sexta-feira, 8 de julho de 2022

Regresso ao Futuro: 50 Anos depois, White Album dos The Beatles

Regresso ao Futuro: 50 Anos depois, White Album dos The Beatles

Em novembro de 1968 milhões de duplos LPs foram entregues às lojas de discos antes do acontecimento musical mais esperado do ano: o lançamento, a 22 de novembro, de “THE BEATLES” (que ficou conhecido como “White Album”).

Na altura com o seu nono álbum de estúdio, os The Beatles iniciaram uma nova e entusiasmante viagem musical que ficou marcada por canções clássicas como “Back in the U.S.S.R.”, “Dear Prudence”, “While My Guitar Gently Weeps” ou “Don’t Pass Me By”, a primeira canção assinada por Ringo Starr num álbum do grupo de Liverpool.

Na verdade, “White Album” foi o primeiro álbum dos The Beatles lançado pela própria editora do grupo, a Apple Records. O álbum duplo tornou-se logo um êxito de vendas, que entrou diretamente para o 1.º lugar do top de vendas do Reino Unido, mantendo-se durante oito semanas na liderança.

White Album” também entrou para o n.º 1 da tabela de vendas dos EUA, onde se manteve durante 9 semanas. Nos EUA, o álbum conquistou 19 Galardões de Platina e no ano 2000 entrou para o Hall of Fame dos Grammys.

Durante 50 anos, o “White Album” convidou os ouvintes a aventurarem-se e a explorar a amplitude e a ambição da sua música, deliciando e inspirando novas gerações.

E agora a 9 de novembro os The Beatles lançam uma reedição especial de “White Album”. Os 30 temas do álbum foram novamente misturados pelo produtor Giles Martin e pelo engenheiro de som Sam Okell em stereo e 5.1 surround áudio, juntamente com 27 maquetes acústicas e 50 sessões de estúdio, a maioria delas nunca editadas até hoje.

Esta é a primeira vez que “THE BEATLES” (“White Album”) foi remisturado e apresentado com novas maquetes e gravações de estúdio.

Esta reedição sucede à aclamada reedição de “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, de 2017. Para criar as novas misturas em stereo e 5.1 surround áudio de “White Album”, Martin e Okell trabalharam com uma equipa de engenheiros de som e especialistas em restauração áudio nos estúdios de Abbey Road.

Todos os lançamentos do novo “White Album” incluem a nova mistura em stereo de Martin, concebida a partir das gravações originais em fita. A nova mistura de Martin é guiada pela mistura em stereo original, produzida pelo seu pai, George Martin.

 

Veja o trailer para THE BEATLES (White Album)

 

 

Os lançamentos de “THE BEATLES” (“White Album”) incluem:

Super Deluxe:

  • CDs 1 & 2: a mistura em stereo de 2018 de “THE BEATLES” (“White Album”);
  • CD 3: Esher Demos;
  • CDs 4, 5 & 6: 50 gravações adicionais de estúdio, a maioria inéditas, das sessões de “White Album”. Todas foram novamente misturadas a partir das gravações originais em fita e sequenciadas segundo a data de gravação;
  • Blu-ray: Mistura de 2018 do álbum em alta resolução PCM stereo; mistura do álbum em DTS-HD Master Audio 5.1; mistura do álbum em Dolby True HD 5.1; mistura em mono original do álbum

Deluxe:

  • A mistura em stereo de 2018 de “THE BEATLES” (“White Album”) o 3CD com as Esher Demos. Também disponível numa caixa de edição limitada de 4 LPs de 180 gramas.

Standard 2LP:

  • A mistura em stereo de 2018 de “THE BEATLES” (“White Album”). Reprodução fiel do artwork original.

 

 

O artwork minimalista de “White Album” foi criado pelo artista Richard Hamilton, um dos principais nomes da pop art do Reino Unido.

A caixa Super Deluxe traz um livro de capa dura de 164 páginas, com reproduções dos retratos a cores de John, Paul, George e Ringo, bem como um póster com uma colagem de fotos de um lado e as letras do disco do outro lado.

O livro contém fotografias raras, reproduções das letras escritas à mão e anotações, fotos das folhas de gravação e a reprodução dos anúncios originais de “White Album”.

O livro contém ainda novos textos de Paul McCartney e Giles Martin e capítulos que detalham cada tema, bem como as sessões de gravação de “White Album”, a sessão fotográfica “Mad Day Out” de 28 de julho de 1968, o artwork do álbum, o lançamento do disco e a sua influência.

Os textos foram escritos pelo historiador dos The Beatles Kevin Howlett, pelo jornalista John Harris e pelo curador da Tate Britain Andrew Wilson.

