quarta-feira, 12 de abril de 2023

ALBUM DE HEAVY PRORESSIVO

 

Riverside - Riverside 20: The Shorts & The Longs (2021)


E voltamos ao trabalho destes maravilhosos polacos para uma digressão de algumas das suas melhores canções de todos os álbuns incorporados em 4 CDs. Comemorando seus primeiros 20 anos, eles lançaram esta remasterização de canções memoráveis ​​(para dizer a verdade, elas não variam muito das canções originais, mas que bom que são ouvidas uma após a outra!). E que bem que vem, porque serve de introdução ao seu novo e fabuloso novo álbum, acabado de sair do forno e que em breve apresentaremos. Aqui, um disco quádruplo onde se sintetizam 20 anos da sua música muito particular, nem complexa nem aborrecida, sempre com muito bom gosto, muitas vezes com um toque vanguardista ou atmosférico, ora próximo do metal, ora com sensibilidade pop. que nunca é muito pop, mas sempre buscando novos caminhos e nunca ficando no mesmo lugar. Então essa é a primeira parte do Riverside festival no blog da cabeça, porque a segunda parte virá com o novo álbum na manga... algo que aterrissa em breve graças ao LightbulbSun. Nesse ínterim, eles têm isso para revivê-los novamente em grande estilo...

Artista: Riverside
Álbum: Riverside 20: The Shorts & The Longs
Ano: 2021
Gênero: Heavy prog
Duração: 3:56:38
Referência: Qobuz
Nacionalidade: Polônia


"Riverside 20" é duplo, 4 CDs lançados em 2 volumes. Um festival de música que só estes polacos sabem fazer. Para os fãs da banda, aqui tem "Escalator Shrine", "Second Life Syndrome", a excelente "Egoist Hedonist" de "Anno Domini", "Time Travellers", "River Down Below" e algumas coisas do seu lado suave , "Depth of Self-Delusion" e "We Got Used to Us", entre muitas outras canções, num total de 33 canções e nem um segundo a mais.

Tem quase tudo o que você deseja em uma lista de reprodução de Riverside . A maioria das faixas foi originalmente interpretada pelo memorável e único trabalho de guitarra de Piotr Grudzinski (descanse em paz, notável violeiro)...

Tem um volume com músicas mais curtas e outro com músicas mais longas, igual, você vai tocando e a música vai tocando e tocando, CD após CD, e quando acabar você vai tocar de novo, então eu acho que não importa...




Não vamos acrescentar muito mais e não é necessário, há muita música para começar a falar com o cuete.

 
Lista de Faixas:
Disco 1: Vol.1, The Shorts
01. Story of My Dream (5:48)
02. In Two Minds (Remastered) (4:36)
03. Loose Heart (Remastered) (4:47)
04 Acronym Love (Remastered) (4:43)
05. Conceive You (Remastered) (3:41)
06. I Turned You Down (Remastered) (4:35)
07. Panic Room (Radio Edit, Remastered) (3:52)
08. Through the Other Side (Remastered) (4:06)
09. Forgotten Land (Radio Edit, Remastered) (5:10)
10. The Depth of Self-Delusion (Radio Edit, Remastered) (5:00)
11. We Got Used To Us (Remastered) (4:10)
12. Shine (Remastered) (4:08)
13. Lost (Remastered) (5:52)
14. Addicted (Remastered) (3:59)
15. Time Travellers (Radio Edit, Remastered) (5:19)
16. Vale of Tears (Remastered) (4:49)
17. Guardian Angel (Remastered) (4:24)
18. Lament (Remastered) (5:06)
19. River Down Below (Radio Edit, Remastered) (4: 26)

Disco 2: Vol.2, The Longs
01. The Same River (Remastered) (12:07)
02. DNA Ts Rednum ou F. Raf (Remastered) (7:20)
03. Second Life Syndrome (Remastered) ( 15:41)
04. Dance with the Shadows (Remastered) (11:39)
05. Ultimate Trip (Remastered) (13:13)
06. Rapid Eye Movement 2016 (Remastered) (12:40)
07. Egoist Hedonist (Remastered) ) (8:57)
08. Left Out (Remastered) (10:59)
09. Living in the Past (Remastered) (10:16)
10. Deprived (Remastered) (8:25)
11. Escalator Shrine (Remastered) (12:40)
12. Towards the Blue Horizon (Remastered) (8:09)
13. Wasteland (Remastered) (8:25)
14. The Curtain Falls (Remastered) (7:58)

