quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Kenny & The Kasuals - Things Gettin' Better – MONO - 1964/67 - US - Garage Rock

 




Tracklist

A1 - Kenny & The Kasuals - Things Gettin' Better 2:08
Written-By – Jerry Smith (8), Mark Lee (11)
A2 - Kenny & The Kasuals - Can't Keep From Crying Sometimes 2:29
Written-By – Al Kooper
A3 - Kenny & The Kasuals - Raindrops To Teardrops (With Female Vocals) 1:52 - 1966 - A Side of Raindrops To Teardrops - Vinyl, 7", 45 RPM - Mark Records Ltd. – MR-1004 - US
Written-By – Jerry Smith (8), Kenny Daniel
A4 - Kenny & The Kasuals - Ooh-Poo-Pah-Doo 2:3 3
Written-By – Jessie Hill
A5 - Kenny & The Kasuals - Come Tomorrow 2:38
Written-By – Jerry Smith (8)
A6 - Kenny & The Kasuals - Who Stole My House 2:26
Written-By – Jerry Smith (8), Kenny Daniel
A7 - Kenny & The Kasuals - Oh Baby (We Got A Good Thing Goin') 2:56
Written-By – Barbara Lynn Ozen
B1 - Kenny & The Kasuals - Come On Kid 2:38
Written-By – Jerry Smith (8), Kenny Daniel
B2 - Kenny & The Kasuals - Revelations 2:30
Written-By – Jerry Smith (8)
B3 - Kenny & The Kasuals - String Of Time (Without Female Vocals) 2:20 - 1966 - B Side of Raindrops To Teardrops - Vinyl, 7", 45 RPM - Mark Records Ltd. – MR-1004 - US
Written-By – Jerry Smith (8), Kenny Daniel
B4 - Kenny & The Kasuals - Money 3:20
Written-By – Berry Gordy, Janie Bradford
B5 - Kenny & The Kasuals - Everything Seems Fine 1:54
Written-By – Jerry Smith (8)
B6 - Kenny & The Kasuals - And There You Were 2:02
Written-By – Jerry Smith (8)
B7 - Gator Shades Blues Band - Down In Mexico 2:10
Written-By – Max Lipscomb
B8 - Kenny & The Kasuals - Nothing Better To Do (2nd Version) 2:53
Written-By – Kenny Daniel, Tommy Nichols





NOVO SINGLE E VÍDEO DE MEU GENERAL COM JOÃO CABELEIRA

 




Depois do primeiro single "Quero e não quero”, Meu General revela "Se Esperas", outra das canções do novo álbum da banda.

Assente numa sonoridade de rock clássico, o tema conta com a participação especial de João Cabeleira, histórico guitarrista dos Xutos & Pontapés, numa colaboração que surge de forma natural e reforça a identidade musical da canção.

Meu General mantém-se fiel à sua identidade, cruzando a força dos riffs, a intensidade da secção rítmica e uma escrita directa, onde o rock é entendido como uma linguagem de intervenção, e autenticidade.

A participação de João Cabeleira acrescenta uma dimensão simbólica ao tema, aproximando diferentes gerações de músicos unidos pela mesma paixão: o rock feito em português.

Mais do que um simples avanço para o novo disco, "Se Esperas" representa o espírito de "A Programação Segue Dentro de Momentos": um álbum que procura afirmar uma voz própria, sem concessões a tendências ou fórmulas, privilegiando a honestidade artística e a força das canções.

Com este lançamento, Meu General reforça o seu percurso no panorama do rock nacional, apresentando um tema intenso, frontal e actual, onde a atitude continua a ser o elemento central.

FICHA TÉCNICA

Gravação e Produção: Meu General – Control Room e 90 Space |Guitarra “Se Esperas” Gravado por João Cabeleira na “Casinha”.

Mistura e Masterização – Rodolfo Cardoso.




