sábado, 11 de junho de 2022

Os melhores musicais de todos os tempos

Os melhores musicais de todos os tempos


Labirinto: A Magia do Tempo (1986)


A adolescente Sarah (Jennifer Connelly), cansada de cuidar de seu irmão mais novo (Toby Froud), perde-o após seu desejo ser atendido pelo Rei dos Duende (David Bowie), um dos personagens de seu livro. A jovem então viaja por um labirinto para salvar seu irmão antes do Rei transformá-lo em duende.



 

O Sabor da Melancia (2005)


Hsiao-Kang (Lee Kang-Sheng), ex-vendedor de relógios que trabalha como ator pornográfico, encontra novamente a jovem Shiang-chyi (Chen Shiang-Chyi) e ambos iniciam um romance. Enquanto a garota descobre o novo trabalho de Hsiao-Kang, a cidade de Taipei, em Taiwan, na China, enfrenta uma escassez de água que leva as vendas de melancias, uma das únicas formas de matar a sede, disparem.



Yesterday (2019)

Jack Malik (Himesh Patel) é um fracassado cantor e compositor de uma cidade litorânea inglesa, que já não acredita em seus sonhos e na fama, apesar do apoio de sua melhor amiga de infância, Ellie (Lily James). Após sofrer um acidente de ônibus durante um misterioso blecaute global, Jack acorda e descobre que os Beatles nunca existiram. Tocando músicas da maior banda da história para um mundo que nunca as ouviu, Jack, com ajuda de Ellie, se torna uma celebridade da noite para o dia.



Carmen Jones (1954)


Na versão cinematográfica do musical Carmen Jones, que adaptou a ópera Carmen de Bizet para elenco afro-americano, Carmen Jones (Dorothy Dandridge), uma sensual trabalhadora de uma fábrica de paraquedas, é presa após discutir com o colega de trabalho que a denunciou por chegar atrasada. O jovem soldado Joe (Harry Belafonte), encarregado de entregá-la às autoridades civis a mais de 50 milhas de distância, é seduzido por Carmen como estratégia da garota para evitar prisão. No entanto, quando a jovem abandona Joe por outro homem, o soldado busca vingança.




O Conto de Natal dos Muppets (1992)


Os Muppets apresentam o clássico conto natalino de Dickens, A Christmas Carol, com Caco, o Sapo, interpretando Bob Cratchit, o balconista do mesquinho Ebenezer Scrooge (Michael Caine). Outros Muppets - Miss Piggy, Gonzo, Fozzie e Sam - entram e saem da história, enquanto Scrooge recebe visitas dos fantasmas do passado, presente e futuro. Mostrando seus erros e caminhos egoístas, o velho tem a oportunidade de mudar sua vida.






Ná Ozzetti - Discografia

 

Ná Ozzetti - Discografia



Maria Cristina Ozzetti, conhecida como Ná Ozzetti, nasceu em São Paulo no dia 12 de dezembro de 1958. Estudou piano na infância, começou a cantar na adolescência e, já adulta, formou-se em artes plásticas. Em 1979 iniciou sua carreira musical com o grupo Rumo, com o qual fez muitos espetáculos e gravou 5 LPs.

Lançou o primeiro álbum solo em 1988, intitulado NÁ OZZETTI, pelo qual recebeu o prêmio Sharp de revelação feminina na categoria MPB. No segundo disco, NÁ, lançado em 1994, passou também a compor. Com este disco conquistou o prêmio Sharp do ano nas categorias de “melhor disco” e “melhor arranjo” (Dante Ozzetti) no segmento pop-rock. Em 1996 lançou o CD LOVE LEE RITA, em homenagem à conterrânea Rita Lee. Seguiram-se os CDs ESTOPIM e SHOW, este com clássicos das décadas de 1940/50.

Em 2000 recebeu o prêmio de “melhor intérprete” no Festival da Música Brasileira promovido pela Rede Globo de Televisão, interpretando a canção “Show”, de Fábio Tagliaferri e Luiz Tatit. Em 2005 lançou, com o pianista e compositor André Mehmari o CD PIANO E VOZ e em 2006 o DVD homônimo, incluindo CD com gravações inéditas do DUO de Piano e Voz.

