sábado, 11 de abril de 2026

Vangelis - L'apocalypse Des Animaux (1973) [Greece, Progressive Electronic]

 


Artist: Vangelis
Location: Greece
Album: L'apocalypse Des Animaux
Year: 1973
Genre: Progressive Electronic
Duration: 35:10
Tracks:

1 L'Apocalypse Des Animaux - Générique 2 La Petite Fille De La Mer 3 Le Singe Bleu 4 L'Ours Musicien 5 La Mort Du Loup 6 Création Du Monde 7 La Mer Recommencée

MUSICA&SOM




Wet Willie - Drippin' Wet Live (1973) [USA, Southern Rock]

 


Artist: Wet Willie
Location: USA
Album: Drippin' Wet Live
Year: 1973
Genre: Southern Rock
Duration: 45:32

Tracks:

1 That's All Right 2 She Caught The Katy (And Left Me A Mule To Ride) 3 No Good Woman Blues 4 Red Hot Chicken 5 Airport 6 I'd Rather Go Blind 7 Macon Hambone Blues 8 Shout Bamalama

MUSICA&SOM



Antonio Torquati - Omonimo (1972 )

 


 

TRACKLIST:

Lado A
A1. Oh Happy Day - 3:12
A2. Africa addio - 2:58
A3. Rocki Rocknoon - 3:20
A4. By The Time I Get To Phoenix - 4:30
A5. The Fool On The Hill - 2:58

Lado B
B1. Delta Lady - 2:38
B2. Anonimo Veneziano - 2:26
B3. Acquarius - 3:09
B4. Here, There And Everywhere - 3:36
B5. Hello Little Friends - 3:41


Aqui está o raro primeiro LP de Toto Torquati, intitulado simplesmente com seu nome verdadeiro "Antonio Torquati", lançado em 1972 pela gravadora Cetra e, naturalmente, nunca relançado. Para refrescar sua memória sobre Toto Torquati (que faleceu em 7 de junho de 2023), citarei o que nosso amigo Augusto Croce escreveu no Italian Prog: "Excelente tecladista, cego de nascença, Antonio "Toto" Torquati teve uma carreira muito promissora como músico de estúdio, primeiro no circuito de jazz, tocando com artistas do calibre de Bill Coleman, Billy Smith, Gato Barbieri, Earl Hines, Toots Thielemans e Joe Morello, e depois na música pop, tocando com Claudio Baglioni, Lucio Dalla, Gianni Morandi, Mina e, mais tarde, com o grupo Gepy & Gepy (pseudônimo de Giampiero Scalamoglia, um compositor prolífico durante a década de 1970 que também cantou no álbum de Torquati, Gli occhi di un bambino).

Toto Torquati e Cláudio Baglioni

Um primeiro álbum pouco conhecido, intitulado com seu nome verdadeiro, Antonio Torquati, foi lançado em 1972. É um álbum instrumental de dez faixas para Moog e teclados, apresentando novas versões de sucessos dos anos 60 como "Oh! Happy Day" e "Aquarius". Seu segundo álbum, " Gli occhi di un bambino", foi lançado pela RCA em 1973 e passou completamente despercebido na época, tendo sido redescoberto por muitos graças ao relançamento da Akarma alguns anos atrás. Descrito por alguns vendedores como um excelente exemplo de prog sinfônico, o álbum é, na verdade, repleto de arranjos orquestrais complexos e se encaixa mais firmemente na categoria de pop melódico, embora contenha alguns elementos clássicos e ligeiramente progressivos. (  Torquati desapareceu completamente como artista solo após o single comercial de 1977, "Tenero al cioccolato " (vencedor do concurso Disco Mare), mas continuou colaborando com artistas renomados e ainda trabalha hoje em seu estúdio de gravação em Roma. Seu retorno à gravação aconteceu em 2009 com o CD " Vita, amore e musica ". O álbum, que marca o retorno artístico de Torquati, é certamente interessante. Talvez falemos sobre ele em breve. 


