, com o título When Loud Weather Buffeted Naoshima, em edição limitada, gravada com Clive BellChristian Fennesz (que já havia participado em Blemish, na música "A Fire In The Forest"), Arve Henriksen e Akira Rabelais.[carece de fontes]

A partir de 2007, a obra de Sylvian adquire uma conotação de radicalismo experimental e hermético, porém ainda sublime, com os discos Manafon (2009), a coletânea de músicas de sua gravadora, Sleepwalkers (2010), e o disco de remixes de músicas de ManafonDied In The Wool: Manafon Variations (em 2011). No início de 2012, a Virgin lança a coletânea, em CD duplo, A Victim of Stars 1982-2012, que contém a inédita "Where's Your Gravity?".

Também no início de 2012, David teve que cancelar algumas turnês por problemas de saúde.[13] Em setembro de 2012, ocorre o lançamento do álbum de estréia do projeto LAND, intitulado Night Within e lançado com David nos vocais da faixa "Nothing Is Happening Everywhere". Neste mesmo ano, são lançados Uncommon Deities, um projeto miltimídia com Jan Bang, Erik Honoré, Sidsel Endresen e Arve Henriksen, resultando não em um documento desta instalação, mas uma reinvenção com os poemas e leituras de Sylvian colocados em novas configurações; e também o álbum Wandermüde, com o músico eletroacústico Stephan Mathieu e contendo material de origem instrumental, trabalhado sobre os arquivos das sessões de Blemish. 2014 foi o ano do lançamento do disco There's a Light That Enters Houses With no Other House in Sight; uma colaboração com o ganhador do Prêmio Pulitzer, Franz Wright, com contribuições de Christian Fennesz e John Tilbury. O lançamento esteve disponível em três edições, algumas contendo colaborações gráficas e fotográficas de Chris Bigg e Nicholas Hughes, e outros três fotógrafos, segundo o site do cantor:[carece de fontes]

Em 18 de abril de 2015 é lançada, no Record Store Day, uma nova edição do single "Bamboo Houses" / "Bamboo Music", em 7". O lançamento é limitado a 1 000 cópias e contém arte de capa dirigida por David, desenhada por Chris Bigg e com imagens feitas por Yuka Fujii Em outubro é lançado um novo EP, Playing The Schoolhouse, gravado na Noruega em março e resultante de uma improvisação por Jan Bang e Sylvian, também apresentando contribuições de Otomo Yoshihide e Toshimaru Nakamura.[carece de fontes] Neste mesmo período é lançado, em uma edição limitada a 3 000 cópias, o livro Hypergraphia: The Writings of David Sylvian 1980–2014, que contém as suas letras e poesia (muitas publicadas pela primeira vez), cobrindo trinta e cinco anos de sua carreira e com três entrevistas, também acompanhado por uma coleção de imagens de obras de arte feitas por Sylvian, ou com sua curadoria.[14]

Discografia principal

  • 1978-1983 - Japan
  • "Bamboo Houses" / "Bamboo Music" (Virgin1982) - single com Ryuichi Sakamoto
  • "Forbidden Colours" (Virgin: 1983) - single com Ryuichi Sakamoto
  • Brilliant Trees (Virgin: 1984) - álbum
  • Alchemy: An Index of Possibilities (Virgin: 1985) - álbum
  • Gone to Earth (Virgin: 1986) - álbum
  • "Buoy" (Virgin: 1987) - single com Mick Karn
  • Secrets of The Beehieve (Virgin: 1987) - álbum
  • Plight & Premonition (Venture: 1988) - álbum com Holger Czukay
  • Flux & Mutability (Venture: 1989) - álbum com Holger Czukay
  • "Pop Song" (Virgin: 1989) - single
  • Weatherbox (Virgin: 1989) - caixa com material pela Virgin
  • Rain Tree Crow (Virgin: 1991) - álbum
  • "Heartbeat (Tainai Kaiki II)" (Virgin: 1992) - single com Ryuichi Sakamoto
  • The First Day (Virgin: 1993) - álbum com Robert Fripp
  • "Darshan (the road to Graceland)" (Virgin: 1993) - single com Robert Fripp
  • Damage (Virgin: 1994) - álbum ao vivo com Robert Fripp
  • Dead Bees on a Cake (Virgin: 1999) - álbum
  • Approaching Silence (Venture: 1999) - álbum
  • Everything and Nothing (Virgin: 2000) - coletânea
  • "Zero Landmine" - N.M.L. (WEA - Japão: 2001) - single com Sakamoto e vários artistas
  • Damage (Venture: 2001) - álbum ao vivo com Robert Fripp, remixado por Sylvian
  • Camphor (Venture: 2002) - coletânea
  • Blemish (Samadhisound: 2003) - álbum
  • "World Citizen" (Samadhisound: 2003) - single com Ryuichi Sakamoto
  • The Good Son Vs. The Only Daughter (Samadhisound: 2004) - álbum de remixagens de Blemish
  • Snow Borne Sorrow (Samadhisound: 2005) - álbum, como Nine Horses
  • "Wonderful World" (Samadhisound: 2006) - single, como Nine Horses
  • Money For All (Samadhisound: 2007) - EP, como Nine Horses
  • When Loud Weather Buffeted Naoshima (Samadhisound: 2009) - álbum
  • Manafon (Samadhisound: 2009) - álbum
  • Sleepwalkers (Samadhisound: 2010) - coletânea
  • Died In The Wool (Samadhisound: 2011) - álbum de remixagens de Manafon
  • A Victim of Stars 1982-2012 (Virgin: 2012) - coletânea
  • Uncommon Deities (Samadhisound: 2012) - álbum com Jan Bang, Erik Honoré, Sidsel Endresen e Arve Henriksen
  • Wandermude (Samadhisound: 2012) - álbum com Stephan Mathieu
  • There's a Light That Enters Houses With no Other House in Sight (Samadhisound: 2014) - álbum com Franz Wright
  • Playing The Schoolhouse (Confront: 2015) - EP, com Jan Bang

Livros

  • Sylvian, David - Hypergraphia: The Writings of David Sylvian 1980–2014 (Opium, 2015 - ISBN 0950955035)




Destaque

Superjoint Ritual – A Lethal Dose Of American Hatred [2003]

  “O Superjoint Ritual não é mais uma banda pré-fabricada e não é mais uma banda da moda. O Superjoint Ritual é a reposta ao ‘nu-metal’ pré-...