Eu não posso nem brincando
Ver teu rosto que esqueci
Não posso porque já ando
Ceguinho d’amor por ti
Meu juramento é sincero
O meu desprezo é profundo
Juro que já não te quero
Longe de mim um segundo
Não te dou meu coração
Nem posso dar-te uma esperança
Eu que sei amar tão bem
Também sei o que é vingança;
Não fui eu que te enganei
Foste tu que me enganaste
Não te dou meu coração
Não te dou meu coração
Porque tu já mo roubaste
Eu não quero nem desejo
O calor da tua boca
Não quero nem mais um beijo
Porque um beijo é coisa pouca
Para que não me endoideças
Eu peço que nunca mais
Que nunca mais me apareças
Meu amor, tarde demais
Ver teu rosto que esqueci
Não posso porque já ando
Ceguinho d’amor por ti
Meu juramento é sincero
O meu desprezo é profundo
Juro que já não te quero
Longe de mim um segundo
Não te dou meu coração
Nem posso dar-te uma esperança
Eu que sei amar tão bem
Também sei o que é vingança;
Não fui eu que te enganei
Foste tu que me enganaste
Não te dou meu coração
Não te dou meu coração
Porque tu já mo roubaste
Eu não quero nem desejo
O calor da tua boca
Não quero nem mais um beijo
Porque um beijo é coisa pouca
Para que não me endoideças
Eu peço que nunca mais
Que nunca mais me apareças
Meu amor, tarde demais
Lisboa, o Tejo e o mar
Letra de Isidoro de Oliveira
Desconheço se esta letra foi gravada
Publico-a na esperança de obter informação credível
Letra transcrita do livro editado pela Academia da Guitarra e do Fado
Vem correndo pelo Tejo
Água de fontes nascida
No alto da serrania
Doce como um doce beijo
Viva como a própria vida
Traz saúde e alegria
Água salgada do mar
Vem convidando à aventura / Na ânsia de liberdade
Mas na hora de embarcar
Há lágrimas de amargura / Salgadas pela saudade
As lágrimas de saudade
Salgavam o próprio mar / Ao partir das naus de Goa
Mas o sal da tempestade
Ficava doce ao voltar / À Ribeira de Lisboa
Sem descanso, noite e dia
Juntam as águas na barra / Tejo doce e mar salgado
A tristeza e a alegria
Juntam-se ao som da guitarra / E Lisboa canta o fado
Desconheço se esta letra foi gravada
Publico-a na esperança de obter informação credível
Letra transcrita do livro editado pela Academia da Guitarra e do Fado
Vem correndo pelo Tejo
Água de fontes nascida
No alto da serrania
Doce como um doce beijo
Viva como a própria vida
Traz saúde e alegria
Água salgada do mar
Vem convidando à aventura / Na ânsia de liberdade
Mas na hora de embarcar
Há lágrimas de amargura / Salgadas pela saudade
As lágrimas de saudade
Salgavam o próprio mar / Ao partir das naus de Goa
Mas o sal da tempestade
Ficava doce ao voltar / À Ribeira de Lisboa
Sem descanso, noite e dia
Juntam as águas na barra / Tejo doce e mar salgado
A tristeza e a alegria
Juntam-se ao som da guitarra / E Lisboa canta o fado
Paixão ternurenta
José Fernandes Castro / Joaquim Pimentel *a rosa e o chico*
Repertório de Filomena Sousa
Subindo contigo à lua
Repertório de Filomena Sousa
Subindo contigo à lua
Numa nuvem ternurenta
O teu olhar insinua
O teu olhar insinua
Uma paixão violenta
Tão violenta, tão forte
Tão violenta, tão forte
Cheia de mel e feroz
Que chego a perder o norte
Que chego a perder o norte
No rumo da tua foz
Saltando barreiras
Passando fronteiras que a vida apresenta
Vamos colorindo
Este sonho lindo se paixão violenta
De abraço em abraço
Ganhei um espaço no teu coração
E de beijo em beijo
Aumenta o desejo de amor em paixão
O elo que nos uniu
Saltando barreiras
Passando fronteiras que a vida apresenta
Vamos colorindo
Este sonho lindo se paixão violenta
De abraço em abraço
Ganhei um espaço no teu coração
E de beijo em beijo
Aumenta o desejo de amor em paixão
O elo que nos uniu
Trouxe mais luz e mais cor
Decerto jamais se viu
Decerto jamais se viu
Um amor com tanto amor
Somos dois parecendo um
Somos dois parecendo um
Vivendo no mesmo fado
Amor igual a nenhum
Amor igual a nenhum
Com o destino marcado
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