Quanto ao álbum em questão, além de sua raridade, ele não oferece nada de especial do ponto de vista artístico. Como Augusto bem observou, consiste em dez canções instrumentais pop, arranjadas para destacar os teclados do Toto, com inúmeras versões cover e extensas homenagens aos Beatles. Um álbum agradável e bem executado, nada mais. Agradecemos novamente ao nosso amigo por enviar os arquivos e, claro, desejamos a todos uma boa audição. 






Cecil Taylor - Unit Structures (1966)



Após vários anos afastado dos palcos, o pianista Cecil Taylor finalmente teve a oportunidade de registrar sua música de meados da década de 1960 em dois álbuns pela Blue Note (o outro foi Conquistador). O atonalismo energético de Taylor se encaixava perfeitamente no free jazz da época, mas ele estava, na verdade, liderando o movimento, em vez de apenas fazer parte dele. De fato, esta gravação do septeto com o trompetista Eddie Gale, o saxofonista alto Jimmy Lyons, Ken McIntyre (alternando entre saxofone alto, oboé e clarinete baixo), Henry Grimes e Alan Silva nos baixos, e o baterista Andrew Cyrille é impressionante e muito intensa. Aliás, pode-se afirmar com segurança que nenhuma música jazz da época se aproximou da ferocidade e intensidade da de Cecil Taylor.


Estilos:
Free-Jazz,
Avant-Garde

Faixas:
01 - Steps (10:20)
02 - Enter, Evening (Soft Line Structure) (11:06)
03 - Enter, Evening (Alternate Take) (10:11)
04 - Unit Structure/As of a Now/Section (17:47)
05 - Tales (8 Whisps) (07:14)

Formação:
Cecil Taylor – piano, sinos
Eddie Gale Stevens, Jr. – trompete
Jimmy Lyons – saxofone alto
Ken McIntyre – saxofone alto, oboé, clarinete baixo
Henry Grimes – baixo
Alan Silva – baixo
Andrew Cyrille – bateria



Charlie Haden - Liberation Music Orchestra (1969)



Uma reedição fascinante que transita com desenvoltura entre o jazz, o folk e a world music, causando furor como um álbum de protesto jazzístico que aponta, em particular, para a Guerra Civil Espanhola e, de passagem, para a Guerra do Vietnã. Haden lidera o grupo e contribui com material, mas a verdadeira estrela aqui pode ser, na verdade, Carla Bley, que fez os arranjos, compôs várias faixas e contribuiu com seu trabalho brilhante ao piano. Também digno de nota, em meio a uma banda particularmente talentosa, está o guitarrista Sam Brown, destaque em "El Quinto Regimiento/Los Cuatro Generales/Viva la Quince Brigada", uma maratona de 21 minutos. O produtor da reedição, Michael Cuscuna, fez o seu melhor com a masterização, mas os ouvintes notarão uma certa aspereza no som – que está em sintonia com o tom e a atitude do álbum.


Estilos:
Experimental, Big Band
, Avant-Garde

Faixas:
01 - The Introduction (1:15)
02 - Song of the United Front (1:52)
03 - El Quinto Regimiento/ Los Cuatro Generales/ Viva la Quince Brigada (20:58)
04 - The Ending to the First Side (2:07)
05 - Song for Ché (9:29)
06 - War Orphans (6:42)
07 - The Interlude (Drinking Music) (1:24)
08 - Circus '68 '69" (6:10)
09 - We Shall Overcome (1:19)

Formação:
Charlie Haden — baixo
Perry Robinson — clarinete
Gato Barbieri — clarinete, saxofone tenor
Carla Bley — piano, pandeiro
Sam T. Brown — guitarra, piano de polegar
Don Cherry — flauta, cornetim
Andrew Cyrille — percussão, bateria
Howard Johnson — tuba;
Michael Mantler — trompete;
Paul Motian — percussão;
Bob Northern — percussão, trompa;
Dewey Redman — saxofone alto, saxofone tenor;
Roswell Rudd — trombone.



sexta-feira, 10 de abril de 2026

Amorphis: crítica de Circle (2013)

 


Entre os grandes nomes do melodic death metal escandinavo, o Amorphis evoluiu da sonoridade basicamente extrema dos primeiros trabalhos até a construção de uma forte personalidade musical, sempre apoiada em elementos da  música folk finlandesa e rock progressivo, além da inspiração nos épicos poemas da sua terra natal para as letras e conceitos em seus álbuns.

