sexta-feira, 17 de junho de 2022

Biografia de David Fonseca

David Fonseca

David Fonseca (MarrazesLeiria14 de Junho de 1973) é um músico, cantor e compositor português. Também se dedica à fotografia. Reconhecido inicialmente como membro dos Silence 4 e, desde 2003, como um artista a solo. Além de escrever a maioria das suas canções, também é responsável pelo design gráfico das capas dos seus álbuns e pela direção de arte dos seus videoclips. Entre 2004 e 2006 fez parte do projeto-tributo Humanos.

Biografia

Nasceu na cidade de Leiria, filho de uma professora e de um bancário, viveu na localidade de Marrazes até aos 18 anos.

Completou o bacharelato em Cinema, variante de Imagem, na Escola Superior de Teatro e Cinema, e chegou a frequentar a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.

Iniciou a sua vida profissional como fotógrafo de moda.

1998-2002: Silence 4

O nome de David Fonseca é indissociável ao da banda a que deu voz, o grupo Silence 4. Surgido em 1998, o grupo impôs-se rapidamente no mercado nacional com dois álbuns de grande sucesso. Em 2001, os Silence 4 efectuaram a sua última digressão, tendo em 2002 encerrado a sua actividade definitivamente. Lançaram ainda um DVD e um disco duplo ao vivo que regista a sua última passagem pelo Coliseu de Lisboa [1].

2003: Sing Me Something New

Em 2003, David Fonseca lança o seu primeiro disco a solo, “Sing Me Something New”, onde explora novas facetas de compositor e intérprete: toca praticamente todos os instrumentos deste disco. O primeiro single, “Someone That Cannot Love”, atingiu o número 1 do airplay nacional. “The 80’s” foi escolhido como tema de campanha da Vodafone, catapultando uma digressão de grande sucesso por todo o país.

2004: Humanos

Em 2004 participa no projecto Humanos, dando voz a temas inéditos de António Variações ao lado de Manuela Azevedo e Camané. O sucesso do disco culmina em 3 espectáculos memoráveis nos Coliseus de Lisboa e Porto e uma actuação para 40 000 pessoas no festival do Sudoeste.

2005-2006: Our Hearts Will Beat As One

Em 2005 chega a vez de “Our Hearts Will Beat As One”. “Who Are U” liderou as tabelas de airplay durante todo o Verão de 2005; “Hold Still”, a balada em dueto com Rita Redshoes, levou-o até Londres para a gravação do vídeo; “Our Hearts Will Beat As One”, o terceiro single, teve como suporte um dos mais bem conseguidos videoclipes produzidos em Portugal, tendo liderado a tabela de preferências da audiência da MTV e tendo sido reforçado pela nomeação para o MTV European Music Awards de 2006 (nomeação que sucedeu às já recebidas em 2003 e 2005).

2007: Dreams In Colour

Em Julho de 2007, David Fonseca publicou a canção “Superstars II”, single de avanço de “Dreams In Colour” o terceiro trabalho de originais. “Kiss me, oh kiss me” foi outro dos temas em destaque.

2008: Tour Dreams in Colour Live

2008 começa com a continuação da Tour Dreams in Colour Live onde percorreu uma série de auditórios por todo o país. À semelhança de 2007 volta a participar no Festival South By Southwest, em Austin, Texas, onde se apresenta acompanhado apenas da sua guitarra e de uma loop station. 2008 foi também um ano de aposta na internacionalização com a edição do disco “Dreams in Colour” em Itália, Grécia e Espanha. No final de 2008 foi editado o seu primeiro DVD - “12.04.08 COLISEU - DREAMS IN COLOUR LIVE”.

2009: Between Waves and The Amazing Cats Club

Em 2009 desloca-se pela 3ª vez consecutiva ao Festival South by Southwest. Regressa a Espanha para apresentações em Madrid (Sala Heineken), Barcelona (Bikini) e Terrassa (Faktoria D’Arts). Em Julho, a edição de “A Cry 4 Love”, o single de adiantamento do álbum “Between Waves” que foi editado em 2 de Novembro.

