terça-feira, 4 de abril de 2023

Jethro Tull – 20 Years of Jehtro Tull The Definitive Collection [1988]

 

Há muito tempo atrás, em uma época onde jamais se imaginaria que a ditadura pudesse voltar ao Brasil, os lançamentos especiais eram algo muito incomuns no mundo da música. Os Box Sets como conhecemos hoje eram poucos, raros, e com preços relativamente módicos. Para compensar, a maioria dos lançamentos só ocorria na Europa, Estados Unidos ou Japão, e chegavam ao Brasil totalmente podados, quando chegavam.

É o caso de 20 Years of Jethro Tull – The Definitive Collection, lançado em maio de 1988 para comemorar os 20 anos do grupo liderado pelo flautista, violonista, saxofonista, baixista, vocalista, cobrador de escanteio e cabeceador Ian Anderson. A ideia desse projeto surgiu em 1986, quando o escritório oficial da Chrysalis (gravadora do Tull) começou a receber uma enxurrada de cartas de fãs da banda perguntando o que seria feito para comemorar os então 20 anos do grupo. Assim, Anderson se reuniu com alguns colaboradores, escarafunchou os arquivos de gravações e decidiu entregar aos fãs um material repleto de novidades e canções raras. Assim, depois de um árduo trabalho de masterização de faixas obscuras, e praticamente esquecidas em um porão qualquer, nasceu 20 Years of Jethro Tull – The Definitive Collection.

A caixa, envelopes indivuais e encarte com árvore genealógica

O box set que chegou no mercado inglês consiste de 5 LPs (ou 3 CDs) que irei apresentar aqui, fazendo um breve comentário sobre a versão enxuta logo após. Os LPs vêm acondicionados em uma caixa de papelão (que era o usual na época dos boxes em LP), cada qual em um encarte especial. Acompanha ainda um livreto de 24 páginas contando sobre a história do Jethro Tull de forma bem sucinta, mas informativa, escrita pelos fãs David Rees e Martin Webb, além de uma bela árvore genealógica mostrando os entra e sai diversos no grupo, e seus reflexos em outros grupos, e diversas fotos.

Na parte musical, o fã do Tull não tem do que reclamar. Afinal, são 65 faixas para serem ouvidas em mais de quatro horas de audição, sendo que das 65, apenas 11 haviam sido lançadas (até então) oficialmente em discos da banda. Cada LP é destinado a uma proposta de canções para o fã se divertir, com nomes individuais.

O primeiro chama-se The Radio Archives, que como o nome diz, resgata apresentações do Tull pelas rádios britânicos ao longo de sua carreira. Aqui vale com certeza as 6 faixas registradas nos programas Top Gear e Saturday Club da BBC entre 1968 e 1969, com a formação inicial do Tull (Anderson, Mick Abrahams nas guitarras e vocais, Glenn Cornick no baixo e Clive Bunker na bateria, ou Martin Barre no lugar de Abrahams), e é uma oportunidade gigante de ouvirmos a paulada “Love Story” ou a estonteante “Stormy Monday Blues”, que mostra como o Tull sabia muito bem tocar blues. Também é um deleite ver a agilidade de Anderson com seus dedilhados velozes no violão de “Fat Man”, “Cold Wind To Valhalla” e “Minstrel in the Gallery”, as duas últimas em versões somente com Anderson acompanhado de uma percussão (Barriemore Barlow), registradas pelo estúdio da banda, Maison Rouge, para ser transmitidas em uma entrevista para a BBC em 1975. Fecham o primeiro LP “Grace” (das mesmas sessões da entrevista citada acima), três faixas registradas em 8 de abril de 1982, em um show no Hamburg Congress Centrum Halle que foi transmitido na Alemanha,das quais destaco a bela dupla instrumental “Pibroch (Pee Break) / Black Satin Dancer”, e “Velvet Green” retirada do programa Sight ‘n’ Sound da BBC em 1977. Ou seja, um LP só de novidades, tudo inédito até aqui.

