domingo, 1 de fevereiro de 2026
Le Vite Parallele - Dimensioni Solari
Roadhouse - Roadhouse [1991]
Os Petes do Rock normalmente são os caras que se deram mal na hora de aproveitar o sucesso que tanto buscaram. O mais famoso, é claro, foi Pete Best, baterista que levou um pé dos Beatles pouco antes da banda se tornar uma das maiores lendas da história da humanidade. Em uma escala menor, temos o guitarrista Pete Willis. Membro fundador do Def Leppard, roeu o osso nos primeiros anos do grupo. Participou dos dois primeiros álbuns e, antes das gravações de Pyromania, quando a história tomaria o rumo da consagração definitiva, ganhou bilhete azul, devido a seu comportamento cada vez mais autodestrutivo e comprometedor para uma atividade que se tornava mais séria e profissional com o passar do tempo.
Foi uma longa batalha no então produtivo underground britânico até algo acontecer no período pós-demissão. A primeira tentativa realmente representativa foi no Gogmagog, projeto que reunia outros renegados da cena britânica, como Clive Burr, Paul Di’Anno e o encara-todas Neil Murray, além de um novato e aventureiro Janick Gers – ou seja, praticamente um Iron Maiden de segunda mão. A coisa não passou de um EP, já que quase todo mundo ali parecia mais preocupado em se chapar do que tocar. Mais uma frustração aconteceu com a banda Nightrun, que também ficou no primeiro mini-álbum, não conseguindo se destacar na cena de Sheffield, terra natal.
Anos se passaram até que surgiu uma nova chance, com a banda que inicialmente se chamava The Few. Curiosamente, os primeiros passos foram dados com outro ex-Def Leppard, o baterista Frank Noon, que havia gravado o primeiro EP de Joe Elliott e companhia, além de ter tocado no Waysted e no Di’Anno, primeiro grupo do ex-vocalista do Iron Maiden após ter sido chutado por Steve Harris. Mas ele registraria apenas a primeira demo, antes de pedir o boné – embora tenha sido creditado como compositor em uma das faixas que entraria no álbum.
Com material em mãos, não demorou muito para o grupo chamar a atenção da Phonogram Records. Mas a companhia pediu para que mudassem o nome antes de assinar o contrato, já que após uma consulta de marcas e patentes mostrou que outros já haviam tido a idéia antes. Assim, após algumas opções rejeitadas, surgia o Roadhouse. O próximo passo foi encontrar um novo baterista. A vaga ficou com Trevor Brewis, ex-integrante do Well, Well, Well. O suporte de uma gravadora fez com que Willis mudasse sua posição inicial, de apenas ajudar o grupo no começo, não se tornando um membro fixo.
Quem esperava que o Roadhouse fosse resgatar a sonoridade mais crua dos trabalhos que Pete fez com o Def Leppard, se surpreendeu. A opção dos músicos foi se aproximar justamente daquilo que a banda fez posteriormente, nos gloriosos dias de Pyromania e Hysteria. A proposta já fica clara na abertura, com “All Join Hands”, uma espécie de filha bastarda de “Pour Some Sugar On Me”, com direito a backing vocals totalmente inspirados no estilo. Outras lançadas como single foram “Time” e a baladaça “Hell Can Wait”, essa a mais bem sucedida, tendo alcançado o número 9 na parada britânica. Também merecem destaque a agitada “A Little Love” – cara de hit em FMs mais abertas ao Rock – e “One Heart”, com melodia e refrão inesquecíveis logo após a primeira escutada.
Após o álbum chegar às lojas, a banda saiu em turnê, abrindo shows de Ian Gillan e do Saxon. Apesar da aceitação razoável para o trabalho (número 26 no chart de discos inglês), o grupo sofreria um forte abalo com a saída do vocalista Paul Jackson, que foi convidado para substituir Noddy Holder no Slade – o que também acabou durando pouco. Desfalcados de uma peça importante, os músicos optaram por encerrar as atividades. Atualmente, Pete Willis segue morando em Sheffield, mas não faz mais parte do mundo da música, atuando no ramo imobiliário. Portanto, fãs de seu trabalho têm aqui a última chance de conferir algo de sua autoria. Quem gosta do leopardo surdo, com certeza não pode perder.
Paul Jackson (vocals)
Pete Willis (guitars)
Richard Day (guitars)
Wayne Grant (bass)
Trevor Brewis (drums)
01. All Join Hands
02. Time
03. Tower Of Love
04. A Little Love
05. Loving You
06. Hell Can Wait
07. One Heart
08. New Horizon
09. Stanger In Your Eyes
10. Desperation Calling

Foi uma longa batalha no então produtivo underground britânico até algo acontecer no período pós-demissão. A primeira tentativa realmente representativa foi no Gogmagog, projeto que reunia outros renegados da cena britânica, como Clive Burr, Paul Di’Anno e o encara-todas Neil Murray, além de um novato e aventureiro Janick Gers – ou seja, praticamente um Iron Maiden de segunda mão. A coisa não passou de um EP, já que quase todo mundo ali parecia mais preocupado em se chapar do que tocar. Mais uma frustração aconteceu com a banda Nightrun, que também ficou no primeiro mini-álbum, não conseguindo se destacar na cena de Sheffield, terra natal.
