quarta-feira, 12 de abril de 2023

Classificação de todos os álbuns de estúdio do Duran Duran

 Duran Duran

Desde que surgiram como parte da cena New Romantic do início dos anos 1980, o Duran Duran dividiu a opinião. Eles inspiram intensa lealdade em seus fãs (que são muitos), mas tendem a atrair olhares vazios ou escárnio direto dos outros. Independentemente de você ser um amante ou um odiador, não há como discutir o sucesso deles. Eles dominaram a década de 1980 e, apesar de alguns pequenos contratempos comerciais, tiveram sucesso contínuo nas paradas desde então. Com mais de 100 milhões de discos vendidos em seu currículo coletivo, eles agora se classificam como uma das bandas musicais mais vendidas do mundo. Veja como classificamos todos os álbuns do Duran Duran do pior ao melhor.

15. Thank You


Após o sucesso do álbum autointitulado do Duran Duran em 1993, as esperanças estavam altas para seu próximo lançamento…. esperanças que desabaram no chão no momento em que as pessoas ouviram o que era. Embora você não possa culpar a ambição de Thank You, você pode culpar sua intenção. Há certas coisas que o Duran Duran simplesmente não deveria fazer, e cobrir pesos pesados ​​como Lou Reed, Iggy Pop, Public Enemy, Bob Dylan e Sly and the Family Stone é uma delas. O cover de White Lines do Grandmaster Melle Mel é aceitável, mas é melhor evitar o resto do álbum.

14. Red Carpet Massacre


Como comentários do difusor.fm , o Red Carpet Massacre é um caso raro em que a colaboração com uma equipe de inovadores não trouxe nenhum benefício para o Duran Duran. A colaboração de Justin Timberlake e Timbaland, Nite Runners, tem muito talento, e há muito o que gostar em Falling Down e Tricked Out também. Mas o álbum simplesmente não se encaixa, principalmente nas faixas que envolvem o produtor Danja.

13. Liberty

 

Quando o relógio marcou 1990, Duran Duran e todas as outras grandes bandas de rock dos anos 80 de repente se viram em desuso e desatualizados. Você realmente não poderia culpá-los por não terem um Plano B, pois ninguém havia previsto a rapidez com que os gostos mudariam. Você pode culpá-los (pelo menos um pouco) pelo Liberty sem brilho, que, além de uma leve pitada de joias, é um de seus esforços mais letárgicos e sem brilho até hoje.

12. Pop Trash

 

Na época em que Duran Duran lançou Pop Trash em 2000, apenas Simon LeBon e Nick Rhodes permaneceram na formação clássica da banda – o que pode explicar por que eles soam tão distantes do auge dos anos 80. Existem algumas baladas adoráveis ​​espalhadas por toda parte, mas a produção exagerada mata a maioria das músicas antes que elas tenham a chance de provar seu valor. De todos os seus lançamentos, é um dos mais esquecidos... por um bom motivo.

11. Astronaut


O décimo primeiro álbum da banda, Astronaut, foi lançado em setembro de 2004. Foi o primeiro álbum completo desde Seven and the Ragged Tiger, de 1983, a apresentar a formação clássica da banda. Os fãs claramente apreciaram a chance de ouvir os cinco fabulosos em toda a sua glória, colocando o álbum em 17º lugar na Billboard 200 dos EUA e entre os dez primeiros em vários outros países. Os críticos não gostaram muito, mas faixas como o hit dance nº 1 (Reach Up for The) Sunrise e a excelente faixa-título pelo menos deram a eles algo para mastigar.

10. Big Thing

 

O quinto álbum de estúdio do Duran Duran, Big Thing, não foi o que alguém descreveria como um sucesso de crítica. All Music o chamou de “álbum mais decepcionante”, o que praticamente resumiu o consenso geral. Mas o tempo, se não o redimiu completamente, pelo menos permitiu que as pessoas apreciassem os méritos de canções como o techno-rocker Lake Shore Driving e o arranjo exuberante de Do You Believe in Shame?

9. Notorious

 

Em 21 de novembro de 1986, Duran Duran lançou seu quarto álbum de estúdio, Notorious. Foi o primeiro álbum sem o guitarrista Andy Taylor e o baterista Roger Taylor, e suas ausências são tangíveis. O álbum apresentou uma nova direção do funk-pop, completo com vocais em falsete e sopros agudos de trompa. É um álbum que você vai odiar ou amar... embora a maioria dos fãs parecesse gostar bastante na época, com o álbum alcançando a 16ª posição no Reino Unido e a 12ª posição na Billboard 200.

