MUSICA&SOM
MUSICA É VIDA
sábado, 17 de outubro de 2026
True West - West Side Story – Rarities 1983/198X - 5 unreleased/unreleased versions - US - Alternative Rock, Indie Rock
Harrold Juana – Higher – 1991 – England - Alternative Rock, Garage Rock, Acid Rock, Indie Rock, Space Rock, Psychedelic Rock
Tracklist
A1 - Harrold Juana – So Long 4:14A2 - Harrold Juana – My Life 2:27A3 - Harrold Juana – Higher 4:56A4 - Harrold Juana – Egg 3:35A5 - Harrold Juana – Work It Out 5:09B1 - Harrold Juana – Drowsy Maggie 2:47B2 - Harrold Juana – Ride On 4:21B3 - Harrold Juana – Take It 4:32B4 - Harrold Juana – J.C.B. 4:54B5 - Harrold Juana – Swamp 3:10
GONÇALO GOMES LANÇA EP DE ESTREIA “PRÓLOGO”
No primeiro curta duração, o finalista do Festival da Canção 2026 explora temas como a perda, culpa e a aceitação e reflete sobre uma indústria que transforma experiências pessoais em conteúdo.
Gonçalo Gomes apresenta o EP de estreia “Prólogo”. O curta duração reúne oito temas, unidos pela narrativa de uma mesma personagem: uma relação conturbada, a perda da pessoa que ama e a culpa que permanece depois do fim. Dividido em dois pontos de vista, o projeto começa pelo lado de quem “errou” e avança depois para a perspetiva de quem ficou do outro lado, construindo uma história feita de diferentes momentos e emoções.
"Este EP fala sobretudo de perda, culpa e da forma como uma experiência pode continuar a perseguir-nos mesmo depois de ter terminado. Existe uma narrativa que atravessa as músicas, acompanhando uma personagem que passa por uma relação complicada, perde a pessoa que ama e fica presa à culpa pelo que aconteceu", explica Gonçalo Gomes. "Mais do que contar uma história de forma linear, quis que as músicas fossem construindo diferentes momentos e emoções dentro dessa narrativa, deixando também espaço para que o ouvinte interprete o que realmente aconteceu", acrescenta o artista.
As primeiras quatro músicas - 'Doce Ilusão', 'Erros', 'Não Sei Viver' e 'Apocalipse' - acompanham o percurso de quem “errou” e exploram a culpa, a tristeza e a dificuldade em lidar com as consequências das próprias ações. A segunda metade do EP apresenta o outro lado da história, desde a vontade de continuar em 'Meia-Noite' à raiva de 'Mau da Fita', passando pelo desespero de 'Castigo' e chegando finalmente à aceitação do término em 'Ainda Estou Aqui'.
"Ao longo do EP, essa história começa a cruzar-se cinematograficamente com a ideia de indústria e de como uma tragédia pessoal pode ser transformada numa narrativa vendável. A personagem principal deixa de ser apenas alguém a viver aquilo e passa, aos poucos, a ser alguém que está a ser observado, moldado e transformado numa figura artística, passando a ser tratado como um mero fantoche", conta Gonçalo Gomes.
Musicalmente, "Prólogo" apresenta uma sonoridade Pop, assumindo uma forte componente emocional e abrindo espaço à experimentação. O trabalho foi desenvolvido por Gonçalo Gomes com João Umbelino, produtor do projeto e colaborador no single 'Meia-Noite'.
"Acho que essa liberdade foi importante para o EP, porque permitiu que cada música encontrasse a sua própria identidade sem deixarmos de ter uma linha condutora. Em comparação com os meus lançamentos anteriores, sinto que houve também uma maior preocupação em experimentar e em pensar não só nas músicas individualmente, mas na forma como funcionam enquanto conjunto e dentro da narrativa do projeto", diz o cantor e compositor.