O segundo LP chama-se The Rare Tracks (Released But Only Just), e consiste de uma compilação de faixas lançadas em singles, EPs, ou que ficaram engavetadas para lançamentos futuros, mas não tinham visto a luz do dia até então. Aqui temos bastante material dos anos 80, o que pode não agradar (e particularmente para mim é o que acontece) aos fãs mais xiitas, pois ouvir faixas como “I’m Your Gun”, “Down At The End Of Your Road” ou “Too Many Too” podem soar bem desagradáveis para quem curte os discos clássicos do Tull. Essas canções são de 1981, mas nunca haviam sido lançadas. As atrações centrais vão para “17”, ótima faixa que está no lado B do compacto “Sweet Dream” (1969), a belíssima “One For John Gee”, em homenagem ao empresário que acreditou na banda em seu início de carreira, e lado B da bolachinha “Song For Jeffrey” (1968), e principalmente a raríssima “Aeroplane”, gravação da John Evan Band (a banda que levou a criação do Jethro Tull) lançada em 1967 num compacto da MGM quase extinto sob o errôneo título de Jethro Toe, e que mostra grandes inspirações jazzísticas para a trupe, graças ao trabalho fantástico de Barriemore Barlow na bateria, ou “Sunshine Day”, blues animado e com Mick Abrahams nos vocais, lançado como lado B do mesmo single da MGM.. Ainda há “Jack Frost And The Hooded Crow”, existente somente como lado B do single “Coronach” (1981), faixa que foi lançada em 1986 como uma ideia de David Palmer (maestro, teclados) para o canal 4 TV Historical Series, mais especificamente para o programa The Blood of the British, “March The Mad Scientist” e “Pan Dance”, duas faixas que presentes no EP Solstice Bells (1976), “Strip Cartoon”, lado B do compacto “The Whistler” (1977), “King Henry’s Madrigal”, do EP Home (1979), e “A Stitch In Time”, do single de mesmo nome, lançado para promover o álbum Live: Bursting Out (1978). Ou seja, se não temos tantas canções inéditas, temos um grande apanhado de raridades que chegaram nas mãos de poucos naquela época (e ainda hoje).

O terceiro LP é batizado Flawed Gems (Dusted Down). Aqui o pessoal da Chrysalis realmente levantou os móveis, e foi na parte mais profunda de seu arquivo, tirar a poeira para trazer aos fãs materiais raríssimos. Nele ouvimos pela primeira vez trechos da suíte que ficou conhecida como “The Chateau D’isaster”, que apareceram posteriormente no álbum Nightcap. Este projeto era para ter sido lançado após Thick as a Brick, mas Anderson não gostou do resultado, reescreveu tudo e assim nasceu A Passion Play. Os onze minutos da suíte entregues aos fãs aqui são sensacionais, e que bom que Anderson teve bom senso e lançou essa obra na integridade. Mais três faixas dos anos 80 aparecem, registradas entre 1981 e 1982, totalmente passáveis, assim como “Crossword”, de 1979, pré-A, a desprezada “Lick Your Fingers Clean”, retirada na última hora de Aqualung e que nunca encontrou espaço nos demais lançamentos do grupo, “Beltane”, retirada também de última hora, mas agora de Heavy Horses, e duas faixas que nem o pessoal do Jethro Tull tem muitas informações, “Saturation”, provavelmente de 1974, e ótima faixa aliás, assim como o bluezão “Blues Instrumental”, provavelmente de 1978. Vale pela “The Chateau D’isaster Tapes” com certeza, mas poderiam ter escavado mais, e trazido outras raridades, como vieram a aparecer nos relançamentos de 40 anos.

