Em um álbum de estreia composto por covers, ninguém poderia acusar o Vanilla Fudge de mau gosto em seu repertório; com versões chapadas e lentas de clássicos então recentes como "Ticket to Ride", "Eleanor Rigby" e "People Get Ready", eles estavam elevando bastante o nível para si mesmos. Até mesmo a escolha mais questionável — "Bang Bang", de Sonny Bono — acaba sendo rivalizada apenas pela versão de "Laugh at Me" do Mott the Hoople em apresentar a composição de Bono sob a melhor luz possível. A maioria das faixas aqui compartilha a estrutura comum de uma jam de aquecimento desconexa, uma canção fúnebre com forte presença do órgão Hammond e vocais harmonizados no centro, e uma jam final desenfreada. Ainda assim, algumas se saem melhor do que outras: "You Keep Me Hanging On" tem uma parte de bateria maravilhosamente martelada, e "She's Not There" ostenta algumas jams de órgão verdadeiramente envolventes. Embora o padrão possa soar repetitivo hoje em dia, cada música ainda funciona como uma cápsula do tempo da psicodelia americana
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