segunda-feira, 18 de maio de 2026

CAPAS DE DISCOS - 1969 Bless It's Pointed Little Head - Jefferson Airplane

 

 C.D E.U - RCA BMG Heritage - 82876 61643 2.


 Contracapa

 Interior.

 Disco.

 Booklet.

 Booklet.

 Booklet.

 Booklet.

 Booklet.

Booklet.




ROCK ART


 

Nº1 janet. — Janet Jackson, Junho 5, 1993

 Producers: Jimmy Jam and Terry Lewis

Track listing: Morning / That’s the Way Love Goes / You Know… / You Want This / Be a Good Boy? / If / Back / This Time / Go On Miss Janet / Throb / What’ll I Do / The Lounge / Funky Big Band Racism / New Agenda / Love Pt. 2 Because of Love / Wind / Again / Another Lover / Where Are You Now / Hold on Baby / The Body That Loves You / Rain /Any Time, Any Place / Are You Still Up / Sweet Dreams


5 de junho de 1993,
6 semanas

Após o sucesso estrondoso de Rhythm Nation 1814, de Janet Jackson , a cantora foi atraída pela Virgin Records, deixando a A&M Records. Em 11 de março de 1991, a gravadora anunciou a assinatura de um contrato de três álbuns no valor de US$ 32 milhões com Jackson. O megacontrato poderia ter pressionado Jackson e os produtores Jimmy Jam e Terry Lewis, mas Jam afirma que tudo transcorreu normalmente quando o trio começou a trabalhar em janet.

Embora Jam e Lewis se recusassem a mostrar Rhythm Nation aos executivos da A&M antes de sua conclusão, os copresidentes da Virgin Records, Jeff Ayeroff e Jordan Harris, foram convidados a conferir uma prévia de janet. "Normalmente não faríamos algo assim, mas tínhamos muito respeito por eles", diz Jam. Ele já havia trabalhado com Harris em um projeto do Human League, "então não era como se fossem pessoas da gravadora vindo nos visitar — eram pessoas criativas. Estávamos há cerca de duas ou três semanas trabalhando no projeto." Três faixas estavam concluídas na época da visita: “Because Move”, “If” e “Again”. Jam comenta: “Tocamos essas três músicas para eles e nunca mais os vimos, então acho que eles ficaram felizes. Pensaram que estávamos indo bem.”

Embora Rhythm Nation tenha sido mixado nos novos estúdios Flyte Tyme de Jam e Lewis, foi gravado no primeiro estúdio da dupla, que tinha o mesmo nome. janet. foi o primeiro projeto de álbum completo finalizado no novo complexo, que incluía uma sala de ensaio com uma sala de dança. “Enquanto gravávamos o álbum, a coreógrafa de Janet, Tina Landon, estava na cidade. Conforme íamos finalizando as músicas, fazíamos uma fita cassete para ela e ela começava a criar as coreografias. Literalmente, quando Janet não estava cantando, ela ia para a sala dos fundos e ensaiava as coreografias”, diz Jam. “Foi interessante ver os vídeos e o show ao vivo ganharem vida enquanto o disco estava sendo feito.”

Em ianet. , Jackson demonstrou mais uma vez um crescimento artístico significativo. "Ela estava mais velha, mais madura e muito mais confiante como compositora e produtora", diz Jam. "Nossa colaboração chegou a um ponto em que não havia espaço para concessões." Jackson anotava suas ideias sobre o que o álbum deveria abordar em seu Powerbook, enquanto Jam e Lewis faziam anotações em papel. "Quando comparávamos as anotações, estávamos em cerca de 95% de acordo", diz Jam. A artista e os produtores tinham ambições elevadas. "A história dirá se merecemos sequer ser mencionados juntos, mas sentíamos que Rhythm Nation era como What's Going On e janet. era como Let's Get It On ", diz Jam. "Sentíamos que queríamos fazer o mesmo que Marvin Gaye fez, passando de um álbum com temática de consciência social para um álbum de amor."

O tema do amor fazia todo o sentido. "Terry tinha se casado recentemente, eu estava noivo e Janet namorava o Rene há uns cinco anos", acrescenta Jam. "Era uma época muito romântica na vida de todos nós."