Seguimos em frente com o quarto LP, The Other Side Of Tull, o que apresenta a maior quantidade de músicas já lançadas oficialmente. Esse LP é dedicado para o lado acústico do Tull, privilegiando as faixas curtas somente com o violão de Anderson. Então, aqui estão “Cheap Day Return” (Aqualung), “Nursie” (Living In The Past), “Only Solitaire” (Warchild), “One White Duck/ 0^¹° = Nothing At All” (Minstrel in the Gallery), “Salamander” (Too Old To Rock ‘n’ Roll, Too Young To Die), “Moths” (Heavy Horses) e “Under Wraps 2” (Under Wraps), tais quais como estão nos seus respectivos álbuns. Soma-se também “Life’s A Long Song”, registrada no EP homônimo de 1971. Porém, há adendos para esse LP. Por exemplo, somos surpreendidos por “Dun Ringill” e “Wond’ring Aloud” ao vivo do Hammersmith Odeon em 1987, a última com Don Airey nos teclados, quatro faixas inéditas registradas enre 1978 e 1982, que ficaram de fora dos discos lançados nesse período, e “Part of the Machine”, gravada especialmente para esse lançamento, ou seja, em 1988 (março), com o Tull tendo na formação Ian Anderson, Martin Barre, Dave Pegg (baixo), Martin Allcock (bouzoki, teclados) e Gerry Conway (bateria). É outro disco que peca um pouco nas novidades, mas tem o fator positivo de uma canção totalmente nova.

Por fim, o último LP chama-se The Essential Tull. A sacada aqui foi genial, já que ao invés de fazer uma mera compilação com os maiores clássicos do Tull, recebemos versões ao vivo totalmente inéditas para faixas que consolidaram a carreira da banda. Concentrando-se em uma apresentação no Hamburg Congress Centrum Halle na Alemanha, em 1982 (citada no LP 1), com Anderson, Barre, Pegg, Conway e Peter Vettese (teclados), ouvimos “Aqualung”, “Locomotive Breath” e a surpreendente “Sweet Dream”, e o sorriso se espalha pela face. Do show no Hammersmith Odeon de 29 de outubro de 1987, com Airey no lugar de Vettese e Doane Perry no lugar de Conway, temos “Songs From The Wood” e “Thick as a Brick”. De uma apresentação no Tower Theatre da Filadélfia em novembro de 1987 (mesma formação do show do Hammersmith), surgem “Living In The Past” e “Farm On The Freeway”, e encerram o último bolachão a versão original de “Bungle in the Jungle” (Warchild), e as canções do compacto “Witch’s Promise”, com a faixa homônima e seu lado B, “Teacher”. Ou seja, uma alegria sem tamanho para os fãs, que após a audição, certamente irá ter uma satisfação tremenda.

A versão enxuta (que também saiu lá fora) veio em formato duplo, com 27 faixas que compilam um pouco de cada um dos cinco álbuns aqui citados, e tem a presença na sua capa interna da árvore genealógica. Porém, mesmo não sendo grandiosa quanto a caixa resenhada, tenho um grande carinho pela versão nacional, já que foi ela a responsável por me apresentar ao Tull (assim como A Classic CaseAqualung e Thick as a Brick) lá no início da década de 90. O que me faz pensar algo um pouco quanto intrigante, ao menos para mim, e que quero compartilhar com vocês.

A árvore genealógica do Tull em 1988

Afinal, quando desse lançamento, o Jethro Tull completava 20 anos como sendo uma banda de carreira longa, tendo lançado diversos discos e modificado a formação por diversas vezes, ou seja, era uma banda dita “antiga”. Que banda surgida em 2000 tem hoje o status que o Jethro Tull tinha em 1988, ou até mesmo a carreira/relevância/”velhice” da trupe de Anderson? Sei lá, parece que o tempo passou mais devagar agora, ou aqueles 20 anos do Jethro Tull entraram em uma viagem espacial na velocidade da luz, e com isso se transformaram em mais ou menos 50 anos. Se bem que pensando bem, isso tem lógica, já que a música do Tull nos faz viajar longe rapidamente. Reflexões de um físico em época de quarentena …