Gravado nos estúdios Petrax e 5K, Circle é o primeiro disco da banda desde Far From the Sun (de 2003) a não ser produzido pelo baixista e vocalista do Nightwish, Marco Hietala, função esta que ficou sob responsabilidade de ninguém menos que Peter Tägtgren. O décimo-primeiro trabalho dos finlandeses está novamente sendo lançado pela Nuclear Blast, e traz um conceito original, desenvolvido pelo compositor Pekka Kainulainen.

Os já característicos elementos de folk da sonoridade do Amorphis aparecem ainda mais forte na faixa de abertura “Shades of Gray”, que se não traz grandes inovações no que se trata de estruturas musicais e influências, se destaca pela performance dos vocais de Tomi Joutsen, que explora novas e versáteis possibilidades, ainda que sem arriscar muito. A constante e extremamente melódica “Mission” parece afundar ainda mais os finlandeses em suas raízes culturais, e assim como a belíssima “The Wanderer” e a épica “Narrowpath”, mostram um grupo cada vez mais distante do metal extremo de outrora.

“Hopeless Days”, com um agressivo início e notas que lembram vagamente o melodic black metal, parece resgatar um pouco a sonoridade do início da carreira, porém, revela um Amorphis flertando novamente com passagens mais alternativas e progressivas, explicando porque foi escolhida para ser o primeiro single de Circle. O lado mais death metal da banda volta a aparecer apenas em “Nightbird’s Song”, um excelente épico que alterna entre o clássico death metal escandinavo com etéreas passagens de teclados e flautas, tornando-se facilmente memorável.

O lado progressivo se mostra presente novamente na cadenciada “Into the Abyss”, com aqueles riffs e ritmos quebrados próprios da identidade do Amorphis dos últimos álbuns, e peca exatamente por não trazer algo que seja realmente interessante, e soa relativamente apagada, principalmente por estar entre a já citada “Nightbird’s Song” e “Enchanted by the Moon”, sendo essa último uma efetiva amostra da união do melodic death metal com carregadas atmosferas, com notável destaque para as camadas de teclado de Santeri Kallio. E essas atmosferas também se mostram extremamente importantes em “A New Day”, a balada que encerra o trabalho de maneira grandiosa, remetendo a conclusão de épicos cinematográficos.

Aliás, é interessante notar como o Amorphis elevou a sua música para um espectro relativamente mais interpretativo, como se cada uma das faixas fosse uma história sendo contada por alguém. E o fator que contribui de forma mais significativa para esse direcionamento claramente foi a opção pelo uso predominante de vozes limpas, aproximando-os ainda mais da sua faceta folk, melódica e progressiva, em detrimento da música extrema do início de carreira.

Uma mudança brusca? De forma alguma, já que esse processo se mostra como uma progressão natural do que vem sendo feito nos últimos álbuns, cada vez mais voltado para a música folclórica do seu país, não se limitando às letras e a a algumas intervenções ao longo do disco.

A identidade musical do Amorphis é extremamente forte e característica, de forma que é possível saber o que esperar a cada novo lançamento. Mas isso não significa que as chances de ser surpreendido positivamente não existam. E com Circle eles provam mais uma vez que sim, de fato, elas existem.

 
  
Faixas:
1. Shades of Gray


2. Mission

3. The Wanderer

4. Narrowpath

5. Hopeless Days

6. Nightbird’s Song

7. Into the Abyss

8. Enchanted by the Moon

9. A New Day





Lordi: crítica de To Beast or Not to Beast (2013)


Em 2006, com seu disco The Arockalypse, os monstruosos finlandeses do Lordi chegaram ao topo de sua carreira – para o bem e para o mal. Abrindo os olhos dos fãs de todo o planeta para o seu shock rock influenciado por Kiss, Alice Cooper e Twisted Sister, eles venceram o concurso Eurovision com a canção “Hard Rock Hallelujah” e desfrutaram de toda a merecida glória pelo excelente trabalho. Mas dois anos se passaram e, com Deadache (2008) veio uma curva descendente.