NO CARMO81 EM VISEU

 



𝗖𝗼𝗻𝗰𝗲𝗿𝘁𝗼 | 𝗚𝗟𝗢𝗖𝗞𝗘𝗡𝗪𝗜𝗦𝗘 | 𝟮𝟬 𝗦𝗲𝘁𝗲𝗺𝗯𝗿𝗼 (𝗱𝗼𝗺)| 𝟭𝟵𝗵𝟬𝟬

𝘎𝘭𝘰𝘤𝘬𝘦𝘯𝘸𝘪𝘴𝘦 𝘦𝘮 𝘳𝘦𝘴𝘪𝘥ê𝘯𝘤𝘪𝘢 𝘯𝘰 𝘊𝘢𝘳𝘮𝘰81

O sexto disco de originais dos Glockenwise, Vale tudo para chegar a algum lado, chega às lojas e plataformas digitais a 23 de setembro.

No fim de semana que antecede o lançamento, a banda estará em residência no Carmo81, em Viseu, a preparar o novo espetáculo. No domingo, dia 20 de setembro, às 19h00, abre as portas ao público para uma apresentação especial, onde será possível ouvir, em primeira mão, as canções do novo disco e conhecer o resultado do trabalho desenvolvido durante a residência.

BILHETES




GANSO LEVAM CELEBRAÇÃO DOS 10 ANOS AO PORTO

 




A tour dos 10 anos de carreira dos Ganso continua e conta com nova paragem: o Porto. A 27 de novembro o grupo pousa no Hard Club num concerto que promete ser único e com vários convidados especiais ainda por anunciar.

Os Ganso voltam à estrada depois de celebrarem, no passado mês de março, uma festa com mais de duas horas de música, convidados e muita cantoria em uníssono num Coliseu dos Recreios cheio.

No seguimento desta emblemática data e de atuarem junto de 3000 fãs numa das salas mais icónicas do país - naquele que foi o maior concerto dos Ganso em nome próprio até à data - o grupo prepara-se para repetir a dose, apontando a trajetória de voo para Norte.

Na bagagem trazem não só os discos Pá Pá Pá (2017) Não Tarda (2019) e Vice Versa (2024), como o duplo single mais recente “Mal Vestido” e “Deixar-te”.

O alinhamento promete ainda passar por favoritas do público e dos fãs da banda, como “Sorte a Minha”, “Fetiche Fonético”, “Gino (O Menino Bolha)” e “Papel de Jornal”.

Este concerto contará com convidados especiais a anunciar em breve, com a pista de que são vários artistas do Norte e que se intersectam de alguma forma no universo de Ganso.

João Sala, vocalista da banda, refere: “No ano em que celebramos 10 anos e depois de termos feito o Coliseu de Lisboa, faz todo o sentido fazermos o nosso maior concerto em nome próprio no Porto. É uma cidade onde sempre fomos bem recebidos, com um dos públicos mais efusivos do país. É também a primeira vez que fazemos o nosso tradicional concerto de fim de ano fora de Lisboa, que também é uma forma de celebrar estes 10 anos no Norte de uma maneira mais especial.”

Os bilhetes estão a partir de hoje disponíveis na BOL e na bilheteira do Hard Club.






FILIPA BISCAIA APRESENTA NOVO ÁLBUM AO VIVO NO LARGO DO PANTEÃO NACIONAL

 




O novo disco da fadista, "Antes Que Os Rios Sequem", inclui temas de autores como Vitorino, Capicua, Amélia Muge, Amália Rodrigues, entre outros, e será apresentado a 18 de setembro, pelas 21h00, com entrada livre.

"Antes Que Os Rios Sequem" é o título do novo álbum da fadista Filipa Biscaia. O disco de 10 faixas, lançado em maio deste ano, será apresentado ao vivo no Largo do Panteão Nacional, em Lisboa, no dia 18 de setembro pelas 21h00, com entrada livre. Produzido pelo músico Ricardo Dias, o longa duração conta com a participação do incontornável fadista António Rocha.

