“Antologia” é uma fantástica compilação do cantor, músico e compositor português Carlos Mendes, lançada em 1979 através da editora Rossil /Portugal. O disco contém dez faixas editados entre 1976 e 1977, e leva-nos a percorrer os sons e as influências de um artista que nos devolve um conjunto de excelentes canções e poemas. Trata-se de um artista polivalente, cuja carreira atravessou pelo rock'n'roll português dos anos 60, com os Sheiks, passando pelos Festivais da Canção de 1968 e 1972, para além dos grandes discos que se seguiram.
Carlos Eduardo Teixeira Mendes, mais conhecido apenas por Carlos Mendes, (Lisboa, 23 de Maio de 1947) é um arquitecto, apresentador, cantor, compositor e actor português. Em 1963 foi um dos fundadores do conjunto Sheiks, que abandonou em 1967 para iniciar uma carreira a solo com uma versão de "Penina", que Paul McCartney tinha escrito para o grupo Jotta Herre. Em 1968 venceu o Festival RTP da Canção com a canção "Verão". Voltou a vencer o Festival RTP da Canção, em 1972, com "Festa da Vida". Participou também nas gravações do disco "A Fala do Homem Nascido". O cantor mantém-se em actividade até aos dias de hoje. Mais informação sobre este artista português, já se encontra inserida neste blog.
Faixas / Tracklist:
A1 - Alcácer Que Vier
A2 - Canção Amarga
A3 - Um Cheirinho de Alecrim
A4 - Balada Para Uma Mulher
A5 - Palavras
B1 - Lisboa Meu Amor
B2 - Nocturno
B3 - Balada do Medo
B4 - Ruas de Lisboa
B5 - Amélia dos Olhos Doces
NOTA: Música por Carlos Mendes e letras de Joaquim Pessoa.
Zeca Afonso, juntamente com Fausto e Carlos Meireles, com a apresentação de Luís Pastor, participou num concerto no Teatro Alcalá Palace, em Madrid, em 16 de fevereiro de 1979.
Do texto do cartaz, pode-se ler: Teatro Alcalá Palace. Calle Alcalá, 90. Viernes 16 de Febrero, 7.30 tarde y 10.30 noche. 2 unicos recitales. Organiza: TAUP promotores. Localidades a la venta con antelacón, en las taquillas del Teatro. Precios desde 100 pts.
Esta recolha sonora do evento, é considerada rara.
Mais de 30 anos se passaram sobre o desaparecimento físico de José Afonso, e no entanto parece que foi ontem. Desde então, o mundo mudou muito mas, apesar disso, as canções de José Afonso não ficaram fora de moda nem se tornaram conteúdos inúteis ou considerados meros documentos de um tempo passado. E não só porque a universalidade e a intemporalidade são duas características centrais de toda a obra de Zeca, as suas músicas de há cinquenta anos mantêm hoje a mesma frescura e a mesma modernidade que tinham quando foram escritas, mas porque a vida real se encarregou de negar todos os sonhos que, num dia de Abril, chegámos a acreditar que estavam prestes a concretizar-se.
Os discos da segunda metade da década de 70, foram muito marcados pelas lutas do período revolucionário, mas as marcas temporais das situações concretas que lhes deram origem não chegam para fazer com que, actualmente, essas músicas percam o interesse ou se nos apresentem como meros documentos testemunhais de uma época.
Pelo contrário. As canções de Zeca, mesmo aquelas que reflectem e retratam determinados episódios ou momentos históricos específicos, conseguem sempre ter uma dimensão musical e poética que não se confina nunca ao seu próprio tempo. Desde «A Morte Saiu à Rua» até ao mobilizador «Coro da Primavera», todas elas foram capazes de resistir ao grande juízo do tempo e se nos apresentam hoje como obras tão ou mais modernas do que muitas produções dos nossos dias.
Mais informação sobre o cantor português José Afonso, já se encontra inserida neste blog.
Faixas/Tracklist:
01 - Apresentação
02 - A Mulher da Erva
03 - Arcebispíada (por Luis Pastor, em espanhol, e por José Afonso em português)
Carlos José - A Poesia de Caymmi Na Voz de Carlos José (LP Continental PPL 12053, 1963).
