segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Puscifer – Normal Isn’t (2026)

 

Puscifer, um dos projetos musicais liderados por Maynard James Keenan, vocalista do Tool e do A Perfect Circle, tem grandes planos para 2026, com um novo álbum de estúdio e uma turnê agendados para os próximos meses. Intitulado Normal Isn't , é o primeiro disco do grupo desde Existential Reckoning , de 2020.
Composto e gravado no Arizona, em Los Angeles e durante a turnê Sessanta do ano passado, Normal Isn't mistura a sonoridade eletrônica sombria e o humor afiado pelos quais o Puscifer é conhecido com um processo criativo mais espontâneo. "Desde o início, discutimos um elemento de crueza e agressividade, que a guitarra traz", compartilha Mitchell, que coproduziu o álbum. "Nos livramos das amarras e tornamos a música mais agressiva."
Para Keenan, este lançamento representa uma nova…

 320 ** FLAC

…uma nova abordagem para a composição. Embora sempre tenha estado profundamente envolvido na criação do som do Puscifer, desta vez ele montou seu próprio sistema de gravação digital e desenvolveu ideias completas para as músicas antes de apresentá-las a Mat e Carina.
Essa mudança confere à música uma imediaticidade renovada, que, segundo Round, alterou a dinâmica no estúdio. “Em vez de simplesmente dizer: 'Quero que isso soe como Fleetwood Mac sob efeito de cocaína, se eles tivessem um filho com a PJ Harvey', Maynard estava nos mostrando sua intenção, o que foi muito legal”, explica ela. “No Puscifer, qualquer ideia pode mudar completamente sem qualquer pretensão, e todos estão a bordo – como em um hospício. Nos encontramos porque somos dementes de uma forma simbiótica.”
“Normal Isn't reflete este momento em que estamos vivendo”, acrescenta Keenan. “Como contadores de histórias e artistas, nosso trabalho é observar, interpretar e relatar. Absorvemos nosso ambiente e compartilhamos o que vemos, e o que vemos ao nosso redor não parece normal. Nem de longe.”
Os colaboradores deste álbum incluem Greg Edwards (baixo), Gunnar Olsen (bateria) e Sarah Jones (bateria), com participações especiais de Tony Levin (baixo em “Normal Isn't” e “Seven One”), Danny Carey (bateria em “Seven One”) e Ian Ross (pai de Atticus Ross, que narra “Seven One”).

Die Sektor - Scraping the Flesh (Demo 2004)

 



Origin: USA
Bitrate: 160
Hoster: Mega

Tracklist:
01. Lust Angel
02. Scraping The Flesh
03. Painkiller
04 . Your Deception







DULL KNIFE - Electric Indian - 1971

 



Mais uma banda alemã esquecida pelo tempo que lançou apenas um álbum e desapareceu deixando um petardo intitulado por 'Electric Indian'.

Com um som de bastante peso, o Dull Knife varia entre o hard prog com boas pitadas de blues onde, robustos solos de guitarra e um poderoso Hammond tomam conta de boa parte do disco. Vocais em inglês com nítida opulência e distorção de vozes, muito provavelmente causada por um Vocoder, uma espécie de sintetizador de vozes humanas muito usado nos anos 70 e 80. As letras são baseadas no evangelho, frequentemente marcadas por riffs agressivos, vocais intensos, levando a crer tratar-se de um disco gospel porém, com toda a veia e pegada experimental do Krautrock. 

Gravado em 1971, o disco foi produzido por Dieter Dierks, principal responsável pelo meteórico sucesso comercial do Scorpions na década de setenta. O vocalista e também tecladista, Gottfried Janko se juntou ao Jane para a gravação do disco Lady em 1975, deixando a banda após seu lançamento. O ótimo baixista Martin Hesse que figurou no Jane por anos, também aparece nesse raro e obscuro registro.

A Phllips, forte detentora de gravações progressivas da época, foi responsável pelas prensagens originais do único registro lançado valendo, nos dias atuais, algumas boas centenas de dólares.
Já nos anos 90, o selo alemão Second Battle, remasterizou e relançou o disco em questão.

