1. I Want You [From EP "Trip To Yesterday", 2024] (2:51)
2. Spend Your Days In The Sunshine [From EP "Chase The Light", 2024] (2:49)
3. I Don't Know Where She Goes [From EP "Chase The Light", 2024] (2:56)
4. Rage Into The Daylight [Previously Unreleased] (3:27)
5. Fake It Til You Make It [From EP "Trip To Yesterday", 2024] (2:56)
6. Can You Feel It [From EP "Trip To Yesterday", 2024] (2:39)
7. Doesn't Matter [From EP "Trip To Yesterday", 2024] (1:35)
8. Never Let Me Go [Previously Unreleased] (2:28)
9. Chasing Time [From EP "Chase The Light", 2024] (2:22)
10. How Far Will You Go [From EP "Chase The Light", 2024] (3:23)
11. What Did You Leave Behind [Previously Unreleased](2:07)
12. Cut Loose [From EP "Chase The Light", 2024] (2:39)
Músicas de autoria de James Hall.
Créditos:
📀James Hall: Vocals, Guitars, Bass, Keys, Drums
📀David Bos, Corey Knafelz: Guitars (faixa 6)
Biografia:
Adotando o nome de um álbum clássico da Flamin' Groovies, a Shake Some Action! é uma banda de Seattle, Washington, embebida em influências do pop clássico dos anos 60-90. A banda foi formada pelo cantor, guitarrista e compositor James Hall, um imigrante australiano que ganhou status cult, com admiradores fiéis no noroeste do Pacífico, por seu trabalho com a banda Jeunes.
Em que pese a Jeunes ter ganhado entusiasmadas críticas na América e no Reino Unido, por conta de um par de EPs independentes, a banda acabou dissolvendo-se no outono de 2005, com a maioria do seu repertório sem registro em disco. Hall decidiu então usar o catálogo de canções da Jeunes para um álbum solo, recolhendo-se ao seu estúdio doméstico e gravando uma dúzia de músicas, tendo tocado todos os instrumentos, à exceção da guitarra solo, executada por David Bos, ex-membro da Jeunes. Depois de terminar o disco, Hall optou por lançá-lo sob o nome de um grupo chamado Shake Some Action! e então formou uma banda para tocar as músicas em shows de divulgação do álbum. Hall e Bos se tornaram guitarristas do grupo, enquanto a seção rítmica ficou a cargo do baixista Gary Miller e do baterista Chris Campbell, recrutados da banda pop Scheme, também de Seattle. A gravadora independente Satellite 451 lançou o disco de estreia da Shake Some Action!, homônimo, no início de 2007
PROJETO DA GRAVADORA "SVART RECORDS" ESSE É UM ÁLBUM DUPLO COM GRAVAÇÕES DE 3 SHOWS AO VIVO DOS PRIMEIROS ANOS DA BANDA, DE 1970 A 1971, COM O VOCALISTA FRANK ROBSON NO COMANDO E "PEKKA PÖYRY" NO SAX E NA FLAUTA, SUBSTITUINDO "JUHANI AALTONEN", AMBOS ERAM OS PRINCIPAIS NOMES DO JAZZ DO PAÍS!! AS PRIMEIRAS APRESENTAÇÕES DO ÁLBUM SÃO DO FESTIVAL RUISROCK EM TURKU, FINLÂNDIA, EM 1970, UM DOS MAIS LENDÁRIOS FESTIVAIS DE ROCK DO PAÍS!! PARA SE TER UMA IDEIA DA GRANDEZA, AS BANDAS "COLOSSEUM" E "FAMILY" TAMBÉM ESTAVAM LÁ NESSE MESMO EVENTO!! DEPOIS VEM O FESTIVAL SKEPPSHOLMEN DE ESTOCOLMO, SUÈCIA, TAMBÉM EM 1970!! TERMINA COM A APRESENTAÇÃO AO VIVO NO POPPOP FESTIVAL EM LAPPEENRANTA, FINLÂNDIA, EM MAIO DE 1971, LOGO APÓS O LANÇAMENTO DO SEGUNDO ÁLBUM DE ESTÚDIO DA BANDA!! O SHOW FAZIA PARTE DE UMA SÉRIE DE APRESENTAÇÕES COM TRANSMISSÃO DA RÁDIO BROADCASTING COMPANY PARA TODO O PAÍS!! DESTACANDO QUE NESSE SHOW, COM 5 MÚSICAS, É A PARTE MAIS INTERESSANTE DO LP PELO FATOR RARIDADE, POIS SÃO MÚSICAS INÉDITAS!!