Jackson também foi influenciada por seu papel no filme Poetic Justice, de John Singleton . "Ela se sentia muito confiante e muito feminina", diz Jam. "Nosso trabalho era apenas fazer isso acontecer musicalmente. Então, janet. tem um toque muito sedutor."

E Janet conquistou o público, tornando-se o primeiro álbum de Jackson a estrear na primeira posição e, eventualmente, gerando sete singles no top 10, incluindo os sucessos consecutivos número um "That's the Way Love Goes" e "Again".

OS CINCO MELHORES
Semana de 5 de junho de 1993

1. Janet Jackson 2.
Trilha Sonora de O Guarda- Costas
3. Get a Grip , Aerosmith
4. A Pocket Full of Kryptonite , Spin Doctors
5. Breathless , Kenny G


DE Under Review Copy (FAISCAS)

 


FAISCAS


Foram a primeira banda punk em Portu­gal. Pelo menos é o que reza a história. Mas nunca gravaram nenhum disco, tendo sido batidos, nesse aspecto, pelos Aqui d'El Rock que editaram dois singles. O inicio dos Faíscas pode ter ocorrido na cervejaria Munique, em simultâneo com o arran­car de outros projectos como os Raios e Coriscos ou os Delirium Tremens e, mais tarde, Xutos & Pontapés. O local de ensaio era a Senófila, onde ensaiava meia Lisboa, e também aí se cruza­ram com os Xutos & Pontapés. Aliás Zé Pedro e Zé Leonel, dois dos fundadores do grupo de "Sémen", chegaram a colaborar, como performers, nalguns concertos dos Faíscas. A sua função era dar estaladas no público e obrigá-lo a mexer. Começando por tocar na boite "Brown's", em Lisboa, os Faíscas tiveram também como road manager Zé Pedro que viria a formar os Xutos e Pontapés. O seu primeiro espectáculo aconteceu em Lisboa, no Festival da Revista "Música e Som", onde tocaram 13 temas (de clássicos do rockabilly como "Roll Over Beethoven" a temas originais como "Não Perdes Pela Demora" ou "Faca Na Barriga". Mas os Faíscas, mais do que divertir e escandalizar serviram para apalpar o terreno para a criação de uma série de projectos que marcaram a década de oitenta e toda a história da música portuguesa. Subiam para o palco com a cara pintada, vestidos de uma forma estranha, principalmente tendo em conta que em Portugal poucos acompanhavam os fenómenos britânicos dos Sex Pistols e The Clash, pejados de alfinetes e cruzes suásticas. Para manter o ar, os nomes eram camuflados por pseudónimos: Rocky Tango (aka Rock Assassino, Paulo Pedro Gonçalves), Dedos Tubarão (Pedro Ayres Magalhães), John Lee Finuras (aka Punhos de Renda, Jorge) e Gato Dinamite (aka Flash Gordon, Emanuel Ramalho). Falta dizer que corria o ano de 1978 e na altura pouco mais havia no nosso país que os Tantra, Beatnicks, Petrus Castrus e Arte & Oficio, todos na onda do rock sinfónico, à excepção dos últimos, dedicados ao hard-rock. Apesar de terem afirmado numa entrevista que se tratavam de uma banda que vinha para ficar, os Faíscas duraram pouco, muito pouco mesmo. Em Julho de 1979 aparecia um disco dos seus sucessores, Corpo Diplomático. Originários da evolução dos Faíscas, os Corpo Diplomático surgiam com uma formação reforçada e editavam um dos melhores discos portugueses de sempre, preconizando alguns anos antes, aquele que seria adoptado, a partir da 1984, como rótulo para a música portuguesa. O álbum intitulava-se "Música Moderna". Na origem destes projectos - Faíscas e Corpo Diplomático -, três nomes essenciais, por baixo dos pseudónimos: Paulo Pedro Gonçalves, Pedro Ayres Magalhães e Emanuel Ramalho. Paulo Pedro era talvez o melhor músico de entre eles. Regressado do Canadá e dominando o acordeão, consta que fingia não saber tocar, pois o punk era tocado só com acordes e os seus executantes geralmente não queriam sequer saber da técnica. O Pedro Ayres sabia menos, mas tinha já uma atitude totalmente revolucionária, que foi marcando toda a sua carreira, embora sempre de maneiras diferentes. Emanuel Ramalho formou depois os Street Kids, juntamente com Nuno Rebelo, e tocou em mais grupos do que qualquer outro músico português, incluindo os Rádio Macau e a banda de Lena D'Água. Foi também baterista dos Delfins. Em relação a Paulo Pedro Gonçalves e Pedro Ayres Magalhães, escusado será dizer que foram mentores dos Heróis do Mar, os LX 90, um, e os Madredeus, Resistência e Delfins 

