Canadian Hippie Folk de 1976. Excelente música para a estrada, este álbum raro e difícil de encontrar é um exemplo perfeito de folk e rock feito por um bando de hippies nos anos setenta. As palavras são de amor e tolerância, de vida livre e de viagens, enquanto a música combina bem com as palavras e transcende todas as suas mensagens na perfeição. Violão e violino assombroso, tablas e harmonias vocais de grande e natural honestidade de felicidade tanto da parte masculina quanto da parte feminina, é um dos melhores álbuns que ouvi nos últimos tempos e ocupa um lugar forte na minha coleção de músicas . Um clássico obrigatório!
Walter Rosciano Franco iniciou sua carreira artística musicando peças teatrais na Escola de Arte Dramática, onde estudou.
Fez a trilha sonora de várias peças, entre as quais "Caminho que fazem Darro e Genil até o mar", de Renata Pallottini, "A caixa de areia", de Edward Albee, e o clássico grego "As bacantes", de Ésquilo.
Seu primeiro disco foi um compacto simples com a música "No fundo do poço", tema da novela "O hospital", da TV Tupi.
Em 1973, lançou o LP "Ou não", com arranjos de Rogério Duprat, provocando estranhamento ao misturar elementos pop e ritmos nordestinos com referências eruditas que extrapolavam o plano musical para se manifestarem também nas letras, bastante influenciadas pelo concretismo.
Participou dos seguintes festivais, geralmente provocando polêmica com suas letras e canções pouco convencionais: I Festival Universitário da TV Tupi (SP), com "Não se queima um sonho", interpretada por Geraldo Vandré; II Festival Universitário da TV Tupi (SP), com "Sol de vidro", defendida por Eneida e classificada em terceiro lugar; III Festival Universitário da TV Tupi (SP), com "Animal sentimental" e "Pátio dos loucos"; VII Festival Internacional da Canção, realizado pela Rede Globo, em 1972, com "Cabeça", que recebeu um prêmio especial; na mesma Rede Globo participou ainda do Festival Abertura, em 1973, com a música "Muito tudo", que ficou em terceiro lugar e tinha arranjo de Júlio Medaglia; Festival da TV Tupi, com "Canalha"; e do MPB Shell, com "Serra do luar".
Em 1974, Chico Buarque, no disco "Sinal fechado", gravou sua canção "Me deixe mudo". Ainda na década de 1970, lançou os LPs "Revolver" (1975) e "Respire fundo" (1978).
Na década de 1980, lançou os LPs "Vela aberta" e "Walter Franco" (1982), atuou como compositor de jingles e destacou-se com sua canção "Seja feita a vontade do povo", em 1984, durante a campanha das "Diretas Já". O disco "Ou não", considerado o seu melhor trabalho, foi reeditado em CD, em 1994, pela mesma gravadora que lançou o LP.
Em 1997, excursionou pelo Brasil com o show "Não violência", no qual apresentou uma série de novas composições como "Quem puxa aos seus não degenera", "Na ponta da língua", "É natureza criando natureza", "Nasça", esta parceria com o ex-Titã Arnaldo Antunes, "Sargento Pimenta", em homenagem a John Lennon, e "Totem", baseada em poema de José Carlos Costa Neto.
Em 2000, participou do Festival da Música Brasileira (Rede Globo) com sua canção "Zen" (c/ Cristina Villaboim). Ainda no ano 2000 foi homenageado no documentário , “Muito Tudo” , dos cineastas Bel Bechara e Sandro Serpa , destaque da mostra de audiovisual do MIS-SP (Museu da Imagem e do Som) e vencedor do Festival “É Tudo Verdade” do ano seguinte. “Muito tudo” também contou com a participação e os depoimentos de Augusto de Campos, Rogério Duprat , Júlio Medaglia , Arnaldo Antunes , Jards Macalé , Lívio Tratemberg , Jorge Mautner e Itamar Assumpção. Lançou, em 2001, o CD "Tutano", contendo suas composições "Zen", "Gema do novo" e "Acerto com a natureza", todas com Cristina Villaboim, "Nasça" (c/ Arnaldo Antunes), "Totem" (c/ José Carlos Costa Neto), "Quem puxa aos seus não degenera", "Na ponta da língua", "Ai, essa mulher", "Intradução", "Senha do motim", "Cabeça", "Distâncias" e "Muito tudo", além da faixa-título.