8. Medazzaland


Em Medazzaland, Duran Duran se aprofundou na experimentação eletro. Não caiu bem com os fãs, e o fraco desempenho levou à separação do Duran Duran e da EMI depois de duas décadas. Mas há algumas músicas muito sólidas se você procurar por elas, como a melancólica Midnight Sun e o futurístico synthrock de Big Bang Generation.

7. Paper Gods

 

Em 2015, Duran Duran fez um grande retorno com Paper Gods, um álbum elegante e objetivo que provou ser um grande sucesso tanto para críticos quanto para fãs. No Reino Unido, alcançou o 5º lugar nas paradas, tornando o Duran Duran um de um grupo muito pequeno de bandas que alcançaram um recorde de 5 sucessos em quatro décadas consecutivas. Nos Estados Unidos, alcançou a décima posição, tornando-se seu primeiro hit no top ten desde Duran Duran, de 1993 .

6. Seven and the Ragged Tiger

 

Algumas pessoas criticaram a escrita de Seven and the Ragged Tiger como sendo inescrutável ou, em alguns casos, simplesmente sem sentido. Mas sem sentido ou não, as músicas em si são excelentes, particularmente em destaques como Take the Dice, New Moon na segunda-feira e o hit número 1, The Reflex. Lançado em novembro de 1983, tornou-se o primeiro e até agora único álbum nº 1 nos Estados Unidos.

5. Duran Duran


O álbum de estreia do Duran Duran é uma cunha de pop puro e sem remorso com algumas dicas de new wave, um toque de disco e muitas guitarras da era espacial. Pode não ter o polimento de alguns de seus álbuns posteriores, mas seu frescor e vitalidade são irresistíveis. Lançado em junho de 1981, alcançou o terceiro lugar na parada de álbuns do Reino Unido e permaneceu no top 100 por surpreendentes 118 semanas, certificando a platina em apenas 6 meses.

4. Future Past

 

Este ano, Duran Duran voltou com Future Past, um álbum que encontra a banda em uma forma particularmente boa. As letras são fortes, com mais profundidade emocional do que muitos esperariam do Duran Duran, e a performance da banda é excepcionalmente forte. Lançado em outubro de 2021, alcançou a terceira posição na parada de álbuns do Reino Unido e a posição 29 na Billboard 200 dos EUA.

3. Duran Duran (The Wedding Album)

 

Após o decepcionante Liberty, Duran Duran se recuperou em grande estilo em 1993 com o excelente Duran Duran (The Wedding Album). Tudo mudou para melhor, desde a composição até a experimentação e a produção. Um sucesso comercial, alcançou o top 5 no Reino Unido e o top 10 nos Estados Unidos.

2. All You Need Is Now


Juntar-se a um hitmaker como Mark Ronson nunca é uma má ideia. Certamente fez maravilhas para o Duran Duran. Com seu som retrô, grandes ganchos e batidas irresistíveis, All You Need Is Now é um lembrete de quão bom o Duran Duran pode ser quando está disparando em todos os cilindros. Lançado em 21 de dezembro de 2010, o álbum alcançou a 11ª posição no UK Album Chart e a 29ª posição na Billboard 200.

1. Rio

 

Finalmente, chegamos ao Rio, um álbum que até mesmo o mais severo crítico do Duran Duran teria dificuldade em apontar falhas. Tudo vem junto em um pacote limpo e perfeito: a composição é forte, as influências díspares da banda trabalham juntas em harmonia, a produção é precisa e os vocais são deliciosos. Lançado como o segundo álbum da banda em 1982, alcançou o primeiro lugar na Austrália e no Canadá, o segundo no Reino Unido e o sexto nos Estados Unidos, alcançando o status de dupla platina.


The Beatles – Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (Gift Box Anniversary Edition) [2017]

 



No dia 01 de junho de 2017, o álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, oitavo na carreira do mais famoso grupo de Liverpool, The Beatles, completou 50 anos de estrada. Para muitos, é o melhor álbum de todos os tempos. Para outros tantos, um disco que mudou a história da música. Dele, faixas como “With a Little Help from My Friends”, “Lucy in the Sky with Diamonds” e principalmente “A Day in the Life” entraram para os anais das grandes composições da história, e estabeleceu os Fab Four como uma das maiores bandas de sua geração. Além disso, sua icônica capa causou um rebuliço na indústria das artes de discos. Com certeza, a partir de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, com sua capa gatefold e as letras indexadas na contra-capa, os demais artistas começaram a prestar atenção nos agrados aos ouvintes não só para ouvidos, mas também para os olhos.