Género: MPB.
Carlos José Ramos dos Santos, mais conhecido apenas por Carlos José, foi um cantor brasileiro que fez muito sucesso nos anos 50 e início dos anos 60. Nasceu em São Paulo, em 22 de setembro de 1934 e, posteriormente, foi para o Rio de Janeiro. Formado em Direito, abandonou a carreira de advogado para se dedicar à música, nos anos 50. Cantor romântico e seresteiro, Carlos José obteve muitos sucessos, entre eles, “Esmeralda”, que passou nas rádios de todo o Brasil nos anos 60, ou ainda "Guarânia da Saudade" e "Lembrança", entre outros. O cantor gostava que lhe chamassem "o último seresteiro".
Como forma de homenagear Carlos José, apresentamos o LP “A Poesia de Caymmi Na Voz de Carlos José “, um excelente disco lançado em 1963 pelo selo Continental que reúne uma série de canções de Dorival Caymmi.
Mais informação sobre este cantor falecido recentemente (em 9 de maio de 2020), já se encontra inserida neste blog.
Faixas/Tracklist:
A1. Acalanto (Dorival Caymmi)
A2. Saudade de Itapôa (Dorival Caymmi)
A3. Marina (Dorival Caymmi)
A4. A Lenda do Abaeté (Dorival Caymmi)
A5. Nunca Mais (Dorival Caymmi)
A6. A Jangada Voltou Só (Dorival Caymmi)
B1. Vestido de Bolero (Dorival Caymmi)
B2. É Doce Morrer No Mar (Dorival Caymmi, Jorge Amado)
B3. Não Tem Solução (Dorival Caymmi, Carlos Guinle)
Carlos José – Carlos José (LP CBS – 37373, 1965).
Género: MPB, Bolero.
“Carlos José” é o título do álbum do cantor brasileiro com o mesmo nome, lançado pela CBS em 1965, ao seu estilo romântico, muito característico.
Carlos José Ramos dos Santos, mais conhecido apenas por Carlos José, foi um cantor brasileiro que fez muito sucesso nos anos 50 e início dos anos 60. Nasceu em São Paulo, em 22 de setembro de 1934 e, posteriormente foi para o Rio de Janeiro. Mais informação sobre este cantor falecido recentemente (9 de maio de 2020), já se encontra inserida neste blog.
Faixas/Tracklist:
A1 - Diga Se É Verdade (Di Que no Es Verdad) (A. Dominguez/Vrs. Clóvis Mello)
A2 - Sabor de Nada (Sabor A Nada) (Palito Ortega/Dino Ramos/Vrs. Clóvis Mello)
A3 - A Barca de Ouro (La Barca de Oro) (Clóvis Mello)
A4 - Queria (Luiz Carlos Paraná)
A5 - A Barca (La Barca) (Roberto Cantoral/Vrs. Nely B. Pinto)
A6 - Quando Chegares (Carlos Lyra)
B1 - Coisa Nº 1 (Moacir Santos, Clóvis Mello)
B2 - Lágrimas de Sonho (“Garoto”/Aníbal Augusto Sardinha, José Vasconcelos)
B3 - Tema do Amor Triste (Rildo Hora, Clóvis Mello)
B4 - Foi Noite Assim (João Leal Brito ''Britinho'', Othon Russo)
Aktuala foi uma banda italiana formada em 1972 em Milão. Seus integrantes eram o casal Walter e Laura Maioli, Daniele Cavallanti, Antonio Cerantola e Lino Vaccina. Com características que remetem à música étnica árabe e maghreb no norte africano, escalas exóticas, música de antiguidade, mesclados a elementos de freejazz, psicodelismo, experimentalismo avantgarde, e instrumentação não usual (incluindo bouzuki, balalaika, maracas, tamburim, oboé, saxofone, flauta), o Aktuala efetivamente soa extremamente distante de um típico progressivo italiano. Excetuando-se as injeções de freejazz, notam-se pouquíssimos resquícios de cultura ocidental. É mais fácil associá-la ao krautrock, a obras como Agitation Free, Third Ear Band, Ravi Shankar ou ao Shakti de John McLaughlin, do que a qualquer banda italiana conhecida.
