terça-feira, 17 de março de 2026

Leminskanções - 2014 - Estrelinski e/os Paulera

 

 

 
Disco 1
1 - Desilusão
Paulo Leminski
2 - Ogum
Paulo Leminski
3 - Razão
Paulo Leminski
4 - Verdura
Paulo Leminski
5 - Não mexa comigo
Paulo Leminski
6 - Filho de Santa Maria
Paulo Leminski
7 - Se houver céu
Paulo Leminski
8 - Luzes
Paulo Leminski
9 - À você amigo
Paulo Leminski
10 - Navio
Paulo Leminski
11 - Mudança de estação
Paulo Leminski
12 - Esta voz está sendo ouvida em Marte
Paulo Leminski
13 - Valeu
Paulo Leminski
14 - Adão
Paulo Leminski
 
Disco 2
15 - Diversonagens suspersas
Paulo Leminski - Natália Mallo
16 - Dor elegante
Itamar Assumpção - Paulo Leminski
17 - Sinais de haicais
Paulo Leminski - José Miguel Wisnik
18 - Transformar
Moraes Moreira - Paulo Leminski
19 - Live with me
Paulo Leminski - Willian Shakespeare
20 - Hard feelings
Itamar Assumpção - Paulo Leminski
21 - Hoje tá tão bonito
Edvaldo Santana - Paulo Leminski - Fortuna
22 - Oxalá (Cesta cheia da sexta)
Moraes Moreira - Paulo Leminski
23 - Sou legal eu sei
Paulo Leminski - Ivo Rodrigues
24 - Promessas demais
Moraes Moreira - Zeca Barreto - Paulo Leminski
25 - Nóis fumo
Alice Ruiz - Paulo Leminski
 
Participações especiais
Arnaldo Antunes - Zeca Baleiro - Zélia Duncan - Ná Ozzetti - Serena Assumpção - André Abujamra
 
Músicos
Fred Teixeira - Natalia Mallo - Estrela Leminski - Téo Ruiz - Estevan Sinkovitz - Dú Gomide - Alonso Figueroa  - Érico Viensei - Denis Mariano - Mariá Portugual - Danilo Penteado - Rogério Naressi - Marcela Zanette - Leon Miguel - Denis Mariano - João Tiska - Otto Nascarela - Gustavo Porença - Vitor Dezute - Rafael Rosas - Bernardo Bravo - Rogéria Holtz - Iria Braga - Viviane Medeiros - Fran Rosas - Luana Karam - Giuly Biancato - Juliana Biancato - Anaterra Viana - Rosângela Araíjo - Mayara Santarém - Leon Miguel - Romulo “Cabuquinho”  - André Castelo Branco - Oda Gomes - Giuly Biancato - Rosângela Araújo - Mayara Santarém  - Estevan Sinkovitz - Mariá Portugal - Davi Sartori - Danilo Penteado -  Swami Jr. - Uyara Torrente - Leo Fressato - Grace Torres - Juliana Cortes - João Castelo Branco
 
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Aqui temos a uma compilação de canções cometidas a partir da poesia de Paulo Leminski. No primeiro disco constam as de autoria solo, no segundo, as parcerias. Estrela Leminski anunciou assim a produção na abertura do encarte:
 
"'A questão é a seguinte: eu quero ficar semi profissionalizado em matéria de música por uma questão inclusive de criatividade. (...) Eu quero ficar meio com um pé atrás e um pé a frente dentro desse universo da música popular', disse o Paulo em uma entrevista para a Rádio Brasil 104. 
 
Em franca carreira musical, sendo gravado por diversos intérpretes e sendo requisitado para parcerias por muitos outros, meu pai acabou deixando um trabalho múltiplo e espalhado pelo cancioneiro popular. Hoje, poucos fazem ideia da veemência do polaco tocando seu violão em apresentações performáticas e memoráveis.
 