Line up:
- Mariusz Duda / vocal, bass, flautim baixo, guitarra elétrica e acústica, banjo, compositor e co-produtor
- Michał Łapaj / teclados, sintetizador, Fender Rhodes, Hammond
- Piotr Kozieradzki / bateria
- Maciej Meller / guitarra

DISCOGRAFIA - ADVENT HORIZON Heavy Prog • United States

 

Biografia de Advent Horizon
ADVENT HORIZON é um híbrido contemporâneo de prog dos anos 70 e rock dos anos 90 com um toque de blues. Emergindo da cena musical local de Salt Lake City, o ADVENT HORIZON mistura performances de alta energia com composições líricas e originais para criar uma experiência musical única.

Advent Horizon é liderado pelo guitarrista e vocalista principal Rylee MCDONALS, com Levi Benjamin SHELL na guitarra e voz. Cason WOOD e Mike LOFGREEN, baixista e baterista respectivamente, compõem a seção rítmica do grupo. Com uma formação revigorada, ADVENT HORIZON planeja lançar um novo EP em março ou abril deste ano.

O quarteto cita uma ampla gama de influências, incluindo as bandas progressivas RUSH e KING CRIMSON, bem como blues, funk e soul, variando de THE BLACK KEYS a TOWER OF POWER.

A banda toca um estilo interessante de estilo pop/hard rock misturado com um lado progressivo pesado do Rush com raminhos de jazz, rock experimental estilo King Crimson e padrões rítmicos progressivos também. A banda atrairá fãs de bandas como RUSH, LED ZEPPELIN, A BIG GOODBYE e outras bandas de hard rock progressivo, mas acessíveis.

ADVENT HORIZON discografia

ADVENT HORIZON top albums (CD, LP, )

3.25 | 4 ratings
Immured
2012
3.78 | 9 ratings
Stagehound
2015

ADVENT HORIZON Live Albums (CD, LP, MC, SACD, DVD-A, Digital Media Download)

ADVENT HORIZON Official Singles, EPs, )

4.00 | 1 ratings
AH
2011

DISCORAFIA THE ADVENT EQUATION Tech/Extreme Prog Metal • Mexico -


THE ADVENT EQUATION

Tech/Extreme Prog Metal • Mexico

The Advent Equation biografia
Banda mexicana de metal progressivo, THE ADVENT EQUATION foi originalmente formada como ADVENT em 2006 em Monterrey. Sob ADVENT, o grupo lançou o EP ''Sounds from Within'' em 2008. Em 2012, a banda mudou o nome para THE ADVENT EQUATION, mantendo a mesma formação: Daniel CORDOBA (Vocais, Guitarras), Luis GOMEZ (Guitarras), Margil H. VALLEJO (Baixo, Vocal), Esau GARCIA (Teclados) e Roberto CHARLES (Bateria). No mesmo ano lançaram seu debut ''Limitless Life Reflections'' (com a participação de Monica KRULL nos vocais), que foi mixado e produzido por Alberto 'Charles' Leal na Psicofonia Productions, com masterização de estúdio de Jens Bogren, conhecido por seu trabalho com OPETH, KATATONIA, AMON AMARTH e DEVIN TOWNSEND.

Ao longo dos anos, eles conseguiram dividir o palco com artistas como OPETH (que parecem ser sua maior influência) e HAGGARD. Seu som é uma combinação de death melódico e metal progressivo, e é altamente recomendado para fãs de EDGE OF SANITY e OPETH.

THE ADVENT EQUATION discografia



THE ADVENT EQUATION top albums (CD, LP)

3.96 | 8 ratings
Limitless Life Reflections
2012
3.91 | 3 ratings
Remnants of Oblivion
2020

THE ADVENT EQUATION Live Albums (CD, LP, MC)

4.00 | 1 ratings
Live at Psicofonia Studio
2021

THE ADVENT EQUATION Boxset & Compilations (CD, LP, )

HE ADVENT EQUATION Official Singles, EPs, )

0.00 | 0 ratings
Sounds from Within
2008

KeiyaA – Forever, Ya Girl (2020)


 

O álbum de estreia de KeiyaA é uma página do seu diário, um relato muito pessoal das suas histórias, ideias e ambições

Ao longo dos últimos anos temos visto o Soul e o R&B a migrar para os quartos e para os estúdios caseiros. Liv.e, Standing on the Corner, Navy Blue e tantos outros trocaram o brilho e o espetáculo pela fragmentação e a introspeção. Inserida neste ambiente artístico, KeiyaA, oriunda de Chicago, no Illinois, tem feito o seu percurso timidamente, lançando um EP e músicas soltas nos últimos cinco anos. Em Março deste ano, publica Forever, Ya Girl que contém todos os elementos de um disco de sucesso, fosse esse o seu propósito.