Um ano após assinarem um contrato com a gravadora Bla Bla, lançaram o seu álbum de estreia e homônimo em 1973, trazendo certo reconhecimento pela Europa. O Aktuala traz neste trabalho um disco intenso, de excelência percussiva raramente obtida, capaz de criar climas de um trance tribal, ou em momentos de extrema introspecção, ao qual as músicas parecem adquirir uma sonoridade instintiva, primal, naturalista.
Dois membros, Vaccina e Laura Maioli, logo deixaram a banda para se dedicar ao Trilok Gurtu. Para grupo então entraram Otto Corrado, Attilio Zanchi e Marjon Klok.
Seu segundo álbum, La Terra, foi lançado em 1974. Posteriormente, a banda se mudou para o Marrocos para produzir seu terceiro álbum, Tappeto Volante, em 1976. O Aktuala passarou muito longe de uma música acessível. Trata-se de um belo exemplo de música genuinamente criativa, bem executada. O Aktuala deixa um importante legado, como um fenômeno ímpar e genial do rock progressivo e psicodélico, ou seja, lá qual rótulo for.
Integrantes.
Walter Maioli(Oboé, Flauta, Gaita, Instrumentos de Sopro e Percussão, 1973-1976) Daniele Cavallanti(Saxofones, 1973-1976) Antonio Cerantola(Guitarra, 1973-1976) Laura Maioli(Percussão, 1973) Lino Vacina (Percussão, 1973-1974) Otto Corrado(Saxofones, Flauta, 1974) Attilio Zanchi(Guitarra, 1974) Marjon Klok(Harpa, 1974-1976) Trilok Gurtu (Percussão, 1974-1976) Kela Rangoni Macchiavelli (Percussão 1976) Fabrizio Cassanoi(Cítara 1976)
Airbourne é uma banda australiana de hard rock formada em Warrnambool, Victoria, no final de 2001. Os membros fundadores são Joel O'Keeffe (vocal principal e guitarra solo), o seu irmão mais novo Ryan O'Keeffe (bateria) e David Roads (guitarra rítmica e vocais de apoio). Justin Street (baixo e vocais de apoio) se juntou a banda em 2004. Roads saiu amigavelmente em 2017, Mathew Harrison entrou em 2018 e foi substituído por Jarrad Morrice (guitarra rítmica e vocais de apoio) em 2022, que por sua vez foi substituído por Brett Tyrrell em 2023.
O álbum de estreia da banda, Runnin' Wild de 2007, atingiu o top 30 da tabela de álbuns da ARIA. Também figurou na tabela de álbuns do Reino Unido e na Billboard 200 dos Estados Unidos. Em agosto de 2013, recebeu a certificação de prata pela BPI. O segundo álbum, No Guts. No Glory de 2010), atingiu o top 20 da tabela ARIA, o top 40 no Reino Unido, o top 5 na Alemanha e entrou também na Billboard 200. O terceiro álbum de estúdio, Black Dog Barking de 2013, também atingiu o top 5 na Alemanha. Em 2016, o Airbourne lançou o seu quarto álbum, Breakin' Outta Hell, que alcançou o 3º lugar na Alemanha. Boneshaker de 2019, o quinto álbum de estúdio da banda, entrou no top 10 alemão.
História.
Formação e Ready to Rock, 2001-2006.
A banda foi formada como um grupo de hard rock no final de 2001 na cidade vitoriana de Warrnambool por Joel O'Keeffe vocais e guitarra solo e o seu irmão mais novo, Ryan na bateria. Joel tocava guitarra desde os 11 anos e Ryan recebeu a sua primeira bateria quatro anos depois, também aos 11 anos.
