terça-feira, 14 de junho de 2022

Biografia dos The Calling

The Calling

 The Calling é uma banda de rock americana, formada em Los Angeles, Califórnia.[1] Entre 2001 e 2004, atingiu sucesso com dois álbuns que venderam milhões de cópias. A banda terminou em 2005, e teve seu retorno oficial em 2013.

Formações

A primeira formação da banda foi Alex Band (vocal), Aaron Kamin (guitarra), Billy Mohler (baixo), Sean Woolstenhulme (guitarra) e Nate Wood (bateria). Em seguida Dino Meneghin entrou no lugar de Sean.

A outra formação que também ganhou muito destaque foi com Alex no vocal, Daniel Damico (guitarra base), Justin Meyer (bateria), Justin d'Errico (guitarra solo) e Corey Britz (baixo e teclado).[2]

Carreira

O The Calling começou em San Fernando Valley, na CalifórniaEUA, quando Aaron Kamin e Alex Band se conheceram em 1995. Aaron namorava a irmã mais velha de Alex.[3] Com o tempo o namoro terminou, mas a amizade deles continuava, e os planos para formarem uma banda também.

Algum tempo depois, eles formaram uma banda chamada "Generation Gap" que não durou muito tempo, porque havia uma grande diferença de idade entre os integrantes e interesses diferentes também. Então Aaron e Alex continuaram investindo nesse sonho.

Ficaram por muito tempo escrevendo várias músicas. Criaram a banda "Next Door". Eles sempre colocavam suas fitas demo na caixa de correio de um dos diretores da RCA, e depois de muita insistência eles assinam um contrato. Em 2000 a banda apareceu no filme "Show Bar" cantando "Wherever You Will Go".

Com a entrada de mais alguns músicos contratados eles formam o The Calling e depois de 5 anos na "geladeira" eles lançam o primeiro CD "Camino Palmero" com "Wherever You Will Go" como single. E a música virou um grande sucesso, e assim The Calling começa a dar entrevistas para rádios e abrir shows de alguns cantores famosos.

Em 2002, eles saem em turnê mundial, fazendo seus próprios shows e são bem aceitos. E ganham o Prêmio de Artista Revelação no EMA e no ano seguinte o prêmio de melhor banda da rádio NJR.

Em 2004, lançam o novo álbum chamado "Two" e Aaron deixa a parte visual da banda, mas continua na produção e composição de músicas.

Depois de uma longa turnê mundial para apoiar o álbum, e sem qualquer apoio claro rótulo -, bem como Kamin e Banda se movendo em direções cada vez mais separados - a banda foi terminado eficazmente. Em julho de 2005, eles entraram em "hiato indefinido" [2] depois de fazer um show de despedida em Temecula, Califórnia. Alex e seus novos músicos (muitas vezes mal rotulados como "The Calling") têm desempenhado shows esporádicos desde 2008.

Reunião e a volta

Em 15 de agosto de 2013, oito anos desde seu show de despedida, o The Calling anunciou que iria voltar, para um novo álbum. Alex montou uma nova banda, e voltou com interpretações acústicas de seus maiores sucessos. Um novo single de seu novo álbum de músicas inéditas foi lançado. Eles tocaram uma versão atualizada de seu single de sucesso "Wherever You Will Go".[4]

Membros

Membros atuais

  • Alex Band - vocais e guitarra
  • Travis Loafman - backing vocais e guitarra
  • Joey Clement - backing vocais e baixo
  • Daniel Thomson - bateria e percussão[5]

Membros antigos

Membros de turnês

  • Kaveh Rastegar - baixo (2003)
  • "V" - baixo (2004)
  • Justin Derrico - guitarra (2003-2004)
  • Daniel Damico - guitarra rítmica, backing vocais e teclado (2003-2004)
  • Corey Britz - baixo, backing vocais e teclado (2003-2004)
  • Justin Meyer - bateria e percussão (2003-2004)

Discografia

Álbuns

Singles

AnoMúsicaPosiçãoÁlbum
USAUSUKITA
2001"Wherever You Will Go"#5#1#1#1Camino Palmero
2002"Adrienne"#96#8#5Camino Palmero
2002"Could It Be Any Harder"#88#4#2Camino Palmero
2003"For You"#72#5#4#6Daredevil soundtrack
2004"Our Lives"#32#13#3Two
2004"Things Will Go My Way"#5#34#12Two
2004"Anything"#5#13#2Two

