sexta-feira, 8 de julho de 2022

Disco Imortal: The Cure - Pornography (1982)

 


Registros de ficção, 1982

Pela primeira vez trabalhando sob a produção de Phil Thornalley , a gravação de Pornography quase levou a banda ao colapso devido a brigas internas e ao consumo excessivo de LSD e álcool. A isso se somava o quadro depressivo de um Robert Smith mentalmente exausto pela extensa turnê de 1981-1982 (com cerca de 200 shows realizados); uma nebulosa de eventos palpáveis ​​nas letras e no conteúdo musical do álbum. Com todos os contratempos a reboque, Pornography, o quarto álbum de estúdio do The Cure, foi gravado em 3 semanas intensas, com montanhas de latas de cerveja consumidas dentro do estúdio (restos que não quiseram se desfazer e pediram explicitamente para não retirar). Foi finalmente lançado em 4 de maio de 1982 pela Fiction Records. Uma odisseia que terminou com a saída de seu baixista Simon Gallup , após terminar a gravação do álbum.

A gênese da pornografia tem muito a ver com o estado depressivo em que Robert Smith estava. Sobre a criação do álbum, ele mesmo apontou que até então tinha duas opções: "ceder completamente (comete suicídio) ou fazer um registro e tirar de mim" . Dentro de suas influências para a gestação do álbum, Smith tomou como pontos de partida Siouxsie and the Banshees (sua referência musical incondicional) e a sonoridade densa alcançada pelo grupo inglês The Psychedelic Furs.no seu álbum de estreia auto-intitulado em 1980. Mas, não só houve mudanças de humor notórias em termos de estética sonora, mas também visualmente, é nesta fase que The Cure começa a mostrar a sua marca, uma das suas mais reconhecidas data de hoje: a nova imagem dada pelo uso de batom, olhos pintados, cabelos emaranhados e roupas, na maioria das vezes, pretas.

A pornografia é escuridão e tristeza, gerada de dentro de uma banda que já estava em baixo. Não é estranho que a angústia seja palpável desde o início: “ Não importa se todos morrermos” , é a introdução lírica de Robert Smith em ' Cem Anos' , acompanhado por suas guitarras incisivas e a força da bateria de Lol Tolhurst, que por sua vez ficou encarregado de gravar os teclados. Curiosamente, este seria o último álbum com Lol como baterista, já que, nos últimos trabalhos da banda, ele passaria definitivamente para as teclas. Um efeito de curto prazo' continua com bastante força rítmica e guitarras desorientadas, enquanto a letra parece introduzir o ouvinte em dimensões psicodélicas. Especula-se (já que o álbum foi gravado praticamente sob a influência do LSD), que a música tem muito a ver com a loucura causada pelo ácido e seu período de ação relativamente 'curto'.

'The Hanging Garden' foi o único single promocional do álbum e, como sempre, as letras de Smith são muitas vezes inquietantes e confusas. Diante do período depressivo pelo qual passava, parecia que Robert se referia à morte, aludindo ao suicídio e à passagem efêmera de todos os seres da terra. Um vídeo (dirigido por Chris Gabrin ) foi feito para esta peça onde a banda (na época um trio) é vista usando máscaras e tocando nos jardins da York House em Londres. Smith apontou que para o vídeo eles só queriam fazê-los parecer completamente perturbados.

Em 'Siamese Twins' o estado depressivo continua a se fazer presente com instrumentação abatida e letras angustiantes: “ Deixe-me morrer você não vai se lembrar da minha voz (…) todos nós morremos, rindo no fogo. É sempre assim?" Da mesma forma, 'The Figurehead' contempla a tristeza da depressão, o abismo e a drogadição, fechando a música com a dor da culpa: “ I Will never be clean again ” . Strange Day' é o manifesto daqueles que não conseguem mais ver a beleza com os próprios olhos, submersos na depressão. As sombras são percebidas acentuadas nos teclados de ' Cold'e na voz de Smith desapegado da vida: “Tudo tão frio quanto a vida, ninguém pode salvá-lo? 'Pornography' , faixa-título do álbum e que também o encerra, é uma peça sombria e claustrofóbica, conseguida graças à ideia de introduzir fragmentos de vozes sampleadas de um documentário de televisão (cujo tema de discussão foi o sexo), junto com A percussão incessante de Tolhurst, a voz de Robert Smith (inundada pelo reverb) e guitarras totalmente insanas.

