terça-feira, 5 de julho de 2022

SAIBA TUDO SOBRE JORGE PALMA (DE LAST.FM)


 

Biografia

  • Data de nascimento

    4 Junho 1950 (idade 72)

Jorge Manuel d’Abreu Palma nasceu em Lisboa, a 4 de Junho de 1950, e com apenas seis anos, ao mesmo tempo que aprendia a ler e a escrever, iniciou os seus estudos de piano, realizando, com apenas oito anos, a sua primeira audição no Conservatório Nacional, numa altura em que era aluno de Maria Fernanda Chichorro.

Em 1963, venceu o segundo prémio e uma menção honrosa num Concurso Internacional das Juventudes Musicais, realizado em Palma de Maiorca, ao mesmo tempo que prosseguia os seus estudos normais, primeiro no Liceu Camões, depois num Colégio Interno, em Mouriscas, perto de Abrantes.

O ano seguinte - 1964 - acabou por ser um ano chave na vida de Jorge Palma, pois marcou uma viragem a nível das suas preferências e práticas musicais, já que abandonou a música clássica, dedicando-se à música pop/rock, familiarizando-se com a guitarra numa base autodidacta.

A sua primeira tentativa de sobrevivência e autonomia como músico reporta-se a 1967, no Algarve, aonde, juntamente com músicos de Santarém, integra os Black Boys, experiência que durou poucos meses.

Em 1969, integra o grupo hard/rock Sindikato, ao mesmo tempo que estuda na Faculdade de Ciências de Lisboa. Com a inclusão de uma secção de metais, dá-se a aproximação da banda a uma sonoridade mais jazz-rock, acabando por participar na histórica 1ª edição do Festival de Vilar de Mouros, em 1971. Nessa altura, fruto do convívio com os vários músicos da banda - Rão Kyao, João Maló, Rui Cardoso, Vítor Mamede, entre outros - começa a trabalhar a nível da escrita musical e compõe as suas primeiras canções, curiosamente em inglês, acabando por gravar, com o Sindikato, um single e um álbum de versões.

A estreia a solo, no formato 45 r.p.m., verifica-se em 1972, com o single "The Nine Billion Names Of God", cujo tema título é baseado em "O Despertar dos Mágicos", um livro de contos, um bocado esotérico, da autoria de Jacques Berger. No mesmo ano realiza a sua primeira viagem transcontinental, que o leva aos Estados Unidos, Canadá e Caraíbas, abandonando os estudos de Engenharia.

Um ano mais tarde, é editado o seu primeiro single em português, na sequência de um trabalho de (aprendizagem e) aperfeiçoamento na escrita na nossa língua, com o poeta José Carlos Ary dos Santos, ao que se segue o regresso aos Estados Unidos da América, e também, as primeiras encomendas de composição e orquestração para outros intérpretes.

Foi também em 1973 que, convocado para cumprir o serviço militar, partiu para o asilo político na Dinamarca, juntamente com a sua primeira mulher (Gisela Branco), que o levou a lavar elevadores e a fazer camas num Sheraton, em Copenhaga, onde através da BBC, veio a saber do que se passara no dia 25 de Abril de 1974, em Portugal, o que o levou a regressar de imediato ao nosso país, com breve passagem por Itália.

O primeiro LP - "Com Uma Viagem na Palma da Mão" - lançado em 1975, coincide com um período de intenso trabalho como orquestrador (chegou a trabalhar, nessa condição, com Amália Rodrigues), compositor e letrista, incluindo a participação no primeiro Festival da Canção do pós 25 de Abril, em colaboração com Pedro Osório e Nuno Nazareth Fernandes.

Em 1977, lançou o seu segundo álbum de longa duração - "'Té Já" - passando também pelo Brasil e por Espanha, aonde tocou nas ruas de diversas cidades, de Marbella a Barcelona, passando também por Ibiza e Palma de Maiorca.

Os anos seguintes - 1978 e 1979 - são centrados em França, principalmente em Paris, aonde percorre bares, esplanadas e o Metro, tocando Bob Dylan, Leonard Cohen, Paul Simon e Crosby, Stills & Nash, entre outros. Regressado a Portugal, durante o ano de 1979, mora durante alguns meses no Ninho das Águias, no Castelo, em Lisboa e grava o seu terceiro álbum de originais - "Qualquer Coisa Pá Música" - a que se seguem, actuações ao vivo, a solo, ou então com o grupo acústico "O Bando".