Filipa Biscaia conta que "este álbum diferencia-se do primeiro, sobretudo por ter maioritariamente temas originais, o que lhe dá uma identidade mais própria e mais madura. É mais luminoso, mais alegre, mas não deixa de dar destaque a temas urgentes". Em "Antes Que Os Rios Sequem", a artista revela um lado mais pessoal, espelhado na escolha dos poemas e das influências "da canção de intervenção com que cresci, assim como influências do fado de Coimbra e do folclore", acrescenta.

A fadista explica que o disco "fala sobre a urgência de sentir, de não adormecer perante o mundo, de não perder a capacidade de amar, de questionar e de agir. Fala de um tempo em que há guerras, desigualdades e uma crescente falta de empatia, mas também da responsabilidade de não virar a cara a isso. Há uma dimensão consciente e quase política em alguns temas, no sentido humano da palavra, de olhar para o outro e de perceber o lugar que ocupamos. E é também um álbum que equilibra essa inquietação com o lado mais íntimo: o amor, a dúvida, o caminho pessoal e os erros que nos constroem".

Para Filipa Biscaia, o título "Antes Que Os Rios Sequem" funciona como um apelo e um alerta para não deixarmos morrer o que nos torna humanos, com os rios a servirem de metáfora para as emoções, a empatia e a capacidade de sentir e de agir. Se os deixarmos secar, ficamos mais distantes uns dos outros e de nós próprios. A artista considera que "ainda vamos a tempo de cuidar, de mudar e de preservar aquilo que nos liga".

Antecipado pelos temas 'Cravos Prá Festa', com letra de Capicua e 'Ilusão', um poema de Amália Rodrigues, o álbum inclui também as faixas 'Dona Filipa' e 'Canção de Tantos Outros', dois singles que "resumem bem o equilíbrio do álbum: entre o interior e o exterior, entre o íntimo e o político, entre o caminho pessoal e a responsabilidade de olhar para o mundo", conta Filipa Biscaia.

'Dona Filipa', uma letra de Teresinha Landeiro, música de José Nunes e a participação do fadista António Rocha, "representa o lado mais íntimo do disco. Fala do caminho individual, das dúvidas, dos erros e da confiança no percurso - essa ideia de que nem tudo tem de fazer sentido imediato para nos levar ao sítio certo. É uma canção de entrega e de identidade, e por isso faz sentido destacá-la como cartão de visita. Nesse tema, tenho o privilégio de contar com a participação do fadista António Rocha, que surge a meio como que a aconselhar-me a seguir o meu caminho e a confiar nos meus sonhos, acrescentando uma dimensão quase narrativa e de transmissão", revela a cantora.

Já em 'Canção de Tantos Outros' - com música e letra de Pi e a participação da própria fadista na composição - apresenta o lado coletivo e mais urgente: "é um tema que olha diretamente para o mundo em que vivemos, para os conflitos, a falta de empatia e as decisões que nos afastam uns dos outros. Mas, ao mesmo tempo, afirma a importância de continuar a sentir, a amar e a resistir".

"Antes Que Os Rios Sequem" tem produção de Ricardo Dias - músico, arranjador e compositor reconhecido com três Prémios José Afonso, que já trabalhou com artistas como Fausto Bordalo Dias, Vitorino, Carlos do Carmo, Mísia e Cristina Branco, entre outros. Além disso, conta com a participação dos músicos André Dias na guitarra portuguesa, Bernardo Viana na viola de fado, Daniel Pinto no baixo acústico, João Caetano na percussão e também do próprio Ricardo Dias no piano, acordeão e teclado. O novo álbum de Filipa Biscaia já se encontra disponível em todas as plataformas digitais. 

Filipa Biscaia demonstra interesse pela Música desde cedo, mas é quando entra para a faculdade que integra a Tuna Feminina da Universidade de Coimbra - as FANS - que essa aptidão se intensifica. Aqui teve oportunidade de cantar como solista, interpretando temas tradicionais portugueses, maioritariamente Fado de Coimbra. É no meio académico que Filipa Biscaia ganha visibilidade a nível musical e, a convite do Fado Ao Centro, um centro cultural de Coimbra, começa a cantar fado profissionalmente, em 2015. Em 2019 muda-se para Lisboa e passa a apresentar-se ao vivo em várias Casas de Fado.