Em 2003, apresentou-se no Centro Cultural Banco do Brasil (RJ), dentro da série "Transgressores". Em 2015 comemorou 70 anos de vida em sua volta aos palcos com o show “Revolver!”, de seu LP homônimo de 1975. No mesmo ano se apresentou na Casa de Francisca (SP) na companhia do seu filho, Diogo Franco. Em 2016 se apresentou no programa Altas Horas da TV Globo, interpretando a música “Canalha”. Em 2017, em entrevista ao jornal O Tempo, renegou o título de “maldito” com que a imprensa o etiquetou durante as décadas de 70 e 80 ao lado de artistas como Jards Macalé, Sérgio Sampaio, Luiz Melodia, Itamar Assumpção, Fausto Fawcett, Jorge Mautner, Luís Capucho e Arrigo Barnabé.
Segundo ele, “essa história é uma balela e um equívoco. Por muito tempo tentaram nos estigmatizar com essa corrente, restringir o nosso público, sendo que, aonde vamos, o teatro lota, com pessoas da minha geração e uma juventude muito curiosa e ávida”, declarou.
Morreu aos 74 anos após sofrer um acidente vascular cerebral.
01. Feito Gente 02. Eternamente 03. Mamãe D´água 04. Partir do Alto / Animal Sentimental 05. Um Pensamento 06. Toque Frágil 07. Nothing 08. Arte e Manha 09. Apesar de Tudo é Muito Leve 10. Cachorro Babucho 11. Bumbo do Mundo 12. Pirâmides 13. Cena Maravilhosa 14. Revolver
1978 | RESPIRE FUNDO
01. Respire Fundo 02. Fado do Destino 03. Coração Tranquilo 04. Lindo Blue 05. Até Breve 06. Criaturas 07. Os Bichos 08. Plenitude (Ubiqüidade) 09. Govinda 10. Berceuse dos Elefantes
01. Vela Aberta 02. O Dia do Criador 03. Canalha 04. Corpo Luminoso 05. Divindade 06. Tire os Pés do Chão 07. Como Tem Passado 08. Feito Gente 09. Me Deixe Mudo 09. Bicho de Pelúcia 10. O Blues é Azul
01. Luz Solar 02. Quem É? 03. Luz da Nossa Luz 04. Pega no Ar 05. Mundo Pensativo 06. Filho Meu 07. Remador 08. No Exemplar de um Velho Livro 09. Paz do Mundo 10. Raça Humana
01. Nasça 02. Quem Puxa aos Seus Não Degenera 03. Tutano 04. Na Ponta da Língua 05. Totem 06. Zen 07. Ai, Essa Mulher 08. Intradução 09. Senha do Motim 10. Cabeça 11. Gema do Novo 12. Acerto com a Natureza 13. Distâncias 14. Muito Tudo
2018 | UM GRITO QUE SE ESPALHA (Scream & Yell: Tributo a Walter Franco)
01. Dado | Pátio dos Loucos 02. André Prando | Canalha 03. Consuelo | O Dia do Criador 04. BIKE | Mixturação 05. Joe Silhueta | Cena Maravilhosa / Eternamente 06. Tamy | Serra do Luar 07. Juliano Gauche | Revolver 08. Os Gianoukas Papoulas | Quem Puxa aos Seus Não Degenera 09. Seamus Rock | Um Lindo Blue 10. Pão de Hamburguer | Vela Aberta 11. Dadalú | Coração Tranquilo 12. Marcelo Callado | Me Deixe Mudo 13. LaCarne | Feito Gente 14. Buenos Muchachos | Respire Fundo 15. Sergio Gonzalez Ariztizabal | Desprendáte (Bonus Track)