No principio da década de 80, regressou a Paris, já com a sua segunda mulher (Graça Lamy), regressando depois em 1982, para gravar o duplo LP, "Acto Contínuo", que estava previsto ser um álbum ao vivo, mas por vicissitudes de produção acabou por ser gravado em estúdio e num espaço de tempo muito curto.

Em 1983, quando estava prestes a regressar aos seus estudos musicais, nasceu o seu primeiro filho, Vicente, a quem dedicou uma peça ("Castor") do seu quinto álbum de originais - "Asas e Penas" - lançado em 1984, ano marcado por diversos concertos, quer em Portugal, quer em França, tendo também passado por Itália, aonde voltou a tocar na rua.

O ano seguinte - 1985 - é marcado pelo lançamento do seu sexto álbum de originais e um dos mais aclamados - "O Lado Errado da Noite" - do qual é extraído o single "Deixa-me Rir", com enorme sucesso. Este trabalho é distinguido com alguns prémios, dos quais se destacam o "Sete de Ouro" e o "Troféu Nova Gente", tendo sido definido por alguns críticos como "O lado certo de Jorge Palma" ou "Palma de Ouro". Na sequência deste trabalho fez uma longa tournée por Portugal, passando também pelas ilhas, destacando-se a sua primeira grande apresentação em Lisboa, na Aula Magna.

Em 1986, concluiu o Curso Geral de Piano e gravou o seu sétimo álbum de originais - "Quarto Minguante" - que foi um trabalho marcado pelos problemas entre Jorge Palma e a editora, sobretudo pela tentativa de imposição de um determinado tipo de sonoridade, por parte dos últimos.

Os anos seguintes foram marcados pelos seus estudos de piano, tendo concluído o Curso Superior de Piano do Conservatório de Lisboa, em 1990, curiosamente um ano depois de ter lançado o seu oitavo, e até agora último, álbum de originais - "Bairro do Amor" - considerado pelos jornais "Público" e "Diário de Notícias", como um dos álbuns do século a nível da música portuguesa. Refira-se que, esse trabalho, marca também a saída de Jorge Palma da editora EMI-Valentim de Carvalho - que recusou a edição de "Bairro do Amor" - e a passagem para a Polygram.

Em 1991, foi editado "Só", um álbum intimista, em que revisita velhos temas, apenas com voz e piano. Esse trabalho, foi premiado com um "Sete de Ouro" e o jornal "Diário de Notícias" considerou-o um dos álbuns do século da música portuguesa. Seguiram-se vários concertos pelo País, alguns deles nos principais teatros do País, que se prolongaram pelo ano seguinte, que marcou também a formação do "Palma's Gang", que reúne Jorge Palma com músicos dos Xutos & Pontapés (Zé Pedro e Kalú) e dos Rádio Macau (Flak e Alex).

1993 é o ano em que é gravado e lançado "Palma's Gang: Ao Vivo no Johnny Guitar", uma segunda revisita de Jorge Palma à sua obra, mas agora num formato eléctrico, já que se trata de um projecto rock. Participa também, no álbum "Sopa", dos Censurados, assinando a letra e emprestando a voz a "Estou Agarrado A Ti".

O ano seguinte fica marcado por um conjunto de concertos por todo o país, quer a solo, quer com o Gang, destacando-se os Concertos do São Luiz, de 4 e 5 de Novembro, que viriam a ser transmitidos, mais tarde, pela RTP.

No ano seguinte, continuou a dar espectáculos por todo o país, passando também pelo Casino do Estoril, onde deu "Concertos Íntimos", contando com a produção musical de Pedro Osório. Participou também, como pianista convidado, no "unplugged" dos Xutos & Pontapés, na Antena 3 e, foi letrista, compositor e músico em "Espanta Espíritos”, um álbum em que participaram vários nomes da música portuguesa e que contou com a produção de Manuel Faria, um ex-Trovante. Entretanto, nasceu Francisco, o seu segundo filho.

