Acho inúteis as palavras
António Sousa Freitas / Popular *fado évora*
Repertório de Amália
Acho inúteis as palavras
Quando o silêncio é maior
Inúteis são os meus gestos
P'ra te falarem de amor
Acho inúteis os sorrisos
Quando a noite nos procura
Inúteis são minhas penas
P'ra te falar de ternura
Acho inúteis nossas bocas
Quando voltar o pecado
Inúteis são os meus olhos
P'ra te falar do passado
Acho inúteis nossos corpos
Quando o desejo é certeza
Inúteis são minhas mãos
Nessa hora de pureza
Aconchegado à minha mãe
Letra e música de José da Câmara
Repertório do autor
O sonho de um vento de amor
As mãos que protegem tão bem
Sentir que acordei p’ra melhor
Aconchegado à minha mãe
A brisa do amor que chegou
O terno sorriso de alguém
Ajuda a sentir o que sou
E ao lado tenho a minha mãe
O escuro da noite é feroz
E o medo aparece também
Mas logo sinto aquela voz
A voz da minha querida mãe
As luas vão rodopiando
O tempo chega mais além
Vivi minha vida de encanto
E ao lado esteve a minha mãe
Repertório do autor
O sonho de um vento de amor
As mãos que protegem tão bem
Sentir que acordei p’ra melhor
Aconchegado à minha mãe
A brisa do amor que chegou
O terno sorriso de alguém
Ajuda a sentir o que sou
E ao lado tenho a minha mãe
O escuro da noite é feroz
E o medo aparece também
Mas logo sinto aquela voz
A voz da minha querida mãe
As luas vão rodopiando
O tempo chega mais além
Vivi minha vida de encanto
E ao lado esteve a minha mãe
Acontece
Letra e música de José da Câmara
Repertório de Teresa Câmara
0 Tocas, bom rapazote
Em Alfama viu a morte
Numa noite escura e fria
Atrás dele vinha o Manel
Conduzindo uma Famel
É rapaz da Mouraria
É uma história bem comprida
Rivalidade antiga
Das marchas populares
Estava Alfama e Mouraria
A marchar com galhardia
Foi a noite dos azares
0 avô do Manel
Ficou (logo) à flor da pele
Quando olhou pró manjerico
Numa quadra viu a escrita
Dedicada à sua Rita
Parecendo vir do Chico
30 anos se passaram
Nunca mais se falaram
Com a jura de vingança
0 avô do Tocas, coitado
Inocente e assustado
De marchar perdeu a esperança
Nessa noite escura e fria
A jantar ninguém sorria
Quando alguém lançou um grito
Era o velho Alcobia
Confessando a autoria
Das quadras do manjerico
Intrigado vai Manel
Montado na Famel
0 seu cavalo alado
Quando o Tocas alcançou
Toda a história lhe contou
E marcharam lado a lado
Repertório de Teresa Câmara
0 Tocas, bom rapazote
Em Alfama viu a morte
Numa noite escura e fria
Atrás dele vinha o Manel
Conduzindo uma Famel
É rapaz da Mouraria
É uma história bem comprida
Rivalidade antiga
Das marchas populares
Estava Alfama e Mouraria
A marchar com galhardia
Foi a noite dos azares
0 avô do Manel
Ficou (logo) à flor da pele
Quando olhou pró manjerico
Numa quadra viu a escrita
Dedicada à sua Rita
Parecendo vir do Chico
30 anos se passaram
Nunca mais se falaram
Com a jura de vingança
0 avô do Tocas, coitado
Inocente e assustado
De marchar perdeu a esperança
Nessa noite escura e fria
A jantar ninguém sorria
Quando alguém lançou um grito
Era o velho Alcobia
Confessando a autoria
Das quadras do manjerico
Intrigado vai Manel
Montado na Famel
0 seu cavalo alado
Quando o Tocas alcançou
Toda a história lhe contou
E marcharam lado a lado
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