terça-feira, 12 de março de 2024
The Beach Boys - Smile (It's Lost It's Found Version)
Robbie Basho - Kingdom Of Love (Rarities)
Chocolate Watchband - The Inner Mystique
Por que Faith No More não está em turnê
Uma das bandas mais influentes das últimas décadas, Faith No More vendeu cerca de 20 milhões de discos em todo o mundo e sempre foi conhecido por suas incríveis apresentações ao vivo. A banda esteve ativa pela primeira vez de 1979 a 1998 e depois se reuniu em 2009. Desde então a banda excursionou até 2012, lançou o álbum “Sol Invictus” em 2015 e fez uma turnê para promover esse disco.
O seu concerto mais recente aconteceu em 2016 mas a banda chegou a anunciar o regresso à estrada em 2019 e tinha muitos concertos agendados para 2020. Mas a Pandemia do Covid-19 obrigou-os a adiar todas as datas. Mas em 2021, quando finalmente retornariam, seus shows foram novamente cancelados. Por que a banda não está em turnê?
Por que Faith No More não está em turnê
Faith No More atualmente não está em turnê por causa da saúde mental de Mike Patton . O vocalista foi diagnosticado com Agorafobia, que é o medo de estar em lugares lotados ou de sair de casa. O músico disse que em entrevista à Rolling Stone em 2022 que era melhor cancelar as próximas datas do que ter um colapso nervoso na estrada com o grupo.
Desde então a banda está inativa mas Patton já excursionou bastante com seus outros projetos menores como Mr. Bungle . Então ele provavelmente começou a superar esse problema com seus projetos paralelos, já que o público não seria tão grande se ele estivesse se apresentando com o Faith No More.
Na conversa com a Rolling Stone ele falou sobre o assunto, dizendo: “É fácil culpar a pandemia. Mas vou ser honesto, cara: no início da pandemia, eu estava tipo, ‘Isso é ótimo pra caralho. Posso ficar em casa e gravar.' Eu tenho um estúdio em casa. Então eu pensei, 'Sim, qual é o problema?' Então algo clicou. Fiquei completamente isolado e quase anti-social [e] com medo das pessoas.”
Ele continuou:
“Esse tipo de ansiedade, ou como você quiser chamá-la, levou a outras questões, que optei por não discutir. Mas tenho alguns profissionais me ajudando. Agora estou me sentindo melhor e mais perto de voltar a mergulhar.” Isso foi o que Mike Patton disse sobre a turnê com o Sr. Bungle novamente na época.
Até o momento não há informações sobre um possível retorno do Faith No More. Mas Mr Bungle tem muitas datas de turnê agendadas para 2024, então Patton pode estar se sentindo melhor. Então isso talvez possa abrir a porta para uma reunião nos próximos anos.
Além do vocalista, a formação atual da banda conta com: Mike Bordin (bateria), Billy Gould (baixo), Roddy Bottum (teclados) e Jon Hudson (guitarra).
Quarteto Forma – EP 7 – 1971
O Quarteto Forma foi um grupo vocal de bossa nova formado por Marcio Proença, Eduardo Lage, Flávio Faria e Ana Manhães.
Lançaram um LP em 1970 total bossa nova e depois acompanharam o grande pianista Osmar Milito no seu primeiro disco solo e em trilhas sonoras de novelas como O primeiro amor,O Bofe e Selva de Pedra, já numa sonoridade mais soul/funk/pop.
Esse compacto duplo de 1971 tem uma sonoridade funk/soul com psicodelia nas guitarras fuzz presentes em 2 músicas do cp.
Tracklist:
A1 Boa
A2 A Ilha
B1 Rua Cheia
B2 Antiga Voz
Capa do Lp de 1970
Capa da trilha sonora da novela Sela de Pedra
Antiga Voz
João Donato – Lugar Comum – 1975
Músicas:
1) Lugar comum (João Donato e Gilberto Gil)
2) Tudo tem (João Donato e Gilberto Gil)
3) A bruxa de mentira (João Donato e Gilberto Gil)
4) Ê menina (João Donato e Gutemberg Guarabira)
5) Bananeira (João Donato e Gilberto Gil)
6) Patumbalacundê (João Donato, Gilberto Gil, Durval Ferreira e Orlandivo)
7) Xangô é de baê (João Donato, Ruben Confete e Sidney da Conceição)
8) Pretty dolly (João Donato e Norman Gimbell)
9) Emoriô (João Donato e Gilberto Gil)
10) Naturalmente (João Donato e Caetano Veloso)
11) Que besteira (João Donato e Gilberto Gil)
12) Deixei recado (João Donato e Gilberto Gil)
Ficha Técnica
Direção de produção: Tobi
Arranjos: João Donato
Técnicos de gravação: João Moreira, Luigi e Luiz Cláudio
Assistentes de gravação: Paulinho e Zé Guilherme
Corte: Joaquim Figueira
Estúdio: Phonogram
Capa: Aldo Luiz Fotos: Luiz Garrido
Arte final: Jorge Viana
Logotipo título “João Donato”: Rogério Duarte
Músicos:
Teclados e voz: João Donato
Guitarra: Frederiko
Baixo: Novelli
Bateria: Wilson das Neves e Aladim
Percussão: Alberto das Neves e Luis Carlos
Flautas: Celso, Leny, Geraldo, Jorginho e Copinha
Trumpete: Formiga
Sax soprano: Netinho
Sax tenor e clarone: Aurino e Bijou
Sax barítono: Genaldo
Trombones: Maciel, Bogado e Flamrion
Participações especiais:
Rosinha de Valença: Violão
Gilberto Gil: Vocal nas faixas 2, 3 e 6
Disco muito bom, groove brasileiro do melhor.