01. Walter Franco | Muito Tudo (Ao Vivo 1977) 02. Walter Franco | Por um Triz (Faixa dos anos 70) 03. Walter Franco | Serra do Luar (1982) 04. Walter Franco | Canalha (Ao Vivo Festival da TV Tupi,1979) 05. Walter Franco | O Relógio (Arca de Noé 1980) 06. Walter Franco | Zen (Ao Vivo Festival da Música Brasileira, TV Globo, 2000 07. Walter Franco | Canalha (com Jards Macalé e Zeca Baleiro, Ao Vivo 2013) 08. Andróide | Cabeça Parte I 09. Andróide | Cabeça Parte II 10. Wanderléa | Feito Gente 11. Chico Buarque | Me Deixe Mudo 12. Leno | Me Deixe Mudo 13. Amelinha | Divindade 14. Jards Macalé | Cachorro Babucho 15. Elba Ramalho | O Dia do Criador 16. Leila Pinheiro | Serra do Luar 17. Camisa de Venus | Canalha 18. Olho Seco | Castidade–Feito Gente 19. Cólera | Feito Gente 20. Pato Fu | Coração Tranquilo (Trilha Sonora do Filme: Houve Uma Vez 2 Verões) 21. Ira! | Feito Gente 22. Patrícia Ahmaral | Mixturação 23. Titãs | Canalha 24. Zeca Baleiro | Respire Fundo (Ao Vivo 2012)
A paulistana Dani LaSalvia ingressou cedo na música. Estudou piano dos 7 aos 15 anos. Na adolescência, fez três anos de canto lírico. Depois, estudou percussão vocal e corporal com Stênio Mendes, e violão com Paulinho Paraná. Mais tarde, passou uma temporada em Moscou para aperfeiçoamento em canto lírico, no Conservatório Tchaikovsky. Logo voltou ao Brasil e focou seu trabalho em canto popular.
A cantora, compositora e instrumentista chega ao disco com Madregaia, lançado no final de 2006 e dirigido artisticamente em parceria com o cantor e multi-instrumentista mineiro Dércio Marques, depois de participar de três edições do projeto Prata da Casa, espaço para novos talentos, idealizado pelo Sesc Pompéia, em São Paulo.
O resultado é uma seleção variada, com influência da world music e da música regional brasileira, uma das conseqüências de sua parceria com o multi-instrumentista Dércio Marques, que assina a direção artística do disco.
Gaia significa deusa da fertilidade ou mãe terra, em grego. “Madregaia é uma redundância, por termos a palavra mãe duas vezes. Escolhi esse nome porque as canções selecionadas celebram a vida”, diz Dani Lasalvia. O repertório do CD foi determinado pela estética da letra, melodia e estilo de cada canção. “O objetivo era que o trabalho não ficasse linear.”
No repertório do CD duplo com 26 faixas, criações próprias e de outros autores, como Jean Garfunkel, Nô Stopa e Amauri Falabella, além de obras compositores renomados e participações especiais, como Trenzinho do Caipira (com Stênio Mendes na craviola) e Melodia Sentimental, de Heitor Villa-Lobos, em parcerias com Ferreira Gullar e Dora Vasconcelos; Valsinha, de Chico Buarque & Vinícius de Moraes); e Feixe, de Chico César. Completam ainda a seleção, o fado Samba das Índias (Edu Santana & Juca Novaes), com Toninho Ferragutti no acordeom, e o alerta ambiental Quiquiô (Kykyó), de Geraldo Espíndola, que aborda a formação do povo indígena brasileiro.