Em 2009 lança o álbum BALANGANDÃS, que traz canções de Assis Valente, Synval Silva, Ary Barroso, Dorival Caymmi e Braguinha, eternizadas na voz de Carmem Miranda. Por este trabalho, Ná e sua banda (Dante Ozzetti, Mário Manga, Sérgio Reze e Zé Alexandre Carvalho) conquistaram o primeiro lugar da categoria de “melhor CD popular” no 5º Prêmio Bravo! Prime de Cultura.



Com a mesma banda gravou os discos MEU QUINTAL (2011) e EMBALAR (2013). Ao longo de sua carreira participou de projetos com outros artistas, entre eles Zé Miguel Wisnik, Suzana Salles, Itamar Assumpção, Zélia Duncan, Mônica Salmaso e Ivan Vilela.

Fonte: Ná Ozzetti

Discografia 

[1988] Ná Ozzetti
[1994] Ná
[1996] Love Lee Rita
[1999] Estopim
[2002]  Show
[2006] Piano e voz
[2009] Balangandãs
[2011] Meu Quintal
[2013] Embalar
[2015] Ná e Zé

Kátya Teixeira - Discografia

 

Kátya Teixeira - Discografia



Cantora, compositora e instrumentista, vinda de uma família de músicos, Kátya Teixeira empreende sua viagem musical em perfeita sintonia com a energia telúrica. Fortemente influenciada pelo folclore e pela música latina, seu trabalho faz uma síntese ecológica. Nesta busca, ela consegue um admirável encontro com a riqueza musical oculta ou esquecida.

Seguindo a trilha de uma proposta musical definida, que é a de pesquisar e mesclar a cultura dos povos de todo o mundo como um reflexo de Brasil, ela apresenta um repertório variado, harmonizando voz, violão e rabeca, acompanhada de violões e bandolim e percussão, obtendo assim timbres e nuances, num espetáculo de grande beleza.

Neste trabalho de garimpagem e alquimia musical, nota-se elementos de uma lírica compreensão do homem e da terra. Vez ou outra, as músicas nos remetem a literatura de Guimarães Rosa, Euclides da Cunha, Graciliano Ramos... No show, temos a impressão de que se está de fato viajando, já que a sequência das músicas segue uma lógica de verdadeiro passeio pelos ritmos das diferentes regiões do país.



Esta curiosa jornada desperta a emoção não só pela beleza, mas também pela coragem de realizar um trabalho tão sério de resgate de raízes. Faz acreditar num país rico. Poucos se aventuram a enveredar tão profundamente na verdadeira MÚSICA BRASILEIRA- rica, complexa, surpreendente e digna.



[1997] Katxerê
[2003] Lira do Povo
[2011] Feito de Corda e Cantiga
[2013] 2 Mares

Itamar Assumpção - Discografia

 

Itamar Assumpção - Discografia



Um gênio! Não há palavra melhor para definir o músico e compositor Itamar Assumpção. Um artista inventivo, ousado e performático. Homem sangue quente, colorido, agridoce, pirado, bendito e grande conhecedor de orquídeas. Ele as entendia, e elas a ele... Sempre foi assim, uma relação linda, mediada ao toque e a delicadeza. "Nós somos orquídeas cigarras formigas amigas / Pra lá de colegas / Musas e músicas curtimos a lida / Curamos feridas amamos a vida".

Filho de Tietê (SP), Itamar não fugia a luta, jogava-se na vida em puro experimentalismo. Ele fazia e acontecia, "matava a cobra e mostrava o pau a quem quiser ver e comprovar". Ah! Esse "Benedito João dos Santos Silva Beleléu. Vulgo Nego Dito, Nego Dito cascavé", senhor de uma poesia complexa.

Tonou-se referência da chamada vanguarda paulistana que agitou a música brasileira entre os anos 70 e 80, constituindo um dos momentos mais transformadores da cena musical no País, ainda sob a vigília da ditadura militar.



No documentário "Daquele Instante em Diante", de Rogério Velloso, fragmentos da vida e da obra de Itamar Assumpção são trazidos à tona.

O filme acompanha diversas fases de sua carreira, desde a intrigante canção "Nego Dito", uma das mais calorosas discussões acerca da negritude e do racismo no Brasil; até sua morte, aos 53 anos. Parceiros e amigos, como Alice Ruiz, Suzana Salles, Luiz Chagas, Paulinho Lepetit, Marta Amoroso e Vange Miliet, além de sua mulher e as duas filhas, reconstituem traços da vida do músico. Reunindo uma seleção de imagens raras garimpadas em meio a acervos e arquivos particulares.