David Fonseca continua a inovar através da criação de uma comunidade online a que chamou “Amazing Cats Club”, nome baseado na sua "label" e estúdio “The Castle of Amazing Cats”, e que pretende agrupar os entusiastas da sua obra artística.

2010-2011: Tour Between Waves

O ano de 2010 começou com a tournée de apresentação de “Between Waves” que culminou com dois grandes concertos, realizados em Abril, no Coliseu de Lisboa e Coliseu do Porto. Em Espanha passou por Pontevedra, Santiago de Compostela, Madrid e Barcelona. Em Dezembro de 2010 estreou o espectáculo “U Know Who I Am – one man, a thousand instruments and a Polaroid” a partir da canção “U Know Who I Am”, o terceiro single a ser retirado de “Between Waves”. Tal como o subtítulo indica, David esteve em palco apenas acompanhado dos seus instrumentos e de uma máquina fotográfica. A surpresa foi um elemento presente em todas estas apresentações, com variações nos alinhamentos, o recurso a instrumentos a que não estamos habituados a ver em David, com a interpretação de canções menos tocadas ou com temas de outros, em versões acústicas ou eléctricas.

Actuou pela primeira vez no Brasil – no prestigiado Festival Rock in Rio, e ainda em São Paulo e no Teatro Odisseia (Rio de Janeiro). Esteve também em Carballeira de Caldas de Reis – no Festival Cultura Quente, e também em Cáceres, onde recebeu o prémio “Pop-Eye Artista Revelación Europeo”.

2012-2013: Seasons - Rising: Falling

David Fonseca reservou para 2012 um dos grandes desafios artísticos da sua carreira – relatar-nos um ano da sua vida através de canções. O resultado é “Seasons”, um trabalho que se divide em dois discos: “Rising”, o primeiro volume, editado a 21 de Março, e “Falling” a 21 de Setembro. “Seasons - Rising” incluía temas como "What Life Is For" ou "Armageddon"; já em “Seasons – Falling” inclui temas como “All That I Wanted”, o primeiro single.

“Seasons – Rising: Falling” contou com as colaborações de Luísa Sobral em “It Shall Pass” e da brasileira Mallu Magalhães no tema “Monday, Tuesday, Wednesday, Thursday”. Mário Barreiros, produtor dos seus dois primeiros discos a solo, foi o responsável pela bateria em “At Your Door” e “Heartbroken”.

2014: Silence 4 - SongBook 2014, a reunião em palco

Em 2014 verifica-se a reunião dos Silence 4 para a realização de dois concertos: 29 de Março, no Multiusos de Guimarães; e dia 5 de Abril no Meo Arena. Sofia Lisboa dedicou-se nos 3 anos anteriores à sobrevivência a uma leucemia, situação catalisadora desta “reunião” em 2014.

2015-2016: Futuro Eu

"Futuro Eu” é o primeiro álbum de David Fonseca cantado em português. David já o tinha experimentado nalguns temas seus e havia participado no projeto Humanos, mas nunca tinha editado um álbum todo em português. Antes do lançamento do CD, David Fonseca começou por disponibilizar algumas canções online, como foram o caso de “Futuro Eu”, “Chama-me Que Eu Vou” e “Hoje Eu Não Sou” (canções disponíveis no mesmo disco). Incluído no disco está ainda um dueto de David Fonseca com Márcia em "Deixa Ser". David Fonseca apresentou “Futuro Eu” no dia 30 de Outubro, no CCB, em Lisboa, e dia 31 Outubro na Casa da Música, no Porto.

De referir que o álbum “Futuro Eu” de David Fonseca foi considerado o melhor trabalho discográfico do ano 2015.