Inicialmente o Airborne atuava como um trio com o baixista Luke McKenzie, também conhecido por "Macca". Joel conheceu David Roads quando os dois trabalhavam no Hotel Warrnambool. O duo levava as suas guitarras para o trabalho e após o horário de trabalho, improvisavam ideias para músicas. Roads foi convidado para se juntar ao grupo como guitarrista rítmico e ensaiavam em casa dos O'Keeffe. Em novembro de 2002, a Câmara Municipal de Warrnambool e a Arts Victoria lançaram um álbum de vários artistas, Hard Wired: Youth Compilation Album. O Airborne contribuiu com duas faixas, "Rock 'n' Roll" e "Give It all You've Got", que foram gravadas nos Motherlode Studios, em Warrnambool, no início do mesmo ano. O CD foi distribuído para estudantes locais, bem como foram fornecidos 300 exemplares adicionais, "para ajudar a impulsionar as carreiras das oito bandas e conseguir divulgação nas rádios e concertos fora de Warrnambool.
Adam Jacobson se juntou a banda como baixista no início de 2003 e faziam concertos regulares no Criterion Hotel local. Em março desse ano, como Airborne, o quarteto, Jacobson, os irmãos O’Keeffe e Roads, venceram uma competição estadual de bandas, Push-On, em Melbourne. O seu material inicial foi influenciado por artistas de rock australianos como AC/DC, The Angels, Billy Thorpe e Rose Tattoo. O crítico da revista Classic Rock os descreveu como "descaradamente derivados e gloriosamente divertidos". Como Airborne, gravaram um EP de oito faixas, Ready to Rock, que foi lançado em julho de 2004 pela Field Man Austrália, um lançamento independente autofinanciado. Gravado no Hot House Studios produzido pela própria banda a produzir, enquanto Frank masterizou no Moose Mastering, Richmond, para a Sik Kitty Production. O EP foi vendido apenas em concertos e em 2017 e se tornou "altamente colecionável". Pedro B, da Sputnikmusic, atribuiu uma pontuação de 3,0 em 5: "Um primeiro esforço valente de uma banda muito jovem, mas prejudicado por letras piegas, repetição e excessiva fidelidade ao material original."
Quando o EP foi lançado, Jacobson já tinha sido substituído por Justin Street no baixo. Ryan conheceu Street enquanto regressava para casa cambaleando embriagado depois de uma festa. No início de 2005, a banda se mudou para Melbourne. O seu manager, Gregg Donovan, tratou das negociações com quatro grandes gravadoras antes de assinarem um contrato de cinco álbuns "por um valor milionário" com a Capitol Records / EMI Music Austrália. Inicialmente, os membros partilhavam uma casa, onde "viviam com o mínimo necessário, como latas de feijão enlatado e coisas do gênero.
Runnin' Wild, 2006-2009.
Em 2006, o Airbourne viajou para os Estados Unidos para trabalhar no seu primeiro álbum de estúdio, Runnin' Wild, com o produtor Bob Marlette (Ozzy Osbourne, Alice Cooper). Runnin' Wild foi lançado na Austrália em 23 de junho de 2007. Em fevereiro, a Capitol Records dispensou 70% do seu catálogo de artistas, incluindo o cancelamento do contrato com o Airbourne, o álbum foi gravado na Austrália pela EMI. Em junho, a banda assinou com a Roadrunner Records para distribuição internacional.
O álbum alcançou o 21º lugar na tabela de álbuns da ARIA na Austrália, ficou entre os 40 primeiros na tabela de álbuns da RIANZ na Nova Zelândia e apareceu nas tabelas da Áustria, Suíça e França. O grupo assinou um contrato de publicação em maio de 2007 com a Artwerk Publishing, uma joint-venture entre a Nettwerk e a EA Games, onde o grupo "esteve presente em vários jogos globais da EA ainda no mesmo ano". Andrea Batz, do the.Dwarf.com.au, fez uma crítica ao álbum: "Se o AC/DC tivesse um filho, se chamaria Airbourne, com uma pequena dúvida se o leiteiro seria o Iron Maiden!" Batz acrescentou: "Um banquete definitivo e sem limites de pura alegria no rock, mas bem organizado. Limpo e organizado, simples e limpo, mas sujo, obsceno, sexy e visceral. Uma fórmula que tem escapado aos artistas há muito tempo."