Track list

20 Years Of Jethro Tull – The Definitive Collection

The Radio Archives

1. Song For Jeffrey

2. Love Story

3. Fat Man

4. Bourée

5. Stormy Monday Blues

6. A New Day Yesterday

7. Cold Wind To Valhalla

8. Minstrel In The Gallery

9. Velvet Green

10. Grace

11. The Clasp

12. Pibroch (Pee Break) / Black Satin Dancer (Instrumental)

13. Fallen On Hard Times

Rare Tracks (Released But Only Just)

1. Jack Frost And The Hooded Crow

2. I’m Your Gun

3. Down At The End Of Your Road

4. Coronach

5. Summerday Sands

6. Too Many Too

7. March The Mad Scientist

8. Pan Dance

9. Strip Cartoon

10. King Henry’s Madrigal

11. A Stitch In Time

12. 17

13. One For John Gee

14. Aeroplane

15. Sunshine Day

Flawed Gems (Dusted Down)

1. Lick Your Fingers Clean

2. The Chateau D’Isaster Tapes

3. Beltane

4. Crossword

5. Saturation

6. Jack-A-Lynn

7. Motoreyes

8. Blues Instrumental (Untitled)

9. Rhythm In Gold

The Other Sides Of Tull

1. Part Of The Machine

2. Mayhem, Maybe

3. Overhang

4. Kelpie

5. Living In These Hard Times

6. Under Wraps 2

7. Only Solitaire

8. Cheap Day Return

9. Wond’ring Aloud

10. Dun Ringill

11. Salamander

12. Moths

13. Nursie

14. Life’s A Long Song

15. One White Duck / 0¹º = Nothing At All

The Essential Tull

1. Songs From The Wood

2. Living In The Past

3. Teacher

4. Aqualung

5. Locomotive Breath

6. Witch’s Promise

7. Bungle In The Jungle

8. Farm On The Freeway

9. Thick As A Brick

10. Sweet Dream

Track list

20 Years Of Jethro Tull

1. Stormy Monday Blues

2. Love Story

3. A New Day Yesterday

4. Summerday Sands

5. March The Mad Scientist

6. Lick Your Fingers Clean

7. Overhang

8. Crossword

9. Jack-A-Lynn

10. Part Of The Machine

11. Mayhem, Maybe

12. Kelpie

13. Wond’ Ring Aloud

14. Dun Ringill

15. Life’s A Long Song

16. Nursie

17. Grace

18. Witch’s Promise

19. Living In The Past

20. Aqualung

21. Locomotive Breath


Classificação de todos os seis álbuns de estúdio de Drake

 Drake

O rapper canadense Drake é um dos artistas de maior sucesso em seu gênero. Ele é conhecido por reunir alguns dos melhores talentos do setor. O lançamento de seu último álbum aconteceu em 2021, mas, surpreendentemente, alguns de seus trabalhos mais antigos são os melhores. O artista de grande sucesso lançou seis álbuns de estúdio em outubro de 2021. Não é certo dizer que ele já lançou um álbum ruim, apenas alguns deles são melhores que outros. Drake é um dosos profissionais mais respeitados em seu nick of the woods. Ele é uma estrela global com um exército de fãs que estão muito felizes em oferecer sua opinião sobre a classificação de seus álbuns favoritos. Nós exploramos seus pensamentos e opiniões sobre os lançamentos de álbuns de estúdio de Drake para descobrir o que eles pensam e quais são seus favoritos. Aqui estão todos os seis álbuns de estúdio de Drake classificados do pior ao melhor.