Trilhas sonoras

AnoFilmes e SériesMúsica
2001Jogada de verão"Sweet Summer"
2002Doce Lar"Keep your hands to yourself"
2002Smallville 1 temporada"Unstoppable"
2002Smallville 1 temporada"Wherever you will Go"
2003Daredevil"For You"
2003Simplesmente amor"Wherever you will go"
2004Fish Without A Bicycle"Take Hold of Me"
2007Firehouse Dog"Our lives"
2007The Final Season"Coming home"
2007Bratz"It Doesn't Get Better Than This"



Biografia de Charles Aznavour

Charles Aznavour

Charles Aznavour (Paris, 22 de maio de 1924  Mouriès, 1 de outubro de 2018)[1] foi um cantor francês de origem armênia, também letrista e ator.

Além de ser um dos mais populares e longevos cantores da França, ele foi também um dos cantores franceses mais conhecidos no exterior. Atuou em mais de 60 filmes, compôs cerca de 850 canções (incluindo 150 em inglês, 100 em italiano, 70 em espanhol e 50 em alemão). Charles Aznavour vendeu quase 200 milhões de discos em todo o mundo.[2][3] O cantor começou sua turnê global de despedida no fim de 2006. Após reconhecer sua nacionalidade armênia em dezembro de 2008, Aznavour aceita em 12 de fevereiro de 2009 ser nomeado embaixador da Armênia na Suíça.[4]

Biografia

Aznavour nasceu Shahnour Vaghinagh Aznavourian (em armênio: Շահնուր Վաղինակ Ազնավուրյան), filho dos imigrantes armênios Michael e Knar Aznavourian. Seus pais, que eram artistas, o introduziram ao mundo do teatro em tenra idade.

Ele começou a atuar aos nove anos de idade e logo assumiu o nome artístico Charles Aznavour. Seu grande estouro aconteceu quando a cantora Édith Piaf o ouviu cantar e o levou consigo numa turnê pela França e pelos Estados Unidos.

Frequentemente descrito como o Frank Sinatra da França, Aznavour canta principalmente o amor. Ele escreveu musicais e mais de mil canções, gravou mais de 100 álbuns e apareceu em 60 filmes, incluindo Atirem no Pianista e O Tambor. Aznavour canta em muitas línguas (francêsinglêsitalianoespanholalemãorussoarmênio e português), o que o ajudou a se apresentar no Carnegie Hall e noutras casas de espetáculos mundo afora. Ele gravou pelo menos uma canção do poeta Sayat Nova, do século XVIII, em armênio"Que c'est triste Venise", cantada em francês, em italiano ("Com'è triste Venezia"), espanhol ("Venecia sin tí"), inglês ("How sad Venice can be") e alemão ("Venedig im Grau") e "The Old-Fashioned Way" estão entre as mais famosas canções poliglotas de Aznavour. Nos anos 1970, Aznavour tornou-se um grande sucesso no Reino Unido, onde sua canção "She" saltou para o número um nas paradas de sucessos.

Admirador do Quebeque, ele incentivou a carreira da cantora e letrista quebequense Lynda Lemay na França, e tem uma casa em Montréal.

Desde o terremoto de 1988, na Armênia, Aznavour tem ajudado o país através de sua obra de caridade: a Fondation Aznavour Pour L'Arménie ("Fundação Aznavour para a Armênia"). Há uma praça com seu nome na cidade de Erevan, na rua Abovian. Aznavour é membro da Câmara Internacional do Fundo de Curadores da Armênia. A organização tem arrecado mais de 150 milhões de dólares em ajuda humanitária e assistência de desenvolvimento de infraestrutura para a Armênia desde 1992. Charles Aznavour foi nomeado como "Officier" (Oficial) da Légion d'Honneur em 1997.

Em 1988, Charles Aznavour foi eleito "artista do século" pela CNN e pelos usuários da Time Online espalhados pelo mundo. Aznavour foi reconhecido como notável performer do século com cerca de 18% da votação total, desbancando Elvis Presley e Bob Dylan. Após a morte de Frank Sinatra, Charles Aznavour é o último dos crooners tradicionais.