Neste CD duplo me propus a fazer o que mais se aproxima do que meu pai faria, caso ele mesmo fosse reunir suas composições musicais, tanto pelo recorte quanto pelas referências. 
 
Os arranjos foram baseados no que ele ouvia, então se você encontrar aqui The Police, Nhô Belarrnino e Nhá Gabriela, John Cage, Sex Pistols, Gilberto Gil, Elvis Presley, Itamar Assumpção, Cramani e Faroeste, não se preocupe: você está ouvindo bem."
 
A profusão criativa de Leminski daria para outros tantos álbuns, estamos esperando os próximos.




Gerson Conrad & Zezé Motta - 1975

 

1 - A dança do besouro
Gerson Conrad - Paulinho Mendonça
2 - Favor dos ventos
Gerson Conrad - Paulinho Mendonça
3 - Sono agitado
Gerson Conrad - Paulinho Mendonça
4 - Trem noturno
Gerson Conrad - Paulinho Mendonça
5 - Estranho sorriso
Gerson Conrad - Paulinho Mendonça
6 - Bons tempos
Gerson Conrad - Paulinho Mendonça
7 - O legado da Terra
Gerson Conrad - Paulinho Mendonça
8 - Sempre em mim
Gerson Conrad - Paulinho Mendonça
9 - Pop star
Gerson Conrad - Paulinho Mendonça
10 - Um resto de sol
Gerson Conrad - Paulinho Mendonça
11 - Lírios mortos
Gerson Conrad - Paulinho Mendonça
12 - A medida
Gerson Conrad - Paulinho Mendonça
13 - Povo porto
Gerson Conrad - Paulinho Mendonça
14 - 1974
Gerson Conrad - Paulinho Mendonça
 
Músicos
Gerson Conrad - Eduardo Souto Neto - Marcelo Frias - Paulo de Castro - Tomás Improta - Pedro Jaguaribe - Áureo de Souza - Roberto Martins - José Pestana

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Aqui temos a Zezé Motta estreando em LP e o Gerson Conrad, egresso do Secos & Molhados, dando os primeiros passos após o meteoro de sucesso experimentado entre 1973 e 1974. No repertório constam incursões pela MPB, pelo pop e o rock influenciadas pela produção da época. 




KITARO

 

Masanori Takahashi, nascido em 04 de Fevereiro de 1953, na cidade de Toyohashi, no Japão, popularmente conhecido pelo apelido referente ao personagem do desenho animado japonês dado pelos amigos da escola, "Kitaro". 

Acesse o link e veja abertura de um episódio dos anos 60:

Gegege no Kitaro


É um músico, compositor e multi-instrumentista, seu estilo é uma síntese do contemplativo e da música densamente melódica frequentemente associada com o movimento New Age.

Seus pais eram camponeses, sua infância no campo cercado pela natureza, aliada à tradição e a cultura nipônica, formaram o seu estilo. Não tendo educação musical Kitaro , estudou música com a natureza.

Kitaro aprendeu sozinho a tocar guitarra elétrica na adolescência inspirado pelas sonoridades do rhythm and blues de Otis Redding. Com os amigos da escola formou a banda " Albatross ".
No início dos anos 70, integrou a banda "Far East Family Band", já como tecladista, lançaram dois álbuns de rock progressivo.

Klaus Schulze, líder do Tangerine Dream apresentou-lhe o mundo dos sintetizadores. E foi uma revelação para Kitaro, que vislumbrou oportunidades ocultas no cruzamento da música do Oriente e do Ocidente, bem como criar novas sonoridades baseadas no tradicional. Kitaro começou a experimentar com sons. "Com o sintetizador posso criar um oceano , inverno , praia, verão " - disse ele.
Buscando sonoridades visitou Laos, Tailândia, China, Índia e tantos outros países asiáticos e, finalmente retornou ao Japão.
Em 1978 lança o seu primeiro álbum solo intitulado "Astral Voyage".


