AQUAPLANAGE
Symphonic Prog • United Kingdom
Biografia do AquaplanageFundado em 2000 como a banda cover do Yes "Fragile",
o AQUAPLANAGE é o projeto criativo do Fragile, o aclamado tributo ao Yes que fez extensas turnês com Steve Howe do Yes e recebeu o apoio de Rick Wakeman, com execuções regulares na rádio Planet Rock. As origens do projeto remontam a uma viagem de carro à Bélgica alguns anos atrás. A repetição dos quilômetros percorridos foi amenizada apenas por uma placa intrigante que, embora claramente destinada a ser um aviso, despertou um humor e uma simpatia que refletiam o espírito da época. Era um símbolo e tudo era possível.
O AQUAPLANAGE é formado por Robert Illesh (guitarras, vocais, teclados, arranjos orquestrais, flauta, programação); Steve Carney (vocal principal); Jon Bastable (baixo, samples) e Tom Dawe (guitarra). Com a participação de: Max Hunt (teclados), Mitch Harwood (bateria, vocais), Deborah Peake (violino), Ruth McGibben (viola) e Sophie Hurr (violoncelo).
O material do álbum Aquaplanage, de 2008, foi composto ao longo de vários anos e conta com a contribuição de membros antigos e atuais do Fragile. Aquaplanage foi um trabalho feito com amor. Surgindo lentamente da concepção à realização, encontrando organicamente seu verdadeiro propósito e direção. É a união de ideias díspares que encontraram uma identidade comum. Cuidadosamente nutrido até sua forma final, Aquaplanage está agora pronto para ocupar seu lugar no firmamento musical. É fiel ao roteiro original do rock progressivo e as influências estão lá para serem ouvidas.
Aquaplanage Symphonic Prog
O grupo britânico Aquaplanage nasceu no início do novo milênio como uma banda tributo ao Yes chamada Fragile. Steve Carney é um vocalista muito bom e, pelo menos aqui, ele não tenta soar como Jon Anderson. Houve algumas mudanças na formação ao longo do tempo, mas o único álbum também conta com a participação de alguns ex-membros como convidados. O grupo é capaz de executar harmonias vocais que lembram o Yes e, sem dúvida, possui um alto nível de musicalidade.
Além da inevitável semelhança com o Yes, a épica abertura em cinco partes, "Ode to Grey Mornings" (15:27), também me faz lembrar do Jethro Tull, e não apenas por causa da flauta. Apesar de não apresentar muita originalidade, este é um ótimo épico do prog rock moderno que, na minha opinião, não perde muito para os de bandas maiores e mais conhecidas como The Flower Kings ou Transatlantic. As composições mais curtas são mais irregulares e, infelizmente, algumas delas têm uma pegada AOR. Falando em instrumentais, gosto especialmente da faixa-título, que apresenta um belo violão e um arranjo de cordas.
(Baseado em um capítulo do meu novo livro de rock progressivo em finlandês, que aborda mais de 620 artistas -- daí o formato abreviado para uma resenha de álbum.)

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