Assim como o Rifkin e Bayless, Peter Breiner ampliou a obra dos Beatles no movimento Barroco com The Beatles Go Baroque, juntamente com a sua Chamber Orchestra, em 1992, este foi o álbum que motivou a procurar por outros no gênero. E dentre os três é o mais “fraco”.
Peter Breiner, nascido em 03 de julho de 1957, na antiga Tchecoslováquia, atual Eslováquia é pianista, maestro e compositor.
Breiner com mais de 150 álbuns como maestro ou pianista. Ele popularmente conhecido por seus arranjos, como versões barrocas dos Beatles e de Elvis Presley – esse eu ainda não ouvi - bem como arranjos de canções natalinas populares.
O álbum Beatles go Baroque, a obra foi dividida em quatro partes:
The Beatles Concerto Grosso nº 1 no estilo de Haendel em cinco movimentos:
I - She Loves You - A tempo giusto
II - Lady Madonna – Allegro – que lembra Hallellujah de Messias
III - Fool on the Hill - Adagio
IV - Honey Pie - Allegro
V - Penny Lane – Allegro
The Beatles Concerto Grosso no 2 no estilo de Vivaldi também dividido em cinco movimentos, lembrando bastante As Quatro Estações:
I - A Hard Day's Night
II - Girl
III - And I Love Her
IV - Paperback Writer
V - Help
The Beatles Concerto Grosso no 3 no estilo de J.S. Bach este dividido em seis movimentos:
I - The Long and Winding Road - Overture
II - Eight Days a Week - Rondeau
III - She's Leaving Home - Sarabande
IV - We Can Work It Out - Bourree
V - Hey Jude - Polonaise
VI - Yellow Submarine
The Beatles Concerto Grosso no 4 – com quatro movimentos e sem qualquer referência ao compositores:
II - Michelle
III - Goodnight
IV - Carry that Weight


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