A lista de artistas que já cantaram Aznavour abrange de Fred Astaire a Bing Crosby, de Ray Charles a Liza MinelliElvis Costello gravou "She" para o filme Notting Hill. O tenor Plácido Domingo é um grande amigo de Aznavour e frequentemente canta seus hits, principalmente a versão de Aznavour de Ave Maria, de 1994.

No início do outono de 2006, iniciou sua turnê de despedida, apresentando-se nos Estados Unidos e no Canadá, deixando ótimas lembranças. Em 2007, fez concertos no Japão e no resto da Ásia. Com mais de oitenta anos de idade, Aznavour demonstra excelente saúde. Ele ainda cantava em várias línguas e sem teleprompters, mas tipicamente canta apenas em duas ou três - francês e inglês são as duas primárias - espanhol e italiano em terceiro lugar, durante a maioria dos concertos. Em 30 de setembro de 2006, apresentou-se num grande concerto em Erevan, capital da Armênia, como estreia da série "Armênia, minha amiga" na França. O presidente armênio Robert Kocharian e o presidente francês Jacques Chirac, à época em visita oficial à Armênia, estavam na primeira fila.

Morreu aos 94 anos no dia 1 de outubro de 2018 em sua casa na serra das Alpilles, no sul da França. A despeito da idade avançada, o cantor continuava a se apresentar regularmente.[5]

Carreira cinematográfica

Teve uma longa e variada carreira paralela como ator, aparecendo em mais de 60 filmes. Em 1960, estrelou Atirem no Pianista, de François Truffaut, no papel do personagem Édouard Saroyan. Também teve uma performance aclamada em 1974, no filme O Caso dos Dez Negrinhos, e teve um importante papel de coadjuvante no filme O Tambor, de 1979, vencedor do Academy Award de melhor filme em língua estrangeira em 1980. Em 2002 estrelou o filme Ararat, interpretando Edward Saroyan, um cineasta.

Prêmios e reconhecimentos

  • 19631971 e 1980 - Edison Prêmios (três vezes);
  • 1971 - Golden Lion Award honorário no Festival de Cinema de Veneza para a versão italiana da música Mourir d'aimer;
  • 1995 - Grande Medalha da Academia Francesa;
  • 1995 - Embaixador da Boa Vontade e Permanente Delegado da Armênia para a UNESCO;
  • 1996 - Indução para o Songwriters Hall of Fame;
  • 1996 - Aznavour foi elencado no Hall da Fama dos Letristas;
  • 1997 - Aznavour foi premiado na França como artista masculino do ano;
  • 1997 - Aznavour foi premiado com o César honorário;
  • 1997 - Francês Victoire prêmio de artista masculino do ano;
  • 1997 - Honorary Award César;
  • 1997 - Officier (oficial) da Légion d'honneur;
  • 2004 - Herói Nacional da Armênia;
  • 2004 - Aznavour recebeu o título de "Herói Nacional da Armênia";
  • 2006 - Aznavour foi laureado pelo 30º Festival de Cinema do Cairo;
  • 2006 - prêmio honorário em 30 Cairo Film Festival;
  • 2008 - Diretor Honorário da Ordem do Canadá;
  • 2008 - Cidadania da República da Armênia;
  • 2009 - MIDEM Lifetime Achievement Award;
  • 2009 - Grigor Lusavorich, prêmio de República de Nagorno-Karabakh;
  • 2009 - Oficial da Ordem Nacional de Quebec;
  • 2010 - fim de Honra "pelo excelente contributo para o reforço dos laços culturais entre a Rússia e a França".

Charles Aznavour no Brasil

O cantor veio ao Brasil em abril de 2008 com a sua turnê de despedida, e mostrou, apesar da idade, que está em grande forma. Suas apresentações foram marcadas pela presença de pessoas ilustres, como a atriz Bibi Ferreira. Os críticos dos principais jornais, bem como os famosos presentes, fizeram efusivos elogios ao cantor cujas apresentações foram intensamente aplaudidas. Aznavour passou por seis capitais brasileiras: São PauloRecifeRio de JaneiroBrasíliaCuritiba e Porto Alegre.[6] Em setembro de 2008 o cantor voltou ao Brasil, por ter tido uma receptividade muito boa em abril de 2008 e fez mais sete shows nas capitais: FortalezaGoiâniaRecifeRio de JaneiroBelo HorizonteSão Paulo e Curitiba.[7] Mostrando disposição para mais uma maratona de shows apesar da idade avançada. Em maio de 2013 o cantor volta ao Brasil, onde faz apresentações no Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Recife.[8] Em março de 2017, Aznavour fez shows em São Paulo e Rio de Janeiro para casas completamente cheias, mostrando a vitalidade de sempre apesar da longevidade, que não parece ser-lhe grande incômodo.