Itamar gravou discos considerados antológicos como "Beleléu", "Às Próprias Custas S/A" e "Sampa Midnight". Ele foi parceiro de Paulo Leminski, Arrigo Barnabé, Jards Macalé, Alzira Espíndola, entre outros. O artista também teve suas composições gravadas por inúmeros músicos como Zélia Duncan, Ney Matogrosso e Rita Lee. O documentário lança o projeto "Iconoclássicos" na rede de cinemas Unibanco em todo o Brasil. O projeto é patrocinado pelo Itaú Cultural, com foco em figuras importantes de vários campos das artes.




[1980] Beleléu Leléu Eu
[1983] Às Próprias Custas S/A
[1986] Sampa Midnight
[1988] Intercontinental!
[1993] Bicho de 7 Cabeças Vol. I
[1993] Bicho de 7 Cabeças Vol.II
[1993] Bicho de 7 Cabeças Vol.III
[1996] Ataulfo Alves por Itamar Assumpção
[1998] Pretobrás
[2004] Isso Vai Dar Repercussão
[2010] Pretobrás II
[2010] Pretobrás III

Biografia de Celeste Rodrigues

Celeste Rodrigues



Maria Celeste Rebordão Rodrigues ComIH, celebrizada como Celeste Rodrigues (Fundão,[1] 14 de março de 1923 – Lisboa1 de agosto de 2018) foi uma fadista portuguesa, irmã mais nova de Amália Rodrigues.

Biografia

Celeste Rodrigues nasceu a 14 de março de 1923 no Fundão, (distrito de Castelo Branco). Irmã de Amália Rodrigues, os seus pais vieram para o lisboeta bairro de Alcântara quando Celeste tinha 5 anos.[2]

Após estar empregada numa fábrica de bolos, trabalha com a sua irmã num ponto de venda de artigos regionais no Cais da Rocha.[2] Teve o seu primeiro amor aos 17 anos, um romance de três anos com o cavaleiro tauromáquico Zé Casimiro.[3]

Numa noite em que canta fado na Adega Mesquita, o empresário musical e proprietário de várias casas de fado José Miguel ouve-a cantar e insiste que se profissionalize como fadista. Com 22 anos Celeste Rodrigues estreia-se em 1945 no Casablanca, (actual Teatro ABC), no Parque Mayer.[2] Foi Amália, a sua irmã três anos mais velha, quem, como tradicional madrinha de fado, lhe colocou o xaile preto nos ombros.[3]

Um par de meses depois da sua estreia, Celeste é seguir é convidada para uma companhia teatral e parte em digressão para o Brasil que vai durar um ano e onde participa, com Amália, no elenco da opereta Rosa Cantadeira e da revista Boa Nova.[2][3] A partir daqui recusa outros convites para integrar peças de teatro mas ainda subiria aos palcos teatrais para cantar, por exemplo em Cabelo Branco É Saudade (2005) ou em Sombras (2010).[2][4]

Com 25 anos Celeste conhece Varela Silva, actor português, com quem casaria com 30 anos e com quem teria duas filhas.[2][3] Ambos abrem uma casa de fados na Rua das Taipas: "A Viela", projecto que abandonariam após quatro anos.[2][3] Estavam na década de 1950 e Celeste atingia a notoriedade com o tema "Olha a Mala", de Manuel Casimiro.[3][5]

Após "A Viela", Celeste cantou durante por mais uma década na "Parreirinha de Alfama", de Argentina Santos, passando depois a integrar o elenco da "Taverna do Embuçado", de João Ferreira-Rosa longo de 25 anos.[2][3]

Depois da Revolução dos Cravos, passou meio ano no Canadá, acabando por divorciar-se do seu primeiro e único marido.[3]

O seu último trabalho discográfico a ser lançado foi o CD Fado Celeste. Foi editado na Holanda em 2007[2].