Somos apanhados desprevenidos na primeira música, que começa com um teclado difuso que, quando a voz finalmente entra, é apenas acompanhado por uma batida rudimentar e os coros descorporizados. “Way Eye”, que lhe segue, não perde tempo: com pouco mais de um minuto de duração, um verso e um refrão é um crime que não seja mais desenvolvida. Mais uma vez os coros orbitam à volta da voz principal, elevando-se numa sublimidade que devia obrigar Solange a prestar atenção.

Já na segunda metade do álbum, o single “Negus Poem 1 & 2” é um poema sinfónico, no qual a cantora declama, em aparente fluxo de consciência, slogans de justiça social, enquanto o instrumental é filtrado como se o estivéssemos a ouvir do lado de fora da discoteca. Apesar da sua voz ser o elemento mais forte do disco é importante mencionar que este foi maioritariamente produzido por KeiyaA, com DJ Blackpower a co-produzir quatro das músicas e DJ Cowriiie produzindo uma delas.

A combinação de teclados obnubilados, batidas simples, temática afrocêntrica e os interlúdios perenes, insere Forever, Ya Girl no panorama atual do R&B alternativo. Não cai no erro de alguns álbums do género ao perder-se em devaneios desnecessários que servem apenas para inflacionar artificialmente a duração do disco ou o seu pathos. As melodias são orelhudas e o seu estilo fragmentado permite ao ouvinte escutá-lo por ordem, de trás para a frente ou em shuffle sem que este perca a sua força.


Waxahatchee – Saint Cloud (2020)

 

Saint Cloud é disco que não podia passar incólume perante um 2020 tão incisivo na sua forma de nos revirar as vidas.

Começamos por nos desculpar pela demora – este disco, lançado no já tão longíquo mês de Março, esteve sempre ali, como um livro na mesa de cabeceira à espera de vez, a ver outros a passar à frente sem qualquer explicação, mas consciente de que um dia chegaria a sua vez de ser escrito. Hoje é o dia.

Saint Cloud, quinto disco de Katie Crutchfield conhecida pelo nome de guerra de Waxahatchee, é óptimo de ouvir ponto final. Acabou por não constar entre as escolhas do Altamont para melhores do ano, mas será, na minha modesta opinião, um óptimo sexto jogador (se quiseremos fazer analogia com o basquetebol) ou décimo segundo jogador (se a analogia preferir dirigir-se ao futebol). Até porque, tendo sido lançado às portas do novo normal, foi uma excelente companhia para o tempo durante o mesmo, e fê-lo quase sem ter dado por isso, esteve sempre ali a entrar no shuffle e sempre com músicas cativantes.

“Can’t Do Much” é a segunda música do disco e é daquelas que é pura simplicidade. “Fire”, que se segue, dá a toada ao álbum todo – nela Crutchfield canta que está “wiser, slower, and attuned,” , o que nos leva ao tema geral no qual Saint Cloud está impregnado – a conquista da sobriedade por parte da sua autora. Longe vão os tempos de Cerulean Salt, os problemas são novos, mas a honestidade e despudor com que Crutchfield se entrega às suas canções seguem intactos. São simples padrões de blues, acordes simples e uma banda por trás a trabalhar apenas para a alma da canção.

Mais para o fim do disco há um sequência incrível de canções, “War” que pretende e consegue “fill up the room”, “Arkadelphia” que é uma bela malha folk, pacífica, “Ruby Falls” que será talvez a pedra mais preciosa das onze que compõem o disco, fechando com a canção homónima, “Saint Cloud”, puro deleite, voz acima de tudo o resto, e que nos deixa a aquecer em lume brando (“If you burn slow, burning slow”). É de ouvir e repetir.


