quinta-feira, 9 de junho de 2022

Bixiga 70 - Discografia

 

Bixiga 70 - Discografia




Dez músicos em suas identidades pessoais, dentro de um coletivo que engloba jazz, funk e música afrobrasileira, a partir de uma gama de fortes influências que passa por dub e reggae, cumbia e carimbó, ethio-jazz e samba-jazz.

Empolgante máquina de ritmo, construindo-se em frases e solos, harmonias e dinâmicas, claves e improvisos. Altamente dançante, entre senso de humor e pensamentos políticos, o som da unidade formada por dez elementos é música instrumental, mas profundamente eloquente.



Se hoje há uma cena nacional instrumental e dançante, autoral e criativa, múltipla de gêneros e autosuficiente, o Bixiga 70 é influência e influenciado, desbravando as rotas à sua frente. Sem se preocupar com os caminhos estabelecidos, a banda trilha os percursos em que naturalmente cabem, encontrando espaços vazios clamando por ser ocupados. Acompanhando tudo, uma legião, divertindo-se junto embaixo e em cima do palco.

Fonte: Bixiga 70


[2011] Tema di Malaika
[2011] Bixiga 70 I
[2013] Bixiga 70 II
[2014] 100% 13
[2015] Bixiga 70 III

Saulo Laranjeira - Discografia

 

Saulo Laranjeira - Discografia



Nascido em Pedra Azul, Vale do Jequitinhonha-MG, Saulo Laranjeira edificou uma arte ímpar, fundada na música, teatro, humor e poesia. Sua primeira aparição na TV foi no programa “Som Brasil”, da Rede Globo.

A galeria de seus personagens apresenta vários tipos hilários e marcantes como: Deputado João Plenário e o roqueiro Kelé Metaleira (sucessos do programa “A Praça é Nossa”, do SBT); o sambista malandro Juriti; o poeta João Macambira; o boêmio Sabiá; o hippie Zé Roberto; o repentista Zeza; o caipira Geraldinho; a benzedeira Veia Messina e o vaqueiro Zé da Silva.

Atualmente, Saulo viaja pelas estradas brasileira com seu show “Assunta Brasil”, na bagagem música, humor e poesia. No espetáculo o artista interpreta grandes clássicos da música popular brasileira como: Romaria (Renato Teixeira), Desassombrado (Antônio Carlos de Nóbrega), Leão do Norte (Lenine / Paulo César Pinheiro); alem de divertir e emocionar o público com seus múltiplos personagens.

É apresentador do programa de televisivo Arrumação que divulga o trabalho de artistas de raiz (músicos, cantores, poetas e contadores de causos) entremeado com apresentação de causos e personagens humorísticos interpretados pelo próprio Saulo.




[1985] Minas da Lua
[1988] Jeito Sonhadô
[1994] Sal
[1998] Fulô da Laranjeira

Vidal França - Discografia

 

Vidal França - Discografia



Natural de Aporá, sertão da Bahia, Vidal França iniciou-se musicalmente em 1972, já em São Paulo, quando fazia parte de um trio vocal, ganhando o primeiro lugar num programa de calouros. Seguiram-se alguns anos de plena atividade em teatros, ou com apresentações em casas noturnas, sempre tendo ao lado seu companheiro Fernando Lona, interpretando músicas de Gilberto Gil, Geraldo Vandré, Chico, Caetano, Luiz Gonzaga e outros.

Com a morte do amigo Lona, em 77, descobriu uma nova ideologia, passando para uma nova fase, na qual foram muito importantes suas viagens para Angola, Moçambique, Canadá e Estados Unidos, onde mostrou suas canções e procurou assimilar a música de raízes daqueles países.

De volta ao Brasil, procurou nas raízes da MPB o caminho ideal. E, para não se tornar repetitivo, eliminou de imediato suas tendências anteriores, tomando o cuidado de não focalizar a miséria e a pobreza de sua região, pois assim seria muito fácil, em vista do óbvio dessas características.