Tietê Meu Rio (Jean Garfunkel & Lony Rosa); Vida de Água (Amauri Falabella); Manacá da Serra (Luís Perequê Açu); e Meninos (Juraildes da Luz) são algumas faixas de temática “verde”. Madregaia busca também resgatar a identidade cultural do país.
Duas canções de domínio público, inseridas, são bons exemplos disso. Água de Mani conta a história antiqüíssima de hábitos ritualísticos dos já extintos índios Tremembé de Almofala (CE). Olê Caninana mostra a influência negra da dança folclórica potiguar Coco de Zambê.
A religiosidade brasileira também é homenageada com Ave Maria (Charles Gounod/Vicente Paiva & Jayme Redondo), Romaria (Renato Teixeira) e Procissão de Fogaréu (Luís Perequê Açu) – que aborda a festa popular de origem portuguesa feita em Paraty. Prece do Ó (letra recolhida por Cassiano Ricardo) conta a história do santo negro Santo Antonio do Catigeró, muito cultuado na Bahia. “Foi o êxtase, a vontade do êxtase, que levou Dani pelos quadrantes da Terra de Vera Cruz. Por mais de dez anos, ela andou por aí, à própria custa, ouvindo aprendendo, conversando com as lavadeiras das Alagoas, com os violeiros do Mato Grosso, com os catireiros do interior paulista, com os jongueiros daqui e dali, os quilombolas, os índios das tribos tais e quais, aprendendo idiomas, incorporando gestos e gostos, entendendo as lendas, reconstruindo-se, ampliando-se, maravilhando-se”, fala sobre Dani Lasalvia o crítico de música Mauro Dias, responsável pela apresentação do CD de estréia.
2007 | MADREGAIA
CD 1 01. Kikyô 02. Água de Mani - Eternecendo a Espera 03. Olê Caninana 04. Vinheta Vida de Água 05. Fuga 19 06. Samba das Índias 07. Vinheta da Juréia - Procissão do Fogaréu 08. Mandu 09. Ciranda Lunar 10. Canto Lunar 11. Madre Latina 12. Prece do Ó - Ausência - Romaria 13. Trenzinho do Caipira
CD 2 01. Rota das sereias 02. Feixe 03. Vida de água 04. Tietê, meu rio 05. Variante 06. Ave Maria 07. Valsinha 08. Andaluz 09. Melodia sentimental 10. Manacá da serra 11. Meninos-Sabiá laranjeira 12. Criança 13. Cala-te boca-Pamas d'água
Manu Chao (pronúncia espanhola: [ˈmanu ˈtʃao]; nascido José-Manuel Thomas Arthur Chao em 21 de junho de 1961) é um cantor franco-espanhol. Ele canta em francês, espanhol, inglês, italiano, árabe, catalão,
Galego, Português, Grego e ocasionalmente em outras línguas. Chao iniciou sua carreira musical em Paris, tocando e tocando com grupos como Hot Pants e Los Carayos, que combinavam diversas linguagens e estilos musicais. Com amigos e seu irmão Antoine Chao, fundou a banda Mano Negra em 1987, obtendo considerável sucesso, principalmente na Europa. Ele se tornou um artista solo após sua separação em 1995 e desde então faz turnês regularmente com sua banda ao vivo, Radio Bemba.
Fortemente influenciado pela cena rock do Reino Unido, particularmente The Clash, The Jam e Dr. Feelgood, Chao e outros músicos formaram o grupo de rockabilly espanhol/inglês Hot Pants em meados da década de 1980. O grupo
lançou uma demo intitulada "Mala Vida" em 1984, que recebeu muitos elogios da crítica local, mas por outro lado ganhou pouca atenção. Quando o grupo lançou seu primeiro álbum em 1986, a cena musical alternativa parisiense havia decolado, e Manu, seu irmão Antoine Chao e amigos como Alain do Les Wampas formaram Los Carayos para incorporar esse som aos estilos rockabilly e punk de Calças quentes. Los Carayos permaneceu como um projeto paralelo dos artistas por oito anos, lançando três álbuns nos primeiros dois anos, seguidos de um álbum final em 1994.
