quinta-feira, 14 de março de 2024
Camisa de Vênus - Dançando em Porto Alegre [2018]
Marcelo Falcão - Viver (Mais Leve Que O Ar) [2019]
O cantor e líder da banda O Rappa, Marcelo Falcão, lançou o seu aguardado primeiro álbum solo, "Viver (Mais leve que o ar)". Produzido em parceria com Felipe Rodarte, Falcão aposta em uma sonoridade que passeia entre o reggae e o pop/rock.
Portanto, pode-se dizer que o disco tem tudo para agradar em cheio aqueles que acompanharam a carreira do cantor na banda O Rappa. O álbum traz 13 faixas inéditas, incluindo os singles já conhecidos pelo grande público, "Viver (Part. Lula Queiroga)" e "Hoje Eu Decidi".
1. Hoje Eu Decidi2. Quando Você Olhar Pra Mim3. Voar, Flutuar4. Mais Leve Que o Ar5. Só Por Você6. Viver (Part. Lula Queiroga)7. I Don't Wanna Be King8. Diz Aí (part. Cedric Mayton)9. Meu Caminho10. Eu Quero Ver o Mar11. Gold Coast12. Me Entende13. Senhor Fazei de Mim (Um Instrumento de Tua Paz)
Tavito [1979]
Leitor/a, vou contar uma história singela e pessoal. Eu tive a sorte de passar boa parte da minha infância numa cidade pequena da Serra do Mar que você deve conhecer, pelo menos de nome: Petrópolis. Era uma média de quatro meses por ano passados em Correias, um dos distritos de Petrópolis. Meus avós tinham uma bela casa afastada da cidade, para a qual rumávamos nas férias de julho e do fim do ano. Uma vez lá, naquele clima maravilhoso em que faz calor apenas sob o sol, comecei a ter as primeiras noções de música, que chegava a meus ouvidos através do rádio AM/FM da minha mãe, que sintonizava emissoras como a Mundial AM ou a Tamoio FM. Pouco tempo depois viriam as primeiras explorações no acervo de discos da família, formado pelos baianos, discos de trilhas sonoras de novela e a coleção completa de Roberto Carlos, pertencente ao meu avô. Naquela época, 1978/79/80, eu, com dez anos, já gostava de Beto Guedes, Djavan, Boca Livre e Tavito, todos com canções na programação dessas emissoras de rádio.
Tavito é o apelido de Luís Otávio de Melo, violonista autodidata, nascido em Belo Horizonte em 1948. Começou a tocar desde cedo, aos 13 anos, explorando as possibilidades do violão que ganhara do pai. Aos 22 anos, ele já empunhava as guitarras do Som Imaginário, mitológica banda mineira que foi criada para acompanhar os shows de Milton Nascimento. Naquela época já existia o famoso Clube da Esquina, na verdade, uma entidade musical-social, formada por vários jovens cantores, músicos e compositores mineiros, que se conheciam, colaboravam e gravavam juntos. Com o sucesso de Milton a partir do fim dos anos 60, o Clube veio surgindo como o grande elemento aglutinador daquela jovem galera. Tavito fazia parte desse pessoal, mas era um integrante discreto das fileiras. Participou das gravações do próprio disco Clube da Esquina, em 1972 e seguiu com o Som Imaginário até 1974, quando foi lançado o disco Milagre Dos Peixes Ao Vivo. Aos poucos a carreira na publicidade foi tomando ares mais sérios e, a exemplo de seu grande amigo, Zé Rodrix, com quem compôs a clássica Casa no Campo, Tavito tornou-se um produtor e compositor de jingles, mas nunca perdeu de vista seu “lado B”.
