MUSICA&SOM
MUSICA É VIDA
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
Elton John com Diamonds 2017
CD01
01. Your Song (04:03)
02. Tiny Dancer (06:15)
03. Rocket Man (I Think It’s Going To Be A Long, Long Time) (04:42)
04. Honky Cat (05:14)
05. Crocodile Rock (03:56)
06. Daniel (03:55)
07. Saturday Night’s Alright (For Fighting) (04:55)
08. Goodbye Yellow Brick Road (03:15)
09. Candle In The Wind (03:49)
10. Bennie And The Jets (05:23)
11. The Bitch Is Back (03:44)
12. Philadelphia Freedom (05:30)
13. Island Girl (03:44)
14. Someone Saved My Life Tonight (06:47)
15. Don’t Go Breaking My Heart (04:26)
16. Sorry Seems To Be The Hardest Word (03:50)
17. Little Jeannie (04:49)
CD02
01. Song For Guy (06:35)
02. Blue Eyes (03:28)
03. I’m Still Standing (03:04)
04. I Guess That’s Why They Call It The Blues (04:43)
05. Sad Songs (Say So Much) (04:48)
06. Nikita (05:44)
07. I Don’t Wanna Go On With You Like That (04:34)
08. Sacrifice (05:05)
09. Don’t Let The Sun Go Down On Me (05:48)
10. Something About The Way You Look Tonight (Single Edit) (04:00)
11. I Want Love (04:37)
12. Can You Feel The Love Tonight (04:01)
13. Are You Ready For Love_ (03:32)
14. Electricity (03:31)
15. Home Again (05:02)
16. Looking Up (04:06)
17. Circle Of Life (04:53)
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Brilho eterno de Elton John!
Elton John com Diamonds (2CD SHM-CD, 2017), uma compilação explosiva que captura o brilho de sua carreira. Com baladas emocionantes e hits energéticos impulsionados pelo piano icônico e vocais flamboyantes, o álbum mistura glam rock dos anos 70 com toques de soul e disco, perfeito para fãs que amam nostalgia com punch.
Destaques: "Your Song", a épica "Rocket Man" e a vibrante "I'm Still Standing", além de duetos marcantes: "Don’t Go Breaking My Heart" com Kiki Dee e "Don’t Let The Sun Go Down On Me" com George Michael. A qualidade sonora única do SHM-CD (Super High Material) eleva tudo, com áudio cristalino graças ao material policarbonato especial, ideal para audiófilos.
Curiosidade: o álbum foi curado para celebrar 50 anos de parceria com o letrista Bernie Taupin, responsável pelas letras de quase todas as faixas, em um processo que revisitou arquivos para remasterizações impecáveis. Outro detalhe fascinante: abrange de 1970 a 2016, incluindo gems de trilhas sonoras como "Can You Feel The Love Tonight" de O Rei Leão, provando a atemporalidade de Elton.
Elton John com Diamonds (2CD SHM-CD, 2017), uma compilação explosiva que captura o brilho de sua carreira. Com baladas emocionantes e hits energéticos impulsionados pelo piano icônico e vocais flamboyantes, o álbum mistura glam rock dos anos 70 com toques de soul e disco, perfeito para fãs que amam nostalgia com punch.
Destaques: "Your Song", a épica "Rocket Man" e a vibrante "I'm Still Standing", além de duetos marcantes: "Don’t Go Breaking My Heart" com Kiki Dee e "Don’t Let The Sun Go Down On Me" com George Michael. A qualidade sonora única do SHM-CD (Super High Material) eleva tudo, com áudio cristalino graças ao material policarbonato especial, ideal para audiófilos.
Curiosidade: o álbum foi curado para celebrar 50 anos de parceria com o letrista Bernie Taupin, responsável pelas letras de quase todas as faixas, em um processo que revisitou arquivos para remasterizações impecáveis. Outro detalhe fascinante: abrange de 1970 a 2016, incluindo gems de trilhas sonoras como "Can You Feel The Love Tonight" de O Rei Leão, provando a atemporalidade de Elton.
Phil Upchurch - Darkness, Darkness 1972
A1 - Darkness, Darkness 9:35
A2 - Fire And Rain 7:35
B1 - What We Call The Blues 6:35
B2 - Cold Sweat 6:35
B3 - Please Send Me Someone To Love 5:07
C1 - Inner City Blues 6:42
C2 - You've Got A Friend 8:39
D1 - Love And Peace 5:24
D2 - Swing Low, Sweet Chariot 6:36
D3 - Sausalito Blues 4:05
A2 - Fire And Rain 7:35
B1 - What We Call The Blues 6:35
B2 - Cold Sweat 6:35
B3 - Please Send Me Someone To Love 5:07
C1 - Inner City Blues 6:42
C2 - You've Got A Friend 8:39
D1 - Love And Peace 5:24
D2 - Swing Low, Sweet Chariot 6:36
D3 - Sausalito Blues 4:05
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O Clássico Esquecido de Phil Upchurch
"Darkness, Darkness", lançado em 1972 por Phil Upchurch, é uma joia dupla do soul-jazz que funde jazz, blues, rock, soul e funk em um fluxo irresistível. Gravado logo após Upchurch deixar a Cadet Records – onde brilhou como guitarrista preferido de Curtis Mayfield e Jerry Butler –, o álbum marca sua migração para a costa oeste, sob produção de Tommy LiPuma. O som é limpo e brilhante, com grooves relaxados e guitar work alucinante que dispensa distorções, focando na essência das notas.