[PedrDISCOGRAFIA

 
FAISCAS [7"Single, Fightback Records, 2015] B



rinca]

DANGER DANGER - DANGER DANGER (1989)

 

Danger Danger é o álbum de estreia da banda norte-americana de mesmo nome, obviamente, a Danger Danger. O disco foi lançado oficialmente em 27 de junho de 1989, sendo gravado entre o ano anterior e 1989. O selo responsável foi o Epic Records e a produção ficou a cargo de Lance Quinn.


Seguindo a tradição do Blog, vai-se trazer mais uma obra do Hard Rock/Glam Metal, estilo muito apreciado neste espaço. O álbum de estreia do Danger Danger é nosso objeto de observação.



Formação do Danger Danger

O Danger Danger foi formado em Nova York, em 1987 pelos ex-membros de um conjunto chamado Hotshot, o vocalista Mike Pont, o baixista Bruno Ravel e o baterista Steve West.

Essa formação também contou com o futuro guitarrista do Hotshot, Al Pitrelli e o ex-tecladista do grupo de jazz/rock fusion, Get With It, Kasey Smith.

Mais tarde, Mike Pont deixou a banda e foi substituído por Ted Poley, que tocava anteriormente na banda Prophet como baterista e, às vezes, vocalista principal. Em algum lugar durante esse tempo, eles fizeram uma tentativa fracassada de gravar uma demo.

Bruno Ravel
Ted Poley

Ted Harris Poley nasceu em Englewood, Estados Unidos, em 5 de janeiro de 1962.

Ted se juntou à banda de Nova Jersey, Prophet, como baterista. Eles lançaram seu primeiro álbum em 1985, enquanto Poley tinha apenas 23 anos de idade.

Prophet, o disco, foi lançado pelo selo Total Experience Records e Ted foi o baterista, além de cantar em algumas faixas. Além disso, Poley auxiliou na composição da canção “Listen to Ya”.

Em 1987, enquanto trabalhava no segundo álbum da banda Prophet, ele foi abordado por Bruno Ravel e Steve West para se juntar ao Danger Danger e ele aceitou.

Demo

O grupo fez outra tentativa de gravar uma demo e, desta vez, assinou um contrato de gravação com a Epic Records.

Em 1988, Pitrelli deixou o Danger Danger. Pouco depois, Pont e Pitrelli se reuniram para construir uma nova formação da Hotshot. Desde então, Pitrelli tocou em várias outras bandas. Pitrelli tocou na maior parte do álbum de compilação do Danger Danger, Rare Cuts.

Ted Poley

Danger Danger

Em 1989, o guitarrista do grupo Saraya, Tony "Bruno" Rey, juntou-se brevemente ao Danger Danger e tocou em parte de seu álbum de estréia de mesmo nome, antes de retornar à sua banda anterior.

O guitarrista Andy Timmons o substituiu e tocou no resto do álbum de estréia, lançado naquele mesmo ano.

A capa foi obra do artista Mark Ryden.

Vamos às faixas:

NAUGHTY NAUGHTY

“Naughty Naughty” aposta em um Hard Rock mais cadenciado, mesclando peso e ritmo, e um refrão que lembra a banda Bon Jovi e o chamado ‘arena rock’. Ótimo começo.