PJ Harvey – Let England Shake (2011)


 

Let England Shake é um álbum conceptual sobre o horror da guerra com letras literatas, melodias memoráveis e uma estética etérea. Nem só do rock vive PJ Harvey…

Lembram-se da PJ Harvey rockeira dos nineties, a mandar paredes abaixo com a distorção? Nada a ver. Em White Chalk, de 2007, Polly já tinha trocado o rock musculado por baladas góticas ao piano, e em Let England Skake, qual Bowie de saias, reinventa-se mais uma vez: é agora cantora de protesto, escrevendo sobre o terror da guerra.

O oitavo disco de Polly Jean Harvey é todo um manual sobre como fazer música de intervenção sem cair na homilia. A cuidada poesia – nunca antes Harvey fora tão literata – não aponta o dedo a ninguém, apenas descreve o horror do ponto de vista de quem a viveu: “eu vi e fiz coisas que quero esquecer / vi soldados caírem como pedaços de carne / trucidados para lá do que julgara possível / braços e pernas pendurados nas árvores”. Ao ligar os conflitos actuais a confrontos antigos (como a Primeira Guerra Mundial), Harvey apresenta a guerra como uma constante na história: sempre foi assim e sempre o será, pois é essa a natureza humana. Inscrevendo o mal no coração de todos nós, foge a qualquer pretensão de superioridade moral, baixando assim as nossas defesas. Quando o murro chega, o murro chega…

Tudo tem a justa medida em Let England Shake. Para evitar o excesso de pompa dramática, Harvey compensa o peso das letras com a leveza na música: os agudos predominam sobre os graves, a voz é suave e etérea como uma neblina, a doçura da auto-harpa prevalece sobre a rudeza da guitarra eléctrica, a reverberação da igreja-estúdio tudo distende e dilui. Mais importante ainda: a alegria pop das melodias mitiga a violência da poesia. De maneira que, sem darmos conta, lá estamos nós a trautear, felizes e contentes, os mais macabros versos: “moscas ziguezagueando/ a morte demorando-se, pestilenta / a carne ondulando ao calor”. Ardilosa e retorcida a senhora Polly…

Como o próprio título indica, um segundo tema atravessa Let England Shake: a pátria. Os pozinhos de folk à Fairport Convention e o inglês quase arcaico enfatizam essa ligação. Harvey fala da sua Inglaterra com um misto de ternura e decepção, facilitando assim a nossa identificação: todos temos sempre alguma ambivalência na relação com a nossa pátria. Let England Shake é particular; porém, universal.

Como se as letras poéticas e as cativantes melodias não bastassem, Let England Shake faz o hat trick com o bom gosto dos arranjos. Outra coisa não seria de esperar, aliás, num projecto que conta com os contributos criativos de FloodJohn Parish e Mick Harvey, todos mestres da depuração gourmet. Os samples, por vezes desconcertantes – como uma marcha militar completamente desfasada da melodia em “The Glory Land” -, dão um charme adicional às canções.

Numa outra vida, Harvey deu-nos a perfeição raivosa e sensual de To Bring You My Love. Dezasseis anos depois, com uma estética completamente distinta, mais matizada e erudita, dá-nos um álbum igualmente irrepreensível. Longa vida a Polly Jean…


"Olhar" (1985), Metrô



1985 foi um dos anos mais férteis para o rock brasileiro na década de 1980. Foi um ano de safra muito boa de álbuns e alguns deles se tornaram verdadeiros patrimônios do rock nacional. Revoluções Por Minuto (RPM), Nós Vamos Invadir A Sua Praia (Ultraje), Educação Sentimental (Kid Abelha), Legião Urbana (Legião) foram lançados naquele ano e se tornaram clássicos do rock brasileiro. Não é à toa, num momento em que o rock brasileiro vive uma das suas piores fases no mainstream, que discos clássicos do rock nacional lançados em 1985 receberam homenagens pelos 30 anos de lançamento através de artigos na imprensa, relançamentos ou shows especiais.

Um álbum que chegou ao "clube dos 30" é o subestimando Olhar, álbum de estreia do Metrô. O quinteto paulista formado por quatro marmanjos e uma garota, Virginie Adéle (hoje Virginie Boutaud ), começou como uma banda de rock progressivo no final dos anos 1970, e depois do "boom" do novo rock nacional no começo da década de 1980, voltou-se para a new wave e o synthpop. Assinaram contrato com a Epic (selo da gravadora CBS, hoje Sony Music) e lançaram o single "Beat Acelerado" que tocou à exaustão em 1984. No ano seguinte, lançaram o álbum Olhar, um disco muito bem feito,bem acabado, desde a gravação à arte gráfica. Gosto muito desse disco, possuo em formato LP e CD.


