Hoje subimos um disco básico no pop dos anos 80, ainda que desconhecido para alguns aficionados espanhóis por esse gênero devido à sua escasa difusão aqui. Mas começamos a falar por seus intérpretes, o grupo britânico The Woodentops, utilizando uns parágrafos de um artigo de Pablo Martínez Vaquero publicado no boletim Riot Press, em março de 2010: «[…] Estaban retratados por Rolo McGinty, um mod de Oxford que criou nas premissas “avançar e aprender” daquela subcultura juvenil, lejos de querer ser um dos guardiões do seu museu [...]. Sua inquietação foi para Liverpool, onde passou pelos afterpunks The Wild Swans. A volta à sua cidade se integrou no Jazz Butcher do dandy Pat Fish (outro dia nos ocuparemos dele). Estudei o tempo justo para seduzir sua teclista, Alice Thompson, e a levei para Londres, para fundar o grupo definitivo, The Woodentops. Era 1983 e compartiu sons e parâmetros musicais com outras bandas emergentes como The Smiths, embora sem estética, já que a imagem de Rolo e seu grupo era surpreendentemente rústico. A banda foi completada com Simon Mawby (guitarra), Frank DeFreitas (baixo) e Paul Hookham (pronto substituído por Benny Staples) e a bateria. Todos hacían voces, secundando a la de Rolo, líder indiscutível de um grupo que se passou dos anos (1984-1986) disparando certeiros e vivificantes solteiros nas listas independentes.
Giant (editado pela Rough Trade em 1986) foi seu primeiro álbum, e para muitos o melhor de sua discografia dispersa. Doces cortes firmados por Rolo, titulados de forma escueta e direta: “Love train”, “Get in on”, “Good Thing”, “Last time”, “Shout”, “History”… Economia e antítese de outras sofisticações que Bob Sargeant (produtor de gemas para Haircut 100, os skatalíticos The Beat e outras bandas como Any Trouble) supo conduzir a através de paisajes acústicos, aderezados com salpicaduras de marimbas, acordeón e algo de corda. Triunfava nas listas independentes inglesas, mas sua pista não era fácil de seguir no continente. A seguir, Rolo experimentou uma revelação eletrônica, não menos emocionante, mas isso já pertenceu a outra história. Com este álbum de The Woodentops logró resumir a história e evolução da música pop».
01 - Get It On 3:15
02 - Good Thing 3:41
03 - Give It Time 3:40
04 - Love Train 3:04
05 - Hear Me James 3:36
06 - Love Affair With Everyday Livin' 3:58
07 - So Good Today 2:56
08 - Shout 2:06
09 - History 3:15
10 - Travelling Man 3:12
11 - Last Time 4:07
12 - I Want Your Love 4:04
13 - Everything Breaks 4:48




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