2017: "Bowie 70", o tributo de David Fonseca a David Bowie

David Fonseca (fã assumido de David Bowie) coordenou o disco de tributo que reuniu várias vozes nacionais em torno da obra do músico britânico que morreu no ano de 2016. Afonso Rodrigues (Sean Riley), Ana MouraAureaAntónio Zambujo, Camané, Catarina Salinas (Best Youth), Márcia, Marta Ren, Manuela AzevedoRita RedshoesRui Reininho e o próprio David Fonseca emprestaram a sua voz para interpretar temas emblemáticos de David Bowie.

"BOWIE70 – A Tribute by David Fonseca", foi editado no ano em que David Bowie completaria 70 anos. A coordenação artística e a interpretação de todos os instrumentos musicais, teve a assinatura de David Fonseca.

2018: Radio Gemini

Lançado em 25 de Maio, Radio Gemini marca o regresso de David Fonseca a solo com canções em inglês. Segundo o próprio músico o segredo do álbum está "num sintetizador muito pequenino" que foi utilizado durante a composição das canções que fazem parte do álbum. Com 21 temas, o disco foi gravado em mais de 20 locais diferentes, incluindo aviões, comboios, carros e quartos de hotel.[1]

“As canções acabaram por ter uma característica muito volante, estão todas muito ligadas aos sítios em que estava e ao que estava a acontecer quando as fiz.”[2]

Radio Gemini também se destaca por marcar os 20 anos de carreira de David Fonseca. Assim, os espetáculos que ocorreram nos dias 14 de novembro, no Coliseu dos Recreios em Lisboa, e 16 de novembro, no Coliseu do Porto marcaram a celebração dos 20 anos de carreira do músico de Leiria, que iniciou o seu percurso na banda Silence 4. David Fonseca partilhou o palco com Camané e Manuela Azevedo, que com ele concretizaram o projeto Humanos, Rita Redshoes (em Lisboa) e Cláuida Pascoal (no Porto), o humorista Bruno Nogueira, Sofia Lisboa da sua banda Silence 4 e ainda a cantora espanhola Alice Wonder, que partilha a interpretação de “Resist”, um dos temas do alinhamento de “Radio Gemini”.

Discografia

Com Silence 4

Álbuns

DVD

Com Humanos

Álbuns

DVD

A Solo

Álbuns

Edições em vinil

Edições exclusivas do Amazing Cats Club

  • 2009 - Christmas 2009 CD
  • 2010 - Christmas 2010 CD
  • 2011 - Christmas 2011 DVD [Between Waves Tour@Coliseu do Porto]
  • 2012 - Christmas 2012 CD
  • 2013 - Christmas 2013 CD
  • 2014 - Christmas 2014 CD
  • 2015 - Futuro Eu / Sem aviso SINGLE VINIL
  • 2015 - Chama-me que eu vou / É-me igual SINGLE VINIL
  • 2015 - Hoje Eu Não Sou / Senso SINGLE VINIL
  • 2015 - Christmas 2015 CD
  • 2016 - Christmas 2016 CD
  • 2017 - Christmas 2017 CD
  • 2018 - Christmas 2018 CD

Singles

  • 2003 - Someone That Cannot Love
  • 2003 - The 80's
  • 2005 - Who Are U?
  • 2006 - Hold Still (com Rita Redshoes)
  • 2006 - Our Hearts Will Beat As One
  • 2007 - Superstars
  • 2007 - Rocket Man
  • 2008 - Kiss me, oh Kiss me
  • 2009 - A Cry 4 Love
  • 2010 - Stop 4 a Minute
  • 2010 - U Know Who I Am
  • 2012 - What Life Is For
  • 2012 - Under The Willow
  • 2012 - All That I Wanted
  • 2013 - It Feels Like Something
  • 2014 - It Means I Love You
  • 2015 - Futuro Eu
  • 2015 - Chama-me Que Eu Vou
  • 2015 - Hoje Eu Não Sou
  • 2015 - Sem Aviso
  • 2015 - É Me Igual
  • 2015 - Senso
  • 2016 - Deixa Ser (com Márcia)
  • 2016 - Ela Gosta de Mim Assim
  • 2016 - Só Uma Canção no Mundo
  • 2017 - Starman (feat. Aurea)
  • 2017 - Get Up
  • 2018 - Oh My Heart
  • 2018 - Lullaby
  • 2018 - Resist (feat. Alice Wonder)