Em 1996, Jorge Palma aceitou o convite para integrar os "Rio Grande" juntando-se assim a Tim (Xutos & Pontapés), João Gil (Ala dos Namorados), Rui Veloso e Vitorino, podendo considerar-se como um trabalho de regresso à música tradicional portuguesa, que acabou por resultar num grande êxito comercial. Nesse mesmo ano, musicou poemas de Regina Guimarães para "Lux in Tenebris", peça da juventude de Brecht levada à cena pela Companhia de Teatro de Braga e também participou no espectáculo "Filhos de Rimbaud", em colaboração com Sérgio Godinho, João Peste, Rui Reininho e Al Berto. Participa também no álbum "As Canções de João Lóio" e vê ser recriado "Frágil", por André Sardet, em “Imagens”, o seu álbum de estreia. É também em 1996, que a EMI-Valentim de Carvalho lança a compilação "Deixa-me Rir", dentro da Colecção Caravela, que engloba alguns temas dos álbuns "Asas e Penas", "Lado Errado da Noite" e "Quarto Minguante".

No ano seguinte - 1997 - para além dos habituais concertos, participa em alguns trabalhos, como é o caso de "Todo Este Céu", de Né Ladeiras, onde são revisitados temas de Fausto Bordalo Dias, e também no álbum "Voz e Guitarra", um trabalho notável, produzido por Manuel Paulo Felgueiras (da Ala dos Namorados), que juntou um leque enorme de artistas, que escolheram os temas e recriaram-nos apenas com voz e guitarra. Esse mesmo ano é ainda marcado pelo lançamento do segundo álbum dos "Rio Grande" - Dia de Concerto - desta feita um álbum ao vivo (resultante de um duplo concerto dado no Coliseu dos Recreios). Uma grande mais valia para este disco é a estreia de um tema até aí inédito de Jorge Palma - "Quem És Tu De Novo".

Em 1998, Jorge Palma teve um ano cheio de trabalho. Foram muitos os concertos que deu pelo País, tendo estado nas Queimas das Fitas de Lisboa e Porto e participado no "Festival Outono em Lisboa", destacando-se também a sua participação em concertos na Expo 98, como, por exemplo, no Concerto de Solidariedade para com a Guiné Bissau, para além de um, em nome próprio, e de outro, como convidado de Amélia Muge, englobado num projecto inédito - "E as vozes embarcam" - que juntou os dois cantores e o grupo búlgaro Pirin Folk Ensemble. 1998 fica também marcado por ter sido o director musical do espectáculo "Aos Que Nasceram Depois de Nós", que percorreu todo o país, numa co-produção dos Artistas Unidos e da Companhia de Teatro de Braga, baseado em textos de Bertold Brecht, musicados por Kurt Weill, Hans Eisler, pelo próprio Brecht e, no tema "Do Pobre B.B.", por Jorge Palma. Do elenco deste espectáculo, para além de Jorge Palma, fez também parte a actriz Lia Gama, entre muitos outros.

O ano de 1999 foi marcado por vários concertos, e também, por algumas participações em programas televisivos, para além do seu brilhante contributo no álbum de Tributo aos Xutos & Pontapés - "XX Anos XX Bandas" - tendo (re)interpretado, acompanhado pela guitarra de Flak, o tema "Nesta Cidade", com letra de João Gentil (um poeta de Lisboa, que acompanhava Jorge Palma, quando este tocava na rua). Participou também no álbum "Tatuagem", de Mafalda Veiga, num dueto - "Tatuagens" - que veio a ser o single do trabalho e teve a oportunidade de, na companhia de Fernando Tordo, visitar Timor Leste.

Em 2000, Jorge Palma voltou a percorrer o País, dando vários concertos, tendo a Universal lançado a colectânea “Dá-me Lume”, que reunia canções dos álbuns “Bairro do Amor” e “Só”, e se assumiu como um enorme êxito comercial, ultrapassando as trinta mil unidades vendidas, o que lhe permitiu, durante semanas a fio, ocupar os primeiros lugares do top nacional de vendas. O sucesso deste álbum levou a que a data do novo de álbum originais, entretanto gravado, fosse sendo adiada, pois o lançamento marcado para Outubro, foi adiado para Dezembro, e depois para 2001. Ainda em 2000, Jorge Palma participa no álbum de tributo a Rui Veloso, juntamente com Flak, (re)interpretando “Afurada”, para além de ter emprestado a sua voz a “Laura”, canção pertencente à banda sonora do tele-filme “A Noiva”.

