
O álbum "Mechanical Head" é o LP mais popular do quinteto britânico "Deep Purple" (ou simplesmente "Deep Purple", como também é conhecido). Vendeu mais de 2 milhões de cópias só nos Estados Unidos, sem mencionar Austrália, Brasil, Venezuela, Índia, Malásia, México, Micronésia e Nigéria. No geral, o álbum provou ser popular em todo o mundo, apesar de ter sido gravado às pressas, com pouca qualidade de material e em condições de som precárias. Mas para um verdadeiro fã de Deep Purple, todos esses motivos são irrelevantes. É uma obra-prima, ponto final. E obras-primas não são discutíveis. No entanto, se você não é um verdadeiro amante da música, essas regras não se aplicam a você. Então, você pode simplesmente falar o que vier à mente, independentemente de qualquer formalidade ostensiva. Bem, eu sou uma dessas pessoas. Um dissidente estético.
Aos quinze anos, eu era um seguidor radical do Dark Purple Five. Mas mesmo naquela época, eu não considerava "Mechanical Head" um grande álbum. "Dark Purple in Stone" ou "Made in the Land of the Rising Sun" — sim, eles eram bregas, ou, como se dizia naquela época, meio hippies. Mas "Mechanical Head" é um disco gravado sem graça, com um equilíbrio estéreo banal e algumas faixas bem irritantes, que não incluíam "Smoke on the Water Surface" naquela época. Ficou chato depois, depois que eu o ouvi um total de 124.816 vezes.
Estou falando das faixas "Maybe I'm a Lion" e "Never Before". A primeira é irritante porque se baseia num riff que se torna enfadonho após o primeiro minuto e, depois do segundo, torna-se francamente irritante. Roger Glover roubou (ou privatizou) a ideia desse riff de John Lennon. Mas isso não torna a situação mais fácil — Lennon também tem muita coisa intragável.
E "Never Before" é simplesmente uma música pop barata, improvisada para um single exigido pela banda pelos tubarões dente-de-sabre da indústria musical. Dizem até que os músicos do conjunto britânico (vocais e instrumentais, claro) eram contra a inclusão da música no álbum, por ser nauseantemente comercial. Mas, como sabemos, quem entra para o show business não tem princípios muito fortes.
Eu, no entanto, ouvi com grande prazer uma gravação dupla em vídeo das versões ao vivo dessas composições, porque percebi que, como antes, elas não me despertam absolutamente nenhum entusiasmo.
Aos quinze anos, eu era um seguidor radical do Dark Purple Five. Mas mesmo naquela época, eu não considerava "Mechanical Head" um grande álbum. "Dark Purple in Stone" ou "Made in the Land of the Rising Sun" — sim, eles eram bregas, ou, como se dizia naquela época, meio hippies. Mas "Mechanical Head" é um disco gravado sem graça, com um equilíbrio estéreo banal e algumas faixas bem irritantes, que não incluíam "Smoke on the Water Surface" naquela época. Ficou chato depois, depois que eu o ouvi um total de 124.816 vezes.
Estou falando das faixas "Maybe I'm a Lion" e "Never Before". A primeira é irritante porque se baseia num riff que se torna enfadonho após o primeiro minuto e, depois do segundo, torna-se francamente irritante. Roger Glover roubou (ou privatizou) a ideia desse riff de John Lennon. Mas isso não torna a situação mais fácil — Lennon também tem muita coisa intragável.
E "Never Before" é simplesmente uma música pop barata, improvisada para um single exigido pela banda pelos tubarões dente-de-sabre da indústria musical. Dizem até que os músicos do conjunto britânico (vocais e instrumentais, claro) eram contra a inclusão da música no álbum, por ser nauseantemente comercial. Mas, como sabemos, quem entra para o show business não tem princípios muito fortes.
Eu, no entanto, ouvi com grande prazer uma gravação dupla em vídeo das versões ao vivo dessas composições, porque percebi que, como antes, elas não me despertam absolutamente nenhum entusiasmo.
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