6. Scorpion


De acordo com o jornal nacional, o lançamento de Scorpion em 2018 trouxe uma nova onda de respeito ao artista, se é que isso é possível. Scorpion surgiu quando as plataformas de streaming estavam se tornando a moda e quanto mais músicas você lança, mais rico você fica. Scorpion foi o equivalente a um álbum duplo com 90 minutos de gravação e 25 faixas. Não foi seu álbum mais amado devido a várias faixas aparentemente desconexas, mas a estrela brilhante deste lançamento foi o hit “God's Plan”, que subiu nas paradas no ano de seu lançamento. A canção simples ressoou com uma grande variedade de pessoas em sua simplicidade e mensagem direta. Não refletia a escuridão que vimos em algumas de suas obras. Drake é um profissional multifacetado e é capaz de nos mostrar aspectos de sua personalidade através de sua música.

5. Certified Lover Boy


Este é o álbum mais recente lançado por Drake, surgindo em 2021. Não é o lançamento com classificação mais baixa, mas está chegando perto. Ele vem em penúltimo lugar, marcando um pouco mais alto com os fãs do que o Scorpion de 2018. Certified Lover Boy apresenta 21 faixas com uma bela infusão de dez artistas convidados em alguns dos versos. É sempre bom quando Jay-Z está na mixagem enquanto ele canta “Love All”. Drake permitiu um pouco de monotonia demais neste álbum, mas há algumas qualidades redentoras, incluindo Jay Z e a popular música-título “Certified Lover”, que alcançou os sucessos nas plataformas de streaming. Mesmo que o álbum não tenha obtido as classificações mais altas, Drake ainda é uma lenda.

4. Views


O álbum Views é o álbum de estúdio de 2016 que foi um dos álbuns mais bem recebidos do passado. Foi lançado em um momento em que Drake estava em seu auge. Ele ainda é popular, mas todos sabemos que o rap e outros artistas da música tendem a subir e descer como as marés do oceano. 2016 foi um ano em que Drake estava no auge de sua criatividade e do apelo que tinha com o público. Este álbum foi diversificado e contou com Mary J Blige cantando “Weston Road Flowers” ​​para adicionar um pouco de alma à personalidade geral do álbum. Drake estava se divertindo experimentando e funcionou a seu favor com ótimas críticas e altas vendas de álbuns.

3. If You’re Reading This It’s Too Late

 

Complex lista este álbum produzido pela gravadora Cash Money como o terceiro maior álbum de sua carreira até agora. Alguns dos pontos altos deste lançamento incluem Travi$ Scott e Lil Wayne. havia algo sobre esse álbum que alcançou o lado primitivo dos fãs de Drake, incluindo a música titular “Se você está lendo isso, é tarde demais”, que iluminou as ondas do rádio. Este álbum era diferente de seus álbuns anteriores e tinha um lado mais sombrio que parecia atrair um público mais amplo. Este álbum foi lançado em 2015, quando Drake estava atingindo um pico impressionante em sua carreira.

2. Nothing Was the Same

 

O segundo melhor álbum da carreira de Drake é Nothing Was the Same. Foi um lançamento de 2013 sob a OVO Sound, Yung Money, Cash Money e Repulic, com vários produtores apoiando a queda. Alguns dos convidados mais notáveis ​​​​do álbum incluem Detail, Sampha, Jay Z , Majid Jordan e Jhene Aiko. Este álbum apresentou o single “Started From the Bottom”, que foi um indutor automático de fama. O álbum foi lançado em setembro, depois que o single teve tempo de atrair a multidão. Este é o terceiro álbum de estúdio de Drake e apresenta algumas de suas melhores introduções de todos os tempos. É puro conteúdo sem os enchimentos que ouvimos em alguns de seus álbuns posteriores. Drake estava no ponto e estava jogando seu melhor jogo na cena do rap.