2001 foi marcado pelo lançamento de “Jorge Palma”, o seu novo álbum de originais, depois de constantes adiamentos. O álbum alcançou um enorme êxito, junto de críticos e junto do público, pois, logo na primeira semana, atingiu o terceiro lugar do top nacional de vendas e o disco de prata. Meses antes foi reeditado o álbum “Acto Contínuo”, que ainda não existia em formato cd, para além de Jorge Palma ter dado inúmeros concertos por todo o País – destacando-se aquele que abriu o terceiro dia do festival Sudoeste, para além da estreia nos coliseus de Lisboa e do Porto, em Novembro - e ter escrito um tema para “Mau Feitio”, o novo trabalho discográfico de Paulo Gonzo, dando também a voz a “Diz-me Tudo”, tema de abertura da telenovela “Ganância”, e o piano, a “Fome (nesse sempre)”, tema de estreia dos Toranja.

Em 2002, Jorge Palma venceu o prémio José Afonso – pelo seu disco “Jorge Palma” – e foi nomeado para os Globos de Ouro, nas categorias de melhor intérprete individual e melhor música. Destaca-se também os três concertos acústicos que deu, em Junho, no Teatro Villaret, acompanhado pelo filho Vicente, e que foram editados num cd duplo, lançado em Setembro, com o título “No Tempo dos Assassinos”, em que são revisitados trinta e três temas da sua vasta obra. O disco está a ser um enorme sucesso. Em Novembro será reeditado “Qualquer Coisa Pá Música”, o seu terceiro álbum de originais e até ao final do ano deverá ser lançado mais um disco com o Rio Grande, que com a saída de Vitorino, passam a designar-se como “Cabeças no Ar”.

Como alguém um dia disse, "em Jorge Palma sobressai a capacidade de redescobrir a música, de criar uma forma atraente, de exibir sentimentos, explorar emoções, e cativar sempre mais gente, a acompanhar a sua solidão junto ao piano, num misto de querer estar só, mas com todos os outros".

É, sem dúvida, um dos melhores cantores/compositores actuais, um criador com sonhos feitos canções, que consegue cativar diferentes públicos, incluindo um público mais jovem, junto do qual conseguiu criar um grupo de indefectíveis seguidores, isto apesar de durante doze anos não ter gravado qualquer álbum de originais.

E, é este o percurso de Jorge Palma, que como João Gentil definiu, "é quase como uma história de um trovador errante".

Parecido com




Faixas principais

Artistas de Rock Progressivo Italiano

Cage

 

 (click para aceder)


Biografia

Cage é uma banda de heavy metal com muita velocidade na execução. Foi formada na califórnia, é uma banda que é conhecida pela sua sonoridade muito lembrada ao Judas Priest.
O Cage foi formado em 1992 por Sean Peck (Vocal), Anthony Wayne McGinnis (Guitarra), Eric Horton (guitarra), Mike Giordano (baixo), Mike Nielsen (bateria). A unica informação que tem sobre a banda são essas.

Discografia:

Unveiled – 1999
Astrology – 2001
Darker Than Black – 2003
Hell Destroyer – 2007
Science of Annihilation – 2009
Supremacy of Steel - 2011
Ancient Evil - 2015


Delirium

 (click para aceder)


Biografia

O Delirium é um dos nomes importantes do Rock Progressivo Italiano tendo começado sua carreira em 1970. Originalmente formada em Genova no final dos anos 60 com o nome de I Sagittari e tinham em sua formação Ettore Vigo (teclados), Peppino Di Santo (bateria e vocais), Mimmo Di Martino (violão) e Marcello Reale (baixo). Mais tarde a com a chegada de Ivano Fossati (voz, teclados e flauta) o grupo estaria completo, o estilo musical no começo da banda era uma mistura da música italiana tradicional com as influências do Rock Progressivo inglês, especialmente de nomes como o King Crimson e Colosseum.