Em 1987, os irmãos Chao e seu primo Santiago Casariego fundaram a banda Mano Negra. Manu Chao disse no Alt.Latino em 2011: "Mano Negra começou a tocar no metrô de Paris antes da banda
começou a ser conhecido e a vender discos. Começamos no metrô para ganhar a vida. Foi isso que fez os músicos do Mano Negra. E então as pessoas que usavam o metrô em Paris eram muito ecléticas. Havia pessoas de muitos países diferentes, de culturas diferentes. Então temos que ser capazes de tocar todos os tipos de música para agradar a todas as pessoas no metrô. Então essa foi uma escola perfeita para aprender muitos estilos musicais diferentes."[4] Começando em uma gravadora menor, o grupo lançou uma versão reformulada do single "Mala Vida" do Hot Pants em 1988, que rapidamente se tornou um sucesso em França.
Depois de chegar a Madrid, Chao e outros companheiros de banda do Mano Negra formaram um novo grupo, Radio
Bemba Sound System (nomeado em homenagem ao sistema de comunicação usado na Sierra Maestra pelos rebeldes liderados por Castro e Guevara na Revolução Cubana), apresentando grupos de diversas origens, como o mexicano Tijuana No! Sua canção "La Vida Tómbola" foi apresentada no documentário Maradona, do cineasta sérvio Emir Kusturica. A música "La Trampa", gravada com Tonino Carotone para a coletânea Fuerza! foi usada como música tema da comédia improvisada de curta duração Drew Carey's Green Screen Show.
As canções "Bongo Bong" e "Je ne t'aime plus", que aparecem consecutivamente no Clandestino, foram regravadas pelos cantores britânicos Robbie Williams e Lily Allen, que as gravaram como uma única faixa, "Bongo Bong and Je Ne T'aime Plus" e lançou-o como single do álbum Rudebox.
Manu Chao – Clandestino / Bloody Border Gravadora: Radio Bemba – BEC5543731, Because Music – BEC5543731 Formato: CD, Álbum, Reedição, Edição Especial País: França Lançado: 30 de agosto de 2019 Gênero: Rock, Reggae, Latino, Pop Estilo: Rock, Reggae, Ska
TRILHAS
01. Clandestino 2:30 02. Desaparecido 3:47 03. Bongo Bong 2:38 04. Je Ne T'Aime Plus 2:02 05. Mentira... 4:37 06. Lagrimas De Oro 2:57 07. Mama Call 2:21 08. Luna Y Sol 3:07 09. Por El Suelo 2:21 10. Welcome To Tijuana 4:04 11. Dia Luna... Dia Pena 1:30 12. Malegria 2:55 13. La Vie À 2 3:00 14. Minha Galera 2:21 15. La Despedida 3:09 16. El Viento 2:26 17. Clandestino (Feat. Calypso Rose) 2:40 18. Bloody Bloody Border 2:54 19. Roadies Rules 3:10
Leeds, 1983. Três colegas de escola estão matando aula para ouvir Hendrix, MC5, The Stooges,
Lou Reed e sonhando acordado em se tornar estrelas do rock. Mas mesmo o adolescente mais idealista não poderia imaginar a rapidez com que esses sonhos se tornariam realidade. O nome da banda chegou no início de 1984 e apenas 12 meses depois, sem ainda ter feito um show, essa banda novata e desorganizada estava no Maida Vale Studios da BBC gravando sua própria sessão de John Peel.