“Prólogo” inclui o single de avanço 'Apocalipse' e é acompanhado pelo novo 'Ainda Estou Aqui', faixa que encerra o EP e representa o momento de aceitação e libertação. Nas palavras do artista, "é, de certa forma, uma análise de toda uma relação: olhar para aquilo que foi vivido, reconhecer que as coisas já não estavam bem e perceber o momento em que deixar de ficar passa a ser a única forma de seguir em frente. É também um grito de libertação de alguém que deixou de se sentir preso àquela relação e que já sabe que não vai voltar, mesmo que a outra pessoa lhe peça para ficar".
Com “Prólogo”, Gonçalo Gomes apresenta um projeto pensado como um conjunto, em que diferentes canções, emoções e perspetivas vão construindo uma narrativa que não fecha completamente a interpretação sobre aquilo que realmente aconteceu. “Prólogo” está disponível em todas as plataformas digitais.
Cantor, compositor e performer, Gonçalo Gomes nasceu em Coimbra e cresceu em Anadia. Em 2026, chegou à final do Festival da Canção com ‘Doce Ilusão’, num momento decisivo para a afirmação da sua identidade artística e para a projeção do seu trabalho junto de um público mais amplo.
O percurso musical de Gonçalo Gomes começou aos 14 anos. Nessa altura, iniciou aulas de canto orientadas por um maestro e integrou dois coros polifónicos, experiências que contribuíram para a sua formação vocal e musical. Atualmente, frequenta o curso de Estudos Artísticos na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Em 2023, participou no The Voice Portugal, onde conquistou o público e o mentor António Zambujo com interpretações marcadas pela entrega e pela emoção.
Entre a Pop e a canção portuguesa, Gonçalo Gomes tem vindo a construir uma linguagem própria, onde a melancolia, a vulnerabilidade e a intensidade emocional convivem com uma dimensão mais leve e irreverente. Inspirado por nomes como Joji e Rita Rocha, escreve a partir daquilo que conhece e sente, transformando experiências pessoais em canções que procuram estabelecer uma ligação direta com quem as ouve. Para Gonçalo Gomes, a vulnerabilidade não é uma fraqueza - é matéria-prima.
Depois de se destacar no Festival da Canção, continuou a desenvolver esse universo através de temas como ‘Apocalipse’ e ‘Heróis’, que contribuíram para ultrapassar as 100 mil reproduções nas plataformas de streaming e as 600 mil visualizações nas redes sociais. Seguiu-se ‘Aprender’, um dueto com a cantora e compositora conimbricense Aris, num momento de crescimento e exploração de novas possibilidades dentro da sua identidade artística.
Agora, com “Prólogo”, Gonçalo Gomes leva essa linguagem mais longe. O novo EP mergulha em territórios de perda, culpa, desejo e aceitação, cruzando uma narrativa emocional com uma dimensão cinematográfica e conceptual. É mais um passo num percurso ainda em construção - e precisamente por isso, sem medo de experimentar, mudar de forma e descobrir até onde pode
Gonçalo Gomes apresenta o EP de estreia “Prólogo”. O curta duração reúne oito temas, unidos pela narrativa de uma mesma personagem: uma relação conturbada, a perda da pessoa que ama e a culpa que permanece depois do fim. Dividido em dois pontos de vista, o projeto começa pelo lado de quem “errou” e avança depois para a perspetiva de quem ficou do outro lado, construindo uma história feita de diferentes momentos e emoções.
"Este EP fala sobretudo de perda, culpa e da forma como uma experiência pode continuar a perseguir-nos mesmo depois de ter terminado. Existe uma narrativa que atravessa as músicas, acompanhando uma personagem que passa por uma relação complicada, perde a pessoa que ama e fica presa à culpa pelo que aconteceu", explica Gonçalo Gomes. "Mais do que contar uma história de forma linear, quis que as músicas fossem construindo diferentes momentos e emoções dentro dessa narrativa, deixando também espaço para que o ouvinte interprete o que realmente aconteceu", acrescenta o artista.
As primeiras quatro músicas - 'Doce Ilusão', 'Erros', 'Não Sei Viver' e 'Apocalipse' - acompanham o percurso de quem “errou” e exploram a culpa, a tristeza e a dificuldade em lidar com as consequências das próprias ações. A segunda metade do EP apresenta o outro lado da história, desde a vontade de continuar em 'Meia-Noite' à raiva de 'Mau da Fita', passando pelo desespero de 'Castigo' e chegando finalmente à aceitação do término em 'Ainda Estou Aqui'.