Obviamente que um álbum de tamanha importância não podia deixar de ter um relançamento especial em seu aniversário de cinquenta anos, e assim o foi. No mundo inteiro, pipocaram edições limitadas, remasterizadas e o diabo a quatro em relação a ele. Curiosamente, no Brasil, país que costumeiramente não é muito adepto a versões especiais com tiragens exclusivas, a união das editoras Sonora Editora, Band up e Universal gerou talvez o mais legal dos lançamentos feitos para comemorar o aniversário de Sgt. Pepper’s …

Todo o material da Gift Box

Trata-se da versão Gift Box Anniversary Edition. Lançada no formato do lendário bumbo da “Banda dos corações solitários”, e aprovado pela Apple Corps, empresa responsável pelos lançamentos dos Beatles ao redor do mundo, a Gift Box já vale a aquisição somente por seu formato. Mas o que há no seu interior é um belo adendo para uma caixa luxuosa.

Para começar, uma versão remixada e remasterizada de Sgt. Pepper’s …, vinda em um CD. O processo de trabalho de remixagem e remasterização ficou a cargo de Giles Martin, e com essa nova sonoridade, podemos ouvir em mais detalhes o trabalho árduo que John, Paul, George e Ringo, acompanhados do produtor George Martin, tiveram para criar a obra. O CD vem embalado em uma linda versão Mini-LP, gatefold conforme o vinil, e trazendo um belo encarte de 32 páginas. Ele já começa com uma rara imagem de capa alternativa para o disco, com os quatro beatles em ordem inversa (Ringo, George, Paul e John, da esquerda para a direita, e não John, Ringo, Paul e George, como o original).

Páginas indicando as pessoas e objetos na capa do LP

Ao longo do encarte, textos – todos em inglês – de Paul McCartney, George Martin, Giles Martin e um breve resumo do processo de construção do disco, bem como detalhes da criação da capa. Inclusive, duas páginas são dedicadas a apresentar todos os artistas e objetos que estão na capa de Sgt. Pepper’s … (87 no total). Imagens raras dos fab four e as letras do disco encerram o encarte. O famoso Picture Card também está presente, no seu formato mini-encarte. Duvido que alguém irá um dia cortar ele.

Uma camisa oficial exclusiva – em tamanho único – e um pôster especial, no formato 52,5 x 26 cm, com impressão em alta definição, também se fazem presentes. Complementando a caixa, o livro Paz, Amor e Sgt. Pepper, Os Bastidores do Disco Mais Importante dos Beatles. Ele conta as mais detalhadas memórias do produtor e quinto Beatle George Martin sobre os bastidores da produção do disco. No livro, temos transcrições e depoimentos exclusivos de Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr, além de material de arquivo de John Lennon.

Outras imagens do encarte

O livro de 194 páginas foi lançado originalmente em 1995, e é um achado para quem quer conhecer as intempéries, bonanças e detalhes da construção de Sgt. Pepper’s … A partir das memórias de George Martin, temos 20 capítulos, cada um nomeado com uma frase de uma canção do conjunto, e com narrando desde quando conheceu os quatro garotos de Liverpool, e decidiu produzi-los, as origens da gravação de “Strawberry Fields Forever”, em 24 de novembro de 1966, e que conduziram às maravilhosas criações de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band. O legal é que a versão brasileira traz um Prefácio especial para nosso país.

Os capítulos possuem também as datas de registros das canções do disco, bem como informações de que instrumento ficou em qual canal, detalhes interessantes de cortes, mixagens e transposições de fitas, e muito trabalho árduo madrugadas adentro. Detalhes da construção da famosa capa do disco também estão presentes, pelo olhar do produtor, claro. Algumas imagens, comentadas por George, também se fazem presentes. E falando em comentários, é aqui que George Martin lançou a famosa resposta aos meninos quando perguntado sobre Pet Sounds, no caso, se conseguiriam fazer um disco tão bom quanto aquele. A resposta: “Podemos fazer melhor“. Aqui também fica a afirmação do produtor de Sgt. Pepper’s … não é considerado por ele como o melhor trabalho dos ingleses (Abbey Road é o responsável por tal posição), mas que a importância do disco vai muito além das canções que nele estão registradas.