The Rose of Avalanche é uma banda inglesa de rock alternativo de Leeds West Yorkshire Inglaterra
formado em 1984. Atualmente, eles lançaram dez álbuns. A banda foi formada por Phil Morris, Paul James Berry e Alan Davis. O nome veio de “rosa” para a beleza e “avalanche” para o poder, como forma de descrever sua música. Antes de fazerem um show, eles assinaram com o selo independente local LiL e lançaram dois singles: "LA Rain" e "Goddess". Ambos chegaram ao Top 20 do UK Independent Chart, com "LA Rain" também aparecendo no Festive Fifty de John Peel em 1985.
Jovens, ingênuos e ainda aprendendo seu ofício, embora desde o início eles estivessem produzindo muito bem
pedaços afinados de rock gótico desprezível e movido por guitarras que desmentiam sua idade e experiência. Peel os adorou e seguiu a sessão da BBC1 colocando o primeiro single da banda, "LARain", no número 26 em seu Festive 50 de 1985, acima das canções de The Cure, The Smiths e The Sisters of Mercy.
A partir daí, os próximos quatro singles dominaram as paradas independentes do Reino Unido. “Goddess” combinou com o gráfico-
estreia no topo “LARain” e foi nomeado Single da Semana pela Sounds, “Too Many Castles In The Sky” foi Top 5, seguido por “Velveteen” e “Always There”. Paralelamente a esse sucesso nas paradas, a banda estava aprimorando seu show ao vivo no centro das atenções do prestigiado espaço de apoio no Reino Unido e na Europa para os queridinhos da mídia The Mission em sua hedonística World Crusade Tour de 1986/87.
Então, no momento de dar o próximo grande salto, a banda enfrentou questões legais que colocaram um significado metafórico
"continue trabalhando". Seu tão aguardado álbum de estreia foi adiado por quase dois anos, com “Never Another Sunset” finalmente sendo lançado em 1989. Apesar dessa perda de ímpeto, a banda manteve seguidores leais na Europa continental e lançou mais dois álbuns, 1990's "String A Beads" e ICE em 1991. Na virada da década, os gostos musicais e as prioridades dos membros da banda estavam mudando e após uma última turnê europeia em 1992, a banda chamou de time and split.
Seguiram-se 27 anos de silêncio.
Vários rumores de uma reunião surgiram ao longo dos anos, e ainda havia claramente uma demanda de uma base de fãs apaixonados. Em agosto de 2019, aparentemente do nada, o impossível aconteceu. A banda anunciou que estava reformando a formação original e fez um show secreto para amigos e familiares no Fox and Newt Leeds em setembro de 2019. 2020 começou forte com uma aparição no Festival Porta Nigra na Bélgica e uma atração principal no famoso Gibus Live em Paris, mas o retorno foi temporariamente suspenso devido à pandemia. No final de 2021, a banda lançou suas tão esperadas sessões da BBC gravadas para John Peel e Janice Long, e fechou o ano com uma turnê íntima em clubes pelo Reino Unido.
The Rose Of Avalanche - String 'A' Beads Rótulo: Rebel Rec. – SPV 084-30962 Formato: CD, Álbum País: Alemanha, Áustria e Suíça Lançado: 1990 Gênero: Rock Estilo: Rock gótico, Indie Rock
TRAXS
01. Your Lights On 3:58 02. All We Want 4:04 03. Make It Right 4:54 04. If You Only Knew / A Certain Truth 7:17 05. A Certain Truth 2:51 06. String ‛A’ Beads 3:51 07. If It's Right For You 3:47 08. Second Sight 5:04 09. A Different Child 5:22 10. Be True To Your Love 6:30 11. Lights On (Dasilva's Dark Dub Digig Mix) (Engineer – Ben Sky/Remix, Producer [Additional] – Jon Dasilva) 6:45
MEMBROS
Baixo – Darren Horner Concept By [Design] – The Rose Of Avalanche Design – Kate Drums, Sintetizador – Andy Porter Engineer – Dave Creffield, Steve Harris Guitarra, Sintetizador – Paul James Berry Produtor – The Rose Of Avalanche Vocals – Phillip Morris