Dessa forma, procurou transmitir em sua música os valores culturais do sertão baiano, e em alguns casos, também a pobreza; porém aquela pobreza decorrente da exploração de outros, como é o caso do Vale do Jequitinhonha, onde ainda existe riqueza, mas os beneficiados são os intermediários que ganham com a comercialização do ouro, como ele mesmo afirma: “A música Vale do Jequitinhonha surgiu quando vi os barranqueiros sofrendo por falta de poder aquisitivo, vivendo em total subdesenvolvimento apesar do ouro. O problema é que, quando encontram uma pepita, sempre existe o atravessador que, aproveitando-se da ignorância dos barranqueiros, leva as pedras por preços mínimos, e geralmente, esse ouro vai para o Exterior. Portanto, a minha música é também um alerta para as autoridades, que deveriam tomar providências e legalizar a situação do Vale.”

Antes de lançar o seu primeiro disco (um compacto simples, com a música Vale do Jequitinhonha), Vidal França tornou-se conhecido entre os adeptos da música regional do agreste depois de Diana Pequeno ter gravado Facho de Fogo, de sua autoria, e que serviu para abrir as portas para o cada vez mais limitado mercado discográfico. A situação, agora, deverá melhor para Vidal, caso a Polygram cumpra a promessa de lançar um LP, inicialmente prometido para 81.

Para Vidal, a música regional é um dos caminhos que deve ser seguidos pelos nossos compositores e intérpretes, principalmente por tratar-se de um gênero que divulga os valores culturais de um povo que vive seus problemas há centenas de anos. “Somente a música poderá mostrar a condição social do homem que vive e trabalha da terra.”


Para seu disco, está preparando uma série de canções que, a exemplo de Vale do Jequitinhonha, abordam problemas econômicos que refletem na condição social do homem do sertão, como mostra nos versos da música Torre de Ouro, onde prega a igualdade econômica: “Dinheiro é temporal / não desaba todo dia / é como chuva no sertão / que há muito não se via / nessa transição / poder desgovernado / é herói da discussão / desse povo inconformado / Vem vê, a briga começou / dá cá o teu / que é o meu / dá lá o meu / que não é o teu.”

Atualmente, Vidal França está trabalhando em parceria com João Bá, compositor que veio da caatinga. A seu lado, pretende mostrar o aspecto regional e folclórico da música do sertão, ampliando a informação daqueles que estão distantes desta outra realidade cultural, deixando de divulgar apenas a pobreza e a miséria, elementos já muitos explorados por inúmeros cantadores e compositores, e que já se transformaram em atrações turísticas da região norte-nordeste.

Angelo Lacocca
Revista Música, 1981


[1980] Vidal França (Indisponível)
[1985] Fazenda
[1991] Cidade Bruxa
[1995] Sertão e Mar
[2002] Não é Só Forró...


Discos Fundamentais

 The Pretty Things - S.F. Sorrow 1968 (UK, Psychedelic Rock)



Phil May - vocals, writer, sleeve design
Dick Taylor - guitar, vocals, writer, photography
Wally Waller - bass, guitar, vocals, piano, wind instruments
John Povey - organ, Mellotron, sitar, percussion, vocals, writer
Twink - drums, vocals, writer
Skip Alan - drums
Norman Smith - producer, writer
Peter Mew - engineer

A1 S.F. Sorrow Is Born 3:12
A2 Bracelets of Fingers 3:41
A3 She Says Good Morning 3:23
A4 Private Sorrow 3:51
A5 Balloon Burning 3:51
A6 Death 3:05
B1 Baron Saturday 4:01
B2 The Journey 2:46
B3 I See You 3:56
B4 Well of Destiny 1:46
B5 Trust 2:49
B6 Old Man Going 3:09
B7 Loneliest Person 1:29





- Jay Ferguson - vocals, percussion, keyboards
- Randy California - guitars, vocals
- John Locke - piano, keyboards, Moog synthesizer
- Ed Cassidy - drums, percussion
- Mark Andes - bass, vocals
+
- David Blumberg - horn arrangements
- David Briggs - producer

 01. Prelude - Nothin' To Hide (Randy California) - 3:42
02. Nature's Way (Randy California) - 2:40
03. Animal Zoo (Jay Ferguson) - 3:10
04. Love Has Found A Way (Randy California, John Locke) - 2:42
05. Why Can't I Be Free (Randy California) - 1:03
06. Mr. Skin (Jay Ferguson) - 3:59
07. Space Child (John Locke) - 3:25
08. When I Touch You (Jay Ferguson) - 5:37
09. Street Worm (Jay Ferguson) - 3:39
10. Life Has Just Begun (Randy California) - 3:29
11. Morning Will Come (Randy California) - 2:50
12. Soldier (Randy California) - 2:43