Recomendado aos entusiastas do bom e velho Krautrock!


TRACKS:

1. Plastic People 
2. Go Down To The River 
3. Lonely Is The Man Kind
4. Walk Along The Muddy Road 
5. Tumberlin Down 
6. Song Of A Slave
7. Feeling Like A Queen
8. Day Of Wrath 




VITRAL - Entre as Estrelas - 2017

 




Sempre que possível, saliento a importância vinda do Rio de Janeiro em manter o progressivo nos dias atuais em alto nível, principalmente nos últimos dez anos, onde vimos o ressurgimento de antigos projetos e a ascendência de novas bandas de primoroso talento.

Graças a exemplar união dos cariocas, o progressivo nacional tem ganhado grande destaque fora do país por trabalhos autorais dignos de vasta apreciação em países da Europa, Ásia e Américas do Sul e do Norte.

Bandas como o próprio VitralArcpélagoQuaterna RéquiemTempus FugitCaravela Escarlate (a qual devo uma resenha de seu primeiro e belo álbum), ÚnitriAnxtron, dentre muitas outras, foram extremamente importantes para o crescimento do movimento progressivo atual, mantendo sempre o nível de qualidade e cuidado de suas composições em produções de primeiro mundo.

Acervo pessoal de Eduardo Aguillar

Certamente, este é o maior desafio delegado ao Progrockvintage em escrever sobre uma banda a qual tenho grande carinho e extrema admiração, podendo acompanhar, mesmo que de longe, os primeiros rabiscos de um retorno promissor que deu origem a seu primeiro álbum, finalizado e gravado entre 2016 e 17.

A banda Vitral foi originalmente formada no início dos anos 80 pelos irmãos Cláudio Dantas e Elisa Wiermann, Luiz Bahia, Alex Benigno e Eduardo Aguillar. Em pouco mais de dois anos desde sua criação, a banda se desfez fazendo com que os músicos tomassem rumos diferentes em suas carreiras.

Cláudio e Elisa por exemplo, formaram o brilhante Quaterna Réquiem que até hoje vem nos presenteando com belíssimos discos ao longo de seus mais de 30 anos de estrada.
 Aguillar, multi-instrumentista, gravou e engavetou dois belos projetos solo durante anos, lançando-os apenas há alguns anos atrás. 

Acervo Carlos Vaz Ferreira
Nessa onda de fazer uma limpa em seus arquivos pessoais, Eduardo se deparou com algumas gravações caseiras da época em fitas cassete e VHS, além de antigas partituras que foram as principais responsáveis pela retomada do projeto em questão.

Mostrou esse material a Cláudio Dantas que imediatamente abraçou a ideia de resgatar o que ficou perdido com o passar de todos aqueles anos. A reação inicial era em dividir e mostrar todo esse achado aos músicos da antiga formação porém, cada um tem seus afazeres e projetos pessoais, não estando disponíveis para encarar um desafio desse porte naquele momento.

Dantas sugeriu então, convidar experientes músicos já envolvidos com o Rock Progressivo carioca e trouxe nomes de peso, com a finalidade em fazer com o que o Vitral não perdesse sua nuance, trazendo também uma roupagem mais contemporânea a banda.


Acervo Carlos Vaz Ferreira
A antiga formação não contava com a execução de flautas em seus arranjos, foi aí que entrou um dos maiores nomes de todos os tempos nesse quesito, dando um toque a mais de qualidade para o Vitral. Marcus Moura possui uma bagagem musical de longa data. Foi um dos fundadores do Bacamarte, banda altamente aclamada pelos admiradores do progressivo nos quatro cantos do mundo. O disco Depois do Fim, lançado originalmente em 1983, é um dos mais raros e conceituados álbuns do gênero, chegando ao mesmo patamar de alguns medalhões de enorme sucesso do progressivo mundial. 