A edição Deluxe de 3CD traz um póster e os retratos, um booklet de 24 páginas adaptado a partir do livro da edição Super Deluxe. A edição Deluxe de 4LP inclui um booklet de quatro páginas, um póster os retratos dos membros da banda, sendo que 2LPs são compostos pelas Esher Demos.

 

 

 

BIOGRAFIA DOS Finch

Finch

Finch foi uma banda americana de Post Hardcore e rock alternativo formada em Temecula, Califórnia, em 1999. Em fevereiro de 2006, a banda se separou.

Em 23 de novembro de 2007, eles finalizaram oficialmente essa separação com um show no Glasshouse em Pomona, Califórnia. Em janeiro de 2008 eles começaram uma turnê pelos Estados Unidos. Eles estão atualmente trabalhando em seu próximo álbum, intitulado Chinese Organ Thieves.

Até à data apenas lançaram dois álbuns, um EP e vários singles, entre os quais se destacam entre os mais bem sucedidos «Letters To You» (o seu maior sucesso no Reino Unido), «What It Is to Burn» e «Bitemarks e Manchas de Sangue»




BIOGRAFIA DE Fats Domino


 

Fats Domino




Fats Domino, nome artístico de Antoine Dominique Domino (Nova Orleans26 de fevereiro de 1928 — 24 de outubro de 2017[1]), foi um cantorcompositor e pianista de rock e R&B, considerado um dos mais influentes de todos os tempos.

Carreira

Imperial Records (1949–1962)

Fats Domino cantando "Blueberry Hill" no "The Alan Freed Show" circa 1956.

Domino atraiu a atenção do nacional com a música "The Fat Man" em 1949 gravada pela Imperial Records. Essa música é uma das primeiras gravações de rock and roll, apresentando piano ritmado e Domino cantando "wah-wah" acompanhado de uma batida forte. A gravação vendeu mais de um milhão de cópias, e é tida como a primeira gravação de rock n roll a fazer isso.

Fats Domino lançou uma série de hits com o produtor e co-compositor Dave Bartholomew, os saxofonistas Herbert Hardesty e Alvin "Red" Tyler e o baterista Earl Palmer. Outros músicos notáveis e companheiros de longa data na banda de Fats foram os saxofonistas Reggie Houston, Lee Allen, e Fred Kemp. Fats finalmente passou para o mainstream da música pop om "Ain't That a Shame" (1955), que alcançou o top 10, mais tarde Pat Boone alcançou a primeira posição com uma versão cover da música[2] que obteve um alcance maior de audiência tocando em rádios na época da segregação racial. Domino teve 37 singles no Top 40.

O primeiro álbum de Fats Domino, "Carry on Rockin", foi lançado em novembro de 1955 e subsequentemente relançado como Rock and Rollin' with Fats Domino in 1956.[3] Combinando uma quantidade de hits e algumas faixas que ainda não haviam sido lançadas como single o álbum alcançou com seu título alternativo o número 17 no Top 200 de álbuns pop da Billboard.[4] Sua versão para a música de 1940 de Vincent Rose, Al Lewis e Larry Stock, "Blueberry Hill" alcançou o segundo lugar no Top 40, foi primeiro lugar nas paradas R&B por 11 semanas, e foi seu maior hit. "Blueberry Hill" vendeu mais de 5 milhões de cópias no mundo entre 1956 e 1957. A música havia sido gravada anteriormente por Gene Autry e Louis Armstrong entre outros. Ainda teve outros singles que viraram hits entre 1956 e 1959, incluindo "When My Dreamboat Comes Home" (#14 Pop), "I'm Walkin'" (#4 Pop), "Valley of Tears" (#8 Pop), "It's You I Love" (#6 Pop), "Whole Lotta Loving" (#6 Pop), "I Want to Walk You Home" (#8 Pop), e "Be My Guest" (#8 Pop).

Fats aparece em dois filmes lançados em 1956: Shake, Rattle & Rock![5] e The Girl Can't Help It.[6]

Em 2 janeiro de 1956 um tumulto acabou com um show de Fats Domino em Fayetteville, NC, a polícia teve que utilizar bombas de gás para controlar a multidão. Fats pulou de uma janela para evitar a briga; ele e outros dois componentes da banda tiveram ferimentos superficiais.[7]

Até o começo de 1962 Fats continuou lançando uma série de sucessos pela Imperial Records, incluindo "Walkin' to New Orleans" (1960) (#6 Pop), co-escrita por Bobby Charles, e "My Girl Josephine" (#14 Pop) no mesmo ano. Depois que a gravadora foi vendida no começo de 1963, Fats abandonou o selo. "Fiquei preso a eles até eles serem vendidos" foi o que declarou em 1979. Ao todo, Domino gravou mais de 60 singles pelo selo, colocando 40 músicas no top 10 das paradas R&B, e 11 singles no top 10 das paradas Pop. Vinte e dois dos singles por Fats na Imperial Records foram hits double-side.