O ÁLBUM INCLUI, ALÉM DE APRESENTAÇÕES AO VIVO DO MATERIAL DOS 2 PRIMEIROS ÁLBUNS DE ESTÚDIO, MAIS SEIS FAIXAS QUE A BANDA NUNCA GRAVOU, PORTANTO TRATA-SE DE MATERIAL INÉDITO!! "WHIRLWIND NIGHMARE", "THE OLD WOMAN" E "GIGOLO" FORAM EVENTUALMENTE GRAVADOS PELO VOCALISTA E ROQUEIRO FINLANDÊS "KIRKA" NA LINGUA NATIVA, MAS ESTA É A PRIMEIRA VEZ QUE FORAM APRESENTADOS COMO ORIGINAIS DA TASAVALLAN PRESIDENTTI EM INGLÊS!! A FAIXA "GOING BACK" FOI UMA MÚSICA DE "FRANK ROBSON" QUE FOI ESQUECIDA E DEIXADA PARA TRÁS QUANDO ELE SAIU DA BANDA!! "IMPRESSIONS OF INDIA" ACABOU, POSTERIORMENTE, ENTRANDO NO PRIMEIRO ÁLBUM SOLO DE "JUKKA TOLONEN"!! JÁ "AIN'T YA COMING HOME" É UM COVER DA BANDA "BLODWYN PIG" QUE A TASAVALLAN TOCAVA EM SHOWS AO VIVO NA ÉPOCA, COM UM DESEMPENHO ESTENDIDO E CHEIO DE ENERGIA!!
EXCELENTE E RECOMENDADO, COM JAZZ ROCK INEBRIANTE, ENÉRGICO, COM MUITO SAXOFONE, MAS INFELIZMENTE, AO MENOS PRA MIM, NENHUM VIOLÃO OU TECLADO É USADO NESSES 3 SHOWS!! MAS NEM POR ISSO PERDE A QUALIDADE, MUITO PELO CONTRÁRIO, AQUI TEMOS APRESENTAÇÕES DE ALTA QUALIDADE SONORA E OS ARQUIVOS CAPTAM BEM AQUELE CLIMA DE INÍCIO DE CARREIRA DA BANDA, QUANDO TINHAM UMA PRESENÇA DE PALCO INCRÍVEL!!
- Frank Robson: vocals, percussion
- Jukka Tolonen: electric guitar
- Pekka Pöyry: alto & soprano saxophones, flute, percussion
AQUI TEMOS UMA GRAVAÇÃO AO VIVO NO "THE EAGLES LODGE DANCELAND, EM DAVENPORT, IOWA, EM 1968!! É UMA GRAVAÇÃO INÉDITA RETIRADA DAS MASTER TAPES RESTAURADAS E CUIDADOSAMENTE REMASTERIZADAS PARA DEPOIS PRENSAR EM VINIL DE 160 GRAMAS COM EDIÇÃO LIMITADA A 500 CÓPIAS, COM FOTOS INÉDITAS E UM ENCARTE INFORMATIVO!! TRATA-SE DE UM RARÍSSIMO DOCUMENTO MUSICAL DE UMA BANDA OBSCURA DOS ANOS 60, QUE FAZIA UM SOM BASEADO NA PSICODELIA, NO BLUES E COM JAMS INTENSAS!! VENENO PODEROSO E QUE VALE A PENA DAR UM TÉKINHO!!
Para quem conheceu Blaze Bayley através do sombrio e depressivo The X-Factor, do Iron Maiden, é difícil imaginar que o vocalista começou em uma banda como o Wolfsbane. Afinal de contas, o quarteto praticava um Hard Rock totalmente oitentista, com aquele clima festeiro totalmente norte-americano, que se refletia em toda a postura do grupo, mesmo no material promocional. Foi com essa proposta que o grupo chamou a atenção da Def American Records, que assinou contrato com os rapazes após três demos e cinco anos de luta no underground. E para produzi-los, foi chamado ninguém menos que o dono da companhia, o lendário Rick Rubin, cuja biografia fala por si só.
Com o título completo de Live Fast, Die Fast: Wicked Tales of Booze, Birds and Bad Language – e abreviado por questões mercadológicas – o debut traz referências enormes ao som que se produzia nos Estados Unidos. Aqui podemos perceber uma semelhança vocal de Blaze com David Lee Roth que não soa tão perceptível em seus trabalhos posteriores, por motivos óbvios. As guitarras também seguem a mesma linha, com Jase Edwards se mostrando um instrumentista dos bons. Liricamente, a coisa se parece ainda mais com a ensolarada cena roqueira de LA, trazendo muitas referências a farras, putarias e afins, além daquele típico humor fanfarrônico.