Em 2022 lança o primeiro álbum, "Dois a Dois", cujo single 'Rosa Secreta' esteve nomeado para os International Portuguese Music Awards. Em 2023 edita a gravação ao vivo de 'Maria Faia', que vence o prémio de “Melhor Performance Tradicional” nesse mesmo certame.

Tendo como principais referências nomes como José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Amália Rodrigues, Fernanda Maria e Maria José da Guia, edita em 2025 ' o primeiro avanço de um novo álbum, 'Cravos Prá Festa', com letra de Capicua. Seguem-se os temas 'Ilusão', escrito por Amália Rodrigues e 'Canção de Tantos Outros', com a contribuição da própria fadista na composição. Em maio de 2026 lança o segundo disco, "Antes Que Os Rios Sequem".






CADITA LANÇA NOVO DISCO

 




Projeto de Luis Soares, lança novo álbum Meta: Voo.

Disponível em todas as plataformas a 18 de Setembro.

Luís Soares, compositor e intérprete português, apresenta sob o nome artístico CADITA, o seu segundo álbum: "Meta: Voo", com edição marcada para 18 de setembro, em todas as plataformas digitais e edição física para venda.

O disco, com dez temas originais, é produzido por Sérgio Mendes, produtor de referência na música portuguesa, responsável por trabalhos de A Garota Não, João Pedro Pais, entre muitos outros. "Meta: Voo" dá continuidade ao primeiro avanço do álbum, "Dança Impossível" — homenagem a Sara Tavares, lançado em maio — e aprofunda o conceito central do disco: voar como metáfora do que parece inalcançável, mas que a música torna emocionalmente possível.

O universo visual do álbum, assinado pela ilustradora Ana Polido, gira em torno de um pássaro que voa entre o abstrato e o real, apresentando-se sob diferentes formas ao longo da capa e dos materiais promocionais. É uma imagem do possível e do impossível, da superação de limites e metas — e da música como catalisador para imaginar e alcançar novas metas.

É esse mesmo universo que dá corpo ao single "SUPER", a ser lançado no mesmo dia do álbum, acompanhado de videoclipe totalmente animado, construído a partir da linguagem visual da capa.

APRESENTAÇÃO

CADITA apresenta "Meta: Voo" ao vivo em concerto de lançamento a 25 de setembro, no Tokyo Lisboa, pelas 22h.

SOBRE CADITA

CADITA é o nome artístico de Luís Soares, compositor, guitarrista e intérprete português, natural de Setúbal. O nome é uma adaptação do seu segundo nome, Ricardo. A sua música cruza pop português com percussão e forma de estar africanas — uma herança que lhe chegou através da história da própria família: os seus pais viveram em Angola e regressaram a Portugal em 1975, trazendo consigo, e transmitindo aos filhos, a música e o espírito festivo que ali viveram.

Membro da Sociedade Portuguesa de Autores desde 2006, Luís Soares tem uma carreira que atravessa mais de duas décadas. Começou sob o nome Louie Djimé, destacando-se no Concurso de Música Moderna de Setúbal entre 2005 e 2007, com a banda premiada como melhor do concelho em várias edições. Em 2010 lançou o álbum Djimi – Novo Dia, com dois temas em rotação permanente na série Morangos com Açúcar, e participou em programas de televisão como Portugal no Coração, Curto Circuito, Canal Q e Porto Canal, além de concertos nas Fnac de todo o país e no Cinema São Jorge, em Lisboa. Em 2015 lançou o EP Walking Lights e em 2021 o projeto CADITA – Movimento.

"Meta: Voo" é o seu álbum mais ambicioso: dez temas originais produzidos por Sérgio Mendes, com a participação de Luís Gaspar (bateria), João Telha (baixo), Yuri Oliveira (percussão) e Mafalda Louro. Ao vivo, a banda conta com Rui "Ruca" Rosado na percussão e Henrique Silva na guitarra/synth.