- Mel Galley - guitars, vocals
- Glenn Hughes - bass, piano, lead vocals
- Dave Holland - drums, percussion
+
- B.J.Cole - pedal steel guitar (01,02)
- Rod Argent - electric piano (02), piano (05)
- Kirk Duncan - electric piano (03)
- John Ogden - percussion (03)
- Jimmy Hastings - alto saxophone (06)
- Frank Ricotti - vibraphone (06)
- Neil Slaven - producer


01. Keepin' Time (Mel Galley, Tom Galley) – 3:42
02. Coast To Coast (Glenn Hughes) – 3:59
03. What Is A Woman's Role (Glenn Hughes) – 5:45
04. Way Back To The Bone (Glenn Hughes) – 5:29
05. Feelin' So Much Better Now (Glenn Hughes) – 3:37
06. Will Our Love End (Glenn Hughes) – 5:06
07. Loser (Mel Galley, Tom Galley) – 4:41
08. You Are The Music (Mel Galley, Tom Galley) – 5:17



Biografia de Carlos Mendes

Carlos Mendes



Carlos Eduardo Teixeira Mendes,[1] mais conhecido por Carlos Mendes, (Lisboa23 de maio de 1947) é um arquiteto, apresentador, cantorcompositor e ator português.

Biografia

Em 1963 foi um dos fundadores do conjunto "Sheiks", que abandonou em 1967[2] para iniciar uma carreira a solo com uma versão de "Penina", que Paul McCartney tinha escrito para os Jotta Herre.

Em 1968 venceu o Festival RTP da Canção com a canção "Verão".[3]

Voltou a vencer o Festival RTP da Canção, em 1972, com "Festa da Vida".[3] Participa também nas gravações do disco "A Fala do Homem Nascido".

Em 1973 concluiu o curso de Arquitetura iniciado em 1969, passando a exercer essa atividade que abandonaria pouco depois, para se dedicar em exclusivo à música.

Em 1976 fundou, juntamente com outros autores, entre os quais Paulo de Carvalho e Fernando Tordo, a primeira editora discográfica independente, Toma Lá Disco. Lança o álbum "Amor Combate".

No ano seguinte lançou o álbum "Canções de Ex-Cravo e Malviver" com canções como "Ruas de Lisboa", "Lisboa, Meu Amor" e "Amélia dos Olhos Doces". "Amélia dos Olhos Doces" ficou em 2º lugar no apuramento para o festival da Oti desse ano.

A revista Mundo da Canção atribuiu o prémio de "Melhor Disco Infantil do Ano" ao seu trabalho "Jardim Jaleco" que também era um programa de televisão.

Em 1979 os "Sheiks" regressam para uma série de 13 programas apresentada na RTP. O grupo lança os LP's "Sheiks com Cobertura" e "Pintados de Fresco 2". Em 1980 gravou a solo o álbum "Triângulo do Mar".

O disco "Chão do Vento" foi lançado em 1984. Desloca-se ao Brasil, onde atuou no Teatro João Caetano e no Circo Voador (Rio de Janeiro) e no Pavilhão do Ibirapuera (São Paulo).

Em 1985 iniciou aulas de piano e formação musical com a professora Fernanda Chichorro. Deu espectáculos na Suíça, na Bélgica e nos Países Baixos. Participou também no XII Festival Internacional da Juventude, em Moscovo, com mais 150 Países.

Em 1986 compôs a música para o filme "O Vestido Cor de Fogo" de Lauro António e para a peça "O Touro" do Teatro de Pesquisa Comuna. Ganhou o prémio da Associação de Críticos para a melhor música de teatro desse ano.

No ano de 1987 fez a música da peça de Alves Redol, "O Destino Morreu de Repente", encenada pela Comuna. Compõs para o Festival da OTI a canção representante de Portugal, interpretada por Theresa Mayuko.