1. Take Care

 

Os fãs votaram de forma esmagadora que Take Care é o melhor álbum de estúdio de Drake até agora. O lançamento de 2011 apresenta alguns dos maiores nomes da indústria, incluindo Andre 3000, Lil Wayne, Rick Ross, Nicki Minaj, Birdman, Kendrick Lamar, Rihanna e The Weeknd. Com esse tipo de escalação, os fãs que apoiaram Drake em 2011 sentem que é uma reunião de família quando pensam em Take Care. Tornou-se o clássico clássico de Drake. É uma das melhores misturas de seus raps e simping. É um dos trabalhos mais empolgantes e dinâmicos que ele já produziu. Drake elevou a fasquia quando lançou Take Care. Esse é o perigo de ser um pouco bom demais. Então, espera-se que você faça a mesma coisa repetidamente, ou talvez até leve para o próximo nível. Honestamente, para onde ele poderia ir a partir daqui? Ele representou bem o Canadá e deixou todos orgulhosos.


BIOGRAFIA DE Marc Anthony

 

Marc Anthony

Marco Antonio Muñiz Ruiz, mais conhecido por Marc Anthony (Nova Iorque16 de setembro de 1968) é um compositor e cantor norte-americano, filho de pais porto-riquenhos, popular na América Latina pelas suas baladas e pela salsa. Anthony deu início à sua carreira musical integrando a dupla Little Louie & Marc Anthony em meados da década de 1980, chegando a alcançar primeira colocações nas tabelas musicais estadunidenses na década seguinte. Posteriormente, com sua transferência à gravadora RMM Records, Anthony dedicou-se exclusivamente à salsa até lançar sua versão de "Hasta que te conocí" (originalmente gravada por Juan Gabrie), atingindo um estrondoso sucesso internacional.

Venceu o Grammy Latino de Melhor Canção em 2000 com a música Dímelo.

É casado desde janeiro de 2023 com a modelo e Miss Paraguai 2021 Nádia Ferreira

Biografia

Marc Anthony nasceu sob o nome de Marco Antonio Muñiz Ruiz na cidade de Nova York, filho de Guillermina, uma dona-de-casa e de Felipe Muñiz, músico e trabalhador no refeitório de um hospital. Os seus pais são de origem porto-riquenha. Tem uma irmã chamada Yolanda Muñiz.

Marc Anthony é abertamente defensor das ideias do Partido Democrata, tendo forte interesse por política. O cantor performou "The Star-Spangled Banner", o hino nacional estadunidense na Convenção Nacional Democrata de 2012,[2][3] que elegeu Barack Obama como candidato às eleições presidenciais daquele ano.[4] Anthony é católico romano praticante.[5][6]

Casamentos e descendência

Marc Anthony casou-se primeiramente com Debbie Rosado, com quem teve a filha Ariana em 1994.[7][8]

Posteriormente, em 9 de maio de 2000 o cantor casou-se com a Miss Universo Dayanara Torres numa cerimônia em Las Vegas. O casamento rendeu-lhe dois filhos: Cristian Anthony Muñiz (nascido em 2001), batizado em homenagem ao cantor mexicano Cristian Castro,[9] e Ryan Anthony Muñiz (nascido em 2003). Devido a problemas de relacionamento, o casal separou-se em meados de 2002, renovando os votos em dezembro do mesmo ano em Porto Rico. O casamente teve um fim definitivo em 2004.

Jennifer Lopez e Marc Anthony, em 2011

Apenas quatro dias depois de seu divórcio, Marc casou com a cantora e atriz Jennifer Lopez, com quem teve os filhos mais novos, os gêmeos Emme Maribel Muñiz e Maximillian David Muñiz, nascidos em 22 de fevereiro de 2008. Depois de muitos boatos de que Marc estava traindo Jennifer Lopez, foi confirmado o divórcio entre os dois. No entanto, em 9 de abril de 2012, o casal anunciou sua separação e o início do processo de divórcio, concluído somente em 16 de junho de 2014.

Em 11 de novembro de 2014, Marc Anthony casou-se com a modelo venezuelana Shannon de Lima na República Dominicana.