No final de 2007, o grupo fez uma turnê pelos EUA como banda de suporte do Kid Rock e Korn.
Numa entrevista de setembro de 2008 para Axl Rosenburg e Vince Neilstein dos MetalSucks, Joel discutiu as comparações com os AC/DC: "Quem quer que sejas quando surgires, especialmente se fores da Austrália e soares como nós, serás comparado a qualquer pessoa que esteja por aí. Não importa quem sejas, serás comparado a alguém. Ser comparado a melhor banda de rock and roll do ramo, que ainda hoje está no ativa e prestes a lançar outro álbum, não há maior elogio..." Em novembro, no Astoria em Londres, Dan Hawkins (Stone Gods / The Darkness) se juntou ao Airbourne em palco para tocar a música do AC/DC, "Whole Lotta Rosie".
No Guts. No Glory., 2009-2011.
Roads confirmou que em janeiro de 2009 o Airbourne entraria em estúdio para começar gravar o segundo álbum, No Guts. No Glory. Na edição de 17 de janeiro da revista Kerrang!, Joel revelou que tinha escrito faixas no Criterion Hotel. O álbum foi produzido por Johnny K, mixado por Mike Fraser e lançado em 8 de março de 2010 no Reino Unido, Europa, Canadá, Japão, Austrália e Nova Zelândia. O álbum alcançou o top 20 na tabela de álbuns da ARIA e o top 20 na Áustria, Nova Zelândia, Finlândia, Grécia, Suécia e Suíça, enquanto na Alemanha alcançou o 4º lugar.
Nos EUA, foi lançado a 20 de abril de 2010. "Born to Kill" foi tocada ao vivo pela primeira vez no Logan Campbell Centre, em Auckland, Nova Zelândia, em outubro de 2009. Em janeiro de 2010, outra música nova, "No Way But the Hard Way", foi tocada no programa Rock Show da BBC Radio 1. Em 9 de fevereiro, foi disponibilizada no iTunes como o primeiro single do álbum. No Reino Unido, No Guts. No Glory. alcançou a 31ª posição, enquanto nos EUA, na Billboard 200, atingiu o top 100. No ARIA Music Awards 2010, foi nomeado para Melhor Álbum de Hard Rock ou Heavy Metal. A banda fez a abertura dos concertos do Iron Maiden na etapa britânica da turnê Final Frontier World Tour, de 20 de julho de 2011, começando na SECC Arena em Glasgow e terminando na Motorpoint Arena em Cardiff, em 1 de agosto de 2011.
Black Dog Barking, 2011-2014.
Em de 2011, a banda começou trabalhar no terceiro álbum de estúdio, Black Dog Barking. Foi gravado no Van Howes Studio, em Los Angeles e no The Armoury, em Vancouver, com produção de Brian Howes e lançado em 21 de maio de 2013 pela Roadrunner. A arte da capa foi feita pelos artistas australianos The Sharp Brothers, que também tinham feito a arte da capa de No Guts. No Glory. Segundo Roads, o título "Black Dog" é uma metáfora para a capacidade da banda de quebrar as regras, especialmente não se importar com os limites de dB. Foi o segundo álbum da banda a entrar no top 5 na Alemanha e atingiu o top 20 na Austrália, Áustria, Nova Zelândia, Suécia e Suíça.
O agregador de críticas Metacritic classificou o Black Dog Barking com 76/100, com um resumo de "críticas geralmente favoráveis". Dom Lawson, do Guardian Austrália, atribuiu o álbum com quatro de cinco estrelas e explicou que mostram "um vigor eletrizante com que atacam as suas canções alegremente simplistas... a uniformidade intemporal e incansável da abordagem da banda que faz disto uma delícia honesta e descarada". O crítico da Kerrang! observou: "Muito ocasionalmente chegam a um passo de imitar os seus antepassados." Angus Young disse em uma publicação: "Gosto muito do Airbourne". Black Dog Barking foi nomeado para mais um prêmio ARIA de Melhor Álbum de Hard Rock ou Heavy Metal em 2013. No final do mesmo ano, o Airbourne fez uma turnê pela Europa, com o apoio entre outros da banda sueca Corroded.