"Ao longo do EP, essa história começa a cruzar-se cinematograficamente com a ideia de indústria e de como uma tragédia pessoal pode ser transformada numa narrativa vendável. A personagem principal deixa de ser apenas alguém a viver aquilo e passa, aos poucos, a ser alguém que está a ser observado, moldado e transformado numa figura artística, passando a ser tratado como um mero fantoche", conta Gonçalo Gomes.
Musicalmente, "Prólogo" apresenta uma sonoridade Pop, assumindo uma forte componente emocional e abrindo espaço à experimentação. O trabalho foi desenvolvido por Gonçalo Gomes com João Umbelino, produtor do projeto e colaborador no single 'Meia-Noite'.
"Acho que essa liberdade foi importante para o EP, porque permitiu que cada música encontrasse a sua própria identidade sem deixarmos de ter uma linha condutora. Em comparação com os meus lançamentos anteriores, sinto que houve também uma maior preocupação em experimentar e em pensar não só nas músicas individualmente, mas na forma como funcionam enquanto conjunto e dentro da narrativa do projeto", diz o cantor e compositor.
“Prólogo” inclui o single de avanço 'Apocalipse' e é acompanhado pelo novo 'Ainda Estou Aqui', faixa que encerra o EP e representa o momento de aceitação e libertação. Nas palavras do artista, "é, de certa forma, uma análise de toda uma relação: olhar para aquilo que foi vivido, reconhecer que as coisas já não estavam bem e perceber o momento em que deixar de ficar passa a ser a única forma de seguir em frente. É também um grito de libertação de alguém que deixou de se sentir preso àquela relação e que já sabe que não vai voltar, mesmo que a outra pessoa lhe peça para ficar".
Com “Prólogo”, Gonçalo Gomes apresenta um projeto pensado como um conjunto, em que diferentes canções, emoções e perspetivas vão construindo uma narrativa que não fecha completamente a interpretação sobre aquilo que realmente aconteceu. “Prólogo” está disponível em todas as plataformas digitais.
Cantor, compositor e performer, Gonçalo Gomes nasceu em Coimbra e cresceu em Anadia. Em 2026, chegou à final do Festival da Canção com ‘Doce Ilusão’, num momento decisivo para a afirmação da sua identidade artística e para a projeção do seu trabalho junto de um público mais amplo.
O percurso musical de Gonçalo Gomes começou aos 14 anos. Nessa altura, iniciou aulas de canto orientadas por um maestro e integrou dois coros polifónicos, experiências que contribuíram para a sua formação vocal e musical. Atualmente, frequenta o curso de Estudos Artísticos na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Em 2023, participou no The Voice Portugal, onde conquistou o público e o mentor António Zambujo com interpretações marcadas pela entrega e pela emoção.
Entre a Pop e a canção portuguesa, Gonçalo Gomes tem vindo a construir uma linguagem própria, onde a melancolia, a vulnerabilidade e a intensidade emocional convivem com uma dimensão mais leve e irreverente. Inspirado por nomes como Joji e Rita Rocha, escreve a partir daquilo que conhece e sente, transformando experiências pessoais em canções que procuram estabelecer uma ligação direta com quem as ouve. Para Gonçalo Gomes, a vulnerabilidade não é uma fraqueza - é matéria-prima.
Depois de se destacar no Festival da Canção, continuou a desenvolver esse universo através de temas como ‘Apocalipse’ e ‘Heróis’, que contribuíram para ultrapassar as 100 mil reproduções nas plataformas de streaming e as 600 mil visualizações nas redes sociais. Seguiu-se ‘Aprender’, um dueto com a cantora e compositora conimbricense Aris, num momento de crescimento e exploração de novas possibilidades dentro da sua identidade artística.