Em 28 de janeiro de 2023 casou-se com com a modelo e Miss Paraguai 2021, Nádia Ferreira. O casal anunciou que espera um filho somente duas semanas depois. [1]

Carreira

Ganhou notoriedade após participar do CD Planet Pit em parceria com o rapper americano, Pitbull na faixa Rain Over Me em 2011.

Em 2013, o cantor performou a canção tradicional "God Bless America" no Jogo das Estrelas da Major League Baseball, no Citi FieldNova Iorque.[10] Apesar do cantor ser um cidadão estadunidense de pais porto-riquenhos, mas nascido e criado na cidade de Nova Iorque, várias postagens no Twitter criticaram sua escolha como cantor do hino, sugerindo que ele fosse latino-americano. Em contrapartida, a Liga Antidifamação mostrou-se contra tais comentários, alguns ofensivos.[11]

Discografia


  • 1988: Rebel
  • 1991: When the Night is Over
  • 1993: Otra Nota
  • 1995: Todo a Su Tiempo
  • 1997: Contra la Corriente
  • 1999: Marc Anthony
  • 2001: Libre
  • 2002: Mended
  • 2004: Amar Sin Mentiras
  • 2004: Valió la Pena
  • 2007: El Cantante
  • 2010: Iconos
  • 2013: 3.0

Filmografia

Investimentos imobiliários

Em 2009, ele e sua então esposa JLo entraram para o clube de sócios do Miami Dolphins, ao lado de diversas personalidade, como Gloria e Emilio EstefanVenus e Serena Williams, e a também cantora Fergie. Anthony e Lopez investiram em diversas áreas durante seu casamento, chegando a financiar duas mansões em Brookville, Nova Iorque.

Prêmios e indicações

Grammy Latino

AnoCategoriaIndicaçãoResultado
2000Canção do AnoDímeloVenceu
Gravação do AnoDímeloIndicado
Melhor Performance Vocal de Pop MasculinaDímeloIndicado
Melhor Performance Vocal de Pop por Dupla/GrupoNo me Ames (com Jennifer Lopez)Indicado
Melhor Canção TropicalDa la VueltaIndicado
Melhor Vídeo MusicalNo me Ames (com Jennifer Lopez)Indicado






Ryuichi Sakamoto - 1996 (1996)

1996 (1996)
1996 é um projeto bastante incomum. É basicamente uma lista de reprodução glorificada, compilando décadas de composições em um pacote compacto, reduzindo-as de um nível cinematográfico a um nível profundamente íntimo.

No entanto, para mim, é uma fonte fundamental de reflexão e contemplação. Ele tira todo o estresse e a pressão externa e mergulha a pessoa no cenário de desempenho. Restam apenas um piano, um violino e um violoncelo trabalhando em perfeita harmonia e equilíbrio. Eles parecem estar conversando um com o outro; não um debate ou uma discussão, mas, no entanto, uma conversa íntima. Quando um instrumento começa a tocar uma passagem atonal mais complexa, os outros se juntam sem qualquer hesitação, até que todos estejam novamente em sincronia. É uma lição de empatia, apoio e cooperação. Na vida, haverá momentos em que você ficará sobrecarregado de estresse e desafios que parecem impossíveis de superar. Vivenciar 1996 me lembra de respirar fundo, compartilhar meus sentimentos e encontrar a beleza em cada momento que passa enquanto estamos aqui.

Em particular, o piano de Sakamoto incorpora essa ideia para mim. Em vez de escrever passagens tecnicamente difíceis o tempo todo, ele dá um passo para trás para apoiar o grupo enquanto ainda toca cada nota com perfeita precisão e sensibilidade. Esse é o aspecto que acho mais importante quando toco piano também, senão perco o interesse. As cordas são igualmente delicadas, adicionando contrapontos e harmonias perfeitas sobre o piano para criar músicas que não perdem um único momento.

1996 não é uma escuta desafiadora, mas é um daqueles discos que mais recompensa quem passa mais tempo com ele. Projetos como esse alimentam meu amor pela música e trazem alegria e inspiração para a vida das pessoas.