Breakin' Outta Hell, 2014-2019.
Joel revelou em novembro de 2014 que a banda estava compondo músicas para o quarto álbum de estúdio, Breakin' Outta Hell. Em janeiro do ano seguinte, assinaram um contrato mundial com a Spinefarm Records. Breakin' Outta Hell foi lançado em 23 de setembro de 2016, gravado nos Sing Sing Studios, em Melbourne, com Marlette novamente na produção. A pontuação de 80/100 no Metacritic indicava "críticas geralmente favoráveis", com Ian Fortnam da Classic Rock, dizendo: "a combinação selvagem de riffs cortantes, vocais guturais entorpecidos pelo álcool, graves estrondosos e batidas propulsivas e impactantes em cada faixa faz com que o seu bom senso simplesmente revire os olhos enquanto os seus pés o arrastam, impotente, para a pista de dança."
O álbum é o de maior sucesso do grupo em vários países: Austrália em 13º lugar, Áustria em 3º lugar, Alemanha em 3º lugar, Suíça em 4º lugar e Reino Unido em 9º lugar. Foi também nomeado para Melhor Álbum de Hard Rock ou Heavy Metal nos ARIA Music Awards de 2017. A faixa-título foi lançada como single em 8 de julho de 2016.
Em 7 de abril de 2017, foi anunciado através da página de Facebook da banda que o guitarrista rítmico e fundador, David Roads, iria deixar a banda para trabalhar no negócio da família. Matt "Harri" Harrison (ex-Palace of the King) substituiu Roads na guitarra rítmica e nos vocais de apoio. Para celebrar o 10º aniversário de Runnin' Wild, o grupo lançou uma compilação, Diamond Cuts: The B-Sides, em setembro de 2017. Foram acrescentadas duas faixas inéditas, "Heavy Weight Lover" e "Money".
Boneshaker, 2019-2024.
Em março de 2019, a banda gravou o quinto álbum de estúdio, Boneshaker, no RCA Studio A em Nashville, Tennessee, com produção de Dave Cobb. Foi lançado em 25 de outubro de 2019, alcançando o top 10 na Alemanha e na Suíça e o top 20 na Austrália e na Áustria. Kris Peters, da revista Hysteria, observou: "eles apresentaram mais uma versão direta e objetiva do seu amado gênero, seguindo a sua fórmula já consagrada de nada de baladas, nada de guitarras acústicas e nada de teclados... Se pensa que o rock and roll está morrendo neste país, passe meia hora ouvindo este álbum nas suas colunas e as suas dúvidas serão dissipadas." No entanto, o crítico do The Soundboard considerou que o Airbourne "existem numa época em que a regimentação dos gêneros foi efetivamente dissolvida por completo, e apegar-se tão rigidamente a um único ponto de referência só demonstra mais limitações do que benefícios no papel... É efetivamente a quinta vez que eles fazem este mesmo álbum, percorrendo os seus próprios tropos com a facilidade de uma banda mais do que satisfeita em girar em círculos, porque isso irá gerar um resultado positivo dos seus fãs de qualquer maneira."
Harrison foi substituído por Jarrad Morrice na guitarra rítmica e nos vocais de apoio em 2022. A banda estava trabalhando num novo álbum previsto para 2023. Em setembro de 2023, Morrice foi substituído na guitarra rítmica por Brett Tyrrell (ex-Thunderstruck).
Airborne, 2025 - Presente.
A banda lançou um single, "Gutsy" em junho de 2025, pela Spinefarm Records. A banda indicou que o seu sexto álbum de estúdio tinha sido gravado, provisoriamente intitulado Gutsy. No início de novembro de 2025, o Airbourne divulgou nas redes sociais uma música com o tema do Natal, que foi lançada em 24 de novembro, "Christmas Bonus".
Durante as atuações ao vivo da turnê Gutsy em 2026, a banda estreou a faixa "Alive After Death (Last Plane Out)". Em abril de 2026, foi lançada como single e anunciaram que o sexto álbum, homônimo, será lançado em agosto pela Spinefarm. As suas doze faixas incluem os três singles "Gutsy", "Christmas Bonus" e "Alive After Death (Last Plane Out)". O álbum inclui colaborações de composição e produção com Bryan Adams, Phil Collen, Mutt Lange e Brian Howes.