Nos anos 80 foi responsável pela trilha sonora da série Silk Road ou Rota da Seda, documentário sobre as civilizações antigas que influenciaram o Japão.
link para o documentário para o episódio 1:
http://www.youtube.com/watch?v=jKd2WEqW2FE&list=PLFD7717318BBDB943&feature=player_detailpage

Kitaro - um artista por natureza : ele não tem formação musical - ele só não sabe música. Ele escreve música em sua própria maneira. Além de teclados , Kitaro toca vários instrumentos , como violão , flauta, bateria, e outros.
"Minha missão é transmitir a energia da música do espaço através do meu corpo e trazê-lo para o ouvinte.

Kitaro - encantador através da música, o som de um concerto do universo.
Em quase quatro décadas de carreira Kitaro lançou mais de cinquenta álbuns.




ULI JON ROTH

 


Ulrich Hans Joachim Anton Josef Roth nascido no dia 18 de dezembro de 1954 em Düsseldorf na Alemanha, também conhecido como Uli Jon Roth.
Na infância aprendeu a tocar trompete clássico.
Formou o trio The Somethings, em 1967 juntamente com Bernd Kloss e Fritze Winterfled, Uli Roth assumiu inicialmente como trompetista.
Influenciado por Kloss, começou aprender guitarra, já tocava contrabaixo, ainda que em uma guitarra com apenas quatro cordas. Ao trio juntaram-se Hubert Rybold e Joerg Hoffman, e adotaram o nome de Infinity Blue, que durou até 1971.
A partir dos 16 anos de idade começa a escrever poemas e letras de músicas, influenciado pelo talento de seu pai, o escritor e jornalista Carl-Joseph Roth, falecido em 1972.

Em Fevereiro de 1972, funda a Banda Dawn Road com forte conotação neo-clássica, com repertório próprio composto em sua maioria por Roth e trechos de clássicos como Rachmaninoff, com poucos ensaios e apresentações pois, dedicava quase todo o seu tempo ao estudo de violão clássico.
Em Abril de 1973, Rudolf Schenker convidou Ulrich Roth a reformular o Scorpions que haviam se separado após a saída de Michael Schenker, convenceram Klaus Meine a retomar os vocais, e os demais membros da Dawn Road, Achim Kirschning, Juergen Rosenthal e Francis Buchholz.
Com a banda gravou quatro álbuns e um disco ao vivo. Várias foram as mudanças na formação do grupo, em 1978, quando já tinha alcançado fama mundial, deixou a banda por não concordar com a direção do álbum Lovedrive.
Ulrich crê que estes cinco anos foram fundamentais no seu aprendizado sobre o negócio da música.
Formou então o grupo Electric Sun que durou até 1985, gravando três álbuns inovadores. Misturavam Jimi Hendrix e música clássica. Originalmente era um trio, mas chegou a ter até nove músicos no palco.

