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Parte Prima
A1. Mâd (2:43)
A2. Fiore (0:56)
A3. Kam-Ami (1:39)
A4. Procruste (2:58)
A5. Pav (0:57)
A6. Caccia (1:22)
A7. Struzzo (1:29)
A8. L'Inganno (0:57)
A9. Ur (0:52)
A10. Notte (3:22)
Parte Seconda
B1. Metràpolis (1:40)
B2. Folla (1:15)
B3. L' Albero (1:20)
B4. Habitus (1:11)
B5. Salme (2:19)
B6. Lav-Êrna (1:51)
B7. Rug (1:27)
B8. Pedone (1:35)
B9. Anxia (0:29)
B10. Dhû (1:48)
B11. Poi-Improvvisamente (3:10)
Musicians:
Bass – Danny B. Besquet
Drums, Percussion – Gianchi Stinga
Guitar – Ronnie Jackson
Music By – Detto Mariano
Organ, Synthesizer, Moog, Celesta, Mellotron, Piano – Gianni Leone
Vocals – Chiara Riccio, Grazia Fioravante, Paola Di Simone, Rossana Galasso
Voice – Guido Ballo
Uma curiosidade de um poeta italiano, fazendo um álbum com músicos de rock em uma época em que quase tudo que era italiano e experimental valia a pena investigar. Para mim isso funciona porque não entendo muito os textos, então a poesia é outro instrumento, junto com as guitarras, eletrônicos/teclados, bateria e vocais femininos corais muito legais. No geral, soa como uma trilha sonora de um filme estranho de Giallo! (ultimathulerecords) A música de "Metràpolis" traz muita certeza da atmosfera do lendário álbum "Ys" do Balletto de Bronzo do mesmo ano, mas com um estado mais brutal e primordial, e com um impacto sonoro mais forte e violento.
Rispetto ad "Ys" si avvicinano molto più alla colta contemporânea de Béla Bartók e Igor Stravinskij até Karlheinz Stockhausen, Pierre Boulez e Luciano Berio, sfiorando em certos casos também a serialidade da dodecafonia.
Alguns ficaram surpresos, além do outro, antecipando qual ano a atmosfera ipnotícia e inquietante da música de Goblin e de Keith Emerson para o filme de Dario Argento.
Detto Mariano figurava como o compositor das músicas, mas Gianni Leone e Gianchi Stinga sostengono que se limitava a ousar as indicações vaghe, e ele improvisava tudo. (Cfr. il saggio di Gianmaria Consiglio "Il Balletto di Bronzo e l'idea del delirio organizzato - 'Ys' tra rock e avanguardia", Eclysse, Salerno 2009, p. 79, nota n. 27).
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