Influências.
As influências dos Airbourne incluem AC/DC, Bad News, Def Leppard, Iron Maiden, Judas Priest, Pantera, Thin Lizzy, The Angels, Spinal Tap, Status Quo, Motörhead, Metallica e Rose Tattoo.
Álbuns.
Ready To Rock (EP 2004)
01. Ready To Rock (03:24) 02. Stand And Deliver (05:05) 03. When The Girl Gets Hot (The Love Don't Stop) (04:11) 04. Come On Down (06:03) 05. Runnin Hot (05:12) 06. Hotter Than Hell (04:28) 07. Women On Top (03:47) 08. Dirty Angel (03:36)
Runnin' Wild (2007)
01. Stand Up For Rock 'N' Roll (04:01) 02. Runnin' Wild (03:38) 03. Too Much, Too Young, Too Fast (03:42) 04. Diamond In The Rough (02:53) 05. Fat City (03:26) 06. Blackjack (02:42) 07. What's Eatin' You (03:36) 08. Girls In Black (03:15) 09. Cheap Wine & Cheaper Women (03:10) 10. Heartbreaker (03:56) 11. Hellfire (02:21) 12. Dirty Angel (02:32)
No Guts. No Glory. (2010)
01. Born To Kill (03:39) 02. No Way But The Hard Way (03:34) 03. Blonde, Bad And Beautiful (03:49) 04. Raise The Flag (03:33) 05. Bottom Of The Well (04:30) 06. White Line Fever (03:09) 07. It Ain't Over Till It's Over (03:17) 08. Steel Town (03:09) 09. Chewin' The Fat (03:12) 10. Get Busy Livin' (03:37) 11. Armed And Dangerous (04:12) 12. Overdrive (03:22) 13. Back On The Bottle (03:50)
Bonus Tracks.
14. Loaded Gun (02:50) 15. My Dynamite Will Blow You Sky High (And Get Ya Moanin' After Midnight) (03:24) 16. Rattle Your Bones (02:35) 17. Kickin' It Old School (02:37) 18. Devil's Child (02:13)
Black Dog Barking (2013)
01. Ready To Rock (05:24) 02. Animalize (03:03) 03. No One Fits Me (Better Than You) (03:06) 04. Back In The Game (03:25) 05. Firepower (02:59) 06. Live It Up (04:22) 07. Woman Like That (03:14) 08. Hungry (02:56) 09. Cradle To The Grave (03:22) 10. Black Dog Barking (03:01) 11. Jack Attack (02:52) 12. You Got The Skills (To Pay The Bills) (03:33) 13. Party In The Penthouse (03:12)
Bonus Tracks Live At Wacken.
14. Raise The Flag (03:58) 15. No Way But The Hard Way (06:00) 16. Cheap Wine & Cheaper Women (08:19)
Diamond Cuts: The B-Sides (Coletânea 2017)
01. Stand And Deliver (04:24) 02. Red Dress Woman (03:10) 03. Hotter Than Hell (04:03) 04. Dirty Angel (02:34) 05. Heads Are Gonna Roll (03:53) 06. Kickin' It Old School (02:38) 07. Heavy Weight Lover (03:26) 08. Devil's Child (02:13) 09. Loaded Gun (02:51) 10. My Dynamite Will Blow You Sky High (03:25) 11. Rattle Your Bones (02:37) 12. Money (02:52) 13. Party In The Penthouse (03:10) 14. You Got The Skills (To Pay The Bills) (03:34) 15. Jack Attack (02:53)
Boneshaker (2019)
01. Boneshaker (03:30)
02. Burnout The Nitro (03:32) 03. This Is Our City (03:05) 04. Sex To Go (02:35) 05. Backseat Boogie (03:23) 06. Blood In The Water (02:23) 07. She Gives Me Hell (02:48) 08. Switchblade Angel (02:06) 09. Weapon Of War (04:38) 10. Rock ‘N’ Roll For Life (02:40)