As faixas são diretas e rápidas. Apenas uma ultrapassa os cinco minutos sendo que algumas não chegam aos três. Foram lançados dois singles. Primeiro, para a ótima “Man Hunt”, abertura acelerada, com um pique bem puxado para o Heavy. Na seqüência, “I Like It Hot” (título sugestivo), que poderia muito bem ter saído de algum dos álbuns de DLR com Steve Vai. Outros destaques vão para a empolgante “Money To Burn”, os dois minutos frenéticos de “All Or Nothing” e a saideira com “Pretty Baby” – sim o cara de várias canções sanguinárias tem uma com esse nome (risos). A baladinha “Tears From A Fool” chega a ser insólita, mas tem sua qualidade.
A repercussão foi positiva, se valendo da reputação que o Wolfsbane já possuía na cena local. Como conseqüência, a banda seria convidada para fazer a abertura do Iron Maiden durante a parte européia da No Prayer On The Road Tour. Foi ali que teve início a amizade de Blaze com Steve Harris e companhia, que acabaria levando a sua entrada na Donzela de Ferro posteriormente – o que pareceu uma surpresa aos olhos do resto do mundo, foi algo óbvio na terra natal dos envolvidos. Após anos distantes, o grupo se reuniu para recentes datas na Inglaterra, com direito a apresentações sold-out. Um EP, chamado Did It For The Money já foi lançado e um novo full-lenght é aguardado ainda para esse ano.
Blaze Bayley (vocals) Jase Edwards (guitars) Jeff Hately (bass) Steve Ellett (drums)
01. Man Hunt 02. Shakin’ 03. Killing Machine 04. Fell Out Of Heaven 05. Money To Burn 06. Greasy 07. I Like It Hot 08. All Or Nothing 09. Tears From A Fool 10. Pretty Baby
Kirk Folk - vocals, acoustic guitars harmonica on "Sparks" Eric Todd - guitars, keyboards, backing vocals Willy Michael - bass, guitars Alan White - drums, backing vocals
Tracklist:
01. An Old Cold War 02. Dog Days and Nights 03. Can't Stop Stopping 04. Scarred by Love 05. Playin' by Feel 06. Sparks Through a Shotglass 07. Rattle The Cage 08. The Kiss Never Ends 09. The Wailing Wall 10. Between The Lines 11. Under The Lights
1. Intro: Fall Of Europa 02:26 2. Exhortation Au Combat 03:39 3. The Puppet's Master 05:19 4. Into The Tradition 05:50 5. Holy Roman Invisible Empire 07:54 6. Interlude 01:59 7. Behind The Azure Of Adelphi 07:01 8. Brothers Against 02:40 9. Rennes Le Chateau 03:24 10. Rockin' Odal 04:03 11. Fragments Of Honour 03:52 12. The Real War 04:58 13. The Modern Death 04:07 14. Tribute To The German Cosmic Couriers 04:51 15. A Message 01:51 16. ...And They Prepare The New Age 04:21 17. Kobaia Korps (Bonus Track) 06:28 18. Pro Guardia (Bonus Track) 07:07
Projeto italiano que lançou apenas um álbum pela gravadora Oktagön em 1999. Sua formação consistia em Lupus (eletrônica, vocais, sampler, percussão),
Aper (vocal, guitarra), Stryx (vocal, órgão) e Corvus (vocal, sampler, baixo). Lançado em CD de edição limitada, acondicionado em capa tríptica de tamanho grande. The Memory Link inclui duas faixas bônus, " Kobaia Korps ", retiradas da coletânea Octagon - The Sampler (2000).
e " Pro Guardia " retirado da compilação Codreanu: Eine Erinnerung An Den Kampf (2001).
1. Herald/Responsibility 04:31 2. Freedom Through Ability 05:13
Projeto obscuro formado por Harold Arthur McNeill e James Banner, também conhecido como um dos membros da banda Enstruction . A Republic lançou apenas este EP de 7 polegadas em edição limitada, acompanhado de um encarte de dois lados, em 1995, através da Storm Records . Contém duas faixas gravadas em fita de 4 canais em Seattle, em 1982.
Incluindo a música " Herald ", que conta com a participação de Hiram Gordon Wells , outro membro do Enstruction . Diagramação e notas de encarte por Michael Moynihan, editor da Blood Axis .