Canção de Natal (@Youtube)

DVD

Livros Publicados

Right Here, Right Now (2012)

"Right Here, Right Now" é o título do primeiro livro de fotografia de David Fonseca, a sua estreia neste tipo de edição. Uma recolha de 132 fotografias Polaroid entre as inúmeras imagens produzidas neste formato entre 1998 e 2008. David Fonseca tem desde há muito uma grande paixão pela imagem, tendo inclusive efectuado estudos nessa área em paralelo com a sua actividade musical. Foi aliás a sua carreira enquanto intérprete, músico e compositor que de alguma maneira o desviaram da conclusão de alguns projectos na área da fotografia e que entretanto retomou, chegando este ano ao público. A publicação do livro ocorreu alguns meses após a sua participação na edição dos "Encontros da Imagem", de 2012, realizada em Braga, em que realizou a exposição "As Long As We Have Each Other". "Right Here, Right Now" é uma edição bilíngue, com textos em inglês e português, da Tinta da China com 160 páginas e 132 fotografias.

Filmografia

Colaborações

  • 1999 - Phase52 Minutes of your Time (participação na faixa "City")
  • 1999 - TrovanteUma Noite Só (participação na faixa "125 Azul")
  • 2003 - Sérgio Godinho: O Irmão do Meio (participação na faixa "Balada da Rita")
  • 2007 - Jorge PalmaEncosta-te a Mim (participação no videoclip "Encosta-te a Mim")
  • 2010 - Missão Sorriso: Leopoldina apresenta Clássicos Infantis (interpretação do clássico infantil "Vitinho")
  • 2016 - Rádio Comercial: Passa a Outro e Não ao Mesmo (intérprete e compositor da canção "Encontro Marcado")
  • 2017 - BOWIE 70 – A Tribute by David Fonseca (coordenação artística e, ainda a interpretação de todos os instrumentos musicais)
  • 2018 - Banda Sonora da Série 1986: 1986 o disco (intérprete e compositor da canção "Ninguém")



 







quinta-feira, 16 de junho de 2022

As Músicas Mais Regravadas De Todos Os Tempos Parte 2

 

My Heart Will Go On


Celine Dion acertou em cheio quando juntou a sua música “My Heart Will Go On” ao grande sucesso cinematográfico “Titanic”. A fama alcançada pela música é tanta que ela é uma das mais regravadas da história.

Com inúmeras versões e a original tocando sem parar é fato que muitos já não aguentam mais a canção de amor. Isso acontece com algumas músicas que fazem um sucesso muito estrondoso.



Knockin’ On Heavens Door – Bob Marley


Um das músicas mais bonitas de Bob Marley é também uma das mais regravadas da história. “Knockin’ on Heavens Door” fala sobre alcançar o paraíso e faz uma reflexão sobre a vida. Muitos artistas se aventuraram a cantar, foram várias versões em idiomas diferentes. Uma das versões mais famosas foi a do Guns n’ Roses.




Rehab – Amy Winehouse


A música Rehab de Amy Winehouse é uma das mais recentes que pode entrar na lista de mais regravadas de todos os tempos, mas mesmo não tendo tantos anos assim é uma canção que já tem várias versões. Essa música foi feita por Amy para dizer ao seu pai que não iria para a reabilitação, parece que muitas pessoas curtiram.





My Prerogative – Britney Spears – Bobby Brown


Um dos maiores hits de Britney Spears a canção “My Prerogative” é uma versão de uma canção de Bobby Brown (ex-marido já falecido de Whitney Houston). Bobby lançou a música no ano de 1988 no seu segundo álbum chamado “Don’t Be Cruel”.