A pornografia fecharia a primeira faceta musical do The Cure, sombria e sombria, já que nos trabalhos posteriores a banda aos poucos começaria a adotar um som new wave muito mais brilhante, amigável e popular. Embora mal recebido pela crítica na época, o álbum alcançou o número 8 nas paradas do Reino Unido. Apesar disso, e como bem disse Jeff Apter no seu livro biográfico ' Never Enough: The Story of The Cure' , a pornografia “ exigiu uma certa distância e alguns bons anos de música para ser verdadeiramente apreciada ” . E assim foi, hoje a posição é diferente já que o álbum só recebe elogios da crítica e é até considerado um dos pilares do rock gótico. Em 2011 NMElistou o álbum no número 6 em sua lista dos 50 álbuns mais sombrios de todos os tempos. As palavras de seu baterista Lol Tolhurst fariam sentido: “queríamos fazer um álbum intenso e definitivo. Não me lembro exatamente por que, mas fizemos isso . "


BIOGRAFIA DOS Herois do Mar

Herois do Mar

 Os Heróis do Mar foram uma banda de pop-rock portuguesa formada em Março de 1981 por Paulo Pedro Gonçalves (guitarra), Carlos Maria Trindade (teclas), Tozé Almeida (bateria), Pedro Ayres Magalhães (baixo) e Rui Pregal da Cunha (voz).

História

Constituição inicial da banda

História cronológica

A banda surgiu em Março de 1981, na zona de Campo De Ourique em Lisboa, formada por Pedro Ayres de Magalhães, Pedro Paulo Gonçalves e Carlos Maria Trindade, após o fim do grupo Corpo Diplomático em finais do ano anterior. A estes músicos juntaram-se António José de Almeida (baterista dos Tantra) e Rui Pregal da Cunha, que se iniciava nas coisas da música. Na realidade, o futuro vocalista era o único membro sem algum passado com experiência musical, pois todos os outros elementos, ou tinham formação musical ou já haviam participado em projectos anteriores.

A escolha do nome «Heróis Do Mar», tirado do primeiro verso do hino nacional português, A Portuguesa, não foi um mero acaso, pois pretendia-se representar Portugal, a sua história e a sua arte greco-romana.

Numa época em que a memória do Estado Novo estava ainda muito fresca, o visual da banda, caracterizado por uma estética nacionalista e algo neo-militarista, e letras de canções que reflectiam a glorificação de um Portugal passado, não agradou a muita gente tendo-se instalado a polémica em torno do grupo, acusado dum nacionalismo exacerbado, e inclusivamente fascista e neonazi. Aliás, membros da banda afirmaram mesmo estarem proibidos de actuar a sul do rio Tejo. Na sua génese esteve o movimento AXO, do qual Pedro Ayres Magalhães era líder, e que era conotado com a extrema-direita;[1] outro líder do movimento, Paulo Borges, chegou a compor a letra de dois temas da banda: “Brava Dança dos Heróis” e “Amantes Furiosos”.[1] Magalhães descreveu o AXO da seguinte forma: «[...] o movimento era uma “construção surrealista” para “chocar os barbudos do folk e da ‘paz, pão e habitação’”, referindo-se a uma canção de Sérgio Godinho. “Aqueles panfletos polémicos não são para se levar à letra. Aquilo é teatral” [...]»[1]

Em Agosto de 1981, é lançado o primeiro single que continha os temas «Saudade» e «Brava dança dos heróis». Os dois temas aparecem no LP de estreia, Heróis do Mar, lançado em Outubro do mesmo ano.

Em Junho de 1982 é editado a canção «Amor», que contaria com a participação de Né Ladeiras nas vozes de fundo e que se tornaria um grande sucesso comercial e disco de platina, projectando a banda para a primeira parte dos concertos de King Crimson e de Roxy Music em Portugal no verão desse mesmo ano, e para a actuação nas primeiras parte da banda de Bryan Ferry em França.