Acervo Carlos Vaz Ferreira
A guitarra fica a cargo do virtuoso e bastante técnico, Luiz Zamith que, antes de aderir ao projeto proposto, já possuía dois brilhantes trabalhos paralelos que vem ganhando destaque nos festivais produzidos no Rio. O primeiro deles é o interessante, Ícones do Progressivo, que faz belas releituras em formato instrumental das principais bandas vindas da Europa nos anos 70, tais como Yes, Focus, ELP, Jethro Tull e Genesis. Esta última é a de maior inspiração para suas composições, já que muitos de seus arranjos possuem nítidas influências a técnica praticada por Steve Hackett, durante sua permanência no Genesis e em discos solo que se tornaram emblemáticos. 
Tive a honra de assistir ao outro projeto intitulado por Luiz Zamith e banda no ano passado e fiquei surpresa com a qualidade e entrosamento dos músicos ao executar faixas autorais em composições de alto nível, extrema complexidade de arranjos e muito, muito peso.

Acervo Carlos Vaz Ferreira
Eduardo Aguillar aderiu ao grande desafio em assumir o baixo e os teclados durante toda a gravação do disco. Os teclados apesar de bastante modernos, as vezes, soam como os os bons e velhos sintetizadores usados na fase áurea do progressivo. Timbres de Arp, Harpsichord, Hammond e um tímido Mellotron podem ser claramente notados e muito bem selecionados em diferentes segmentos.

Após a conclusão da gravação, Vítor Trope assume o baixo e passa a acompanhar a banda pelas apresentações realizadas em shows e festivais pelo Rio. Também multi-instrumentista, é professor e integra a Orquestra Rio Camerata. Músico experiente e bastante preparado para encarar o desafio proposto. 

Acervo Carlos Vaz Ferreira
Cláudio Dantas dispensa maiores comentários por toda sua trajetória de mais três décadas no Quaterna Requiem, uma das mais importantes bandas do gênero e que ainda está na ativa apesar de aparecer pouco. Dantas também é um renomado pintor e artista plástico sendo o principal responsável pela arte do disco em questão. 



'Entre as Estrelas' é um trabalho composto por três faixas totalmente instrumentais, com variações complexas  que nos remetem a década de setenta mas que, ao mesmo tempo, possui uma instrumentação moderna e muito bem trabalhada para os dias atuais onde houve uma nítida modernização de variadas aparelhagens com o passar dos anos.

"Pétala de Sangue" é a responsável por abrir o disco com fragmentos baseados nos teclados que se intercalam  a solenes solos de guitarra e belas passagens de flauta. Uma atmosfera mais medieval se intercala meio que timidamente a uma textura mais vanguardista, principalmente quando as flautas ganham certo destaque.

A faixa título com seus mais de 50 minutos de duração é alma do disco e o principal resultado de que tudo deu muito certo. Creio que esta música representa a dedicação extrema de cada um de seus músicos em destilar o que há de melhor em técnica, destreza e visível entrosamento na execução de cada uma de suas treze suites.
Muito bem trabalhada, de extremo bom gosto, diversificando a cada instante os variados segmentos instrumentais. As interações nos remetem a influências a bandas dos próprios músicos. Alguns arranjos de teclados e principalmente suas timbragens lembram demais ao estilo inconfundível criado por Elisa Wiermann no Quaterna. As flautas de extremos bom gosto, remetem sem pestanejar ao modo como Marcus Moura as executava no Bacamarte e em projetos solo. A guitarra muitas vezes melódica de Zamith, destoa a claras influências vindas do Camel e Genesis. A sequência baixo-bateria é extremamente sólida, servindo como base indispensável para os outros instrumentos.
Vale lembrar que essa longa composição foi trabalhada e ajustada nas apresentações ao vivo do Vitral até chegar no resultado final contido no disco.

O álbum se encerra com a faixa que dá nome a banda e certamente é minha favorita por algumas lindas variações entre os teclados e flauta. Aguillar usa uma espécie de Harpsichord na introdução, acompanhado por uma flauta mais ao estilo barroco a qual creio ser de madeira, em uma linda sequência de melodias mais leves. A seguir vem um inconfundível solo de Arp que quebra a sequência mais serena, dividindo a peça novamente com uma flauta mais encorpada, seguida por fortes solos de guitarra.