O primeiro álbum, Dolce Acqua (1971) foi um dos primeiros do então chamado Rock Progressivo Italiano e é uma suíte conceitual em 8 movimentos onde cada um deles é baseado em uma emoção humana. O disco é basicamente acústico com predominância da flauta de Ivano Fossati, o que rendeu comparações com o Jethro Tull.

Em 1972 eles participaram do festival de Sanremo e tiveram um sucesso graças a isso, a música ‘Jesahel’.

Fossati deixou a banda após o episódio e embarcou em uma carreira solo, seu substituto foi o inglês Martin Frederick Grice (voz, flauta e saxofone) que fazia parte da The Bo Bo’s band, um grupo beat que tinha músicos que formariam o Area no futuro.

Com a saída de Fossati e a chegada de Grice, o Delirium adotou um som mais Progressivo, o segundo disco Lo Scemo E Il Villaggio (1972) é notadamente Progressivo com pitadas de Jazz e o uso do saxofone. Devido a mudança na direção musical o disco não alcançou o mesmo sucesso do primeiro.

O terceiro disco III (Viaggio Negli Arcipelaghi Del Tempo) (1974) é considerado a obra-prima da banda, sendo até hoje o disco mais sinfônico e progressivo. Em 1975 por problemas pessoais Di Martino e Grice saíram da banda, Grice foi substituído pelo multi-instrumentista Rino Dimopoli. Com a nova formação lançaram um single, mas não houve motivação para continuar com a banda e eles se separaram ainda em 1975.


Ibis


 (click para aceder)


Ibis foi um grupo musical de rock progressivo nascido da separação dos New Trolls , que ocorreu em 1972, fundado em 1973 e ativo até 1975.

História 

Após o fracasso de Searching for a Land , devido aos demais membros por escolhas artísticas e linguísticas (o uso do inglês) de Vittorio De Scalzi , houve a expulsão deste último dos Novos Trolls. No próximo álbum, UT , De Scalzi aparece em apenas uma das oito músicas. [1]

A formação era, portanto, essencialmente composta por Nico Di Palo voz e guitarra, Maurizio Salvi nos teclados, Gianni Belleno na bateria e Frank Laugelli no baixo. De Scalzi, no entanto, acreditava ser o titular do nome Novos Trolls e citou seus antigos companheiros de aventura no tribunal; estes últimos, sabendo muito bem que era De Scalzi quem havia depositado o nome "New Trolls" no SIAE , viram-se obrigados a encontrar um novo nome para Songs of Innocence, canções de experiência , um álbum a ser lançado em breve. [1]

Não tendo conseguido a tempo, limitaram-se a colocar um grande ponto de interrogação na capa e simplesmente indicar os seus primeiros nomes para acompanhar as fotografias. Isso levou ao longo dos anos a atribuir o disco a Nico, Gianni, Frank e Maurizio; é para todos os efeitos o primeiro álbum do Ibis ainda sem nome. [1]

Após o abandono de Belleno (substituído por Ric Parnell do Atomic Rooster ) o quarteto finalmente tem um nome, concebido por Salvi, um grande amante da cultura egípcia: Ibis, o pássaro simbólico de Akh (o conjunto decidiu não seguir os vários conselhos dos fãs após o famoso anúncio em Ciao 2001 ). Parnell só tem tempo para gravar Sun Supreme , sendo substituído por Pasquale Venditto . Com a entrada do guitarrista Renzo Tortora no lugar de Salvi, o quarteto grava Ibis , o último LP que prenuncia a reaproximação com De Scalzi e Belleno.

Ao mesmo tempo, os mesmos membros do ensemble iniciaram outro projeto, a banda fantasma Tritons , que gravou e tocou covers exclusivamente em inglês.