Enfim, Gift Box Anniversary Edition é uma obra de luxo para se destacar em sua prateleira. Músicas ótimas, textos ótimos e informações adicionadas em um bumbo legitimamente brasileiro, que em breve, irá virar raridade no mercado mundial.


Box Set: Metallica – Death Magnetic [2008]


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Há alguns tempo, fiz a resenha do box set Station to Station, de David Bowie, e ressaltei a minha decepção do ponto de vista musical que aquele box propicia ao fã. Salva aquele box um vasto material visual, como fotos inéditas, colecionáveis, bottons e o álbum ao vivo Live Nassau Coliseum ’76.
Pois a caixa Death Magnetic do Metallica supera a decepção que Station to Station me causou. Afinal, trata-se de um box caça-níqueis que serve apenas para arrancar algumas doletas dos fãs do grupo, e ser um grande objeto para pegar pó na sua estante.
A propaganda exalta: cinco vinis; o álbum completo, uma exclusiva arte do grupo; todas as letras das canções de Death Magnetic. Você fica pensando: “Cinco vinis, puxa, deve ter um monte de material inédito!”. Nada disso.
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Capa e contra-capa do Box aqui resenhado

Os cinco vinis possuem apenas as canções de Death Magnetic, e nada mais. Gravados em 45 rpm, cada lado vinil possui uma única canção, e assim, ocupam-se os dez lados dos cinco vinis. Decepção total.
Os vinis estão inseridos em capas individuais, e sim, existe uma litografia com a foto de Lars Ulrich (bateria), James Hetfield (guitarra, vocais), Kirk Hammet (guitarras) e Robert Trujillo, mas nada demais. Complementam esse fracasso de box set um encarte com as letras do álbum e o CD com as dez canções, inserido em um envelope para CDs totalmente branco.
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Capas dos vinis, encarte e litografia com a foto do grupo

Sinceramente, bem que o Metallica poderia ter caprichado e feito um Box decente como o de Live: Sh*t, Binge & Purge (1993), ou ao menos ter inserido o EP Beyond Magnetic, se bem que esperar coisa boa do Metallica nos últimos anos, não é algo que seja muito entusiasmante não.
Não jogue seu dinheiro fora. Compre o vinil original de Death Magnetic e junte seu dinheiro para o box citado acima, resenhado aqui por nosso colega Pablo Ribeiro. Esse sim, uma valiosa aquisição para o verdadeiro fã do quarteto californiano. Ou então, vasculhe pela versão de Death Magnetic no formato de caixão, a qual estou procurando para a minha coleção.
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Contra-capas e encarte com letras

Track list

1. That Was Just Your Life
2. The End of the Line
3. Broken, Beat & Scarred
4. The Day That Never Comes
5. All Nightmare Long
6. Cyanide
7. The Unforgiven III
8. The Judas Kiss
9. Suicide & Redemption
10. My Apocalypse

 


Saxon – Thunderbolt (DELUXE EDITION) – [2018]

 

 O grupo Saxon lançou seu vigésimo segundo álbum de estúdio, Thunderbolt. O disco mantém o peso e as ótimas composições que os velhinhos da NWOBHM tem lançado nessa década. A formação com Biff Byford (vocais), Paul Quinn (guitarra), Doug Scarratt (guitarra), Nibbs Carter (baixo) e Nigel Glockler (bateria), está estabilizada desde 2006, mostrando que a química entre eles é de alto nível.

Ao longo de suas onze faixas, destaque para as pesadas “Predator”, “Nosferatu (The Vampires Waltz)” e a faixa-título, a bela homenagem aos roadies em “Roadie’s Song”, bem como a Lemmy Kilminster em “They Played Rock And Roll”, com o próprio Lemmy surgindo no meio da faixa, para entoar o nome da canção (lembrando que o álbum é dedicado a ele), e um grandioso solo de e as referências das mitologias nórdicas de “Sons of Odin (e sabbháticas, já que é impossível não lembrar de “Heaven and Hell” nesta faixa) e celtas de “A Wizard’s of Tale”.

O material da versão DELUXE

Biff está impecável nos vocais, Glocker está mandando ver na bateria, Carter mostra um competente e seguro apoio para as viradas de Carter, e a dupla de guitarras afiadíssima, principalmente nos solos de “Sniper”, “The Secret of Flight”. Ainda, as constantes homenagens aos carros turbinados também estão presente, aqui na faixa “Speed Merchants”.