A letra possui sentido sexual:

That dress you're wearing
Makes you look so cute
But girl you'd look better
In your birthday suit
Take my hand, feel my love
Tonight's the night we're gonna
Shake it up, shake it up


A faixa foi lançada como single, mas não causou repercussão entre as maiores paradas de sucesso desta natureza.

UNDER THE GUN

Os teclados tomam o protagonismo em “Under the Gun”, uma composição que flerta deliberadamente com o AOR e bandas como Journey e Survivor.

A letra fala sobre inocência:

Out on the street, all the people you meet
Wanna use you for your innocent ways
Running around you're the talk of the town today
You were so cool you played by the rules
You thought you had it in the palm of your hand
You're on your way to the top and
They won't let you stop 'til you're there
Now you're

SATURDAY NITE

Já em “Saturday Nite”, o conjunto opta por uma abordagem mais agressiva e, portanto, um tanto quanto mais próxima ao Glam Metal de bandas como o Mötley Crüe. Faixa bem interessante.

A letra fala sobre dirigir um veículo além dos limites:

Drivin' in the fast lane
Pedal to the floor
Lookin' for some action
Gotta have more
Head out on the highway
Red light, Green light - Ready to go
Outta control

DON’T WALK AWAY

Para quem se recorda do Whitesnake do fim da década de 1980, “Don’t Walk Away” parece uma balada – menor, é verdade – retirada de algum disco da mencionada banda.

A letra possui conotação romântica:

Even though your havin' your doubts
We can still work it out
Sometimes it's easy, sometimes it's not
But it's still worth a shot

A canção foi lançada como single, mas não repercutiu em termos de paradas de sucesso.

BANG BANG

“Bang Bang” é um Hard Rock bem divertido, cadenciado e muito melódico. Os vocais de Ted Poley são bem empregados e o ritmo é suave. É uma canção interessante.

A letra é em sentido de sedução:

Bang Bang, what's that sound?
I gave you my love and you shot me down
Bang Bang, you're so cool
Playin' a game, someday you're gonna lose
Bang! Bang!


“Bang Bang” é um dos maiores sucessos do Danger Danger.

A música foi lançada como single e atingiu a 49ª posição na principal parada norte-americana desta natureza.

Além disso, o videoclipe da canção teve alta rotação na MTV dos Estados Unidos naquela época.

ROCK AMERICA

Teclados proeminentes são, novamente, a tônica em “Rock America”, em mais uma música com a cara do Survivor.

A música faz alusão à própria banda:

Out on the backstreets, I hear a heartbeat
We're gonna rock America
Standin' together forever, now and forever,
We're gonna rock America

BOYS WILL BE BOYS

As guitarras voltam a dominarem em “Boys Will Be Boys”, graças a um riff eficiente. Os vocais de Poley são bons e a face Hard eleva o patamar da composição.

A letra tem temática juvenil:

Little Girl, Sweet 16, oooh you're every schoolboy's dream
Runnin' hot, blowin' cold, Get ready for an overload
Turn it On, Loosen up, too much is never enough
Feel the heat, start to rise, Baby open you're door and let me inside

ONE STEP FROM PARADISE

“One Step from Paradise” é uma daquelas baladas bem açucaradas, com os teclados dominantes e uma melodia suave.

A letra possui amplo sentido:

One Step From Paradise
So close and still so far away
One Step From Paradise
Together we'll find Paradise someday

FEELS LIKE LOVE

“Feels Like Love” possui a típica cara dos anos 1980 e quem viveu – e curtiu – sua música vai gostar bastante.

A letra é romântica:

This time it Feels Like Love
So strong, one in a million
This time it Feels Like Love to me

TURN IT ON

“Turn It On” traz uma musicalidade Hard, mas com muita dose de melodia e uma pegada bem divertida.

A letra possui sentido sexual:

I can't believe all the noise you're makin'
Am I really that good or are you just fakin'
Feels so good, deep inside
It's like a non-stop rocket roller coaster ride - uh huh!

LIVE IT UP

A décima-primeira – e última – faixa do álbum de estreia do Danger Danger é “Live It Up”. O disco se encerra com uma das músicas mais agressivas do trabalho, baseada no peso das guitarras.