Em 2010 é apresentado o documentário Fado Celeste, realizado por Diogo Varela Silva, debruçando-se sobre a vida e a obra de Celeste Rodrigues.[2]

Celeste Rodrigues morreu em 1 de agosto de 2018, em Lisboa, indo a sepultar no Talhão dos Artistas do Cemitério dos Prazeres.[6]

Prémios e distinções

Filmografia

  • Alfama em Si de Diogo Varela Silva[5]
  • Fado Celeste (2010) de Diogo Varela Silva[2]

Discografia

Celeste Rodrigues gravou 58 discos, entre LPs e singles.[3]

Álbuns de estúdio

  • 2007 Fado Celeste (CD, CoastCompany)[2][9]

Singles e EP

  • 1967 Celeste Rodrigues (EP, 45 rpm, Marfer, Madrid) Temas: "Esquina da Minha Rua", "Caminho sem Ver", "Fui Passear a Saudade", "Folhas Amarelas"[10]


Álbuns ao vivo

  • 1958 Lisbon's great Celeste Rodrigues (LP, Capitol, Hollywood, Califórnia, EUA) Gravado ao vivo n"A Viela", Rua das Taipas[11]

Compilações



 

As melhores letras da música Portuguesa Parte 21


António Zambujo

António Zambujo

Pica Do 7


De manhã cedinho eu salto do ninho
E vou pra paragem
De bandolete à espera do 7 mas não pela viagem
Eu bem que não queria
Mas um certo dia eu vi-o passar
E o meu peito séptico, por um pica de elétrico
Voltou a sonhar

A cada repique, que soa do clique
Daquele alicate
Num modo frenético, o peito séptico toca a rebate
Se o trem descarrila o povo refila
E eu fico num sino
Pois um mero trajeto no meu caso concreto
É já o destino

Ninguém acredita no estado em que fica
O meu coração
Quando o 7 me apanha
Até acho que a senha me salta da mão
Pois na carreira desta vida vã
Mais nada me dá a pica que o pica do sete me dá

Que triste fadário e que itinerário tão infeliz
Cruzar meu horário
Com o dum funcionário de um trem da carris
Se eu lhe perguntasse
Se tem livre passe pró peito de alguém
Vá-se lá saber
Talvez eu lhe oblitere o peito também

Ninguém acredita no estado em que fica
O meu coração
Quando o 7 me apanha
Até acho que a senha me salta da mão
Pois na carreira desta vida vã
Mais nada me dá a pica que o pica do sete me dá







Manuel Freire


Manuel Freire

Pedra filosofal


Eles não sabem que o sonho
É uma constante da vida
Tão concreta e definida
Como outra coisa qualquer

Como esta pedra cinzenta
Em que me sento e descanso
Como este ribeiro manso
Em serenos sobressaltos

Como estes pinheiros altos
Que em verde e oiro se agitam
Como estas aves que gritam
Em bebedeiras de azul

Eles não sabem que sonho
É vinho, é espuma, é fermento
Bichinho alacre e sedento
De focinho pontiagudo
Em perpétuo movimento

Eles não sabem que o sonho
É tela, é cor, é pincel
Base, fuste ou capitel
Arco em ogiva, vitral,
Pináculo de catedral,
Contraponto, sinfonia,
Máscara grega, magia,
Que é retorta de alquimista

Mapa do mundo distante
Rosa dos ventos, infante
Caravela quinhentista
Que é cabo da boa-esperança

Ouro, canela, marfim
Florete de espadachim
Bastidor, passo de dança
Columbina e arlequim

Passarola voadora
Pára-raios, locomotiva
Barco de proa festiva
Alto-forno, geradora

Cisão do átomo, radar
Ultra-som, televisão
Desembarque em foguetão
Na superfície lunar

Eles não sabem nem sonham
Que o sonho comanda a vida
E que sempre que o homem sonha
O mundo pula e avança
Como bola colorida
Entre as mãos duma criança




Miguel Gameiro


Miguel Gameiro

Dá-me um abraço


Dá-me um abraço que seja forte
E me conforte a cada canto
Não digas nada que o nada é tanto
E eu não me importo

Dá-me um abraço fica por perto
Neste aperto tão pouco espaço
Não quero mais nada, só o silêncio
Do teu abraço

Já me perdi sem rumo certo
Já me venci pelo cansaço
Estando longe, estive tão perto
Do teu abraço

(instr.)

Dá-me um abraço que me desperte
E me aperte sem me apertar
Que eu já estou perto abre os teus braços
Quando eu chegar

É nesse abraço que eu descanso
Esse espaço que me sossega
E quando possas dá-me outro abraço
Só um não chega

Já me perdi sem rumo certo
Já me venci pelo cansaço
Estando longe, estive tão perto
Do teu abraço

Já me perdi sem rumo certo
Já me venci pelo cansaço
Estando longe, estive tão perto
Do teu abraço

(…)

Já me perdi sem rumo certo
Já me venci pelo cansaço
Estando longe, estive tão perto
Do teu abraço

Estando longe, estive tão perto
Do teu abraço










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