Não poderia concluir essa singela publicação sem antes citar um grupo de pessoas que foram de essencial importância para o sucesso do álbum 'Entre as Estrelas'. Pessoas estas que trabalham arduamente fora dos palcos para o constante crescimento do movimento progressivo carioca.

São eles:

Vértice Cultural sob a administração de Cláudio Paula e demais parceiros que viabiliza inúmeros shows de bandas locais e internacionais nas cidades do Rio e Niterói. Uma de suas últimas proezas foi trazer os italianos do Locanda Delle Fate para duas inesquecíveis apresentações no fim do ano passado. 

Masque Records que ficou a cargo da produção executiva do primeiro disco gravado pelo Vitral, sob o comando do amigo Gustavo de Azevedo Paiva que caprichou na produção. Além dele, contamos com sua esposa, a talentosa fotógrafa Maria Ruch, que foi a responsável direta pelas fotos dos músicos no encarte do disco. A Masque produz e comercializa diversos trabalhos envolvendo bandas nacionais e internacionais.

Laboratório Pedra Branca de propriedade do músico Eduardo Aguillar, um moderno estúdio situado em Vargem Grande onde o disco renasceu e foi devidamente gravado. Nesse estúdio Eduardo já  gravou seus projetos pessoais além de produzir nesse mesmo local, diversos outros nomes que envolvem não somente o progressivo como outros estilos musicais. 

- Carlos Vaz Ferreira não consta nos créditos do álbum mas não poderia nunca deixar de ser lembrado por aqui. Vaz é um exímio fotógrafo que acompanha e registra em suas lentes as diversas bandas cariocas em suas apresentações. Possui também um programa semanal muito conceituado na rádio web Be Prog onde dá oportunidade aos entusiastas do progressivo em conhecer novos e antigos nomes do Brasil e de diversas partes do mundo. 

Tenho plena convicção de que o Vitral veio para elucidar ainda mais o crescimento constante que o progressivo nacional vem tendo ao longo da última década. Juntamente com os novos e antigos nomes que muito contribuem para que esse movimento se torne cada vez mais forte e faça com que os admiradores dos medalhões setentistas também valorizem e apoiem as bandas locais.


TRACKS:

1. Pétala de Sangue
2. Entre as Estrelas 
3. Vitral 





From The Dark – In The Last Days Of The Sun (Demo 1997)

 




Country: New Zealand
 
Tracklist
1. Rising Moon 04:44
2. Serpent Of The Underworld 04:01
3. Kingdom Of Souls 05:47
4. The Final Battle 04:36
5. Black Winter 03:44
6. Casus Belli 07:45

 Projeto de black metal da cidade de Tauranga, na Nova Zelândia, que esteve ativo no final dos anos 90.
O From The Dark se inspira nos movimentos de black metal cru e atmosférico dos anos 90.
Com temas profundamente enraizados no ocultismo arcano e na matéria esotérica oriental,
lançaram em 1997 a demo " In The Last Days Of The Sun " e em 1998 o álbum em CD " In The Shadow Of Kaos ".
A banda parece estar de alguma forma "ativa" novamente com o relançamento em CD de sua demo em 2025. 
enquanto seus planos futuros incluem o lançamento de seu segundo álbum completo, inédito desde 1999,
intitulado " In The Night Of Pan ",  lançado pela gravadora australiana Charnel Sanctum .
 