A letra tem um caráter trivial:

You work hard from 9-5
Tax man leaves ya just enuff to survive
So when you feel like you're under the gun
That's when it's time to start havin' some fun

Considerações Finais

Baseado em singles que podem ser considerados bem sucedidos, Danger Danger até fez um certo barulho.

O disco ficou com a 88ª colocação na principal parada norte-americana desta natureza.

Greg Prato, do site AllMusic, em uma resenha em perspectiva, dá uma nota 3 (em 5) ao trabalho e aponta:

“O Danger Danger aproveitou seus 15 minutos de fama com sua estréia auto-intitulada em 1989, que mesclou ganchos de rádio criados para o mainstream com boa aparência dos garotos - uma fórmula que parecia uma proposta imperdível durante a era mencionada . Está incluída a faixa mais conhecida do grupo, o hino de abertura do álbum "Naughty Naughty", bem como "Bang Bang", de estilo semelhante (...), a cópia carbono do Bon Jovi, "Under the Gun", e, é claro, uma balada obrigatória,"One Step from Paradise’””.

O álbum gerou dois hits com "Naughty Naughty" e "Bang Bang", com o primeiro ganhando uma vaga no Headbangers Ball, da MTV americana. A banda entrou em turnê abrindo para grupos como KISS, Alice Cooper, Extreme e Warrant.

Um segundo álbum, Screw It!, sairia em 1991.



Formação:
Ted Poley - Vocal e Backing Vocal
Andy Timmons - Guitarra (03, 07)
Kasey Smith - Teclados
Bruno Ravel - Baixo, Backing Vocal, Violoncelo
Steve West - Bateria
Músicos Adicionais:
Tony "Bruno" Rey - Guitarra (01,02, 04-06, 08-11)
Carol Brooks, Jeanie Brooks, Rick Valente, Tony Reyes – Backing Vocal

Faixas:
01. Naughty Naughty (Ravel/West) - 4:50
02. Under the Gun (Ravel/West) - 4:39
03. Saturday Nite (Ravel/West) - 4:17
04. Don't Walk Away (Ravel/West) - 4:56
05. Bang Bang (Ravel/West) - 3:56
06. Rock America (Ravel/West) - 4:54
07. Boys Will Be Boys (Ravel/West) - 4:58
08. One Step From Paradise (Ravel/West) - 4:47
09. Feels Like Love (Ravel/West) - 4:52
10. Turn It On (Ravel/West) - 3:40
11. Live It Up (Ravel/West) - 3:54

Letras:
Para o conteúdo completo das letras, recomenda-se o acesso a: https://www.letras.mus.br/danger-danger/

Opinião do Blog:
Quem acompanha o RAC mais atentamente e há mais tempo sabe que o Blog sempre trouxe álbuns do chamado Glam Metal a suas páginas.

Desta feita, o alvo do nosso post é Danger Danger, álbum de estreia da banda de mesmo nome. O conjunto se mostra eficiente em sua proposta musical, podendo o vocalista Ted Poley e o baixista Bruno Ravel serem apontados como potenciais destaques.

Danger Danger dá diferentes “tiros” em sua musicalidade. Claro, o Glam Metal é a proposta sonora, mas, simultaneamente, trata-se de um álbum com a cara dos anos 1980: há Hard Rock, AOR e até mesmo toques mais ‘Pop’, todos com a cara daquela década.

As letras são completamente comuns.

O RAC elege como favoritas as canções que são justamente mais Glam Metal e, portanto, mais agressivas: “Saturday Nite”, “Boys Will Be Boys” e “Live It Up”.

Concluindo, Danger Danger é estritamente indicado a fãs da sonoridade oitentista e quem afirma que o disco é “datado” não foge à verdade. Entretanto, o RAC recomenda aos fãs do Glam Metal uma audição para que eles tirem suas próprias conclusões.

Destaque

CAPAS DE DISCOS - 1969 Bless It's Pointed Little Head - Jefferson Airplane

   C.D E.U - RCA BMG Heritage - 82876 61643 2.  Contracapa  Interior.  Disco.  Booklet.  Booklet.  Booklet.  Booklet.  Booklet. Booklet.