Optando por um som mais pesado, a exemplo do que tinham feito em 2004 com The Monsterican Dream, eles pareciam ter perdido o rumo da própria sonoridade, conseguindo emplacar de verdade pouquíssimas canções. Já o álbum seguinte, Babez For Breakfast (2010), seguiu por um caminho diametralmente oposto – embora tenha retornado ao tipo de hard rock que é o que a banda faz de melhor, o líder e principal compositor Mr Lordi mergulhou demais nas influências dos anos 80, entregando letras que resvalaram no lado mais brega da década perdida.

Este ano, com seu sexto disco de estúdio, que atende pelo divertido título de To Beast or Not to Beast, o Lordi parece ter se reencontrado, fazendo uma mescla bem equilibrada de peso, melodia e bom-humor. O resultado é uma espécie de primo bem próximo de The Arockalypse – o que é, sem dúvida alguma, uma excelente notícia.

Apesar do videoclipe bem produzido, a escolha de "The Riff" para primeiro single talvez não tenha sido a mais adequada. É uma canção divertida, grudenta, mas muito nota 6, do tipo que está longe de refletir o que é o restante da bolacha. Melhor se deixar levar pela pegada quase cavalgada de “We're Not Bad for the Kids (We're Worse)”, com um refrão viciante e que parece já apresentar, em poucos minutos, uma injeção de energia renovada que o quinteto ganhou com a entrada dos novos membros da família, a tecladista Hella e o baterista Mana.

Ou, quem sabe, pela força hard ‘n metal de “Something Wicked This Way Comes”, do tipo que consegue ser ao mesmo tempo nervosa e cheia de melodia, sem dúvida alguma a melhor canção dos sujeitos desde, sei lá, qualquer uma das faixas de The Arockalypse. Esta é daquelas músicas que simplesmente não me canso de ouvir, repetidamente. É rigorosamente o mesmo caso da incrível “Horrifiction”, cujo teclado tétrico embala uma fantástica canção sobre os fãs de filmes de terror, com diversas menções ao psicopata do clássico Sexta-Feira 13 e que ainda termina com a genial frase “movies cannot make you a killer”.

Em tempo: a tradicional faixa “SCG (Scarctic Circle Gathering)”, que geralmente costuma abrir os discos do Lordi com um gracejo que dá ao restante da audição um tom de trailer de filme de terror ou então de uma autêntica invasão zumbi, está justamente no final de To Beast or Not to Beast. Aqui, no entanto, a canção instrumental é uma espécie de solo de bateria, em homenagem a seu falecido baterista, Tonmi Lillman, conhecido pela alcunha de Otus. Tonmi, que já tinha tocado em bandas como Sinergy e To/Die/For, faleceu aos 38 anos, de causas até o momento não reveladas. Um tributo em altíssimo astral, que não recorre a um expediente taciturno e sombrio para honrar um companheiro morto. É exatamente o tipo de postura que se espera de um monstro que se preze, aliás.

Mr. Lordi, fica aqui então a dica: nos próximos discos, vamos fazer o favor de nos manter neste mesmo rumo, ok?


 
  
Faixas:
1 We're Not Bad for the Kids (We're Worse)
2 I Luv Ugly
3 The Riff
4 Something Wicked This Way Comes
5 I'm the Best
6 Horrifiction
7 Happy New Fear
8 Schizo Doll
9 Candy for the Cannibal
10 Sincerely with Love
11 SCG6: Otus' Butcher Clinic







Orchid: Crítica de The Mouths Of Madness (2013)

 



A onda de bandas novas que adotaram como proposta repetir a sonoridade das décadas de sessenta e setenta não apenas chegou ao seu ápice, como também já passa a apresentar alguns sinais de cansaço e saturação, principalmente por conta da expressiva quantidade de novos nomes surgidos nos últimos anos. Porém, alguns grupos definitivamente conseguem se sobressair em meio à inumana quantidade de lançamentos mensais, e os americanos do Orchid fazem parte de um deles.

