sexta-feira, 14 de julho de 2023

ROCK ART


 

Estriga - Espiral

 

Com uma sonoridade acústica e com a inspiração da música celta, ESTRIGA é um novo arranjo de um dos temas mais popularizados do cancioneiro tradicional transmontano "Ó que estriga trago na roca", recolhido em Bragança (1982) por José Alberto Sardinha, e que se costumava cantar nos serões do linho. É um tema que faz alusão às rondas dos rapazes, que em grupos percorriam os vários fiadouros das aldeias.ESTRIGA é o primeiro single de pré-apresentação do novo disco do trio Espiral, que sairá no fim deste ano e que fará a confluência entre a música celta e o baile folk, com produção musical de Quiné Teles. O single já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e foi gravado no Estúdio Sótão da Velha (Ílhavo) em Junho de 2023.

 

A celebrar 10 anos de carreira musical, Espiral inspira-se no imaginário celta e convida a uma viagem sonora pelas músicas tradicionais da Irlanda, Escócia, Galiza, País de Gales, Bretanha e Portugal, a par de composições próprias.A sonoridade é marcadamente acústica, com Ana Clément nas flautas de bisel, gaita-de-fole e voz, Emiliana Silva no violino e Sara Vidal na harpa celta, guitarra acústica e voz. Seja em ambiente mais intimista e romântico ou com a animação de um baile folk de danças europeias, Espiral traduz-se em emoções!

 

 

DE Under Review Copy (ANGELICA'S MERCY)

 

ANGELICA'S MERCY

Em finais de 1994, após um período de estágio de alguns anos por várias bandas da região de Barcelos, localidade de onde eram oriundos, André Reis (voz, baixo), Pedro Nuno (guitarra), Jorge A. (bateria), e Ricardo P. (guitarra) dão início às actividades dos Angelica's Mercy. Sobre eles pairavam sons e emoções gerados por nomes como Felt, The Jesus And Mary Chain, Joy Division, The Cure, The Velvet Underground ou The Young Gods. Na recta final de 1994, e com escassas semanas de existência, a banda participa no 1º Encontro de Música Moderna de Viseu. Ainda antes do final desse ano, tiveram a oportunidade de participar no Cervâes Rock 94. Já em finais de Fevereiro de 1995 sentem que devem gravar algo em estúdio e registam a sua primeira demo nos estúdios AMP em Viana do Castelo com produção própria e de Paulo Miranda. Intitulam-na "Deep Noises From The Backwoods". No seguimento deste facto, surge o convite para integrarem a compilação "Deixe de Ser Duro de Ouvido" levada a cabo pelo programa homónimo emitido na Rádio Universitária do Minho. Dos quatro temas da maqueta - Inexpedint, Myosis, So Called-Distant e Motherfuckin' Time -, seria escolhido o primeiro. Com a maquete de estreia ainda a ser digerida, Paulo Miranda, o produtor, cede-lhes gratuitamente o estúdio e convida-os para a difícil tarefa de recriar o clássico "Heroin" dos The Velvet Underground. A banda aceita e com tempo de estúdio ainda disponível grava "What's My Sentence". Estas duas faixas farão parte da segunda demo da banda, "A Million Days of Immaginary Rain", conjuntamente com outros quatro da primeira sessão. Após a dissolução do projecto, os seus membros irão estar envolvidos nos The Astonishing Urbana Fall (André Reis e Ricardo) e This Isn't Luxury (Pedro Nuno). O som, nos tempos finais do grupo, havia evoluido bastante, deixando para trás as influências pop em direcção a um rock semi-industrial e quase jazz do mais abstracto, o que era reforçado pela presença de um saxofonista que praticamente apenas improvisava sobre um fundo conhecido.