Charles Aznavour em Portugal

Charles Aznavour atuou duas vezes em Portugal, na sua turnê mundial, em 2008, no Pavilhão Atlântico no dia 23 de Fevereiro[9] e oito anos depois no mesmo local, rebatizado Meo Arena, no sábado, dia 10 de dezembro de 2016.[10]

Discografia

Ver artigo principal: Discografia de Charles Aznavour

Ver também





 

Biografia de Chris Isaak


Chris Isaak


Christopher Joseph Isaak, mais conhecido como Chris Isaak (StocktonCalifórnia26 de junho de 1956),[1][2] é um cantor, compositor e ator estadunidense.

Ele é conhecido por seu estilo inspirado no rock and roll da década de 1950 e no som crooner, bem como o seu crescente falsete e reverberação. Ele está intimamente associada com o diretor de cinema David Lynch, que usou suas canções em vários filmes e deu-lhe um grande papel no filme Twin Peaks: Fire Walk with Me. Suas canções geralmente se focam nos temas de amor, perda e desgosto. Com uma carreira de quatro décadas, ele acumulou um total de doze álbuns de estúdio, e acumulou inúmeras indicações a prêmios e passeios. Ele tem sido chamado de Roy Orbison da década de 1990, e muitas vezes também é comparado a Elvis PresleyRicky Nelson e Duane Eddy.[3]

Biografia

Em 1984, assinou contrato com a Warner Bros, e lançou o primeiro álbum, Silvertone. Em 1988, seu contrato foi renovado e foi transferido para a Reprise Records.

Sua canção mais conhecida, Wicked Game, foi lançada em 1989, no álbum Heart Shaped World. A canção, em versão instrumental, fez parte da trilha sonora do filme Coração Selvagem (Wild at Heart) de David Lynch. Também, em 2000, fez parte da trilha sonora do filme Um Homem de Família, (The Family Man), com Nicolas Cage e Téa Leoni.

O sucesso da música, foi graças a uma rádio americana que tocou a versão completa da canção, e rapidamente tornou presença constante nas paradas de sucesso.

O vídeo dessa canção foi dirigido pelo fotógrafo Bruce Weber. Gravado em preto e branco, Chris Isaak contracenou com a top model dinamarquesa Helena Christensen, onde ambos rolavam na areia da praia, se abraçavam e sussurravam um no ouvido do outro. O vídeo foi sucesso na MTV Americana e no canal a cabo VH1.

Em 1999, a música Baby Did A Bad, Bad Thing, fez parte da trilha sonora do filme De Olhos Bem Fechados, (Eyes Wide Shut), de Stanley Kubrick, estrelado por Tom Cruise e Nicole Kidman.

Em 2001, Chris Isaak estreou seu próprio seriado de TV, o The Chris Isaak Show, que ficou no ar entre 2001 e 2004 no canal de TV a cabo Showtime, nos Estados Unidos.

Sua primeira experiência como ator foi em 1988, com De Caso com a Máfia, de Jonathan Demme, tendo Michelle Pfeiffer como companheira nos sets.

No decorrer de sua carreira, Chris Isaak já lançou onze álbuns, doze singles e foi indicado duas vezes ao Grammy Awards.

Em 2004, a canção Life Will Go On, fez parte da trilha sonora do filme Curtindo a Liberdade, (Chasing Liberty), estrelado por Mandy Moore.

O trabalho mais recente de Isaak chama-se Mr. Lucky, lançado em Fevereiro de 2009.

A música Wicked Game foi regravada recentemente[quando?] pela banda HIM e também pelo Corey Taylor, vocalista das bandas Stone Sour e Slipknot.

Discografia

Álbuns de estúdio
Ao vivo
Coletâneas

Filmografia





Destaque

ROCK ART