no alto: Infinity Blue e Dawn Road
abaixo: Scorpions e Electric Sun
No início dos anos noventa, participou e organizou diversos concertos tributo a Jimi Hendrix que foi a maior influência de Uli como guitarrista. Nestas apresentações Roth sempre se esforçou por apresentar o que era menos conhecido do legado de Jimi ou buscava novas formas para executá-las.
Decidiu então dedicar-se à música clássica. Em 1993 apresentou o Symphonic Rock for Europe, com uma centena de participantes, contando com a Orquestra Sinfônica de Bruxelas, o Coral de Namur, uma banda e quatro tenores. Apresentou a sua primeira sinfonia intitulada Europa Ex Favilla, feita especialmente para o evento, e várias obras da música erudita como Beethoven, Mozart, Mendelssohn e Vivaldi, com arranjos criados por ele.
Symphonic Rock for Europe
Acreditando que a música erudita na atualidade é apresentada sem a devida seriedade com o espírito do tempo e da idade em que vivemos. Equipara as vendas de CDs cada vez menores, ficando por vezes restrito ao mercado virtual. Com isto encontra-se muita dificuldade para encontrar patrocínios para projetos ou gravações envolvendo este tipo de música.
Com isto em mente criou a Sky Orchestra e fundo a sociedade LUX ARTIS projetado para dar abrigo ao verdadeiro espírito da arte e promover um renascimento de valores artísticos dentro dos parâmetros do tempo em que vivemos.
Sky Guitar
Ulrich é um verdadeiro multi-instrumentista que escreve as suas próprias partituras e arranjos musicais. Também é diretor musical, pinta quadros a óleo realistas, escreve poesias, bem como tratados filosóficos.
Inventou seu próprio instrumento original – o lendária Guitarra Sky de seis oitavas.
Detém total controle de sua obra produzindo e dirigindo seus álbuns e vídeos.
Atualmente tem sido inspiração e influência para muitos guitarristas da atualidade, é considerado um músico à frente de seu tempo.
Em 2003 teve seu nome colocado na Calçada da Fama do Rock & Pop Europa Museum, na cidade de Gronau na Alemanha.
Seu método de trabalho sempre primorou pela qualidade, não se preocupa em agradar às exigências do mercado.
Em seus projetos solos evoluiu para se tornar um talentoso e influente guitarrista e arranjador.
De acordo com sua filosofia toda a verdadeira arte, seja musical ou visual, surge a partir de um estado de quietude, como uma tela de nada ou escuridão. Um som emerge do silêncio como a luz emerge da escuridão.
Já compôs quatro sinfonias, dois concertos e inúmeras canções.



ANTHONY PHILLIPS

 


Anthony Edwin Phillips nascido em Chiswick, oeste de Londres, Inglaterra no dia 23 de dezembro de 1951.

Aos quinze anos de idade conheceu Peter Gabriel, Tony Banks e Mike Rutherford na escola secundária em 1967, juntos foram os fundadores da banda Genesis, tendo como baterista John Mayhew substituído mais tarde por Phil Collins.
alto: Moody Blues, King Crimson
abaixo: ELP - Pink Floyd
A banda Genesis foi uma das pioneiros da cena progressiva inglesa, que contava ainda com Moody Blues, King Crimson, Emerson Lake and Palmer e Pink Floyd.

Foi o primeiro guitarrista e backing vocal do grupo, onde permaneceu até 1970. Devido ao pânico que sentia por estar no palco durante as apresentações, por aconselhamento médico, o músico deixou a banda, logo após o lançamento do segundo álbum da banda, Trespass. Disse ele: "Minha experiência na estrada durante os últimos seis meses com o Genesis foram terríveis e tão traumáticos que eu acho que seria a última coisa que eu faria novamente".
O ábum seguinte da banda - Nursery Cryme - o primeiro após a saída de Phillips, contava com duas de suas canções:
- "The Fountain of Salmacis" http://www.youtube.com/watch?v=NpILkBBve7k
Genesis - 1967
Anthony Phillips, Mike Rutherford, Tony Banks, Peter Gabriel & Chris Stewart
Após deixar a banda, Anthony estudou orquestração e harmonia na Guildhall School of Music and Drama, em Londres, com a licenciatura passou a lecionar piano e vilão na Reeds School and Peper Harrow.
Montou um estúdio caseiro onde realizou gravações com Harry Williamson, Mike Rutherford e Phil Collins, entre outros, que participam de seu primeiro álbum solo The Geese & The Ghost, lançado em 1977.

Desde então Phillips mantém uma longa e relativamente bem-sucedida carreira solo. Gravou numerosas trilhas sonoras, álbuns solo e colaborações. Ele também trabalhou como produtor e engenheiro de gravação.
Não se pode comparar o sucesso da banda Genesis com o seu trabalho solo, entretanto sua contribuição ao rock progressivo deve ser respeitada. Músicos de sua época optaram pelo sucesso fácil, enquanto Anthony Phillips manteve-se fiel aos seus ideais, o que pode ser notado em sua música.
Ele possui 34 álbuns solo, gravados entre 1977 e 2012, mas sua obra com o Genesis continua a ser importante para ele.