DISCOGRAFIA

DEEP NOISES FROM THE BACKWOODS [Tape, Edição de Autor, 1995]


A MILLION DAYS OF IMAGINARY RAIN [Tape, Edição de Autor, 1995]

COMPILAÇÕES

 
RITUAL ROCK 02 [CD, Xinfrim, 1995]

 
DEIXE DE SER DURO DE OUVIDO 01 [CD, DDSDDO, 1995]



DE Under Review Copy (ANDRÓMEDA AMORFA)

ANDRÓMEDA AMORFA

Nascidos e criados do Barreiro, na cintura mais acentuadamente industrial de Lisboa, os Andrómeda Amorfa foram um projecto de existência fugaz. Constituidos por Miguel Oliveira (voz), Renato Santos (baixo), Paulo Almeida (guitarra) e Carlos Didelet (caixa de ritmos), eram seguidores da música urbano depressiva com alguma mistura de sonoridades industriais precoces. Eram, portanto, um produto retardado e esquentado da década de 80. Tinham temas cujos títulos non-sense eram "Variações para uma Sandes de Galinha", "Três Mortos, Um Vivo e a Poluição" ou "Cheios de Medo" e, de forma mesmo orgulhosa, diziam viver numa "urbe cinzenta e feia" (onde é que eu já ouvi isto???). Os tiques de pretenciosimo bacoco terminava com mais uma declaração de intenções da banda: "Nós somos assumidamente pós-industrialistas de expressão urbana, parafernálicos modernos". Bem, os GNR afinal tinham razão!...

CASSETES

Demo Tape 1988 3 19:23 3

 

40 ANOS DE WHAM! EM “WHAM! THE SINGLES: ECHOES FROM THE EDGE OF HEAVEN”

 



Para celebrar 40 anos de WHAM! a dupla britânica mais popular e adorada, é agora editado “WHAM! The Singles: Echoes From The Edge Of Heaven”.

Esta edição em múltiplos formatos inclui uma caixa de singles em vinil 7” com todos os êxitos, distribuídos por quatro inesquecíveis anos. O alinhamento começa com “Young Guns (Go For It)”, de 1982, e culmina em 1986 com “The Edge Of Heaven”.

Durante esse período, aconteceu alguma da música mais revigorante de sempre: “WHAM! RAP! (Enjoy What You Do)”, “Bad Boys”, “Club Tropicana”, “Wake Me Up Before You Go-Go”, “Freedom”, “Last Christmas”, “Everything She Wants” e “I’m Your Man!”.

George Michael e Andrew Ridgeley formaram os WHAM! em 1981. Amigos de longa data, que se conheceram na escola secundária da pequena cidade de Bushey, transformaram-se numa das bandas pop de maior sucesso global da década de 80 ao vender mais de trinta milhōes de discos em todo o mundo. Diversas geraçōes pop depois, este tesouro de pérolas musicais continua a inspirar legiōes de novos fãs!

George e Andrew editaram onze singles enquanto WHAM!. Cinco deles (“Wake Me Up Before You Go-Go”, “Freedom”, “Last Christmas”, “I’m Your Man” e “The Edge Of Heaven”) chegaram a n.º1 em Inglaterra. Entretanto, nos E.U.A., “Wake Me Up Before You Go-Go”, “Careless Whisper” e “Everything She Wants”, estavam no topo das tabelas: os três faziam parte do mesmo álbum, “Make It Big”, que só nos E.U.A. vendeu seis milhōes de cópias. Noutros territórios, lideraram os tops em países como África do Sul, Austrália, Canadá, França, Holanda, Itália, Irlanda e Suíça!

O melhor de tudo é que a amizade entre George Michael e Andrew Ridgeley era tão sólida no fim como no início. Os WHAM! nunca envelheceram ou perderam o ponto de exclamação!

“BALDIO VOL. 1”… O PROJECTO FINAL DE BENJI PRICE

 



Passado pouco mais de um ano do lançamento de “ígneo”, o seu primeiro álbum a solo, benji price, regressa às longas-durações musicais com “Baldio Vol. 1”. É a sua estreia, no ramo do puramente instrumental.

Numa carta de amor ao seu início enquanto interveniente no mundo do hip-hop, benji price põe o chapéu de produtor e traz-nos uma curadoria eclética de beats inéditos de sua autoria.

Esta compilação, viaja por uma larga área sonora do hip-hop instrumental, do mais jazz ao mais lo-fi e ao mais electrónico. É também o projeto final que João Maia Ferreira assina enquanto benji price.