Hermeto Pascoal – Raridades
Algumas raridades do bruxo, áudio de 2 faixas da sessão gravada com o pessoal do Grupo Um no estúdio Vice- Versa em São Paulo em 1976, essas faixas seriam de um disco que nunca saiu.
Também tem uma faixa ao vivo dessa mesma fase e com umas participações especiais e também o áudio de uma parte da apresentação do bruxo no 1º Festival Internacional de Jazz de São Paulo, onde tocaram os monstros Heraldo do Monte, Stan Getz, Chick Corea and John Mclaughlin, entre outros
Faixas:
1 – Mavumvavumpefoco (Hermeto Pascoal)
Zé Eduardo Nazario – Bateria/Percussão :: Lelo Nazario – Teclado :: Zeca Assumpção – Baixo :: Hermeto Pascoal – Sopro :: Mauro Senise – Sopro :: Nivaldo Ornelas – Sopro :: Raul Mascarenhas – Sopro :: Aleuda Chaves – Vocal
2 – Casinha Pequenina 1 (tradicional)
Zé Eduardo Nazario – Bateria/Percussão/Voz :: Lelo Nazario – Teclado :: Zeca Assumpção – Baixo :: Hermeto Pascoal – Sopro, Teclado :: Mauro Senise – Sopro :: Nivaldo Ornelas – Sopro :: Raul Mascarenhas – Sopro
3 – Hermeto Pascoal e Grupo – ao vivo no MAM ( RJ 1976 ) ” Mavu vavum pefoco ”
Hermeto Pascoal flauta , sax , piano , clavinete e etc… / Lelo Nazário piano e percussão / Zé Eduardo Nazário bateria e percussão / Zeca Assumpção contrabaixo elétrico e acústico / Mauro Senise sax alto e flauta / Oberdan sax tenor e flauta / Zé Carlos sax tenor e flauta / Aleuda vocal e percussão / Márcio Montarroyos trumpete e flugelhorn.
4 – Hermeto e grupo no 1º Festival Internacional de Jazz de São Paulo:
00:01 Branca
00:41 Pra frente Brasil hermético
03:12 Free intro to Forro em Santo André
4:16 Forró em Santo André
07:15 -solo de bandolin (mandolin solo)
14:21 Chick Corea in the audience
14:30 Hermeto introduces Heraldo do Monte
19:20 Hermeto and Heraldo trading notes
21:43 Stan Getz is called upon stage
Itiberê Zwarg: Baixo
Jovino Santos Neto: Keyboards
Nenê: Drums
Pernambuco: Percussion
Cacau: Winds
Special guests Heraldo do Monte (guitar) and Stan Getz (sax)
Luiz Carlos Sá – Compacto 1973
Luiz Carlos Sá:
Cantor. Compositor. Instrumentista (violonista).
Começou a estudar violão na adolescência, escrevendo sua primeira composição aos 17 anos. Formou-se em Direito pela Faculdade Cândido Mendes. Em 1965, teve pela primeira vez gravada uma música de sua autoria: “Baleiro”, pela cantora Luli. Em seguida, Pery Ribeiro lançou “Giramundo”, que se tornou seu primeiro sucesso como autor, e Nara Leão gravou “Menina de Hiroshima” (c/ Chico de Assis). Ainda nesse ano, formou, com Sonia Ferreira, Marco Antonio Menezes, Paulo Tiago e Sidney Miller, o grupo Mensagem, acrescido, mais tarde de Luli. O grupo participou, a convite de Oduvaldo Viana Filho, do show “Samba pede passagem”, ao lado de Araci de Almeida, Baden Powell, MPB-4, Ismael Silva e o conjunto Época de Ouro.
Em 1966, participou do I Festival Internacional da Canção (TV Rio), com sua música “Inaiá”, que foi lançada em compacto simples, contendo, do outro lado, “Rei do quilombo”.