Agora, com “Prólogo”, Gonçalo Gomes leva essa linguagem mais longe. O novo EP mergulha em territórios de perda, culpa, desejo e aceitação, cruzando uma narrativa emocional com uma dimensão cinematográfica e conceptual. É mais um passo num percurso ainda em construção - e precisamente por isso, sem medo de experimentar, mudar de forma e descobrir até onde pode
CRIS EDITA EP
CRIS apresenta “overthinker”, o seu EP de estreia, acompanhado pelo lançamento do novo single “unsafe”. Depois de ter revelado “maré” como primeiro avanço do projeto, a cantautora portuguesa reúne agora quatro canções num trabalho que parte da inquietação, da dúvida e da tendência para permanecer nas perguntas, procurando compreender não apenas aquilo que acontece dentro de si, mas também o outro e as razões que o movem.
Num tempo marcado pela procura constante de respostas rápidas, “overthinker” escolhe precisamente o movimento contrário. Ao longo do EP, CRIS rema contra a própria maré, perde-se entre diferentes versões de si mesma e procura encontrar um rumo no meio de pensamentos e perguntas que nem sempre encontram resolução. Mais do que tentar eliminar essa inquietação, o disco assume-a como ponto de partida para um exercício de aproximação a si própria e aos outros.
Entre o pop alternativo e o neo-soul, essa dimensão introspetiva encontra uma linguagem construída em torno da voz, que ocupa o centro das quatro canções. Guitarras de expressão orgânica e a riqueza harmónica do rhodes sustentam uma sonoridade que privilegia a intimidade e acompanha um EP onde dúvida, repetição e vulnerabilidade surgem não como problemas a resolver, mas como parte de uma tentativa continuada de compreender.
“unsafe”, novo single que acompanha a edição do trabalho, prolonga essa procura através de uma pergunta que permanece sem resposta. A canção nasce da tentativa de perceber aquilo que poderá ter faltado e, sobretudo, aquilo que poderá ter magoado alguém antes de essa dor acabar por atingir os outros.
Sem procurar justificar ou desculpar, CRIS abre espaço para uma fragilidade que nem sempre é imediatamente visível. “unsafe” observa a possibilidade de compreender o outro sem apagar aquilo que aconteceu, admitindo simultaneamente que o perdão e o acolhimento podem continuar a existir mesmo perante aquilo que não se consegue explicar por completo.
Essa tentativa de compreensão acaba também por devolver o olhar à própria artista. Ao procurar reconhecer as vulnerabilidades do outro, a canção aproxima-se daquelas que existem em cada um, sugerindo que a empatia poderá funcionar nos dois sentidos. Entre aquilo que nos fragiliza e aquilo que procuramos compreender em quem está à nossa frente, “unsafe” encontra assim uma das ideias fundamentais de “overthinker”: continuar a perguntar mesmo quando não existe uma resposta definitiva.
O EP representa a primeira edição fonográfica de CRIS enquanto artista principal, mas surge depois de um percurso iniciado ainda na infância. A cantautora começou os estudos musicais aos sete anos na Academia de Música de Castelo de Paiva, onde concluiu o 5.º grau de guitarra clássica, coro e formação musical, tendo participado desde cedo em festivais da canção infantojuvenis e gravado, juntamente com a irmã, o disco de música infantil “Cantigas da Minha Infância”.
Ainda jovem, participou no programa televisivo “Uma Canção Para Ti”, onde venceu o respetivo grupo, e integrou o elenco do musical “Annie”, encenado por Filipe La Féria no Teatro Rivoli. Paralelamente, foi desenvolvendo experiência enquanto intérprete ao vivo em diferentes contextos e construiu uma presença digital através de um canal dedicado a covers no YouTube, que reúne mais de 100 mil subscritores.
Em 2022, passou a integrar a banda de Tiago Nacarato como backing vocal, participando em concertos e gravações de estúdio e assumindo também arranjos vocais. Dessa colaboração nasceu ainda a participação em “Cedo”, em dueto com o músico. Ao longo do percurso, colaborou igualmente como backing vocal com a Orquestra Bamba Social e com New Max.