Discografia editar editar wikitexto ]

Álbum de estúdio editar editar wikitexto ]

Solteiros editar editar wikitexto ]




ROD STEWART - THE TEARS OF HERCULES 2021

 


O lendário Rod Stewart renovou seu amor pela composição com o novo álbum de estúdio, The Tears of Hercules, quarto álbum do artista de canções originais desde 2013 e 31º até hoje. O disco traz composições de Stewart em nove das 12 canções, incluindo o primeiro single, One More Time.
Além das novas faixas, The Tears of Hercules inclui covers de Marc Jordan, Johnny Cash, entre outros. É um projecto super emotivo, sobretudo na confessional Touchline, dedicada a seu pai, que ensinou o artista e seus irmãos a amarem futebol, uma tradição que Stewart ensinou aos filhos.
Rod Stewart é um dos maiores vendedores de discos da história da música, com um marca estimada de 250 milhões de discos e singles vendidos em todo o mundo.
Sua assinatura vocal, seu estilo de som e composição transcende géneros musicais: do rock passando pelo folk, soul, R&B e até mesmo o grande cancioneiro americano, o que faz dele uma das poucas estrelas a permanecer no topo dos charts em todas as décadas de sua carreira.
O álbum The Tears of Hercules estará disponível no dia 12 de novembro.

01. One More Time (03:58)
02. Gabriella (03:33)
03. All My Days (03:37)
04. Some Kind Of Wonderful (03:03)
05. Born To Boogie (A Tribute To Marc Bolan) (03:44)
06. Kookooaramabama (03:44)
07. I Can't Imagine (03:36)
08. The Tears Of Hercules (04:11)
09. Hold On (04:19)
10. Precious Memories (04:00)
11. These Are My People (02:58)
12. Touchline (03:56)

https://katfile.com/3qjs8nq38vp3/R0dSt3w4rt21TTOH.zip.html
https://turbobit.net/yemgzuyzt22d.html?short_domain=turb.cc



DEREK SHERINIAN - VORTEX 2022

 


Derek Sherinian, conhecido como um mago do teclado que refinou o som dos Dream Theater, Black Country Communion, entre outros, vem estes dias com um novo álbum solo ao virar da esquina. Vortex é o nome do novo disco que contém oito faixas instrumentais. O rei das teclas trouxe com Tony Franklin e Simon Philipps uma seção rítmica muito experiente. O que resta é a magia da guitarra elétrica e para isso Sherinian trabalhou em conjunto com vários nomes conhecidos.
Steve Stevens, Nuno Bettencourt, Joe Bonamassa, Steve Lukather, Michael Schenker, Zakk Wylde, Mike Stern e Bumblefoot, todos estes guitarristas excepcionais contribuíram com a sua parte para um disco muito bem feito. Apenas 'Scorpion' não tem suporte de guitarra proeminente, o que não prejudica a peça de piano levemente jazzística. O som levemente oscilante de 'Scorpion' é multicamadas, bem como cativante e se encaixa facilmente em um ambiente de bar.
Todas as outras faixas do álbum se beneficiam de uma coexistência dinâmica de guitarra e teclados, começando com a faixa-título 'The Vortex'. A música otimista é uma introdução bem escolhida para um álbum que mostra que a música instrumental pode definitivamente fascinar os não-músicos.
'Vortex' conhece muitos tons de som. Por um lado, há o funky 'Key Lime Blues', bem como o arrebatador atmosférico 'Die Kobra' e o acabamento monumental chamado 'Aurora Australis'. Este último é o ponto final de onze minutos do álbum e o grande final de um álbum que não carece de destaques. Crescendo lentamente, a melodia se desenvolve num marco oscilante e acelerado, que é convincente com diferentes camadas, bem como com variedade. Mesmo que nada seja deixado ao acaso aqui, o encerramento 'Aurora Australis' soa fácil e espontâneo.
Derek Sherinian tem com 'Vortex' um álbum variado e multicamadas no início que consistentemente coloca a música em primeiro plano. As habilidades de todos os envolvidos são aqui um meio para um fim e não o centro da atividade. Vortex' é um excelente álbum instrumental, que merece ser ouvido.