No ano seguinte, apresentou-se no programa “Ensaio Geral”, transmitido pela TV Excelsior (SP), ao lado de Gilberto Gil, Caetano Veloso e Sidney Miller, entre outros. Participou, também, ao lado de Guarabyra e Sidney Miller, do espetáculo de inauguração do Teatro Casa Grande (RJ).
No final da década de 1960, começou a atuar também como compositor de jingles, ao ser convidado por Nelsinho Motta para integrar, com Marcos e Paulo Sergio Valle, a equipe de criação da produtora Aquarius.
Em 1971, formou, com Zé Rodrix e Guarabyra, o trio Sá, Rodrix & Guarabyra.
A partir de 1974, com o desligamento de Zé Rodrix do trio, passou a atuar em dupla com Guarabyra, mantendo paralelamente a criação de jingles para campanhas publicitárias, fundando, com Rogério Duprat, Guarabyra, Luiz Arruda Botelho e Vanderlei Rodrigues o estúdio Vice Versa. Entre seus trabalhos de maior destaque nessa área, estão os jingles “Só tem amor quem tem amor pra dar” (c/ Guarabyra), para a Pepsi Cola, e “Vem pra Caixa você também”, para a Caixa Econômica Federal.
Depois de 26 anos de dupla com Guarabyra, retomou, com a volta de Zé Rodrix, a atuação em trio, cuja reestréia aconteceu no Rock in Rio III, em 2001. O trio foi, em seguida, contratado pela gravadora Som Livre, lançando o CD e DVD “Outra vez na Estrada – ao vivo”.
Paralelamente, vem se apresentando em atuações solo, tocando violões de nylon e aço, guitarra e violas de 10 e 12 cordas, e assinando uma coluna mensal na revista “Backstage”, especializada em áudio.
Em 2010, chegou ao mercado o CD “Amanhã”, gravado ao lado de Zé Rodrix e Guarabyra, em 2008. No repertório, suas canções “Sonho triste em Copacabana” (c/ Zé Rodrix), “Logo eu, saudade” (c/ Zé Rodrix e Guarabyra) e “Novo Rio”, além de “Nós nos amaremos” e “Marina, eu só quero viver”, ambas de Guarabyra, entre outras. O disco contou com arranjos e produção musical de Tavito.
Paralelamente, vem se apresentando em atuações solo, tocando violões de nylon e aço, guitarra e violas de 10 e 12 cordas, e assinando uma coluna mensal na revista “Backstage”, especializada em áudio.
Em 2010, chegou ao mercado o CD “Amanhã”, gravado ao lado de Zé Rodrix e Guarabyra, em 2008. No repertório, suas canções “Sonho triste em Copacabana” (c/ Zé Rodrix), “Logo eu, saudade” (c/ Zé Rodrix e Guarabyra) e “Novo Rio”, além de “Nós nos amaremos” e “Marina, eu só quero viver”, ambas de Guarabyra, entre outras. O disco contou com arranjos e produção musical de Tavito.
Teve músicas de sua autoria gravadas por Ney Matogrosso, Milton Nascimento, Erasmo Carlos, Elza Soares, Golden Boys, Nara Leão, Evinha, Zizi Possi, Jorge Goulart, Gal Costa, Marina Lima, Sérgio Reis, MPB-4, Quarteto em Cy, Biquíni Cavadão e Nora Ney, entre vários outros artistas, totalizando um repertório editado de mais de 300 canções.
Entre seus maiores sucessos como compositor, constam “Primeira canção da estrada” (c/ Zé Rodrix), “Mestre Jonas” (c/ Zé Rodrix e Guarabyra), “Dona” (c/ Guarabyra), “Roque Santeiro” (c/ Guarabyra) e “Caçador de mim” (c/ Sérgio Magrão).°
Foto do famoso trio de rock rural
Faixas:
01 – Luiz Carlos Sá – Homem de Neanderthal – 1973
02 – Luiz Carlos Sá – Povo no Ar – 1973
Bônus:
03 – Luiz Carlos – Sá – Jerônimo – Trilhada Novela Irmãos Coragem (Rede Globo – 1970)
04 – Regina Duarte com A Charanga – Minhas Tardes de Sol (trilha da Novela Irmãos Coragem (Rede Globo 1970)
5 – A Charanga – Dia do Grilo (Trilha da novela A próxima atração – Globo -1970 )
6 – A Charanga- milhões de anos luz além – compacto – 1970
7 – Sá, Rodrix & Guarabyra – Viajante – 1972
8 – Sá, Rodrix & Guarabyra – Ribeirão – 1972
9 – Sá, Rodrix & Guarabyra – Corisco (Trilha da novela Jerônimo, o Herói do Sertão Tv Tupi – 1972)
10 – Sá, Rodrix & Guarabyra – Vamos por aí – do LP Quinto Festival Universitário de Juiz de fora – 1973
11 – Luiz Carlos Sá – Canto do Quilombo – faixa de compacto de 1966
12 – Luiz Carlos Sá – Inaiá – faixa de compacto de 1966
Faixas 6 e 7 do compacto Odeon de 1972 do trio.