No ano de 2004 Britney deu uma repaginada na canção e a deixou mais pop. O clipe de My Prerogative foi gravado na casa do ex-marido da estrela Kevin Federline. Compare as duas versões da música.




Música folk: conheça as 15 melhores canções do estilo

 O estilo folk faz referência à palavra folklore, do inglês folclore, que significa conhecimento do povo. Dessa forma, o estilo tem como sua principal fonte a música tradicional dos povos.

Geralmente, fala-se muito sobre países de língua inglesa ao abordarmos o estilo folk, mas é possível perceber a manifestação do gênero em diversas culturas. 

Por ser originalmente um estilo musical tradicional, o folk passou muito tempo engessado. Mas um revival pós-segunda guerra e a popularização do rock mudaram o que hoje entendemos como folk.

Hoje vamos destrinchar um pouco mais o estilo e trazer as nossas músicas preferidas para você relembrar ou conhecer mais sobre o folk!

As 15 melhores músicas de folk

Misturando as músicas folk antigas e mais novas, fizemos uma lista responsa com nossas preferidas. Vamos lá!

Hurt — Johnny Cash

Um dos maiores nomes da música mundial, Johnny Cash bebeu muito da fonte do folk e construiu inúmeras músicas que contribuíram para o sucesso do estilo. Hurt é uma regravação do single da banda Nine Inch Nails a qual Cash deu sua pegada em 2002.

Ao comparar as duas versões, conseguimos ver claramente as influências do estilo folk na versão de Cash (uso do violão acústico e o estilo de sua voz, por exemplo).

A música virou um clássico e foi eternizada na voz inconfundível do cantor.

Riptide — Vance Joy

Definitivamente um novo nome da música folk, Vance Joy conseguiu construir uma bela canção com muitos elementos do estilo.

Riptide foi um estouro quando lançada e até hoje tem seu espaço cativo no coraçãozinho de quem gosta do folk atual. 

Vance é australiano e com essa música podemos ver como o folk se manifestou em culturais longe dos Estados Unidos.

Hallelujah — Leonard Cohen

Um grande nome do estilo folk, Leonard Cohen é dono de não só um hino do estilo como um hino do mundo da música.

Hallelujah já foi considerada por muitos uma das melhores canções de todos os tempos e, sem dúvidas, as características folk dela contribuem para esse sucesso atemporal.

Father And Son — Cat Stevens

Cat Stevens não é só um nome clássico no mundo a música, também é um dos grandes precursores do revival do folk na metade do século 20. 

Father And son, além de ser linda e ter a sonoridade do folk, traz também características fortes do estilo: a letra reflexiva de ensinamentos e a sabedoria do povo, traço forte do folclore clássico.

Por falar em letras reflexivas, vem conferir nossa playlist só de músicas folk que trazem grandes reflexões!

The Night We Met — Lord Huron

Lord Huron é uma das provas de que o folk não ficou (e nem pode ficar) no passado. The Night We Met faz muitas fusões musicais. 

Podemos perceber influências de muitos estilos, inclusive do folk provando que as características da música folk ainda são adoradas por jovens.


Tonight You Belong To Me 
— Eddie Vedder

Eddie Vedder ficou conhecido no mundo todo através do Pearl Jam, mas seus projetos quase sempre tem inspirações folk. 

Desta vez, Eddie regravou junto a Cat Power a música Tonight You Belong To Me, uma clássica música da cultura americana de 1926.



Roslyn – Bon Iver & St. Vicent

Bon Iver é considerada por muitos de seus fãs um grande nome do estilo folk no século 21. Dentre as fusões de seu estilo, a banda também se caracteriza como indie folk. 

É perceptível em Roslyn o uso de elementos da folk music, como o banjo. A banda traz modernidade ao som, mas sem deixar sua raiz folk se apagar.