Em 1983, o grupo lança o álbum Mãe, bem recebido pela crítica, mas não tão bem recebido pelo público. Entretanto, a canção também lançada em 1983, «Paixão», torna-se um sucesso de rádio, levando a revista musical inglesa The Face a considerar a banda como o melhor grupo de rock da Europa continental.

O visual neo-militarista deu lugar a um visual mais ousado, menos polémico, mas mesmo assim ainda demasiado arrojado para a época, com muito cabedal e calças de ganga rasgadas.

Os cinco músicos começaram a empenhar-se em projectos a solo, Pedro Ayres Magalhães assumiu a direcção da editora Fundação Atlântica, produzindo discos da cantora Né Ladeiras, da Anamar e dos Delfins. Heróis Do Mar colaboraram no último disco de António Variações Dar E Receber, no qual Magalhães e Trindade foram responsáveis pela produção e pelos arranjos.

O mini-LP intitulado O Rapto, lançado em 1984, continha o tema «Só Gosto De Ti» que conseguiu ter algum êxito. Em 1985 lançam o single «Alegria» que resulta num novo sucesso de rádio. Em 1985, surgiram rumores de que Rui da Cunha poderia vir a abandonar o grupo, o que não chegou a acontecer. Mudam entretanto para a editora EMI VC ou Emi-Valentim de Carvalho.

Em 1986 é lançado o álbum Macau, recebido com elogios por parte da crítica, que renovou o fôlego e o vigor do grupo. No ano seguinte lançam o single e máxi-single O Inventor. O último álbum, Heróis Do Mar, é editado em 1988 já sem a presença do baterista Tozé Almeida que tinha outros planos para si.

Mais tarde em 1989 decidem separar-se devido a conflitos internos. No entanto todos os elementos continuaram a dedicar-se à música, com excepção de Tozé Almeida, que acabou por se dedicar à produção de programas televisivos, publicidade e alguns telediscos.

A história da banda é revisitada no documentário Brava Dança por Jorge Pereirinha Pires e José Pinheiro. O documentário, diz a revista Blitz, «propõe ainda uma reflexão sobre Portugal e a música do pós-25 abril».

Actualmente, são influência chave para alguns projectos da cena musical portuguesa, dos quais o que obteve mais destaque foi o projecto editorial da Amor Fúria.

Discografia

Álbuns

Singles

  • Saudade/Brava Dança dos Heróis (Single, Polygram, 1981)
  • Amor/Amor (versão Nocturna) (Máxi, Polygram, 1982)
  • Amor (Parte I)/Amor (Parte II) (Single, Polygram, 1982)
  • Paixão (Máxi, Polygram, 1983)
  • Paixão/Cachopa (Versão Nova) (Single, Polygram, 1983)
  • Alegria/A Glória do Mundo (Single, Polygram, 1985)
  • Alegria/A Glória do Mundo/Castelo de S. Jorge (Máxi, Polygram, 1985)
  • Mad Mix / Fun Mix (remisturas de Adriano Remix) (Máxi, Polygram, 1986)
  • Fado/Fado (Versão a Guitarra) (Single, EMI, 1986)
  • Só No Mar/Canhões ... (Single, EMI, 1987)
  • O Inventor/Homenagem (Máxi, EMI, 1987)
  • Eu Quero (Mistura Possessiva)/Rossio/Eu Quero (Máxi, EMI, 1988)
  • Africana/Eu Não Mereci/D.F.S. (Máxi, EMI, 1989)
  • Paixão (Single, Universal, 2001)

Compilações

  • A Lenda dos Heróis do Mar (1981-1984) (Polygram,1985)
  • O Inventor (EMI,1987), cassete [2]
  • Heróis do Mar Vol. 1 (1981-1982) (Polygram, 1992)
  • Heróis do Mar Vol. 2 (1982-1986) (Polygram, 1992)
  • Paixão (Universal, 2001)
  • Amor - O Melhor Dos Heróis Do Mar (EMI, 2007)
  • O single "Amor (Hap Hap Happy Day)/Pásion", edição limitada a 2000 exemplares, foi oferecido com o MEP 12" Philips 880079-1 (1984).
  • O CD single "Paixão", de 2001, inclui a versão longa de Paixão (editada em 1983) e duas remisturas de Adriano Remix incluídas no máxi-single "Mad Mix/Fun Mix".
  • Heróis Do Mar ‎– 1981-1989 (EMI, 2011), 5xCD e um DVD-Video
  • Heróis Do Mar ‎– BD Pop Rock Português, (EMI / A Bela E O Monstro, 2011), CD e livro de banda desenhada ‎
  • Heróis Do Mar ‎– IV / Macau (Parlophone, 2015) [3]