Sobre A Charanga:
A Charanga era formada por Luiz Carlos Sá, Chico Aguiar (Quarteto Nova Era) Paulo Machado, Nelsinho e Malu. Lançaram um compacto e uma música na trilha da novela. A Próxima Atração que foi telenovela brasileira produzida e exibida no horário das 19 horas pela Rede Globo entre 1970 e 1971. Foi escrita por Walter Negrão e dirigida por Régis Cardoso, e contou com 149 capítulos. Foi produzida em preto-e-branco.
A Charanga – Dia do Grilo
segunda-feira, 11 de março de 2024
Tania Maria – Olha quem Chega – 1971
Maranhense de nascimento, a cantora, compositora e instrumentista Tânia Maria cresceu na cidade de Volta Redonda, no Rio de Janeiro, onde frequentou o Conservatório de Música. Começou a estudar piano aos 7 anos, e venceu o programa de calouros de Ary Barroso na Rádio Nacional quando tinha apenas 12 anos de idade. Formada em direito, começou a carreira artística profissional como crooner de um conjunto de bailes organizado por seu pai quando ainda tinha 13 anos, tendo aparecido pela primeira vez em disco em 1963, quando gravou com seu conjunto no disco “Para Dançar – Volume 2”, pela gravadora CBS. O primeiro disco solo, “Apresentamos Tania Maria”, foi lançado pela Continental em 1966. O segundo disco, “Olha Quem Chega”, foi lançado em 1971 pela Odeon. Em 1974 mudou-se para Paris, na França, dando continuidade em sua carreira musical no exterior, tendo se tornado extremamente bem sucedida. Em 1975 gravou pela Barclay da França o disco “Via Brasil – Tania Maria With Boto And Hélio”, e no mesmo ano gravou “Via Brasil – Tania Maria, Boto & Hélio – Volume 2”. Em 1977 lançou “Brazil With My Soul” pela Polydor dos Estados Unidos. No final dos anos 70 chamou a atenção do guitarrista americano Charlie Byrd durante um concerto na Austrália, sendo recomendada pelo músico para o fundador da gravadora Concord Records, Carl Jefferson, que a contratou em 1981, ano em que Tania Maria mudou-se para os Estados Unidos. Nesse país começou a fazer apresentações em clubes e festivais de jazz, se notabilizando no meio musical, e gravou diversos discos nos anos seguintes. Em 1983 fez certo sucesso com a gravação de sua composição “Come with me”, gravada no LP e mesmo título. Este disco lhe valeu uma indicação a Grammy na categoria melhor Performance de Jazz, colocando a brasileira no time das principais intérpretes do gênero. Em 1996 voltou a residir em Paris. Pouco conhecida pelo grande público no Brasil, Tania Maria é uma das mais internacionais de nossas cantoras, com enorme prestígio no exigente mundo do jazz, e com uma discografia que já contabiliza mais de 20 discos lançados no exterior.
1971 – Olha Quem Chega (Odeon)
1. Bobeou Não Vai Entender (Toquinho / Gianfrancesco Guarnieri)
2. Madalena (Ivan Lins / Ronaldo Monteiro de Souza)
3. Olha Quem Chega (Eduardo Gudin / Paulo César Pinheiro)
4. Mais Um Adeus (Toquinho / Vinicius de Moraes)
5. Ai Que Saudades da Amélia (Ataulfo Alves / Mário Lago)
6. Garota da Minha Cidade (Johnny Alf)
7. Ruas do Rio (Abílio Manoel)
8. Hey Você (Sidney Matos / Ivan Lins / Ronaldo Monteiro de Souza)
9. Carinhoso (Pixinguinha / João de Barro)
10. De Frente (Anselmo Mazzoni / Lauro Benevides)
11. Vireivolta (Chico Feitosa / Marcello Silva)
Arranjos de Geraldo Vespar.
Disco excelente desse super artista pouco reconhecida por aqui, mas super reconhecida no mundo do jazz mundial e é uma exímia cantora e pianista, talento nato mesmo.
No disco rola uma mescla de samba jazz com samba soul, tudo com muito suingue e elegância num repertório que vai de Ataufo Alves a Ivan Lins.
Altamente recomendado.
Fiquem com o suingue de Garota da minha cidade – clássica de Johnny Alf
Destaque
The Trip – Prog Exhibition 2010 (Live In Rome) (2014, CD)
Tracklist: 1. Atlantide (5:31) 2. Evoluzione (3:24) 3. Caronte (6:12) 4. Two Brothers (5:30) 5. Ode A J. Hendrix (4:26) 6. Medley: Ora X /...
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