ROCK AOR - Arrival - Point Of Origin (1982-1994)

 




País: Estados Unidos
Estilo: AOR
Ano: 1982-1994

Integrantes:

Mark Free - vocals
Michael Badagliacco - vocals
Norm Peterson - keyboards, backing vocals
Ric Cabot Podmore - guitars, keyboards, backing vocals
Charlie McCormick - guitars
Larry Thompson - drums
Richie Carlson - driums

Tracklist:

01. We Never Said Goodbye [Michael Badagliacco]
02. Disappear [Mark Free]
03. Say Goodbye [Mark Free]
04. Born for Broadway [Mark Free]
05. More Than Love [Michael Badagliacco]
06. Where Does my Love Go? [Mark Free]
07. Don't Stop Dreamin' [Michael Badagliacco]
08. Out of Nowhere [Mark Free]
09. The Loneliest Man in the World [Michael Badagliacco]
10. Turn Your Head Around [Mark Free]




ROCK AOR - ARNEL PINEDA - Arnel Pineda

 



Este é o primeiro álbum de estúdio do vocalista Arnel Pineda, de Filipinas, lançado em 1999 no qual se tornou um grande sucesso em seu país natal.
Esta aí o 'por que' de seu merecimento como frontman do Journey, mostrando um grande talento vocal. Lembrando, que ele foi descoberto pelo 'Youtube' por Neal Schon.
Vale a pena conferir. Perfeitooooooo!

País: Filipinas
Estilo: Melodic Rock/AOR
Ano: 1999

Integrantes:

Arnel Pineda - lead vocals
Johnny Castaneda - guitars
Kedy Sanchez - guitars, backing vocals
Michael Alba - drums
Reuben Laurente - backing vocals

Tracklist:

01. Sayang
02. Bitin
03. Iiyak Ka Rin
04. You're The One
05. Free Bird
06. Mi Vida, Mi Amor (Aking Buhay, Aking Mahal)
07. For My Own Good
08. Isa Pang Pagkakataon
09. It's Over
10. Problema




Stani Labonia - Amarsi (1978 )

 


 

TRACKLIST:

Lado A
01 - Aspettando primavera
02 - Amarsi
03 - In due

Lado B
04 - E Jennifer non sa (Jenny Sorrenti - voce solista)
05 - Ad un amico
06 - La prossima donna
07 - La rosa d'ambra

Bonus Tracks
08 - 6878 (lato A 45 giri, 1979)
09 - Paola (lato B 45 giri, 1979)


MUSICOS:

Gianni Guarracino - chitarra classica
Rino Avitabile - basso elettrico
Piero Gallo  chitarra elettrica, chitarra acustica
Giorgio F. Uggiano - tastiere
Antonello Lamberti - batteria, percussioni
Carlo Avitabile - percussioni
Enzo Avitabile - sax, flauto, voce



 No entanto, é sempre um prazer trazer de volta álbuns antigos valiosos, como no caso de "Amarsi", lançado por Stani Labonia em 1978 (gravadora italiana). Stani, cujo nome verdadeiro é Stanislao Smiraglia, é acompanhado por uma série de músicos importantes, incluindo Enzo e Rino Avitabile, Jenny Sorrenti (que cantou em "E Jennifer non sa"), Gianni Guarracino e Piero Gallo. A produção ficou a cargo de Gaio Chiocchio, ex-integrante do Pierrot Lunaire. Na época, "Amarsi" era um álbum raro e difícil de encontrar. Hoje, pode ser ouvido em diversas plataformas de streaming, incluindo o YouTube. O post original foi feito por Roby em 28 de maio de 2012, e você pode acessá-lo clicando  aqui  para reler a resenha. Gostaria de destacar a presença de duas faixas bônus, ou seja, os dois lados do único disco de 45 rpm lançado por Stani em 1979. Abaixo está a capa.



Após essas duas gravações, um álbum e um single, Stani Labonia nunca mais lançou nada. Parecia ter desaparecido do mapa quando, surpreendentemente, em 2024, após 46 anos de silêncio, retornou com um novo CD com o significativo título "Di Nuovo", lançado pela Retro Records. Este trabalho também está facilmente disponível no YouTube (embora eu sempre recomende a compra). Com isso, termino. Aproveite a nova audição. 

Capa "De novo" - 2024









Destaque

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  Artista:  Mopho Disco:  Volume 3 Ano:  2011 Esta edição:  2011 (edição original em CD) Gravadora:  Pisces (Edição original) Estilo:  Rock ...