Olhar mais parece uma coletânea de sucessos. A maioria das faixas tocou no rádio e na TV: "Tudo Pode Mudar" (que chegou a rivalizar com "We Are the World", do projeto USA For Africa, em execução em rádios no Brasil), "Sândalo de Dândi" ( a que eu gosto mais do disco) e "Cenas Obscenas". A regravação de "Ti Ti Ti", de Rita Lee, virou tema de novela da Globo e foi um dos grandes hits do álbum. Aqui em Salvador, a faixa "Olhar" virou vinheta da Itapoan FM, usada pela emissora durante vários anos, mesmo depois do fim da banda. O disco ainda traz "Beat Acelerado II", uma versão bossa-nova do primeiro hit do grupo com direito a alguns versos em francês.

Acredito que o sucesso do Metrô se deva à boa combinação de rocks dançantes com uma inclinação pop e ênfase nos sintetizadores, ao carisma de Virginie, e claro, aos rapazes da banda, bonitos e elegantes que derretiam os corações das moçoilas. Um dos membros do grupo, o baterista Dany Roland, já havia ficado famoso antes mesmo do Metrô, ao estrelar os comerciais da US TOP no papel do Fernandinho na TV. O bordão do comercial se tornou antológico: "Bonita camisa, Fernandinho".

Olhar e mais outros discos de bandas paulistas lançados naquele ano, marcaram uma situação interessante: a virada de jogo do rock paulista sobre o rock carioca. Se até 1984 as bandas cariocas eram as que dominavam o mainstream do rock nacional, as paulistas foram à forra em 1985, lançando álbuns de grande relevância e reverteram a situação.

Após o sucesso meteórico em 1985, no ano seguinte, Virginie deixou o Metrô. Em seu lugar entrou vocalista português Pedro d'Orey. Com ele, o Metrô lançou o segundo álbum, A Mão de Mao. Voltado para o experimentalismo, A Mão de Mao chegou a ganhar elogios da crítica, mas foi um fracasso em vendagens, não tinha o apelo pop e comercial de Olhar. Em 1988, o Metrô acabou. 

Metrô com sua formação original em 2016.

Em agosto deste ano, o Metrô voltou com sua formação original e acompanhado do relançamento de Olhar através da Sony Music numa edição especial. O relançamento do álbum foi de maneira caprichada: em CD duplo, sendo um disco com o álbum na íntegra com as faixas originais remasterizadas, e um disco-bônus trazendo material raro como remixes, faixas ao vivo e faixas demo.

Edição comemorativa de Olhar lançado
neste ano de 2016 como Cd duplo. 

Metrô: Virginie Boutaud (vocal), Alec Haiat (guitarra), Xavier Leblanc (baixo), Yann Lauoenan (telcados) Dany Roland - bateria. 
Faixas:

01. “Olhar” (Vincente França - Yann)
02. “Cenas Obcenas” (Léo Jaime - Leoni - Metrô)
03. “Johnny Love” (Alec – Yann - Joe)
04. “Sândalo De Dândi” (Tavinho Paes)
05. “Melodix” (Metrô)
06. “Beat Acelerado (Versão II)” (Alec – Vicente - Yann)
07. “Tudo Pode Mudar” (Joe - Ronaldo Santhos)
08. “Hawaii-Bombay” (Fernando Naporano - José María Cano)
09. “Solução” (Wagner - Metrô)
10. “Stabilo" (Angelo Palumbo)
11. “Que Loucura” (Yann Laouenan)
12. “Ti Ti Ti” (Roberto de Carvalho - Rita Lee)


"Olhar"


"Sândalo de Dândi"


"Tudo Pode Mudar"


"Ti Ti Ti"



"Cenas Obscenas"

Destaque

Franco Battiato – Un Soffio Al Cuore Di Natura Elettrica (CD+DVD) (2005)

Hoje, 23 de março de 2011, o grande  Franco Battiato  completa 66 anos, e pensei que seria uma boa maneira de comemorar compartilhando esta ...