Videografia







BIOGRAFIA DE Hélder Moutinho

Hélder Moutinho

 Hélder António Moutinho Paiva dos Santos, artisticamente conhecido por Hélder Moutinho (Oeiras, 21 de Fevereiro de 1969) é um fadista e poeta português.

Biografia

Hélder Moutinho nasceu em 21 de Fevereiro de 1969 em Oeiras.[1] Filho de Manuel Paiva, Hélder é o irmão do meio dos também fadistas Camané e Pedro Moutinho.[1][2]

Desde muito novo visitava com a família as casas de fado tendo enveredado, já na sua juventude, pela exploração de outros géneros musicais. No entanto, só em 1993, aos 24 anos, começou a cantar fado.[1]

Participa no ciclo "Fados na Mãe d'Água" da Lisboa'94: Capital Europeia da Cultura.[1] Na Expo'98 participa no espetáculo "Novas Vozes do Fado Antigo".[1][3]

Em 1997 funda a empresa de agenciamento HM Música que representa artistas de fado e músicas do mundo.[1]

Antes ainda de lançar o seu primeiro disco, Hélder Moutinho veria duas das letras de sua autoria serem gravadas por Mísia. Primeiro "Trago A Saudade Esquecida - Fado Carriche", para uma música de Raúl Ferrão, fez parte da banda sonora do filme Fátima (1997) de Fabrizio Costa.[4] Depois "Não Guardo Saudade à Vida", seria gravada para o álbum de Mísia Garras dos Sentidos de 1998.[1]

De resto, é possível encontrar letras de Hélder Moutinho em álbuns de Maria Dilar (Fados de Saudade, 1997), Joana Amendoeira (À Flor da Pele, 2006), Ana Laíns (Sentidos, 2006), Marco Oliveira (Retrato, 2008), Chico Madureira (Regresso, 2006), Marco Rodrigues (Fados da Tristeza Alegre, 2006) ou Raquel Tavares (Bairro, 2008).[5][6][7][8][9][10]

Sete Fados e Alguns Cantos

O seu álbum de estreia, Sete Fados e Alguns Cantos, é editado no final de 1999, através da editora discográfica Ocarina. O disco contou com produção de José Campos e Sousa.[1][11][12] Este trabalho contou com José António Mendes, na viola de fado, Arménio de Melo e Manuel Mendes na guitarra portuguesa, José Campos e Sousa e Litas na guitarra clássica e Eduardo Salgueiro na percussão.[11]

Luz de Lisboa

Em 2004 é lançado, novamente pela Ocarina, o seu segundo álbum Luz de Lisboa, com produção do próprio Hélder Moutinho.[1][13] O trabalho recebeu o "Prémio Amália Rodrigues" para "Melhor Disco do Ano", atribuído pela Fundação Amália Rodrigues.[1][14] "Ai do Vento" viria posteriormente a fazer parte da compilação promocional Exploratory Music from Portugal 05 editada pela secção britânica da Fundação Calouste Gulbenkian.[15][16]

Neste período, também os palcos internacionais recebem Hélder Moutinho, seja com duas digressões nos EUA, seja com actuações na Bélgica (BruxelasEspace Senghor) ou na Holanda (UtrechtMuziekcentrum Vredenburg). Participa ainda no Festival de Rudolstadt, na Alemanha.[17][18]

Que Fado é Este que Trago?