Blowin’ In The Wind — Bob Dylan

Muitos consideram Bob Dylan o grande pai do folk contemporâneo. No meio do século 20, Dylan pegou sua gaita, seu violão e foi eternizado na história da música como um dos maiores cantores do mundo

Blowin’ In The Wind ajudou essa fama. Uma das primeiras músicas de protesto a estourar, ela trouxe elementos clássicos de músicas atuais americanas com o estilo de Dylan. O resultado é esse hino atemporal que faz parte da cultura americana até os tempos de hoje.

Home – Edward Sharpe and the Magnetic Zeros

Não só a estética do som como da própria banda, Edward Sharpe and The Magnetic Zeros consegue abraçar o folk e entregar uma grande música do estilo em Home

Além da letra reconfortante sobre a construção de um lar, tem os assobios, o bumbo, o banjo…

The House Of The Rising Sun — The Animals

The House Of The Rising Sun, embora muito regravada, ficou mundialmente conhecida pela versão da banda The Animals. Mas, como se trata de uma clássica música folclórica, a origem de seu autor é desconhecida. 

Ela conta a história da vida de uma pessoa que deu errado na cidade de New Orleans. Acredita-se que a letra e a canção já eram conhecidas por mineiros americanos em 1905


Quando Bate Aquela Saudade — Rubel

Claro que precisávamos de uma nacional nessa lista, né? Quando Bate Aquela Saudade, além de incorporar alguns elementos internacionais da música folk, tem um instrumento muito usado nas músicas brasileiras do estilo: o acordeon <3 

Elephant Gun — Beirut

Em 2006, quando Elephant Gun foi lançada, Beirut foi responsável por apresentar as músicas com influências folk para muita gente. 

Os elementos do estilo na composição da música e estética do clipe e da banda foram cruciais para que Beirut entrasse de vez na memória de todos os amantes do estilo.

The Sound Of Silence — Simon & Garfunkel

Antes de meme, The Sound of Silence é uma música linda e clássica da música folk.

Simon & Garfunkel foram extremamente influentes do gênero e contribuíram muito para sua popularização no século 20.

Dominique — Sourire Soeur

Dominique é uma música popular francesa da década de 60 que é conhecida popularmente na França há muito tempo.

Ela já ganhou inúmeras versões e é um exemplo clássico de música folk popular francesa.

Recentemente, a música voltou a fazer sucesso quando virou trend no TikTok.

Skip To My Lou — Pete Seeger

Pete Seeger, sem dúvidas, é um dos maiores nomes do folk. Sua desenvoltura no banjo e resgate de elementos clássicos folclóricos na cultura americana o puseram na história da música

Skip To My Lou é um belo exemplo das raízes do folk: acredita-se que a composição é de 1840!

Um pouco sobre a história do folk

O povo comum e simples antes do século XX era, em sua maioria, analfabeto e algumas canções tradicionais eram passadas de geração em geração, simplesmente através da memorização. 

Banda folk

E elas sempre estavam relacionadas a um grupo cultural específico: ou região, cultura, grupo de imigrantes e etc.

Como não havia direitos autorais na época, muitas músicas folclóricas do século 19 foram incorporadas por alguns artistas e sofreram várias fusões artísticas e culturais, como inclusão de instrumentos, afinações e etc.

Então, podemos afirmar que a música folk é um movimento mundial, que aconteceu com várias culturas e em vários países – cada um com suas especificidades, características históricas e culturais.

A música folk americana e suas características ficaram mais conhecidas mundialmente porque os Estados Unidos é um dos grandes epicentros de exportação de cultura.

Além disso, no meio do século 20, algumas músicas folk viraram febre ao se tornarem músicas de protesto associadas a pautas de ativismo social.

Destaque

Superjoint Ritual – A Lethal Dose Of American Hatred [2003]

  “O Superjoint Ritual não é mais uma banda pré-fabricada e não é mais uma banda da moda. O Superjoint Ritual é a reposta ao ‘nu-metal’ pré-...