No ano seguinte fez a música de dois filmes de Luís Filipe Costa para a RTP. Convidado por aquela emissora televisiva compõs músicas originais e fez a direção musical para o programa de Natal.

Juntamente com Fernando TordoPaulo de Carvalho e o maestro Pedro Osório criaram em 1989 o espectáculo "Só Nós Três"[2] que se estreou no Casino do Estoril com grande êxito. Em seguida foi apresentado nos Açores (por ocasião da Presidência Aberta), Macau e outros locais. O disco com base no espectáculo foi um grande sucesso atingindo rapidamente o galardão de platina.

Em 1990 compõs, dirigiu e interpretou a banda sonora da série "Por Mares Nunca de Antes Navegados". Criou ainda o espectáculo "Improvisos Carlos Mendes", com encenação de Carlos Avilez.

Em 1991 iniciou aulas de canto lírico com a professora Cristina Castro. Criou a opereta musical "O Natal do Pai Natal" a convite da RTP para mais um "Especial de Natal" que foi editado em disco. Gravou para a mesma emissora o espectáculo "Improvisos Carlos Mendes".

A Convite da Câmara Municipal de Loures e da Escola Secundária José Afonso, compõs e gravou um disco de solidariedade a Timor, com letra de José Fanha. Foi convidado como ator, pelo encenador Artur Ramos, para integrar o elenco da peça "O Luto de Electra" de Eugene O'Neill, gravada para a RTP.

"Boa Nova", espectáculo de 1992 criado com Fernando Tordo por ocasião da visita do Presidente da República à Índia, foi apresentado no Teatro São Luiz e editado em disco.

Em 1993 foi um dos autores e apresentadores do programa "Falas Tu ou Falo Eu" da SIC.

No ano de 1994 foi editado o CD "Não Me Peças Mais Canções", com produção de Zé da Ponte, onde Carlos Mendes musicou grandes nomes da poesia portuguesa, tais como Miguel TorgaFernando PessoaCarlos OliveiraLuís de Camões e Antónia Brito. O disco inclui um inédito de Mário Soares, "Para Ti Meu Amor".

A música "Não Me Peças Mais Canções" foi candidata aos Globo de Ouro na categoria de "Melhor Canção do Ano".

Em 1995 apresentou na RTP o programa "Selecção Nacional", com Herman José e Sofia Morais, que consistia em escolher os oito intérpretes para cantarem no Festival RTP da Canção 1995.

Em dezembro de 1996 apresentou no Teatro Nacional D. Maria o espectáculo "Carlos Mendes - Em Concerto" onde interpretou poetas portugueses.

Em 1997 colaborou no programa "Todos ao Palco" de Filipe La Féria. Foi lançado o CD "Vagabundo do Mar". Em 1998 faz espectáculos em Macau, Índia (Margão e Pangim) a convite da Fundação Oriente. Foi convidado para fazer dois concertos na Expo'98.

O álbum "Coração de Cantor" foi editado em dezembro de 1999.

Como actor integrou o elenco de "Morangos Com Açúcar - Série II e Férias de Verão II", na TVI, onde desempenhou o papel do "Coronel Luís Navarro".

Em 2006 cantou com Pedro Teixeira no programa Canta Por Mim onde chegaram à final.

Actualmente, apresenta o programa semanal “Autores”, que é emitido pela TVITVI24 e TVI Ficção.

Discografia

Álbuns

  • Amor Combate (LP, TLD, 1976)
  • Canções de Ex-Cravo e Malviver (LP, TLD, 1977)
  • Jardim Jaleco (LP, Rossil, 1978)
  • Antologia (LP, Rossil, 1979)
  • Antologia II (LP, Rossil, 197?)
  • Triângulo do Mar (LP, Sassetti, 1980)
  • Chão do Vento (LP, Edisom, 1984)
  • O Natal do Pai Natal(LP, Edisom, 1991)
  • Boa Nova (CD, 1992)
  • Não Me Peças Mais Canções (CD, 1994)
  • Vagabundo do Mar (CD, Movieplay, 1997)
  • Coração de Cantor (CD, Lusogram, 1999)
  • A Festa da Vida (CD, 2018)