 Alguns de seus discos são mais progressivos do que outros, em especial Sides de 1979, e aquele que é considerado sua obra prima Wise after the event de 1978.













As Nove Sinfonias de Beethoven

 

As nove sinfonias de Beethoven em seu aspecto mais elevado são portais místicos que conduzem a alma a uma crescente integração com as energias divinas. Quem ouve uma sinfonia de Beethoven acessa um portal iniciático que abre novas oportunidades para a alma.
Ouvir as nove sinfonias, na ordem em que foram criadas, permite à alma elevar-se do plano da matéria até alcançar as mais altas esferas da espiritualidade.

Assim as nove sinfonias teriam uma mínima relação com as nove sefiroth da Árvore da Vida da Cabala Hebraica.
3ª Sinfonia, a Heróica, com a influência de Binah, que corresponde à Divina Mãe, ou às forças do Espírito Santo, o processo do nascimento e da morte, sendo evidente em seu segundo movimento lento, escrito em forma de marcha fúnebre, que expressa a missão do dar e do tirar a vida pela ação dos Anjos da Morte, chamados Pascoais.
Na 4ª Sinfonia se adverte o uso dos timbales, que ativam os impulsos do Íntimo no coração, Chesed, o Júpiter Interno.
A Força do Rigor, o Geburah, a quinta Esfera da Cabala, foi expressa por Beethoven em sua 5ª Sinfonia, o Destino batendo à nossa porta.
Tipheret, a Beleza da 6ª Sinfonia dedicada à Natureza, escutando esta sinfonia com verdadeira atenção terá harmonizado as combinações mais sutis de sua própria natureza. É de uma grande ajuda para transformar nossa mentalidade lunar em uma mentalidade solar.
A apoteose da dança, como disse Wagner da 7ª Sinfonia, unifica nossa compreensão acerca da Esfera de Netzach, ou a Esfera de Vênus, a Deusa do Amor.
8ª Sinfonia expressa a Hod, a Esfera da Alta Magia e os processos da mente.
9ª Sinfonia, chamada A Coral por suas partes de coros, canta a Ode à Alegria do grande poeta alemão Schiller, exalta os logros que se colhem na Nona Esfera ou o Yesod da Cabala.
Não é coisa de expressar com palavras, senão de escutar com o coração e com uma mentalidade solar unificada."
Como curiosidade Beethoven deixou também 32 sonatas para piano, um número bastante representativo dentro da Árvore da Vida.