Dois anos depois do elogiado Capricorn, o quarteto de San Francisco dá prosseguimento à sua discografia com The Mouths Of Madness, mais uma ode ao occult rock / doom metal de quatro décadas atrás, que a exemplo do debut e do ótimo EP Heretic (de 2012), foi produzido por Will Storkson, porém agora sob a tutela da Nuclear Blast (que inteligentemente também trouxe para o seu cast o Kadavar e o Graveyard).

A faixa que dá nome ao disco inicia o trabalho, deixando bem claro que não houve mudanças severas na identidade musical da banda (não que fosse algo necessário, claro), alternando entre um sujo riff típico de hard setentista e passagens mais soturnas e cadenciadas. Seja como for, os californianos permanecem embriagados de sua fonte mais óbvia, que é o Black Sabbath dos primórdios (leia-se 70-78), desde a forma como os instrumentos funcionam em conjunto, passando pela voz e, principalmente, as estruturas das composições. E esses fatores se mostram ainda mais evidentes no stoner esfumaçado de "Marching Dogs Of War" e, de forma ainda mais escancarada na introdução de "Silent One", “baseada” sem dó nem piedade no clássico “Into The Void”, do Master of Reality. Porém, a faixa se desenvolve além disso e resulta em um dos melhores trabalhos do Orchid, agregando diversas influências ao longo dos mais de sete minutos de  música.

Indo por um lado mais psicodélico, "Nomad" mostra uma banda procurando outros caminhos além dos mais óbvios, com andamento e melodias que remetem ao hard viajante do limiar da década de sessenta com os frutíferos anos que viriam a seguir, enquanto a arrastada "Mountains of Steel" soa um pouco mais experimental, inclusive com um notável interlúdio jazzístico de piano e sintetizadores perfeitamente encaixado. Em seguida, "Leaving It All Behind" é um dos momentos mais tranquilos em The Mouths of Madness, carregada de melodias que flertam novamente com as influências mais psicodélicas do grupo, o mesmo acontecendo na lenta proclamação blues de "Loving Hand Of God".

"Wizard of War", a faixa que deu nome ao EP em vinil lançado pela banda alguns meses atrás, é a única do registro (que teve tiragem limitadíssima) a figurar nesse full-length e se mostra uma composição simples, com um incessante e repetitivo riff, como o heavy metal em seu início. Bem diferente de "See You On the Other" Side, música responsável por encerrar o álbum, aonde os americanos se livram de mais algumas amarras e buscam inspiração em várias outras fontes, tornando a audição alguns patamares muito mais interessante, e mostrando como o Orchid pode alçar voos muito mais altos, por mais excelentes que sejam os seus registros.

Analisando como um todo, The Mouths of Madness é uma progressão mais do que natural da sonoridade apresentada pela banda desde Capricorn: é notável uma maior segurança ao inserir diferentes elementos, agregar um leque maior de influências, e, o mais importante, chegar á sua identidade musical, por menos revolucionária que seja. E o Orchid definitivamente não o é, mas entre o turbilhão de bandas inspiradas pelo som das décadas de 60 e 70, os americanos conseguem de fato se destacar (a exemplo de algumas outras), lançando trabalhos bem equilibrados e, principalmente, visando o seu próprio desenvolvimento, mesmo sendo bem sutil. Pelo menos por enquanto.



Faixas 
1. Mouths Of Madness
2. Marching Dogs Of War
3. Silent One
4. Nomad
5. Mountains Of Steel
6. Leaving It All Behind
7. Loving Hand Of God
8. Wizard Of War
9. See You On The Other Side





Destaque

Vangelis - L'apocalypse Des Animaux (1973) [Greece, Progressive Electronic]

  Artist: Vangelis Location: Greece Album: L'apocalypse Des Animaux Year: 1973 Genre: Progressive Electronic Duration: 35:10 Tracks: 1 L...