Em 1979, com o crescimento do chamado “rock rural” ao longo dos últimos anos, Tavito teve a chance de iniciar sua carreira solo. Seu primeiro disco, homônimo, é uma preciosidade. A exemplo da parte mais elétrica e roqueira do Clube da Esquina, Tavito é totalmente influenciado pelos Beatles e por ecos de progressivo. O grande sucesso Rua Ramalhete, seu maior hit em todos os tempos, entrou de sola na programação das rádios e foi direto para a trilha sonora da novela Três Marias. Com letra cinematográfica, cheia de reminiscências da juventude em Belo Horizonte, Rua Ramalhete vai revisitando namoros, tardes, colégios, tudo com muita naturalidade, com especial destaque para a admiração pelos Fab Four, que são mencionados textualmente na letra, além da citação singela de Here Comes The Sun, em meio à melodia da canção. O site do cantor e compositor (www.tavito.com.br) explica a rua com mais habilidade:
“A Rua Ramalhete era uma ruazinha de Belo Horizonte composta de um quarteirão só. Começava na Rua do Ouro, no alto da Serra, bairro de classe média onde a família de Tavito residia, e terminava num córrego cristalino que corria onde hoje é a extensão da Rua Estêvão Pinto. Havia o costume entre a meninada que estudava no Colégio Estadual (Sucursal Serra), de se sair das aulas à tardinha e varejar pela Rua Ramalhete. Explica-se; a rua era povoada por moças, lindas todas, naquela idade em que se adolesce – e o coração dos moços adoece. Não havia trânsito de automóveis na Rua Ramalhete. Aos domingos, as meninas estendiam a rede de vôlei de lado a lado, jogava-se o dia inteiro, e os carros que se danassem. As noites sempre eram sonorizadas por rodas de violão entremeadas de castos namoricos furtivos. Aos sábados, festinhas onde se dançava coladinho ao som da boa música da época, Beatles e bossa-nova, Luiz Eça e Herman’s Hermits. Isso tudo ficava a poucos quarteirões do vetusto Colégio Sacré Coeur de Marie, severo que só, com suas freiras de cenho franzido e hábitos negros como a noite negra. Esse colégio despejava na rua, duas vezes por dia, magotes de moças ensolaradas e sonhadoras, com suas saias de madras enroladas na cintura para que os moços pudessem ver seu joelhos (quem sabe a primeira sugestão das coxas), tudo dentro dos limites do combinado como “linha da decência”. Esse trajeto Sacré Coeur / Rua Ramalhete constituía o dia-a-dia de Tavito e sua turminha de garotos normais, na fase mais doce da vida, tão doce que às vezes não nos apercebemos dela – a não ser anos mais tarde.
Outro belo exemplo da admiração pelos rapazes de Liverpool está na sensacional Naqueles Tempos, composta por Mariozinho Rocha e Renato Corrêa, em que Tavito cita o arranjo de cordas de The Long And Winding Road e o refrão de Hey Jude. Além delas, Você Me Acende (de Erasmo Carlos), Cowboy e uma bela versão pessoal para Casa No Campo, são momentos dignos de nota. Com participação de gente como Marcio Montarroyos, Sérgio Dias, além dos amigos do Clube da Esquina aqui e ali, o primeiro disco de Tavito é bastante difícil de achar. Foi relançando em CD em 1997 pela pequena Savalla Records e está fora de catálogo desde então. É possível encontrá-lo à venda em sites da internet pelo valor de R$350,00.
A1 Cowboy
(Eduardo Souto Neto, Paulo Sergio Valle)
A2 Rua Ramalhete
(Ney Azambuja, Tavito)
A3 Voce Me Acende
(Erasmo Carlos)
A4 Longe Do Medo
(Ivan Lins, Tavito)
A5 Cravo E Canela
(Milton Nascimento, Ronaldo Bastos)
B1 Naquele Tempo
(Mariozinho Rocha, Renato Correa)
B2 Começo, Meio E Fim
(Paulo Sergio Valle, Tavito)
B3 A Ilha
(Sá & Guarabyra)
B4 Coração Remoçado
(Eduardo Souto Neto)
B5 Casa No Campo
(Tavito, Zé Rodrix)
(Eduardo Souto Neto, Paulo Sergio Valle)
A2 Rua Ramalhete
(Ney Azambuja, Tavito)
A3 Voce Me Acende
(Erasmo Carlos)
A4 Longe Do Medo
(Ivan Lins, Tavito)
A5 Cravo E Canela
(Milton Nascimento, Ronaldo Bastos)
B1 Naquele Tempo
(Mariozinho Rocha, Renato Correa)
B2 Começo, Meio E Fim
(Paulo Sergio Valle, Tavito)
B3 A Ilha
(Sá & Guarabyra)
B4 Coração Remoçado