É depois desse caminho enquanto intérprete, instrumentista e colaboradora que CRIS se apresenta agora através de um projeto autoral próprio. Com “overthinker”, a artista transporta para quatro canções uma forma inquieta de observar aquilo que sente e aquilo que a rodeia, recusando a necessidade de chegar a conclusões definitivas. Entre o pop alternativo e o neo-soul, o EP encontra precisamente nas perguntas, nas contradições e na vulnerabilidade o espaço a partir do qual CRIS começa a definir a sua identidade enquanto artista a solo.
Num tempo marcado pela procura constante de respostas rápidas, “overthinker” escolhe precisamente o movimento contrário. Ao longo do EP, CRIS rema contra a própria maré, perde-se entre diferentes versões de si mesma e procura encontrar um rumo no meio de pensamentos e perguntas que nem sempre encontram resolução. Mais do que tentar eliminar essa inquietação, o disco assume-a como ponto de partida para um exercício de aproximação a si própria e aos outros.
Entre o pop alternativo e o neo-soul, essa dimensão introspetiva encontra uma linguagem construída em torno da voz, que ocupa o centro das quatro canções. Guitarras de expressão orgânica e a riqueza harmónica do rhodes sustentam uma sonoridade que privilegia a intimidade e acompanha um EP onde dúvida, repetição e vulnerabilidade surgem não como problemas a resolver, mas como parte de uma tentativa continuada de compreender.
“unsafe”, novo single que acompanha a edição do trabalho, prolonga essa procura através de uma pergunta que permanece sem resposta. A canção nasce da tentativa de perceber aquilo que poderá ter faltado e, sobretudo, aquilo que poderá ter magoado alguém antes de essa dor acabar por atingir os outros.
Sem procurar justificar ou desculpar, CRIS abre espaço para uma fragilidade que nem sempre é imediatamente visível. “unsafe” observa a possibilidade de compreender o outro sem apagar aquilo que aconteceu, admitindo simultaneamente que o perdão e o acolhimento podem continuar a existir mesmo perante aquilo que não se consegue explicar por completo.
Essa tentativa de compreensão acaba também por devolver o olhar à própria artista. Ao procurar reconhecer as vulnerabilidades do outro, a canção aproxima-se daquelas que existem em cada um, sugerindo que a empatia poderá funcionar nos dois sentidos. Entre aquilo que nos fragiliza e aquilo que procuramos compreender em quem está à nossa frente, “unsafe” encontra assim uma das ideias fundamentais de “overthinker”: continuar a perguntar mesmo quando não existe uma resposta definitiva.
O EP representa a primeira edição fonográfica de CRIS enquanto artista principal, mas surge depois de um percurso iniciado ainda na infância. A cantautora começou os estudos musicais aos sete anos na Academia de Música de Castelo de Paiva, onde concluiu o 5.º grau de guitarra clássica, coro e formação musical, tendo participado desde cedo em festivais da canção infantojuvenis e gravado, juntamente com a irmã, o disco de música infantil “Cantigas da Minha Infância”.
Ainda jovem, participou no programa televisivo “Uma Canção Para Ti”, onde venceu o respetivo grupo, e integrou o elenco do musical “Annie”, encenado por Filipe La Féria no Teatro Rivoli. Paralelamente, foi desenvolvendo experiência enquanto intérprete ao vivo em diferentes contextos e construiu uma presença digital através de um canal dedicado a covers no YouTube, que reúne mais de 100 mil subscritores.
Em 2022, passou a integrar a banda de Tiago Nacarato como backing vocal, participando em concertos e gravações de estúdio e assumindo também arranjos vocais. Dessa colaboração nasceu ainda a participação em “Cedo”, em dueto com o músico. Ao longo do percurso, colaborou igualmente como backing vocal com a Orquestra Bamba Social e com New Max.
É depois desse caminho enquanto intérprete, instrumentista e colaboradora que CRIS se apresenta agora através de um projeto autoral próprio. Com “overthinker”, a artista transporta para quatro canções uma forma inquieta de observar aquilo que sente e aquilo que a rodeia, recusando a necessidade de chegar a conclusões definitivas. Entre o pop alternativo e o neo-soul, o EP encontra precisamente nas perguntas, nas contradições e na vulnerabilidade o espaço a partir do qual CRIS começa a definir a sua identidade enquanto artista a solo.