Anos se passaram até que surgiu uma nova chance, com a banda que inicialmente se chamava The Few. Curiosamente, os primeiros passos foram dados com outro ex-Def Leppard, o baterista Frank Noon, que havia gravado o primeiro EP de Joe Elliott e companhia, além de ter tocado no Waysted e no Di’Anno, primeiro grupo do ex-vocalista do Iron Maiden após ter sido chutado por Steve Harris. Mas ele registraria apenas a primeira demo, antes de pedir o boné – embora tenha sido creditado como compositor em uma das faixas que entraria no álbum.
Com material em mãos, não demorou muito para o grupo chamar a atenção da Phonogram Records. Mas a companhia pediu para que mudassem o nome antes de assinar o contrato, já que após uma consulta de marcas e patentes mostrou que outros já haviam tido a idéia antes. Assim, após algumas opções rejeitadas, surgia o Roadhouse. O próximo passo foi encontrar um novo baterista. A vaga ficou com Trevor Brewis, ex-integrante do Well, Well, Well. O suporte de uma gravadora fez com que Willis mudasse sua posição inicial, de apenas ajudar o grupo no começo, não se tornando um membro fixo.
Após o álbum chegar às lojas, a banda saiu em turnê, abrindo shows de Ian Gillan e do Saxon. Apesar da aceitação razoável para o trabalho (número 26 no chart de discos inglês), o grupo sofreria um forte abalo com a saída do vocalista Paul Jackson, que foi convidado para substituir Noddy Holder no Slade – o que também acabou durando pouco. Desfalcados de uma peça importante, os músicos optaram por encerrar as atividades. Atualmente, Pete Willis segue morando em Sheffield, mas não faz mais parte do mundo da música, atuando no ramo imobiliário. Portanto, fãs de seu trabalho têm aqui a última chance de conferir algo de sua autoria. Quem gosta do leopardo surdo, com certeza não pode perder.
Pete Willis (guitars)
Richard Day (guitars)
Wayne Grant (bass)
Trevor Brewis (drums)
01. All Join Hands
02. Time
03. Tower Of Love
04. A Little Love
05. Loving You
06. Hell Can Wait
07. One Heart
08. New Horizon
09. Stanger In Your Eyes
10. Desperation Calling

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Fred Bongusto – …Forse È Colpa Della Musica… (1973)
Alfredo Buongusto (nascido em 6 de abril de 1935, em Campobasso), mais conhecido como Fred Bongusto, foi um cantor e compositor com uma das mais belas vozes românticas das décadas de 1960 e 70. Artista autodidata, estreou em 1960 com o single "Bella Bellissima", cujo lado B era "Doce Doce", canção que o lançou no mundo do entretenimento. Sua música mais famosa, "Una rotonda sul mare", não foi exatamente um grande sucesso em seu lançamento. Do final da década de 1960 em diante, sua carreira continuou como compositor de trilhas sonoras para filmes.
Ele obteve grande sucesso no Brasil, na Argentina e em todo o resto da América do Sul durante o final da década de 1960; sua última turnê pelo continente foi em 2007.
Encontrei este álbum há algum tempo em um blog brasileiro cujo nome não me recordo. De qualquer forma, agradeço ao autor original do upload!
***
Lista de faixas:
01. Stupendoso Giovane
02. Se I'Innamorarai
03. Quanno Staje Cu Mme
04. Il Mare Quest' Estate
05. La Via En Rose
06. Cielo Azzurro
07. Se você não fosse bonito como você é
08. Me 'So 'Mbarcatato 'E Sole
09. Cosa Farerai…
10. Espere amanhã
11. Tre Volle Baciami
12. Oi Mari…
Franco Simone – El Cómico (1990)
Franco nasceu perto do mar (em Acquàrica del Capo, uma pequena cidade em Salento, no sul da Itália) e possui muitas características do mar: natureza, imprevisibilidade criativa e uma presença confortável em espaços abertos.
Com uma rica discografia (além de seus álbuns em italiano, gravou oito em espanhol e um em grego), alcançou o primeiro lugar nas paradas de vendas internacionais dez vezes, principalmente na América Latina. Isso aconteceu com canções como "Tu… siempre tu", "Rio Grande", "Tentaciones", "Respiro", "Paisaje", "Esta noche", "Tu para mí", "Aquí", "Mágica" e "El cómico".
Em 1989, Franco Simone gravou o álbum "Totò", que se tornaria um sucesso mundial. É uma homenagem ao grande humorista napolitano, por quem Franco nutre uma genuína veneração. Além da faixa-título, o álbum contém uma nova e magnífica versão de "Malafemmena". A versão em espanhol foi lançada em 1990 com o título "El cómico".
Tracklist:
01. Mágica (Malafemmena) (Antonio De Curtis (Totó))
02. Deseo (Desiderio) (con Piera Romoli) (Franco Simone – Paradiso Giglioli – Franco Simone)
03. Amazonas (Amazzonia) (Franco Simone – Walter Zappon – Pinuccio Pirazzoli – Franco Simone)
04. Mala Droga (Versión Nueva) (Franco Simone)
05. El mar parece cerca (Rebibbia) (Franco Simone – Valter Savelli – Franco Simone)
06. El cómico (Totó) (Franco Simone)
07. Insonnia (Italiano) (Franco Simone – Pinuccio Pirazzoli – Franco Simone)
08. Danzas Húngaras (Danze ungheresi) (Franco Simone – Pinuccio Pirazzoli – Franco Simone)
09. Montmartre (Montmartre) (Franco Simone – Pinuccio Pirazzoli – Franco Simone)
Holly Golightly - Garage R&B (UK)
Jeff Fetterman - Blues Rock (USA)
KARFAGEN - Symphonic Prog • Ukraine
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