
Na guitarra, Tom, do Gemini Five. No baixo, Goran (ex-Sexydeath), mais a dupla Andy (vocais) e Michael (bateria), ambos ex-Lipstixx 'n' Bulletz. É com esse elenco de primeira que o Toxic Rose vem construindo uma boa reputação na efervescente cena hard e metal escandinava. O som, definido pelo próprio quarteto como modern metal, incorpora elementos clássicos e modernos numa abordagem que esbanja energia e vivacidade — em contraste com as letras, que mais parecem confissões em páginas de diário. O visual é aquilo: amando ou odiando, é preciso reconhecer que há todo um investimento nesse aspecto.
Com lançamento previsto para o dia 4 de setembro em edição limitada de 350 cópias, o single Don't Hide in the Dark / I Drown in Red já caiu na net e, é claro, pediu aquela conferida. Ok, são apenas duas músicas, mas isto aqui, meu amigo, é o suficiente para assegurar o Toxic Rose entre os melhores grupos da leva surgida nos últimos tempos. A evolução, no sentido mais amplo que a palavra pode ter, se deu com um brilhantismo surpreendente — um salto de qualidade e maturidade, engrandecido pela produção muito mais caprichada em relação ao trabalho de estreia, lançado em dezembro de 2012.
As semelhanças com o Crashdïet de Generation Wild são constantes, mas a cama de teclados sobre a qual a enxurrada de guitarra, baixo e bateria repousa é um tremendo diferencial. O vocal é competente e parte pro grito na hora certa. O instrumental traz uma timbragem totalmente século XXI e a execução é certeira, inclusive nos solos. E uma coisa que é fundamental, ao meu ver, no rock: ambas as músicas contam com refrões — e refrões potentes, marcantes.
Por mais que esteja em sintonia com os novos tempos, que exigem que artistas e bandas menores volta e meia lancem algo para atrair os holofotes, o formato de apenas duas músicas é terrível para quem vicia rápido demais ... e acaba nos deixando sem ter para onde correr.
Em três anos de estrada, o Toxic Rose lançou apenas sete músicas oficialmente. Parece pouco para se avaliar a qualidade de uma banda, né? Mas acredite, quando estamos falando desses caras, realmente, basta ouvir este single.
1. Don't Hide in the Dark
2. I Drown in Red
Com lançamento previsto para o dia 4 de setembro em edição limitada de 350 cópias, o single Don't Hide in the Dark / I Drown in Red já caiu na net e, é claro, pediu aquela conferida. Ok, são apenas duas músicas, mas isto aqui, meu amigo, é o suficiente para assegurar o Toxic Rose entre os melhores grupos da leva surgida nos últimos tempos. A evolução, no sentido mais amplo que a palavra pode ter, se deu com um brilhantismo surpreendente — um salto de qualidade e maturidade, engrandecido pela produção muito mais caprichada em relação ao trabalho de estreia, lançado em dezembro de 2012.
As semelhanças com o Crashdïet de Generation Wild são constantes, mas a cama de teclados sobre a qual a enxurrada de guitarra, baixo e bateria repousa é um tremendo diferencial. O vocal é competente e parte pro grito na hora certa. O instrumental traz uma timbragem totalmente século XXI e a execução é certeira, inclusive nos solos. E uma coisa que é fundamental, ao meu ver, no rock: ambas as músicas contam com refrões — e refrões potentes, marcantes.
Por mais que esteja em sintonia com os novos tempos, que exigem que artistas e bandas menores volta e meia lancem algo para atrair os holofotes, o formato de apenas duas músicas é terrível para quem vicia rápido demais ... e acaba nos deixando sem ter para onde correr.
Em três anos de estrada, o Toxic Rose lançou apenas sete músicas oficialmente. Parece pouco para se avaliar a qualidade de uma banda, né? Mas acredite, quando estamos falando desses caras, realmente, basta ouvir este single.
1. Don't Hide in the Dark
2. I Drown in Red
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