(Eduardo Souto Neto)
B5 Casa No Campo
(Tavito, Zé Rodrix)
Tavito - Tavito 2 [1981]
A1 O Maior Mistério
A2 Aquele Beijo
A3 Sou Eu
A4 Dela
A5 Balada Para Voz E Esperança
B1 Enquanto O Dia Me Trouxer Você
B2 Jamais, Jamais
B3 Companheira
B4 Canção Do Sul
B5 Olá
A2 Aquele Beijo
A3 Sou Eu
A4 Dela
A5 Balada Para Voz E Esperança
B1 Enquanto O Dia Me Trouxer Você
B2 Jamais, Jamais
B4 Canção Do Sul
B5 Olá
KALEVALA - PEOPLE NO NAMES (1972)
Kalevala foi uma banda que na altura foi um gatilho para produzir um sem fim das mais interessantes experiências sonoras, a sua estreia reflecte essa época, era 1972 e como sabem o germe progressivo estava às portas de quase todos os países do O mundo e a Finlândia não poderiam ser exceção, então a banda sentiu uma forte influência dentro de si e contribuiu com esse elemento para seu lendário People no Names, um trabalho de alto calibre sonoro que em alguns momentos flertou com o progressivo e que alcançou uma certa nuance com ART. -PEDRA. EYE não foi tão longe mas esteve muito perto, razão pela qual muitos consideram este trabalho (inclusive eu) como uma entidade de natureza "Prog Related".
Devo dizer que o álbum é muito interessante, bastante atraente sonoramente, e também é carregado de muita força e sensibilidade, por isso se consegue uma forte ligação entre o ouvinte e o álbum. People no Names é uma maravilha da época, é muito divertido e sua atuação está no nível de grandes eminências progressistas. A sinfonia se esgueira entre os grooves, os arranjos elegantes giram dentro daquele balanço sonoro, mas não conseguem tocar terrenos mais pomposos, o som que esse pastiche sonoro emite é eclético, muito camaleônico e você pode sentir certas fusões de folk, jazz , blues e rock, há músicas bombásticas e outras de sublime caráter progressivo. Não é um álbum perfeito mas tem um “noseque” que pega bastante.
O jogo vocal de Saksala mais a execução instrumental do Kalevala conseguem ser uma espécie de simbiose perfeita que resulta num trabalho de excepcional delicadeza. Em resumo posso dizer que este álbum atinge um grau de perfeição, cada peça tem uma identidade própria, é um reflexo de tudo o que foi vivido e consumido na Finlândia (influência do contorno) portanto existe um grau de tecnicidade e sobriedade dentro a música dele. TRABALHO DE CULTO para mim.
Já faz muito tempo que não gosto tanto de uma apresentação, o Kalevala é uma verdadeira banda camaleónica, e esta estreia é simplesmente um exemplo das suas virtudes. Que posturas maravilhosas, que elegância nos arranjos, como se agarraram a todas as propostas para criar peças com uma alma progressista inegável. Sem dúvida uma joia que os anos 70 nos deram. Um must-have para os fãs dos primeiros movimentos progressivos e dos sons ecléticos e emocionantes do ART-ROCK. Se você ainda não conseguiu bater na porta dessa banda, essa é a melhor forma de se envolver com eles. O álbum tem um gosto requintado, suporta com graça os caminhos lamacentos e cruza entre o conceito de Crossover Prog e o ecletismo progressivo, portanto se prestarmos a devida atenção ele se perderá entre camadas e mais camadas de texturas sonoras. É um bocatto di cardinali para os ouvidos e alimento eucarístico para a alma. Arranjos opulentos, mudanças de tempo, fusões vanguardistas e uma estética sonora são as principais características do álbum. Obra mais que recomendada e de enorme CULTO.
Kalevala é uma banda finlandesa que nasceu em 1969 com o nome de Viennan e foi formada por: Juha Salonen, Remu Aaltone e Albert Järvinen.Com esta formação a banda conseguiu gravar sua única apresentação em 1970 no festival Ruisrock. Para este trabalho participaram Olli Ahvenlahti no piano, Raimo Wallen na flauta e Ile Kallio no violão, este último participando da banda "HURRIGANES". Em 72 a banda muda sua "formação" e a nova formação séria: Markku Luukkanen (bateria), Matti Kurkinen (guitarra) e Harri Saksala (vocal) com esta nova formação a banda lança seu primeiro trabalho intitulado Pessoas sem nomes.