JPEGMAFIA x Danny Brown - Scaring the Hoes (2023)

JPEGMAFIA x Danny Brown
Scaring the Hoes, de JPEGMAFIA e Danny Brown, é uma explosão de trinta e seis minutos cheia de humor sardônico e lirismo excêntrico, mostrando os dois rappers em algumas de suas melhores sequências criativas de todos os tempos. Este álbum documenta duas das vozes mais célebres e experimentais do hip hop contemporâneo reunindo-se com alguns resultados surpreendentemente espetaculares e caóticos.

Este álbum tem mais em comum com a produção hiperativa característica de JPEGMAFIA do que com as técnicas de samples de jazz mais elegantes de Danny, mas cada artista se encaixa perfeitamente nas especialidades artísticas de seu parceiro em todas as quatorze canções colaborativas. Lean Beef Patty e a faixa-título reorganizaram as expectativas e surpreenderam antes do lançamento do álbum, mas esses singles assumem um novo contexto ao colocar a deliciosamente fora de forma Steppa Pig e apresentar o resto do LP. Garbage Pale Kids toca metalicamente dentro de uma cela de prisão de guitarra elétrica, e Fentanyl Tester mergulha seus dedos radioativos em cubas de IDM borbulhante. Às vezes, essa abordagem dispersa da fusão de gêneros parece um ataque aos sentidos, mas peças como Burfict! e Kingdom Hearts Key implicam,

Por mais que o gospel reforçado com graves de God Loves You e a espinha dorsal da selva de Jack Harlow Combo Meal aprimorem seus respectivos arranjos, Scaring the Hoes como um todo às vezes parece uma exibição de estilo sobre substância. A agressividade do álbum decorre em grande parte de seus instrumentais, e cada verso mal tem tempo para respirar antes que outra mudança de batida tire o fôlego de uma faixa. No momento, porém, esse turbilhão é viciante e divertido, e é somente depois que a montanha-russa para que essas críticas surgem. No final das contas, JPEGMAFIA e Danny Brown tiveram sucesso em sua missão de tirar o mundo de seu eixo com uma bomba de fumaça de ritmo de vanguarda e escrita maluca.


Liturgy - 93696 (2023)

93696 (2023)
O mais recente de uma linha de lançamentos impressionantes do grupo de metal experimental Liturgy, do Brooklyn, é o mais ambicioso e impressionante até agora. Além disso, é o maior em escopo e comprimento.

Este é um álbum de ruído organizado. É alto com guitarras intensas, bateria rápida e gritos, sim; mas nisso há um verdadeiro senso de beleza nos tons e na atmosfera geral. No entanto, embora a instrumentação e a entrega sejam lindas, a produção é confusa e caótica. Você nunca sabe quando será a próxima falha com gagueira e trará uma linha de guitarra/bateria inteiramente nova com novas emoções ao lado dela.

Também há muitos momentos suaves aqui. Seja a introdução ou outro, ou linha de faixas de "Angel of Hierarchy" a "Angel of Emancipation", trazendo um interlúdio ambiente para a dádiva de Deus do resto do álbum.

Sejam 14 ou 2 minutos, todas as músicas deste álbum são fantasticamente tocadas e executadas para soar tão vanguardista e majestoso. Liturgy é brilhante porque eles soam tão diferentes de todos os grupos de metal que eu já ouvi. Eles não são feios ou crus, eles são lindos sonoramente de uma forma que poucas bandas são. "93696" é a liturgia mais pura por uma hora e meia e é uma das melhores experiências de metal dos últimos anos.


Destaque

Malefic Oath – The Land Where Evil Dwells (Demo 1992)

  Country: Netherlands   Tracklist   1. Intro 01:04 2. Prediction Of The Unborn Son 04:34 3. The Endless Way To The Unknown 03:11 4. Garde...