MIKE EL NITE COM NOVO SINGLE

 




Após ter sido estreado ao vivo por Mike El Nite (Simplesmente Miguel), o tema chega agora em formato oficial: um italo-disco à portuguesa que é uma espécie de extensão do verão. “Esplanada” já está disponível em todas as plataformas digitais. 

O novo single é um convite à rentrée feita à portuguesa: reencontrar os amigos numa esplanada, prolongar a conversa, comer, beber e, sobretudo, não ter pressa. Um hino ao ócio numa altura em que parece existir uma obsessão em medir as pessoas pela sua produtividade. Porque, no meio de um estilo de vida cada vez mais acelerado, também é preciso lembrar que viver não devia ser uma tarefa secundária.

Um selo da cultura portuguesa e mediterrânica, este novo single de Mike El Nite é uma espécie de extensão do verão - um verão que, graças às alterações climáticas, parece cada vez mais disposto a prolongar-se até outubro.

A canção parte dessa ideia para celebrar uma cultura de convívio profundamente ligada ao Mediterrâneo, mas que também está a desaparecer das cidades, à medida que espaços públicos e lugares autênticos de encontro são substituídos por negócios privados. Aqui, Lisboa transforma-se em Nápoles e a Arrábida na Sicília. O cenário é português, mas a banda sonora vem de um imaginário mediterrânico onde o italo disco de Pino D'Angiò se cruza com as influências de Nu Genea e Pellegrino.

É um italo disco à portuguesa, com uma linha de baixo cativante e uma abordagem contemporânea que se aproxima do house e recupera também o espírito lounge - algures entre a pista de dança, a esplanada e a banda sonora de uma tarde interminável, com ecos de St. Germain e do universo Café del Mar. Música para ouvir com uma bebida fresca na mão e os olhos postos num prato de camarões.

O single é produzido por Baco, com letra de Miguel e co-produção de Miguel. O videoclipe tem realização de Tommy Loureiro e edição de Mariana Aguilar.

No fundo, é uma canção sobre uma coisa simples e cada vez mais rara: estar. Estar com os outros, estar à mesa, estar na rua, estar sem fazer nada – e perceber que, às vezes, isso já é fazer tudo o que importa.

Após ter sido estreado ao vivo por Mike El Nite, o tema chega agora em formato oficial. Surge depois de uma fase de estrada e de várias apresentações em contextos tão distintos como a tour de apresentação que passou de norte a sul do país, o Piquenique Dançante, o Sonoridades em Santo Tirso e o Toupeiro em Óbidos. Em formato DJ Set, quer em eventos públicos ou privados, passou este ano pelo Ocupar a Velga em Valezim, Sever do Vouga no Myrtillus Fest e pelas Festas de Lisboa.

Mike El Nite tem vindo a reinventar-se constantemente. É um dos artistas mais versáteis e singulares da música portuguesa e tem-se afirmado pelo seu trabalho como rapper, autor, DJ ou produtor ao longo dos anos. Em 2025 regressa como Simplesmente Miguel, uma nova fase em que a proximidade com o público se torna absoluta. Depois de alguns anos de silêncio a solo, mas sempre presente em projetos como David e Miguel e Agrupamento Musical Os Tais, o artista mostra-se agora mais íntimo e transparente do que nunca.

Esta nova fase e o lançamento do álbum Existencisensual (2026) revela-se como um encontro entre vulnerabilidade e performance, entre o entertainer que faz sorrir e o criador que se expõe sem máscaras. Canções que cruzam sensualidade e reflexão existencial, numa estética que viaja do revivalismo lisboeta dos anos 80/90 ao italo-disco, neomelódico napolitano, city pop e jazz-fusão japoneses. Mais do que acentuar um retorno após 2018, este trabalho afirma-se como um gesto de partilha e confiança. Cada tema é um convite ao romance, à introspeção e à celebração da vida. Existencisensual é, no fundo, um date marcado: entre artista e público, entre música e existência, entre o riso e a fragilidade — sempre com romance no centro.