01 – The Vortex feat. Steve Stevens
02 – Fire Horse feat. Nuno Bettencourt
03 – Scorpion
04 – Seven Seas feat. Steve Stevens
05 – Key Lime Blues feat. Joe Bonamassa, Steve Lukather
06 – Die Kobra feat. Michael Schenker, Zakk Wylde
07 – Nomad’s Land feat. Mike Stern
08 – Aurora Australis feat. Bumblefoot

Derek Sherinian: piano, synths, organ, percussion
Tony Franklin: bass guitar, fretless bass
Simon Phillips: drums

Steve Stevens
Joe Bonamassa
Steve Lukather
Zakk Wylde
Ron “Bumblefoot” Thal
Michael Schenker
Mike Stern
Nuno Bettencourt
upload-4ever  https://www.upload-4ever.com/aluhj48whycy
turbo  https://turbobit.net/v2tdt1j7rn8p.html?short_domain=turb.pw










BIOGRAFIA DE Gino Vannelli

Gino Vannelli

Gino Vannelli (MontrealQuebec16 de junho de 1952) é um cantor e compositor ítalo-canadense. Seus maiores sucessos são as canções "I Just Wanna Stop", "Living Inside Myself" e "Hurts To Be In Love".[2]

Discografia

  • Crazy Life (1973)
  • Powerful People (1974)
  • Storm At Sunup (1975)
  • The Gist of the Gemini (1976)
  • A Pauper in Paradise (1977)
  • Brother to Brother (1978)
  • Nightwalker (1981)
  • Black Cars (1985)
  • Big Dreamers Never Sleep (1987)
  • Inconsolable Man (1990)
  • Live in Montreal (1992)
  • Yonder Tree (1995)
  • Slow Love (1998)
  • Canto (2003)
  • These Are the Days (2006)
  • A Good Thing (2009)
  • The Best and Beyond (2009)

Singles

  • "People Gotta Move" (1974)
  • "Powerful People" (1975)
  • "Love Me Now" (1975)
  • "Love of My Life" (1976)
  • "I Just Wanna Stop" (1978)
  • "Wheels of Life" (1979)
  • "The River Must Flow" (1979)
  • "Living Inside Myself" (1981)
  • "Nightwalker" (1981)
  • "The Longer You Wait" (1982)
  • "Black Cars" (1985)
  • "Hurts to Be in Love" (1985)
  • "Just A Motion Away" (1985)
  • "Wild Horses" (1987)
  • "In the Name of Money" (1987)
  • "Persona Non Grata" (1987)
  • "The Time of Day" (1990)
  • "Sunset on L.A." (1990)
  • "Cry of Love" (1991)
  • "If I Should Lose This Love" (1991)
  • "Wheels of Life" with Martine St. Clair" (1993)
  • "I Die A Little More Each Day" (1995)
  • "It's Only Love" (2006)



 

BIOGRAFIA DE GIL DO CARMO

Gil do Carmo

 Gil do Carmo, filho e neto de fadistas conhecidos em Portugal, foi criado numa família onde a música impregna a sua identidade. Desde muito cedo, ele seguiu seu próprio caminho misturando tradição com abordagens mais não convencionais criando um estilo muito pessoal e individual.


Aos 19 anos, Gil do Carmo deixa Portugal para ir para os Estados Unidos onde estuda no prestigiado Musiciens Institute em Los Angeles e no Berklee College of Music em Boston.

Gil do Carmo aventura-se por conta própria com “Mil Histórias” (1997). “Eléctrico em Lisboa”, “Tentação Demais” e “Tu Morres Todos os Dias” (desconhecida de Zeca Afonso e Ivan Lins) são algumas das canções de maior sucesso deste primeiro disco que conta com a colaboração de Miguel Sá Pessoa.

Um ano depois, Gil do Carmo lança “Nus Teus Olhos” contando com os contributos de Júlio Pereira, Tito Paris e Laurent Filipe. Músicas como “Abre a Janela da Dor”, “Encontrado” e “B.leza” permitem-lhe alcançar o seu primeiro Disco de Prata.

À custa da sua produção discográfica, Gil do Carmo trabalha no seu bar “Speakeasy”, onde se apresenta regularmente e promove outros músicos e cantores lusófonos. Continua compondo para sua banda e artistas consagrados como Mariza, Donna Maria e Carlos do Carmo. Gil mantém contato com seu público através de shows, principalmente em Portugal.



Destaque

Wordbug

  A banda Wordbug  foi formada em Exeter , na virada dos anos 80 para os 90, e tocava um post-hardcore melódico bastante interessante com in...