VALLE ENTRA EM “MODO VOO” E APRESENTA O SEU ÁLBUM DE ESTREIA
sexta-feira, 16 de outubro de 2026
DISCOS QUE DEVE OUVIR - Avalon - Live Or Die 1988 (USA, Heavy Metal)
![]() Artista: Avalon Origem: EUA Álbum: Live Or Die Ano de lançamento: 1988 Gênero: Heavy Metal Duração: 32:58 Power Metal da cidade de Nova Iorque. Faixas: Todas as músicas compostas por Avalon, letras escritas por Charles M. Roselli. 01. Live Or Die - 3:15 02. Lonely Mountain - 3:30 03. Wings Of Steel - 4:06 04. New King Rising - 3:52 05. Freedom Shore - 4:48 06. Sea Of Fate - 4:33 07. Lords Of Chaos - 4:05 08. Mist Of Avalon - 4:49 Integrantes: - Charles M. Roselli - vocais - Bob Trail - guitarra - Willie Lopez - baixo - Lex Dunbar - bateria + - Tony Gross Jr. - produtor ![]() |
DISCOS QUE DEVE OUVIR - April Wine - Harder...Faster 1979 (Canada, Hard Rock, Arena Rock)
![]() Artista: April Wine Origem: Canadá Álbum: Harder...Faster Ano de lançamento: 1979 Gênero: Hard Rock, Arena Rock Duração: 32:30 Continuação do tópico. Faixas: Músicas escritas por Myles Goodwyn, exceto onde indicado. 01. I Like To Rock - 4:20 02. Say Hello - 2:57 03. Tonite - 4:03 04. Ladies Man - 3:33 05. Before The Dawn (Brian Greenway) - 4:20 06. Babes In Arms - 3:19 07. Better Do It Well (Gary Moffet, Myles Goodwyn) - 3:35 08. 21st Century Schizoid Man (Robert Fripp, Ian McDonald, Greg Lake, Michael Giles, Peter Sinfield) - 6:23 Músicos: - Myles Goodwyn - vocal principal e de apoio, guitarra, produtor - Brian Greenway - guitarras, vocal principal (05:08), vocal de apoio - Gary Moffet - guitarras - Steve Lang - baixo, vocal de apoio - Jerry Mercer - bateria, percussão + - Nick Blagona - engenheiro de som, produtor ☝ ![]() |
quinta-feira, 15 de outubro de 2026
DISCOS QUE DEVE OUVIR - Thunderhead - Thunderhead 1975 (USA, Southern Hard Rock)
![]() Artista: Thunderhead Origem: EUA Álbum: Thunderhead Ano de lançamento: 1975 Gênero: Southern Hard Rock Duração: 65:18 (com faixas bônus) Tracks: 01. Busted In Georgia (Mike Dagger, Otho T. Ware, Ronnie Dobbs, Pat Rush, Robert Torello) - 3:42 02. Lay It On The Line (Ronnie Dobbs) - 3:35 03. Got To Get Away (Ronnie Dobbs, Otho T. Ware, Mike Dagger) - 3:48 04. Showdown (David Craig) - 3:17 05. Hit And Run Driver (Mike Dagger, H. Garrick) - 4:48 06. Breaux Bridge Rag (David Craig) - 3:15 07. Juliette (Lowell George) - 2:56 08. Armed Robbery (Mike Dagger, Pat Rush) - 3:45 09. More Than I Can Chew (Mike Dagger) - 4:23 10. Rock Me, Roll Me (Gary Nunn) - 4:07 Bonuses (from LP 1977): 11. Roll Up The Hill (John Hadley) - 4:13 12. Make Your Own Good News (John Hadley) - 4:06 13. Apathy (Pat Rush) - 3:44 14. Stop The Madness (Mike Dagger, Ronnie Dobbs, Otho T. Ware) - 4:03 15. Space Saver (Mike Dagger, Ronnie Dobbs, Otho T. Ware) - 7:15 16. Homa (Mike Dagger, Otho T. Ware, Ronnie Dobbs, Pat Rush, Robert Torello) - 4:21 Personnel: - Mike Dagger (Mike Ventimiglia) - lead & backing vocals, flute, percussion - Pat Rush - lead & slide guitars - Ronnie Dobbs - lead & 12-string guitars, vocals (02), backing vocals - Otho T. Ware - bass, backing vocals - Robert Torello - drums + - John Haeny - engineer, producer (01-10) - Johnny Winter - producer (11-16) ![]() ![]() |
CRONICA - OKLAHOMA | Oklahoma (1977)

Os anos 70 viram o surgimento de uma série de bandas lendárias, mas também deixaram muitas outras pelo caminho, bandas com potencial para grandes carreiras, que infelizmente não tiveram a sorte de contar com as circunstâncias certas. Entre esses grupos, vários tiveram uma vida curta. Este artigo pretende destacar um deles: OKLAHOMA.
