






Que tristeza! Erasmo Carlos… nem acredito! Até pensei em escrever um textão falando sobre a importância do Gigante Gentil na minha vida musical – o quanto discos como Carlos, Erasmo (1971), Sonhos e Memórias (1972), Projeto Salva Terra! (1974) ou Banda dos Contentes (1976) fizeram a minha cabeça – mas nem carece de explicação. Vi apenas dois shows do Tremendão, mas um deles valeu por mil: no Theatro Municipal de São Paulo, numa Virada Cultural, quando ele tocou por completo Carlos, Erasmo, o meu disco predileto dele.
Hoje já rodei os favoritos, e agora vou escutar o seu LP de 1982, Amar Pra Viver ou Morrer de Amor, que entre outras belezuras contém a faixa “Mesmo que Seja Eu”, que estourou nas rádios à época. Eu chorei aqui!
Descanse em paz, mestre… voa! Viveu e morreu de amor!
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