Destaques: incluem a cover hipnótica de "Darkness, Darkness" (Youngbloods), transformada em funk sujo com arranjos de Donny Hathaway no Fender Rhodes; "Fire and Rain" (James Taylor), reinventada como boogaloo funky com acordes à la Wes Montgomery; e "Cold Sweat" (James Brown), suavizada mas feroz. Participações estelares como Chuck Rainey no baixo e Joe Sample no piano elevam tudo a outro nível.
Curiosidade: Upchurch gravou em 1971, capturando a transição do som cru de Chicago para a vibe polida de Los Angeles. Outro detalhe: Apesar de subestimado na época, é considerado o álbum soul-jazz definitivo dos anos 70 – uma transcendência funky que ainda inspira!
"Darkness, Darkness", lançado em 1972 por Phil Upchurch, é uma joia dupla do soul-jazz que funde jazz, blues, rock, soul e funk em um fluxo irresistível. Gravado logo após Upchurch deixar a Cadet Records – onde brilhou como guitarrista preferido de Curtis Mayfield e Jerry Butler –, o álbum marca sua migração para a costa oeste, sob produção de Tommy LiPuma. O som é limpo e brilhante, com grooves relaxados e guitar work alucinante que dispensa distorções, focando na essência das notas.
Destaques: incluem a cover hipnótica de "Darkness, Darkness" (Youngbloods), transformada em funk sujo com arranjos de Donny Hathaway no Fender Rhodes; "Fire and Rain" (James Taylor), reinventada como boogaloo funky com acordes à la Wes Montgomery; e "Cold Sweat" (James Brown), suavizada mas feroz. Participações estelares como Chuck Rainey no baixo e Joe Sample no piano elevam tudo a outro nível.
Curiosidade: Upchurch gravou em 1971, capturando a transição do som cru de Chicago para a vibe polida de Los Angeles. Outro detalhe: Apesar de subestimado na época, é considerado o álbum soul-jazz definitivo dos anos 70 – uma transcendência funky que ainda inspira!
Katmandu - A Case For The Blues 1985
2.One More Night Without You
3.Crane's Train Boogie
4.Boogie All The Way
5.Zulu Gone West
6.Blowing All My Troubles Away
9.Who's That Knocking
10.The Case
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Revivendo o Blues com Katmandu
Em 1985, o álbum A Case For The Blues, do supergrupo britânico Katmandu, trouxe uma dose revigorante de blues rock clássico, misturando riffs crus e harmonias soulful que ecoam as raízes do gênero. Formado por lendas como Peter Green (ex-Fleetwood Mac) na guitarra e vocais, Ray Dorset (Mungo Jerry) e Vincent Crane (Atomic Rooster) nos teclados, o disco pulsa com energia improvisada, destacando faixas marcantes como "Dust My Broom" – um cover explosivo de Elmore James – e "Stranger Blues", com solos de guitarra hipnóticos que capturam a essência melancólica do blues.
Os pontos altos: incluem a química única entre os músicos, criando um som orgânico e autêntico, com toques de boogie e baladas emotivas como "Sweet Sixteen".
Curiosidade: o álbum foi gravado em sessões casuais entre 1983 e 1984, em um estúdio modesto, refletindo o espírito espontâneo do projeto – quase como uma jam session entre amigos talentosos.No contexto dos anos 80, quando o blues via um revival com veteranos retornando aos palcos, A Case For The Blues se destaca como o único lançamento de Katmandu, um tesouro para fãs que buscam autenticidade e virtuosismo.
Em 1985, o álbum A Case For The Blues, do supergrupo britânico Katmandu, trouxe uma dose revigorante de blues rock clássico, misturando riffs crus e harmonias soulful que ecoam as raízes do gênero. Formado por lendas como Peter Green (ex-Fleetwood Mac) na guitarra e vocais, Ray Dorset (Mungo Jerry) e Vincent Crane (Atomic Rooster) nos teclados, o disco pulsa com energia improvisada, destacando faixas marcantes como "Dust My Broom" – um cover explosivo de Elmore James – e "Stranger Blues", com solos de guitarra hipnóticos que capturam a essência melancólica do blues.
Os pontos altos: incluem a química única entre os músicos, criando um som orgânico e autêntico, com toques de boogie e baladas emotivas como "Sweet Sixteen".