Trecho do Livro Biomúsica de Fernando Salazar Bañol:
As nove Sinfonias de Beethoven e seu Equivalente Psicológico
No esoterismo crístico-gnóstico, sabemos que Beethoven é considerado como um grande hierarca das regiões musicais celestiais (Esfera de Vênus, Mundo Causal).
Cada uma de suas sinfonias foi idealizada para agir nas estruturas psicológicas mais íntimas do ser humano, enaltecendo os valores intrínsecos superlativos do homem.
1ª SINFONIA: É a do "Gênesis Psicológico". Deve ser escutada para motivar-nos em tudo o que queremos iniciar.
2ª SINFONIA: É a da "Revolução Psicológica". "Um complexo monstruoso, um horrível dragão ferido contorcendo-se, que se nega e expirar e, ainda que sangrando no final, segue revolvendo-se e dando golpes com a cauda para todos os lados." (Resenha publicada em maio de 1804, por Zeitung Für Die Elegante Wait, de Viena).
3ª SINFONIA: É a da "Busca do Equilíbrio". Deve ser ouvida para motivar-nos a sair dos estados de nervosismo excessivo, desânimo, descontrole, ansiedade, pessimismo.
4ª SINFONIA: É a "Sinfonia do Amor". Nos motiva a sair dos estados de irritação, egoísmo, vingança e ódio.
5ª SINFONIA: É a do "Destino do Homem". Nos estimula a traçar as estruturas do que queremos ser na vida, ou seja, a criar nosso destino.
6ª SINFONIA: É a da "Heurística". Motiva-nos a toda ação criadora, a todo movimento que tenda a solucionar problemas.
7ª SINFONIA: A da "Exploração do Subconsciente". Para motivar a nossa auto-análise, nosso estudo axiológico.
8ª SINFONIA: É a da "Emancipação Psicológica". Deve-se escutá-la para motivar-nos à mudança, à transformação, à transvalorização.
9ª SINFONIA: É a da "Sublimação". Para motivar-nos a escalar os degraus dos sentimentos místicos, de espiritualidade, de devoção.
A 10ª SINFONIA DE BEETHOVEN - Malkuth
O direito do público de conhecer o que poderia ter sido uma obra de um grande compositor foi o principal argumento do musicólogo inglês Barry Cooper para defender o trabalho de reconstrução de um trecho da 10ª Sinfonia de Beethoven. Cooper explicou o processo de pesquisa que o levou a terminar o primeiro movimento da obra a partir de anotações originais do compositor em uma mesa redonda dentro da programação de cursos de verão da Universidade Complutense de Madri, na cidade de San Lorenzo del Escorial (a 50 quilômetros da capital). A principal discussão do evento foi a validade do trabalho de finalização de uma obra inacabada do gênio Ludwig van Beethoven.
Cooper, pesquisador e professor da Universidade de Aberdeen (Inglaterra) identificou pela primeira vez as anotações correspondentes ao que seria o 1º Movimento da 10ª Sinfonia de Beethoven.
Se houvesse vivido mais alguns anos, Beethoven, talvez tivesse deixado não 10, mas talvez 12 Sinfonias? Explicando assim os 12 Trabalhos de Hércules numa linguagem musical?
Mesmo assim existem controvérsias entre os estudiosos, se realmente seria esta realmente uma sinfonia, ou um rascunho qualquer...
Todo esse material foi coletado em diversos sites na Internet, inclusive, existe um curso sobre a relação da Cabala com as Sinfonias e sua interferência no dia a dia, bem como meditações e atividades que ampliam a atuação vibracional da música.



STEVE HOWE

 


Stephen James Willian John Howe, ou simplesmente Steve Howe, nascido em Holloway ao norte de Londres no dia 8 de abril de 1947, caçula de quatro irmãos.
Aos doze anos de idade ganhou a sua primeira guitarra como presente de natal de seus pais. Teve influência artística de músicos como Bill Halley, Les Paul, Jimmy Byant, sendo a maior delas Chet Atkins, como autodidata que era adotou a sua técnica chamada chiken picken, mesclado ao estilo country de tocar.
Formou a sua primeira banda em 1963, The Syndicats tocando R&B, no ano seguinte gravaram seu primeiro single Maybellene de Chuck Berry.
Em 1965 participou do grupo The In Crowd que posteriormente teve o nome mudado para Tomorrow ficou na banda até 1968. Quando passou integrar o Bodast, com um sucesso razoável chegando a gravar um álbum que não foi lançado, pois a gravadora faliu, este álbum foi lançado oficialmente em 1980.
Fez testes com os grupos The Nice e Jethro Tull, sem efetivação em nenhum deles.
Yes                      Asia                GTR
Em 1970 foi convidado a participar do YES, ficando com a banda por dez anos. Gravou álbuns de enorme sucesso, exibindo toda a sua técnica, mesclando seu virtuosismo e habilidade em executar quaisquer instrumentos de cordas.
Após sair do Yes, participou da superbanda Asia, junto a Geoff Downes, John Wetton e Carl Palmer, entre 80 e 83.
Posteriormente, em 86, formou o GTR com Steve Hackett do Genesis.
Após um breve retorno ao YES entre 1989 e 1991.
Em seguida dedicou-se intensamente à sua carreira solo.