Singles e EPs

  • Penina/Wings Of Revenge (Single, Parlophone, 1967) Parlop. 144
  • Verão (EP, Decca, 1968) [Verão/Nobody Want You When You'Re Down And Out / I'll Get Over It /Mensagem] LMEP 1300
  • La Vai Maria Só (EP, Parlophone, 1969) [Lá Vai Maria Só / Pobre Idealista / Quero Chamar / Foi Um Momento] LMEP 1353
  • E Alegre Se Fez Triste / O Regresso (Single, Orfeu, 1972) - KSAT 505
  • 1ª Canção com Lágrimas 1972
  • A Festa da Vida/Inventar A Vida (Single, Orfeu, 1972)
  • Festa da Vida/Shadows (Single, Orfeu, 1972) SAT 830
  • Inventar A Vida/Glow Worm (Single, Orfeu, 197*) SAT 832
  • Chase/Segunda Canção Com Lágrimas (Single, Orfeu)
  • Amor Combate/Poema nada (Single, TLD)
  • A Família Ferrobico/Era Uma Vez Um soldado, Um Operário e Um Camponês (Single,TLD,1977)tls012
  • Festival OTI - Carlos Mendes/Fernando Tordo (Single, TLD) tls013 - Amélia dos Olhos Doces
  • Alcácer Que Vier/Balada Para Uma Mulher (Single, TLD, 197-)tls015
  • Lisboa Meu Amor/Balada do Medo (Single, TLD) tls018
  • De Pé Na Revolução/Tem de Haver Revolução [Tordo/Carlos Mendes]
  • Maldita Carestia /O Regresso dos Patrões [Tordo/Carlos Mendes] (Single, TLD)
  • 4 Canções Para Portugal (EP, TLD) [Tordo/Carlos Mendes]
  • Timor (Todos Nós Somos Timor) (single, Triangulo do Mar, 1991) TM-001

Outros

Compilações

  • O Melhor dos Melhores vol. 67 [Fernando Tordo e Carlos Mendes]
  • Os Primeiros Êxitos de Carlos Mendes e Fernando Tordo (EMI, 1993)
  • Clássicos da Renascença vol 73[4]

Colectâneas

  • Pelo Sonho É Que Fomos (Profisom, 1998)
  • Moniz Pereira 40 anos de Música

 

Biografia de Carlos Maria Trindade

Carlos Maria Trindade



Carlos Maria Pereira Trindade[1] (Lisboa28 de outubro de 1954[2]) é um músico e produtor português.

Biografia

Ingressou no conservatório de Lisboa, onde estudou piano e composição.

Em 1979 fundou os Corpo Diplomático, que ainda editam um álbum. Em Setembro de 1980 foi um dos fundadores da banda Heróis do Mar. Dois anos depois, a solo, apresenta o single Princesa. Estava previsto o lançamento do álbum Tédio, mas a editora entra em falência.

Em 1986 produz o álbum Spleen dos Rádio Macau. Produz também o álbum Circo de Feras dos Xutos e Pontapés e os dois primeiros álbuns dos Delfins.

Os Heróis do Mar separam-se em 1989.

Em 1991 apresenta Mr Wollogallu, que desenvolveu em conjunto com Nuno Canavarro. Foi A&R nacional da Polygram até 1994.

Em 1994 volta às produções, com os álbuns de Issabary e de Paulo Bragança. Pouco depois é convidado para substituir Rodrigo Leão nos Madredeus.

Em 1996 é editado o álbum Deep Travel que inclui temas como Sky and Soul (com a participação da cantora Natacha Atlas) e Urban Monks.

Produz o álbum Love dos Santos e Pecadores e Fado Curvo de Mariza(2003) que inclui O Deserto e Fado Curvo, músicas da sua autoria.

Forma os No Data com Luis Beethoven. Em 2006 é editado Música Naive e em 2008 lançam "Carrocel do Mundo".

Em 2011 lança 20 Músicas Nómadas, uma colectânea com as músicas do seu percurso como compositor, intérprete e produtor.

A Uguru lança em 2015 o álbum "Oriente."

Música

Grupos

Solo

  • Princesa (1982) (single).
  • Mr. Wollogallu (1991) com Nuno Canavarro.
  • Deep Travel (1996)
  • 20 Músicas Nómadas (2011)
  • Oriente (2015)

Produtor


 

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