Os últimos lançamentos têm recebido versões especiais. Ano passado, a belíssima caixa Solid Book of Rock, com 11 CDs e 3 DVDs, recuperou os álbuns lançado pelos britânicos nos anos 90 e 2000 (a saber, Solid Ball of Rock (1991), Forever Free (1992), Dogs of War (1995), Unleash the Beast (1997), Metalhead (1999), Killing Ground (2001), Lionheart (2004), The Inner Sanctum (2007) e Into the Labyrinth (2009)) acompanhada de diversos extras. Battering Ram (2015) teve uma versão lindíssima, no formato box, com camiseta, CD, LP e mais um CD extra com uma apresentação da banda na Suécia, em 2011. Sacrifice (2013) teve uma tiragem especial acompanhada de um moleton, CD e mais um CD ao vivo com uma apresentação na Holanda.

Capa do CD Loud, Proud and Live

Da mesma forma, o sensacional novo disco também recebeu uma versão DELUXE. A nova caixa não traz nenhum adereço de vestimenta como as duas antecessoras, o que já é um agravante a menos para adquiri-la, mas contém um CD extra. Aqui, a apresentação é batizada de Loud, Proud And Live – Official Bootleg, com registros da turnê da Battering Ram pela Europa, e talvez seja a única dentro da caixa. Afinal, apenas aqui você irá conseguir ouvir in the act as faixas “Battering Ram”, “Sacrifice”, “The Devil’s Footprint”, “Chasing The Bullet” e “Queen Of Hearts”, acompanhadas das clássicas “Killing Ground”, “20,000 Ft” e “Power And The Glory”.

Pin com o nome da banda

No mais, a caixa apresenta uma (bonita) versão em vinil vermelho, com as 11 canções do lançamento original, o CD com as onze canções, mais a bônus “Nosferatu”, em uma versão “crua”, e um K7 com as mesmas canções do LP. Para finalizar, um pequeno pin com o logo da banda fecha o lançamento que é bem decepcionante em comparação aos seus antecessores. E para os fãs não tão colecionistas assim, vale mais a pena investir na Special Edition que foi lançada na Europa, já que musicalmente, apresenta tanto Thunderbolt na íntegra como o CD ao vivo vindo como extra.

O preço médio da caixa aqui no Brasil está girando entre 350 e 500 reais. No exterior, você consegue entre 150 e 300 reais, mas o problema é o frete. Porém, devido aos baixos itens de colecionador, somente se você for um fã ardoroso da banda, que coleciona tudo o que eles estão lançando, é que recomendo essa versão. Caso contrário, contente-se com a versão normal em CD, ou a versão limitada em vinil vermelho, que estará tendo em mãos uma obra de excelência musical, e também alguns bons trocados no bolso.

Track list

Thunderbolt LP, K7 e CD

1 – Olympus Rising

2 – Thunderbolt

3 – The Secret Of Flight

4 – Nosferatu (The Vampire’s Waltz)

5 – They Played Rock And Roll

6 – Predator

7 – Sons Of Odin

8 – Sniper

9 – A Wizard’s Tale

10 – Speed Merchants

11 – Roadies’ Song

Somente CD

12 – Nosferatu (Raw Version)

As canções do CD bônus

CD: Loud, Proud And Live – Official Bootleg

1 – Battering Ram

2 – Sacrifice

3 – The Devil’s Footprint

4 – Chasing The Bullet

5 – Queen Of Hearts

6 – Killing Ground

7 – 20,000 Ft

8 – Power And The Glory

CLUB MAKUMBA LANÇAM “RESIST DUB MIXES”

 


De uma ideia de Henrique Amaro surgiu o “Resist Dub Mixes” dos Club Makumba, um vinil de 12’’ polegadas com quatro Dub Remixes de Dynamike, reconhecido produtor dub do Porto, e mais duas Dub Mixes de Victor Rice, famoso produtor dub brasileiro a viver em NYC.

Todos os temas são traficados do primeiro disco dos Club Makumba, saído o ano passado. Este novo “Resist Dub Mixes” é uma verdadeira pérola caída no universo dub nacional! Resistência é a palavra de ordem neste vinil que se quer nas pistas de dança de 2023!

Esta edição limitada em vinil será de venda exclusiva nos concertos da banda, estando disponível já esta sexta-feira, 14 de abril, no Musicbox.

Destaque

Megaton - Megaton (1971)

  Pouco se sabe sobre o Megaton, essa banda inglesa lançou apenas um disco homônimo pela Decca em 1971. O som é um Hard rock cativante, com ...