Pagan's Mind - Full Circle (2015)
País: Noruega
Estilo: Progressive Metal
01. The Conceptions - 02:09
02. Gods Equation - 08:09
03. United Audience - 05:33
04. Atomic Firelight - 05:48
05. The Prophecy of Pleiades - 06:32
06. Search for Life - 02:35
07. Coming Home Exploring Life - 05:59
08. Hallo Spaceboy - 06:03
09. Enigmatic Mission - 05:43
10. Through Osiris Eyes - 09:15
11. Alien Kamikaze - 08:46
Estilo: Progressive Metal
01. The Conceptions - 02:09
02. Gods Equation - 08:09
03. United Audience - 05:33
04. Atomic Firelight - 05:48
05. The Prophecy of Pleiades - 06:32
06. Search for Life - 02:35
07. Coming Home Exploring Life - 05:59
08. Hallo Spaceboy - 06:03
09. Enigmatic Mission - 05:43
10. Through Osiris Eyes - 09:15
11. Alien Kamikaze - 08:46
3 x Luka Jazz Band
Banda de jazz formada em Molina, Chile, em junho de 1999. Formação musical no Orfeón Juvenil de Molina, e dirigida pelo pianista Luis Arriagada Campos (Bacharel em Música pela Universidade do Chile) e seus integrantes são: Luis Alberto Arriagada Campos (teclados, gaita , vozes, composição e arranjos), Julián Contreras Quezada (sax tenor e vozes), Ricardo Herrera (sax alto e sax soprano), Daniel Espinoza López (trompete e flugelhorn), Ignacio Mancilla Osorio (trombone e vozes), Álvaro Matus Olivares ( guitarra elétrica), Rómulo Poblete Céspedes (baixo elétrico e voz) e Luis Castillo Fuenzalida (bateria, acessórios e voz). Eles fundem jazz com raízes musicais chilenas e rock, alternando melodias jazzísticas com arranjos de estilo swing.
Em 2003 entraram no mercado com 'De Acá Somos', onde esta Big Band incorpora à base rítmica de piano, guitarra, baixo e bateria uma secção de metais na sua expressão mínima: um trompete, um trombone, um sax alto e um tenor saxofone Esses quatro sopradores tocam como um bloco à moda antiga, mas também conseguem demonstrar o que fazem como improvisadores. Exemplos: a esmagadora interação solo do trompetista Daniel Espinoza versus o contraltista Ricardo Herrera na peça 'Curaíto toco mejor', ou a musicalidade do solo de tenor de Julián Contreras em 'Confusion', ou mesmo no desdobramento do teclado do próprio Arriagada em 'Chico Correa', uma homenagem chilena a um dos mestres do piano moderno, e certamente uma referência para o diretor da banda: Chick Corea.
Depois de terem alcançado uma maior qualidade de interpretação e um maior repertório, no sábado, dia 23 de setembro de 2006, lançaram o segundo álbum 'Sombras'. O álbum inclui músicas mais sombrias e visivelmente mais introspectivas que denotam sua maturidade como grupo.
O grupo se separa em 2007.
3 x Luka Jazz Band - De Acá Somos (2003)
Pantomima
Del Radar al Parque
Curaíto Toco Mejor
Confusión
Una Vuelta por la Plaza
Septiembre ya no me Habla
Tay Pegao
Antupilán
Ciudad Tóxia
Tonada
Chico Correa
MUSICA&SOM
Em 2003 entraram no mercado com 'De Acá Somos', onde esta Big Band incorpora à base rítmica de piano, guitarra, baixo e bateria uma secção de metais na sua expressão mínima: um trompete, um trombone, um sax alto e um tenor saxofone Esses quatro sopradores tocam como um bloco à moda antiga, mas também conseguem demonstrar o que fazem como improvisadores. Exemplos: a esmagadora interação solo do trompetista Daniel Espinoza versus o contraltista Ricardo Herrera na peça 'Curaíto toco mejor', ou a musicalidade do solo de tenor de Julián Contreras em 'Confusion', ou mesmo no desdobramento do teclado do próprio Arriagada em 'Chico Correa', uma homenagem chilena a um dos mestres do piano moderno, e certamente uma referência para o diretor da banda: Chick Corea.