O trabalho musical de Steve Howe, elevou a sonoridade da guitarra elétrica a um nível jamais pensado e ele dedica boa parte de seu tempo ao instrumento. Howe tem uma coleção com mais de mil guitarras: Gibson archtops, semi-acústicas, double-necks, Fenders, Rickenbackers e muitos violões Martin raros, adquiridos ao longo dos anos e mantidos impecáveis até hoje. Howe publicou o livro "Guitar Quantum" com fotos e especificações técnicas de sua coleção. A Gibson, fabricante norte-americana de instrumentos, relançou o modelo ES-175 como a "Steve Howe Signature Model". Howe já revelou o desejo de construir um museu da guitarra. A sua técnica e criatividade são referências obrigatórias para os aficionados do instrumento.



Johann Sebastian Bach

 


Johann Sebastian Bach nascido em 21 de Março de 1685 (segundo o calendário juliano, então em uso, correspondendo ao dia 31 de Março do atual calendário gregoriano) na cidade de Eisenach na Turíngia – atual Alemanha é considerado o maior compositor da história da música em todos os tempos. Descendente de uma tradicional família de músicos e cantores.

Johann Ambrosius Bach
Com o pai Johann Ambrosius Bach aprendeu os rudimentos da música. Entre os nove e dez anos viu a morte levar a mãe e o pai. Passando a morar com seu irmão Johann Cristoph Bach que era 16 anos mais velho do que ele e não lhe dava incentivo para que continuasse a estudar música, impedindo o acesso às partituras, entretanto à noite no escuro sob a luz da lua estudava tais partituras e fazia transcrições às escondidas.
Aos 18 anos era organista em Arnstadt. Com 22 anos casou-se com sua prima Maria Bárbara Bach, matrimônio que durou 13 anos e gerou sete filhos. Maria Bárbara faleceu em 1720.
Em 1708 foi nomeado organista da Corte e seis anos depois diretor de orquestra na Corte do Duque Wilhelm Ernst em Weimar.
Entre 1717 e 1723, foi mestre de capela (Kapellmeister) na corte de príncipe Leopold de Anhalt-Köthen.
Em 1721 voltou a casar, desta vez com a cantora Anna Magdalena Wülcken, ele tinha 36 anos e ela tinha 20 anos era filha do trompetista da cidade, uma excepcional companheira, de grande valor para o compositor.

