Ano: 20 de abril de 1970 (CD 1987)
Gravadora: Chrysalis Records (Europa), 252 658
Estilo: Rock Gótico, Folk Rock
País: Bedfordshire, Inglaterra
Duração: 42:32
A popularidade do Jethro Tull continua a me surpreender. Eles atraem um bom público, recebem entrevistas extensas e resenhas na imprensa especializada em rock. Eles empolgam as pessoas. Imagino que Ian Anderson deva ser um cara extremamente legal, cooperativo, carismático ou algo do tipo, porque acho os discos dele bem fracos e sem graça.O novo álbum, Benefit, é um tédio arrastado – uma espécie de antologia de música ambiente rock, executada de forma desanimada e mecânica. Principalmente o ritmo – cada faixa range de forma rígida, mas, considerando o material árido e derivativo que Anderson criou, a execução mecânica é compreensível. Sua ideia de música é pegar um trecho de melodia indizivelmente banal, repeti-lo, acrescentar um ou dois riffs insípidos e deixar a banda martelar – com alguma flauta ocasional e geralmente mal aconselhada para dar “textura”. Para piorar tudo, acho seu canto (desta vez) quase repugnante. Mas é a execução fria, barulhenta e insensível da música (por mais insípida que seja em si mesma) que proporciona a verdadeira e irremediável sensação de desânimo.Então, quem precisa disso? Muita gente, pelo visto. Será que o público do rock está tão saturado que um ou dois minutos de "jazz" insosso e algumas tentativas medíocres de tocar algo "exótico" conseguem disfarçar uma mediocridade flagrante?
01. With You There To Help Me (06:22)02. Nothing To Say (05:14)03. Alive And Well And Living In (02:49)04. Son (02:55)05. For Michael Collins, Jeffrey And Me (03:53)06. To Cry You A Song (06:17)07. A Time For Everything (02:46)08. Inside (03:47)09. Play In Time (03:49)10. Sossity - You're a Woman (04:39)
A popularidade do Jethro Tull continua a me surpreender. Eles atraem um bom público, recebem entrevistas extensas e resenhas na imprensa especializada em rock. Eles empolgam as pessoas. Imagino que Ian Anderson deva ser um cara extremamente legal, cooperativo, carismático ou algo do tipo, porque acho os discos dele bem fracos e sem graça.
O novo álbum, Benefit, é um tédio arrastado – uma espécie de antologia de música ambiente rock, executada de forma desanimada e mecânica. Principalmente o ritmo – cada faixa range de forma rígida, mas, considerando o material árido e derivativo que Anderson criou, a execução mecânica é compreensível. Sua ideia de música é pegar um trecho de melodia indizivelmente banal, repeti-lo, acrescentar um ou dois riffs insípidos e deixar a banda martelar – com alguma flauta ocasional e geralmente mal aconselhada para dar “textura”. Para piorar tudo, acho seu canto (desta vez) quase repugnante. Mas é a execução fria, barulhenta e insensível da música (por mais insípida que seja em si mesma) que proporciona a verdadeira e irremediável sensação de desânimo.
Então, quem precisa disso? Muita gente, pelo visto. Será que o público do rock está tão saturado que um ou dois minutos de "jazz" insosso e algumas tentativas medíocres de tocar algo "exótico" conseguem disfarçar uma mediocridade flagrante?
01. With You There To Help Me (06:22)
02. Nothing To Say (05:14)
03. Alive And Well And Living In (02:49)
04. Son (02:55)
05. For Michael Collins, Jeffrey And Me (03:53)
06. To Cry You A Song (06:17)
07. A Time For Everything (02:46)
08. Inside (03:47)
09. Play In Time (03:49)
10. Sossity - You're a Woman (04:39)




Sem comentários:
Enviar um comentário