Este é o encerrar de capítulo e uma homenagem ao nome e à forma como o artista começou e ganhou notoriedade – um beatmaker versátil e apaixonado pela diversidade de sonoplastias dentro do género musical em que mais tem trabalhado ao longo dos últimos anos, e como mais uma pincelada inesperada no quadro que é a discografia do músico.

Por último, mas em não menos importante lugar, este lançamento é também um interregno e interlúdio musical entre ígneo e o seu próximo e primeiro álbum assinado como João Maia Ferreira, previsto para o final deste ano.

BILLIE EILISH ACABA DE LANÇAR “WHAT WAS I MADE FOR?”

 



Billie Eilish acaba de lançar “What Was I Made For?”, canção do filme “Barbie”, escrito e realizado por Greta Gerwig, protagonizado por Margot Robbie e Ryan Gosling nos papéis de Barbie e Ken, respetivamente.

What Was I Made For?” foi composta especialmente para “Barbie” por Billie Eilish juntamente com o seu irmão FINNEAS, que produziu a canção no seu estúdio em casa em Los Angeles. A canção intimista e comovente existe como pano de fundo sonoro para cenas cruciais ao longo do filme, ao mesmo tempo em que destaca de forma bela e tocante a mensagem importante do filme. A canção foi lançada com um vídeo oficial, realizado por Eilish.

Ao fazer a canção e o vídeo, Eilish disse aos seus fãs: “Para ser sincera convosco, tudo isto aconteceu num momento em que estava mesmo a precisar. Estou muito grata por isso.”

DIANA LIMA ESTREIA VÍDEO DE “PONTO PARA TERMINAR”



Diana Lima estreia o vídeo para o seu mais recente single intitulado “Ponto para Terminar”.  A compositora, instrumentista e intérprete portuguesa acaba de lançar música nova em que a pop e o R&B são os pontos de partida.

A artista já anteriormente nomeada para os Prémios Play – com a canção “Ainda Sinto” feat T-Rex– continua a trilhar o seu caminho muito único no universo dos compositores e intérpretes pop em Portugal. A nova música está a ter muito boa receção junto do seu já vasto público presente nas redes sociais, percetível no Instagram da artista, mas também a atingir outras audiências.

Diana Lima está a terminar a sua especialização na licenciatura de jazz e música moderna, na Universidade Lusíada de Lisboa, ao mesmo tempo que trabalha as suas composições na sua faceta multi-instrumentista e também escritora dos textos que canta.


TROYE SIVAN PARTILHA O SINGLE “RUSH”


Mr. Bungle - California (1999)

California (1999)
Mr. Bungle é conhecido por criar pastiches malucos e caleidoscópicos que viajam sem rumo por gêneros, épocas e estilos, tudo dentro da mesma música. Sua abordagem peculiar e divertida para a experimentação sempre mantém sua música relativamente realista e genuína, com conotações sombriamente cômicas e absurdas, ganchos vocais cativantes e arranjos groovy.

Seu canto do cisne "California" pode ser considerado a iteração mais acessível, refinada e coesa de sua fórmula de marca registrada. Ele se afasta tanto da exuberância funky de sua estreia quanto do ecletismo caótico de "Disco Volante" para prestar uma homenagem elegante e extravagante às tradições de seu país natal. Surf rock, doo-wop, cocktail jazz, por vezes até bandas sonoras de faroeste são viradas de cabeça para baixo com imprevisíveis mudanças de rumo e incursões em géneros completamente alheios. Se nos discos anteriores o objetivo era despistar o ouvinte a qualquer momento, tudo em "California" parece funcional para contar a mesma história. Mantém uma qualidade cinematográfica fantástica que evoca um mundo surreal onde a escuridão espreita por trás das palmeiras e das festas na praia.

Destaques pessoais: "Nenhum deles sabia que eram robôs", "O pesadelo do ar condicionado", "Adeus dia sóbrio".


Destaque

Dio - Dream Evil (1987)

  Na segunda e última metade da década de 1980 as bandas de heavy metal pareciam perder as forças fazendo várias mudanças que nem sempre agr...