Maria             Anna
Anna-Madalena é a autora de um dos mais sinceros testemunhos de admiração por alguém, a "Crônica de Anna-Madalena", um livro de memórias que é do início ao fim, um elogio à pessoa e ao gênio de Johann Sebastian Bach.
Este matrimônio gerou mais treze filhos. Dez dos filhos que teve em ambos os matrimônios morreram ainda na infância.
A partir de 1723 e até a sua morte Bach foi Diretor de Música (Kantor) na igreja de São Tomás em Leipzig.
Quatro de seus filhos foram compositores respeitados. Destacando-se Wilhelm Friedmann Bach (1710-1784) que segundo o pai era o mais talentoso do seus filhos, Carl Phillipp Emanuel Bach (1714-1788), de quem Mozart tinha uma opinião excelente, e que viria ser o Bach mais famoso de sua época, Johann Christoph Friedrich Bach (1732-1795) e Johann Christian Bach (1735-1782), que ficou famoso na Inglaterra.
        Wilhelm                     Carl             Johann Cristoph    Johann Christian 
Ao final de 1749, Bach foi operado da visão por um cirurgião inglês ambulante, e os resultados catastróficos desta operação levaram-no a cegueira completa. Morreu no dia 28 de julho de 1750. Foi enterrado num sepulcro sem marca na igreja de St. Thomas.
Sua vida passou-se em ambientes modestos, e sem maiores contatos com o mundo exterior. Quase nada se sabe de sua personalidade: devoção luterana que combina com apreço aos prazeres deste mundo; bom pai de família; funcionário pontual, mas homem irascível, sempre brigando com seus superiores; homem culto, mas inteiramente dedicado à sua enorme produção de obras, que só foram escritas para uso funcional ou para exercícios de música em casa.
Teve seu ápice no gênero da fuga com a obra O Cravo Bem Temperado, consiste de 24 peças em cada uma das tonalidades maiores e menores. Outro trabalho importante é A Arte da Fuga, que ficou incompleto com a sua morte, composto com a intenção de que fosse um conjunto de exemplos das técnicas de contraponto.
Outras obras interessantes sãos os Concertos de Brandenburgo, as Variações Goldberg, as Suítes para orquestra e para violoncelo, os concertos para violino e a Missa em Si Menor, além das músicas sacras compostas para a Igreja Luterana, tais como as cantatas e as paixões para as cerimônias de Sexta Feira Santa.
Bach nunca teve à sua disposição uma grande orquestra. Mas, de acordo com suas possibilidades, escreveu verdadeiras obras-primas orquestrais.
Johann Sebastian escrevia no final das suas partituras as 3 letras SDG (Solo Deo Gloria). E no início: JJ (Jesu Juva).
Haendel
Telemann
Durante a sua vida Bach tornou-se mais conhecido como organista, consultor e construtor de órgãos, como compositor achavam-no antiquado e sem criatividade, Haendel e Telemann eram mais apreciados. Na época que se seguiu a sua morte, Bach caiu no esquecimento.
Este esquecimento teria como grande culpado o filho que Bach tinha mais confiança, Wilhelm Friedemann, pois possuía uma personalidade evasiva, nunca se fixando nos empregos, e muitas vezes em dificuldades financeiras. Essas dificuldades levaram-no, muitas vezes, a vender várias partituras de seu pai. Nesse processo perderam-se para sempre várias paixões compostas por Johann Sebastian (quem sabe agora fossem elas tão apreciadas como as Paixões segundo São Mateus e São João). Se não tivesse sido o cuidado que teve Carl Philipp Emanuel Bach em conservar os manuscritos de seu pai, o mundo poderia ter sido privado de uma boa parte das obras primas de Bach.
Mendelssohn
Em 11 de Março de 1829, Felix Mendelssohn descobre a Paixão segundo São Mateus, e com isso, iniciou o movimento por reavivar e executar a música instrumental mais antiga, até então bastante esquecida.
Alguns compositores e músicos conheciam e apreciavam a sua obra, dentre eles Haydn, Mozart e Beethoven. Com a sua morte, os estudiosos de música marcam o fim da idade Barroca.

O Sistema de numeração BWV - O registro das obras de Bach foi elaborado por Wolfgang Schmieder e é conhecido pelas siglas "BWV", que significam Bach Werke Verzeichnis ('Catálogo de Obras de Bach'), publicado em 1950 tendo uma variante que usa a letra S no lugar de BWV, significando Schmieder.

O catálogo não é cronológico e sim organizado tematicamente:
BWV 1-524 são as cantatas, corais e canções sacras,
BWV 525-994 obras para orgão e outros instrumentos de teclado,
BWV 995-1000 musica para alaúde,
BWV 1001-1071 música de câmara e orquestral,
BWV 1072-1126 cânones e fugas.
Para a compilação do catálogo, apesar de quase metade da obra de Bach ter sido perdida ao longo do tempo, Schmieder seguiu grande parte da "Bach Gesellschaft Ausgabe" (edição da sociedade Bach), uma ampla edição dos trabalhos do compositor produzida entre 1850 e 1905.

Várias relações de Ilustres Maçons apontam JS Bach como membro de nossa Augusta Ordem, entretanto apenas o seu filho Johann Christian Bach realmente foi iniciado.




Destaque

Leminskanções - 2014 - Estrelinski e/os Paulera

      Disco 1 1 -  Desilusão Paulo Leminski 2 -  Ogum Paulo Leminski 3 -  Razão Paulo Leminski 4 -  Verdura Paulo Leminski 5 -  Não mexa com...