Ano: 24 de julho de 1970 (CD lançado em 22 de julho de 2009)
Gravadora: Warner Music (Japão), WPCR-13513
Estilo: Rock Sinfônico
País: Londres, Inglaterra
Duração: 60:09
Lançado em 1970, Time and a Word foi produto da habitual tempestade e ímpeto que parecia cercar essa banda. O vocalista Jon Anderson queria algo mais orquestral; o guitarrista Peter Banks resistiu a ele (e à banda) a cada passo do caminho.Fico feliz que Anderson e sua equipe tenham vencido. Adoro os arranjos orquestrais deste álbum. Claro, algumas pessoas acharam pomposo, exagerado e tudo mais. Mas sabe de uma coisa? Nem tudo pode ser Chuck Berry. Acho que este álbum tem um toque funky à sua maneira.A música “No Opportunity Necessary, No Experience Needed” dá o pontapé inicial com um impacto visceral. A partitura orquestral que você ouve foi retirada diretamente da trilha sonora do épico filme de faroeste, Big Country.A própria música, acreditem ou não, é do cantor folk Richie Havens, famoso por sua participação em Woodstock. Como diabos chegaram a essa versão, eu nunca vou saber.Caso você saiba como era o falecido Peter Banks e esteja se perguntando onde ele está na capa do álbum, não se pergunte mais. A banda o demitiu e o substituiu pelo incrivelmente talentoso Steve Howe, que não tocou uma única nota no álbum, mas está na capa. Banks formou uma banda de rock progressivo chamada Flash e tocou com muitos artistas diferentes – principalmente com o Blodwyn Pig – mas nunca alcançou o mesmo sucesso.A seguir, a música “Everydays”. Outro cover, na verdade uma canção de Stephen Stills do álbum “Buffalo Springfield Again”, o segundo da banda, de 1967. Adoro o trabalho de Bill Bruford nos pratos – simplesmente sensacional. Ele prova mais uma vez que é o cara. E, para constar, mesmo que Banks temesse se perder em meio a tantos instrumentos de corda, ele se destaca aqui, alto e claro, e eu gosto do seu trabalho. Para que ninguém pense que a banda é incapaz de compor suas próprias músicas, eis que surge “Astral Traveller”, de Jon Anderson.As críticas a este álbum foram mistas (embora a New Musical Express o tenha adorado). O crítico rabugento Robert Christgau não gostou, mas, por outro lado, não gostava muito de nada do Yes. Que teimosia, hein, autoproclamado "Decano de Todos os Críticos de Rock"?Outra música de Anderson, “Time and a Word” – é um hino, meio hippie e otimista. Existe um tempo – agora – e existe uma palavra – amor. Bem, por que não?A banda era elegível para o Hall da Fama do Rock and Roll em, acho, 1994. Eles foram incluídos este ano, uns vinte e três anos depois. Você explica, eu não consigo. Já expressei meu descontentamento com isso, então vou parar por aqui. Acho que vou ficar feliz por eles terem entrado.
01. No Opportunity Necessary, No Experience Needed (04:53)02. Then (05:49)03. Everydays (06:12)04. Sweet Dreams (03:51)05. The Prophet (06:38)06. Clear Days (02:09)07. Astral Traveller (05:57)08. Time And A Word (04:39)09. Dear Father (04:15)10. No Opportunity Necessary, No Experience Needed (Original Mix) (04:45)11. Sweet Dreams (Original Mix) (04:20)12. The Prophet (Single Version) (06:35)
Lançado em 1970, Time and a Word foi produto da habitual tempestade e ímpeto que parecia cercar essa banda. O vocalista Jon Anderson queria algo mais orquestral; o guitarrista Peter Banks resistiu a ele (e à banda) a cada passo do caminho.
Fico feliz que Anderson e sua equipe tenham vencido. Adoro os arranjos orquestrais deste álbum. Claro, algumas pessoas acharam pomposo, exagerado e tudo mais. Mas sabe de uma coisa? Nem tudo pode ser Chuck Berry. Acho que este álbum tem um toque funky à sua maneira.
A música “No Opportunity Necessary, No Experience Needed” dá o pontapé inicial com um impacto visceral. A partitura orquestral que você ouve foi retirada diretamente da trilha sonora do épico filme de faroeste, Big Country.
A própria música, acreditem ou não, é do cantor folk Richie Havens, famoso por sua participação em Woodstock. Como diabos chegaram a essa versão, eu nunca vou saber.
Caso você saiba como era o falecido Peter Banks e esteja se perguntando onde ele está na capa do álbum, não se pergunte mais. A banda o demitiu e o substituiu pelo incrivelmente talentoso Steve Howe, que não tocou uma única nota no álbum, mas está na capa. Banks formou uma banda de rock progressivo chamada Flash e tocou com muitos artistas diferentes – principalmente com o Blodwyn Pig – mas nunca alcançou o mesmo sucesso.
A seguir, a música “Everydays”. Outro cover, na verdade uma canção de Stephen Stills do álbum “Buffalo Springfield Again”, o segundo da banda, de 1967. Adoro o trabalho de Bill Bruford nos pratos – simplesmente sensacional. Ele prova mais uma vez que é o cara. E, para constar, mesmo que Banks temesse se perder em meio a tantos instrumentos de corda, ele se destaca aqui, alto e claro, e eu gosto do seu trabalho. Para que ninguém pense que a banda é incapaz de compor suas próprias músicas, eis que surge “Astral Traveller”, de Jon Anderson.
As críticas a este álbum foram mistas (embora a New Musical Express o tenha adorado). O crítico rabugento Robert Christgau não gostou, mas, por outro lado, não gostava muito de nada do Yes. Que teimosia, hein, autoproclamado "Decano de Todos os Críticos de Rock"?
Outra música de Anderson, “Time and a Word” – é um hino, meio hippie e otimista. Existe um tempo – agora – e existe uma palavra – amor. Bem, por que não?
A banda era elegível para o Hall da Fama do Rock and Roll em, acho, 1994. Eles foram incluídos este ano, uns vinte e três anos depois. Você explica, eu não consigo. Já expressei meu descontentamento com isso, então vou parar por aqui. Acho que vou ficar feliz por eles terem entrado.
01. No Opportunity Necessary, No Experience Needed (04:53)
02. Then (05:49)
03. Everydays (06:12)
04. Sweet Dreams (03:51)
05. The Prophet (06:38)
06. Clear Days (02:09)
07. Astral Traveller (05:57)
08. Time And A Word (04:39)
09. Dear Father (04:15)
10. No Opportunity Necessary, No Experience Needed (Original Mix) (04:45)
11. Sweet Dreams (Original Mix) (04:20)
12. The Prophet (Single Version) (06:35)







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