NENA ANTECIPA NOVO ÁLBUM COM “TENHO SAUDADES DE CASA”

 



Nena apresenta “tenho saudades de casa”, o segundo e último single de avanço de "debaixo de água, contigo", sucessor de "o amor existe". O tema antecede a chegada do terceiro álbum de originais da artista portuguesa, com lançamento marcado para 01 de outubro, e revela mais um lado desta nova fase. O novo tema já pode ser ouvido em todas as plataformas digitais.

Em “tenho saudades de casa”, Nena escreve sobre a distância e sobre tudo aquilo que transforma um lugar em casa. Uma canção construída a partir das pequenas coisas que ganham outro peso quando se está longe: os sons familiares ao fundo de uma chamada, a nossa cama, as rotinas, os gestos e, sobretudo, as pessoas que nos devolvem a sensação de pertença.

“Esta canção nasceu de estar em vários lugares e, ainda assim, sentir que nenhum deles era verdadeiramente a nossa casa. De ligarmos tarde para casa, quase sem nada para dizer, só para ouvir ao fundo os sons que conhecemos de cor e que, de alguma forma, nos fazem sentir perto. É também sobre sentir falta de uma cama que não tem nada de extraordinário, mas que é a nossa. Da rotina, dos pequenos detalhes, daquilo que só percebemos que nos faz falta quando estamos longe. Escrevi-a sobre perceber que casa não é necessariamente um lugar, mas sim as nossas pessoas”, explica Nena.

“tenho saudades de casa” aproxima-se do universo mais íntimo e emocional de "debaixo de água, contigo", um disco onde Nena se aproxima daquilo que normalmente fica por dizer, sem perder a a honestidade que sempre marcou a sua escrita.

Nos últimos anos, Nena tem vindo a consolidar o seu percurso na música portuguesa, com dois álbuns editados e concertos esgotados em salas como o Sagres Campo Pequeno, o Coliseu dos Recreios e a Super Bock Arena. "debaixo de água, contigo" abre agora um novo capítulo desse percurso e será apresentado também ao vivo numa digressão homónima por várias cidades do país.

Entre as datas já anunciadas destaca-se a estreia no Multiusos de Guimarães, no dia 24 de outubro, e o regresso à Super Bock Arena, no Porto, a 13 de março de 2027, num concerto que contará com a participação especial d’Os Quatro e Meia. A nova digressão prolonga em palco o universo do álbum e marca a chegada desta nova fase de Nena ao público, depois da edição do disco a 1 de outubro.





1959 - Eileen Farrel - Puccini Arias

 



01 - Puccini- Gianni Schicchi - O Mio Babbino Caro
02 - Puccini- La Bohème - Quando M'En Vo' Soletta, 'Musetta's Waltz'
03 - Puccini- La Bohème - Si, Mi Chiamano Mimì
04 - Puccini- La Bohème - Donde Lieta Uscì
05 - Puccini- La Rondine - Ch'Il Bel Sogno Di Doretta
06 - Puccini- Tosca - Non La Sospiri La Nostra Casetta
07 - Puccini- Tosca - Vissi D'Arte, Vissi D'Amore
08 - Puccini- Madama Butterfly - Spira Sul Mar
09 - Puccini- Madama Butterfly - Un Bel Dì Vedremo
10 - Puccini- Manon Lescaut - In Quelle Trine Morbide
11 - Puccini- Turandot - Tu, Che Di Gel Sei Cinta
12 - Puccini- Turandot - In Questa Reggia







1968 - Astor Piazzolla - Maria de Buenos Aires

 



Amelita Baltar- Maria/La Sombra de María
Hector De Rosas - Voz de un Payador/ Porteño Gorrión com Sueño/ Ladrón Antiguo Mayor/ Analista Primero/ Voz de ese Domingo

Horacio Ferrer - El Duende

Astor Piazzolla - bandonenon
Jaime Gosis - piano
Antonio Agri - violino
Hugo Baralis - violino
Victor Pontino - cello
Nestor Panik - viola
Kicho Diaz - baixo
Cacho Tirao - guitarra
Arturo Schneider - flauta
Jose Correale (Jose) - percussão
Tito Bisio (Tito) - vibes