Como o próprio nome sugere, o OKLAHOMA era originário de Oklahoma City. Poucas informações estão disponíveis sobre esse grupo, que aparentemente se formou em meados da década de 1970. O OKLAHOMA teve a sorte de assinar com a Capitol Records e gravou apenas um álbum, com a ajuda de Mark Lindsay e Terry Melcher, durante sua existência. Esse álbum foi lançado em 1977.
De fácil assimilação, este álbum do OKLAHOMA tem pouco menos de 29 minutos e pende para o Southern Rock, incorporando também elementos de Pop-Rock e até mesmo Soft-Rock. No âmbito do Southern Rock puro, a faixa de andamento médio "One More Round" é bastante clássica, mas primorosamente elaborada com um solo de guitarra esplêndido e penetrante e uma linha de baixo groovy e pulsante que está sempre presente, assemelhando-se a uma espécie de hino do Southern Rock pouco conhecido. "Piece Of My Life" é cativante com suas guitarras vibrantes contrabalançadas por texturas de teclado e vocais de apoio etéreos que trazem influências de Pop-Rock, AOR e até mesmo Glam. A mistura de Southern Rock/Pop-Rock é mais pronunciada em "Whatcha Treatin' Me So Bad For?". "Tracy", uma faixa descomplicada e acessível com guitarras refinadas, reflete perfeitamente o espírito despreocupado da época. "Tracy" é impulsionada por uma linha de baixo irresistivelmente funky, um refrão envolto em vocais de apoio etéreos e um ritmo contagiante que faz você bater o pé. A banda flerta mais do que o necessário com o soft rock em "Magic", uma composição sustentada por um ritmo envolvente e vocais de apoio arrebatadores, e em "Love You Tonight", uma canção com melodias doces que exala nonchalance e pode ser considerada uma balada. Quase no final, o OKLAHOMA guardou o melhor para o fim com "Ain't It Sad", um blues-rock de andamento médio com 6 minutos de duração que antecipou o que mais tarde se tornaria o blues-rock das rádios FM. Isso acontece naturalmente em um nível melódico, reforçado por um baixo que mais uma vez está onipresente, um solo maratona repleto de sentimento, que toca as entranhas e torna a faixa agradável, viciante, e consegue surpreender no final com seu desfecho futurista (quando colocado no contexto da época) ou até mesmo épico, através de camadas atmosféricas de teclado no estilo AOR que tornam tudo magistral.
No geral, o OKLAHOMA entregou um álbum coeso. Não é o melhor deles, certamente, mas permanece aceitável graças aos músicos que demonstraram um bom nível de habilidade e dedicação, além de algumas composições realmente cativantes. Há algumas faixas um pouco supérfluas, mas essa banda de Oklahoma havia mostrado um potencial considerável em certos momentos. Como eles encerraram as atividades após este álbum, nunca saberemos como teria sido a carreira deles.
Lista de faixas :
1. One More Round
2. Whatcha Treatin' Me So Bad For?
3. Tracy
4. Together Now
5. Magic
6. Piece Of My Life
7. Love You Tonight
8. Ain't It Sad
Formação :
Ben Blakemore (vocal, baixo),
Steve Crossley (vocal, guitarra),
Don Juntunen (guitarra),
Sam Flores (bateria)
Etiqueta : Capitol
Produtores : Mark Lindsay e Terry Melcher
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