Depois de terem alcançado uma maior qualidade de interpretação e um maior repertório, no sábado, dia 23 de setembro de 2006, lançaram o segundo álbum 'Sombras'. O álbum inclui músicas mais sombrias e visivelmente mais introspectivas que denotam sua maturidade como grupo.
O grupo se separa em 2007.
Del Radar al Parque
Curaíto Toco Mejor
Confusión
Una Vuelta por la Plaza
Septiembre ya no me Habla
Tay Pegao
Antupilán
Ciudad Tóxia
Tonada
Chico Correa
MUSICA&SOM
Discografia Mar de Robles
Mar de Robles é, seguramente, uma das bandas de maior projeção e talento da cena progressiva chilena. Originários da cidade de Rancagua , já percorreram vários palcos com suas músicas, como o festival Earthdance no Chile e o renomado BajaProg mexicano . Com apenas dois álbuns no mercado (“Mar de Robles”, 2003 e “Indígena”, 2007) o seu estilo lembra o King Crimson dos anos oitenta , inteligentemente fundido com elementos que eles próprios definem como “étnicos” (somsão indígenas e andinos, e até ritmos cuecas ). O resultado é um som bastante frenético, com técnica impecável e precisa no baixo, elétrico, sax e baqueta Chapman , acompanhado de vários elementos que colorem o conjunto. Nas suas composições também podemos encontrar momentos íntimos, quase místicos, em que a flauta, as percussões e os arranjos são capazes de criar uma atmosfera mágica e expansiva . Esta é a marca pessoal de sua música.
Se for necessário compará-los com alguma banda latino-americana , quem mais se aproxima da sonoridade desta banda são, para meu gosto, os mexicanos de “Cabezas de Cera”, embora Mar de Robles soe um pouco menos vanguardista que o último.
Seus dois álbuns são muito semelhantes em termos de estilo. Em seu segundo prato, eleA fórmula é essencialmente a mesma de sua estreia . Mas, na minha opinião, “Indígena” soa como uma extensão mais sóbria e madura que seu antecessor, sendo notável a busca por uma identidade mais próxima do instrumental. Encontramos uma obra mais homogênea, com maior virtuosismo e experimentação técnica, mas com menor abundância e versatilidade de ideias e menor destaque da voz de Julio Tobar. Porém , isso não significa que "Indígena" não seja uma obra de altíssima qualidade, mas sim que Mar de Robles dá sinais de definir sua sonoridade em novos padrões, demonstrando assim que sua carreira está apenas começando . Depois de ouvir o álbum, dá vontade de esperar para saber o rumo que suas próximas criações tomarão.Recomendado.
País Chile
Estilo : Rock Progressivo / Vanguarda
Mar de Robles
1 Introducción Al Universo Conocido 2 Involución 3 Nómades 4 Tantic 5 Milodón 6 Aire Chileno 7 El Flecha 8 v/s... MUSICA&SOM
Indígena

- 1. Chúcaro (08:28)
- 2. X_2004 (04:19)
- 3. Perimontu (05:43)
- 4. Rancagua Nocturno (07:42)
- 5. Aborigen (04:58)
- 6. Sobreviviente (05:43)
- 7. Chileneos (07:37)
- 8. Mar De Robles (05:20)
- 9. Ubuntu (05:33)

- 1. Chúcaro (08:28)
- 2. X_2004 (04:19)
- 3. Perimontu (05:43)
- 4. Rancagua Nocturno (07:42)
- 5. Aborigen (04:58)
- 6. Sobreviviente (05:43)
- 7. Chileneos (07:37)
- 8. Mar De Robles (05:20)
- 9. Ubuntu (05:33)
BRUCE JOYNER AND THE PLANTATIONS - WAY DOWN SOUTH - 1983 - US - NEW WAVE, GARAGE ROCK, ROCK & ROLL
A2 I Believe
A3 Waste Lands
A4 On The Other Side Of The Tracks
A5 Restless Society
A6 Liars
A7 Dream Lovers
B1 Feel The Rhythm
B2 Out On A Limb
B3 It's Cold At Home
B4 Until You Cross The Line
B5 Down In The Boondocks
B6 It Took Only Me
B7 It Takes A Woman
Destaque
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