No ano de 2008 regista-se a edição do álbum Que Fado é Este que Trago?, lançado pela Farol Música.[3][12]

Já na década de 2010, Hélder Moutinho participou no documentário O Fado da Bia (2012), realizado por Diogo Varela Silva, tendo com figura central a Beatriz da Conceição.[19] Destaque ainda para a actuação ao longo de seis noites, em agosto de 2012, no Centro Cultural de Belém (CCB), tendo como convidadas Maria da Nazaré e Filipa Cardoso.[3] Em Novembro de 2012 atua ao vivo no Teatro São Luiz com o espetáculo "Canções Urbanas", que junta Hélder Moutinho a Gisela João e JP Simões.[20]

1987

Hélder Moutinho regressou aos originais, em 2013, com o álbum conceptual 1987, abordando temas como a liberdade, o amor e a Mouraria, local onde foi gravado. Na sua base estão poemas de João MongePedro CamposJosé Fialho e do próprio Hélder Moutinho.[21]

Editado pela Valentim de Carvalho1987 chegou a ser considerado o seu melhor álbum,[22] tendo sido apresentado, na noite de 3 de Maio, no Teatro Municipal São Luiz.[2]

Nesta fase, Um Fado na Mouraria, o espectáculo de apresentação do álbum 1987, levou Hélder Moutinho a palcos nacionais e internacionais, com destaque às deslocações a países como EspanhaRússiaCanadá ou Finlândia.[23][24]

Em 2015 foi um dos artistas desafiados por António Chainho a participar no seu disco de celebração de 50 anos de carreira, intitulado Cumplicidades tendo participado nos temas "Uma Guitarra Junto ao Peito" e "O Moinho", este último com o Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Serpa.[25]

O Manual do Coração

Passados três anos do seu último trabalho de originais, Hélder Moutinho anunciou para 6 de maio de 2016 a edição de O Manual do Coração com letras de João Monge e colaboração de artistas portugueses como Vitorino, João Gil, Marco Oliveira, Manuel Paulo ou Mário Laginha.[26][27][28]

Bibliografia passiva

  • Pires, António (2014). Helder MoutinhoFado Alma Lusitana. Série 3 ; 2. Lisboa: Levoir : Correio da Manhã (distrib.). 45 páginas. ISBN 978-989-682-394-8[29]

Discografia

Álbuns de estúdio

  • Sete Fados e Alguns Cantos (CD, Ocarina, 1999)[1][11]
  • Luz de Lisboa (CD, Ocarina, 2004)[1][13]
  • Que Fado É Este Que Trago? (CD, Farol Música, 2008)[12]
  • 1987 (CD, Valentim de Carvalho, 2013)[21]
  • O Manual do Coração (CD, HM Música, 2016)[carece de fontes]

Álbuns de tributo

  • O Fado E As Canções do Alvim de Fernando Alvim (CD, Universal Music Portugal, 2011)[30]
  • Cumplicidades de António Chainho (CD, Sony Music, 2015) Temas: "O Moinho" e "Uma Guitarra Junto ao Peito"[25]

Outros

Compilações

  • Exploratory Music from Portugal 05 (CD, Calouste Gulbenkian Foundation, 2005) Tema: "Ai do Vento"[15][16]
  • Flor do Mar, banda sonora da telenovela Flor do Mar (CDx2, Farol Música, 2009) Tema: "Tenho Uma Onda no Mar"[31]
  • Fado World Heritage (CDx2, Universal Music Portugal, 2012)






BIOGRAFIA DOS Harmonium

Harmonium

 Harmonium foi uma banda de rock progressivo do Québec, formada em 1972 em Montreal. A banda lançou três álbuns de estúdio, Harmonium (1974), Si on avait besoin d'une cinquième saison (1975), L'Heptade (1976) e um álbum ao vivo, Harmonium en tournée (1980).

Discografia

Álbuns

  • 1974Harmonium
  • 1975Si on avait besoin d'une cinquième saison
  • 1976L'Heptade
  • 1980Harmonium en tournée

Singles

  • 1974: "Pour un instant" / "100 000 Raisons"
  • 1975: "Dixie" / "En pleine face"

Videografia

  • 1980Harmonium en Californie
  • 2016Viens voir le paysage

Destaque

Dio - Dream Evil (1987)

  Na segunda e última metade da década de 1980 as bandas de heavy metal pareciam perder as forças fazendo várias mudanças que nem sempre agr...