Curiosidade: o álbum foi gravado em sessões casuais entre 1983 e 1984, em um estúdio modesto, refletindo o espírito espontâneo do projeto – quase como uma jam session entre amigos talentosos.No contexto dos anos 80, quando o blues via um revival com veteranos retornando aos palcos, A Case For The Blues se destaca como o único lançamento de Katmandu, um tesouro para fãs que buscam autenticidade e virtuosismo.
Lucinda Williams – The Long Road Home (Live) (2025)
01 – Metal Firecracker (Live 1995)
02 – Greenville (Live 1995)
03 – Right In Time (Live 1995)
04 – Car Wheels On A Gravel Road (Live 1995)
05 – 2 Kool 2 Be 4-Gotten (Live 1995)
06 – Blaze (Live 1995)
07 – Can’t Let Go (Live 1995)
08 – Still I Long For Your Kiss (Live 1995)
09 – Joy (Live 1995)
10 – Disgusted (Live 1995)
11 – Lake Charles (Live 1995)
12 – I Lost It (Live 1981)
13 – King of Hearts (Live 1981)
14 – Bill (Live 1981)
15 – Happy Woman Blues (Live 1981)
16 – Sharp Cutting Wings (Live 1981)
17 – Lafayette (Live 1981)
18 – Ramblin’ On My Mind (Live 1981)
19 – Nothing in Rambling (Live 1981)
20 – Abandoned (Live 1981)
21 – All I Want (Live 1981)
22 – Song For The Jewelry Maker (Live 1981)
23 – Pancakes (Live 1981)
02 – Greenville (Live 1995)
03 – Right In Time (Live 1995)
04 – Car Wheels On A Gravel Road (Live 1995)
05 – 2 Kool 2 Be 4-Gotten (Live 1995)
06 – Blaze (Live 1995)
07 – Can’t Let Go (Live 1995)
08 – Still I Long For Your Kiss (Live 1995)
09 – Joy (Live 1995)
10 – Disgusted (Live 1995)
11 – Lake Charles (Live 1995)
12 – I Lost It (Live 1981)
13 – King of Hearts (Live 1981)
14 – Bill (Live 1981)
15 – Happy Woman Blues (Live 1981)
16 – Sharp Cutting Wings (Live 1981)
17 – Lafayette (Live 1981)
18 – Ramblin’ On My Mind (Live 1981)
19 – Nothing in Rambling (Live 1981)
20 – Abandoned (Live 1981)
21 – All I Want (Live 1981)
22 – Song For The Jewelry Maker (Live 1981)
23 – Pancakes (Live 1981)
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A Jornada Viva de Lucinda Williams: The Long Road Home!
Em 2025, Lucinda Williams presenteou os fãs com The Long Road Home (Live), um álbum ao vivo que captura a essência crua do Americana, misturando country, folk, blues e rock com vocais roucos e cheios de emoção. Gravado em sessões de 1995 e 1981, o disco revela a evolução da artista, de raízes folk-blues para um som mais robusto e elétrico.
Destaques: incluem faixas icônicas como "Car Wheels On A Gravel Road" e "Joy" (de 1995), com solos de guitarra intensos e energia palpável, além de baladas melancólicas como "Lake Charles". As gravações de 1981, como "Happy Woman Blues" e "Ramblin’ On My Mind", mostram uma Lucinda jovem e visceral. Sem participações especiais listadas, o foco está na banda de apoio, que entrega performances autênticas e orgânicas.
Curiosidade: as faixas de 1995 foram capturadas em uma sessão no World Cafe da WXPN, em Filadélfia, antecipando o clássico álbum Car Wheels on a Gravel Road de 1998. Outro detalhe interessante: as de 1981 vêm de uma transmissão ao vivo na KUT-FM, em Austin, Texas, destacando o contexto das rádios independentes que impulsionaram sua carreira inicial.
Em 2025, Lucinda Williams presenteou os fãs com The Long Road Home (Live), um álbum ao vivo que captura a essência crua do Americana, misturando country, folk, blues e rock com vocais roucos e cheios de emoção. Gravado em sessões de 1995 e 1981, o disco revela a evolução da artista, de raízes folk-blues para um som mais robusto e elétrico.
Destaques: incluem faixas icônicas como "Car Wheels On A Gravel Road" e "Joy" (de 1995), com solos de guitarra intensos e energia palpável, além de baladas melancólicas como "Lake Charles". As gravações de 1981, como "Happy Woman Blues" e "Ramblin’ On My Mind", mostram uma Lucinda jovem e visceral. Sem participações especiais listadas, o foco está na banda de apoio, que entrega performances autênticas e orgânicas.
Curiosidade: as faixas de 1995 foram capturadas em uma sessão no World Cafe da WXPN, em Filadélfia, antecipando o clássico álbum Car Wheels on a Gravel Road de 1998. Outro detalhe interessante: as de 1981 vêm de uma transmissão ao vivo na KUT-FM, em Austin, Texas, destacando o contexto das rádios independentes que impulsionaram sua carreira inicial.
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