Carreira pós-Imperial (1963 até a década de 70)

Fats Domino no New Orleans Jazz & Heritage Festival em 1997.

Fats se mudou para a gravadora ABC-Paramount Records em 1963. A empresa fez com que ele fizesses gravações em Nashville ao invés de New Orleans. Também assinou com um novo produtor (Felton Jarvis); A colaboração de longa data de Domino com o produtor/arranjador/frequente co-escritor Dave Bartholomew, que participou de todos seus hits no tempo da Imperial, parecia ter acabado.

Felton Jarvis mudaram o som de Fats de alguma maneira, notavelmente adicionando corais de vozes no estilo countrypolitan na maioria de suas novas gravações. Talvez como resultado dessas mudanças a carreira de sucessos de Fats Domino foi drasticamente cortada. Ele lançou 11 singles pela ABC-Paramount, mas teve somente um hit no Top 40 que foi "Red Sails In The Sunset" em 1963. No final de 1964 a invasão inglesa mudou o gosto musical do público da indústria fonográfica e os sucessos de Fats Domino acabaram.

Apesar da falta de sucesso ele continuou gravando regularmente até meados de 1970, deixando a ABC-Paramount no meio de 1965 fazendo gravações para vários outros selos: Mercury, a pequena gravadora de Dave Bartholomew "Broadmoor", e Reprise. A última música de Fats que alcançou as paradas foi uma gravação feita pela Reprise, de uma cover música cover dos Beatles "Lady Madonna" que chegou ao número 100 em 1968. Ele também continuou se apresentando em shows durante a década.

Carreira recente (1980–2005)

Nos anos 80, Fats decidiu que não deixaria novamente Nova Orleans, pois recebia uma grande quantia com royalties e muito pouco com turnês, também alegou que não encontrava comida que gostasse em outros lugares. Sua indução ao Rock and Roll Hall of Fame e uma indicação para se apresentar na Casa Branca falharam em persuadir Fats a abrir exceções.

Fats foi convencido a se apresentar fora da cidade periodicamente durante os anos 80 e começo dos 90 para Dianna Chenevert, agente, fundadora e presidente da Omni Attractions com sede em Nova Orleans. A maioria dessas apresentações foram nas proximidades de Nova Orleans, mas também incluíram shows no Texas no "West End Market Place" no centro de Dallas em 24 de outubro de 1986.

Durante bastante tempo Fats morou em uma mansão na área de Lower Ninth Ward, que é predominantemente de classe operária, onde se tornou uma visão comum andando em seu cadillac cor de rosa. Fez apresentações anuais no "New Orleans Jazz and Heritage Festival" e outros eventos locais. Fats foi premiado com o Grammy Lifetime Achievement Award em 1987. Em 1998, o presidente William Clinton o premiou com o National Medal of Arts.[8] In 2004, Rolling Stone ranked him #25 on their list of the "100 Greatest Artists of All Time."[9]

Tempos difíceis do Furacão Katrina

Graffiti em sua casa no tempo em que corriam rumores sobre sua morte.

Quando o Furacão Katrina estava se aproximando de Nova Orleans em agosto de 2005, Dianna Chevenert encorajou Fats a participar da evacuação da cidade, mas ele escolheu permanecer em sua casa com sua família, parcialmente por causa das condições fracas de saúde de sua esposa. Sua casa estava na área que foi gravemente afetada. Chevenert entrou em contato com escritores do jornal "Times Picayune" e com a guarda costeira sobre a localização de Fats.

Alguém pensou que ele estava morto, e pichou a mensagem "RIP Fats. You will be missed" ("Descanse em paz Fats. Sentiremos sua falta.") na sua casa. Em 1 de setembro o agente de Fats, Al Embry, anunciou que ele não teve notícias do músico desde a passagem do furacão.

Escritório de Fats Domino, Janeiro de 2006.

Mais tarde no mesmo dia, a CNN reportou que Fats Domino foi resgatado por um helicóptero da guarda costeira. Embry então confirmou que Fats e sua família foram resgatados. Ele foram levados para um abrigo em Baton Rouge, depois foram pegos por JaMarcus Russell, um jogador de futebol americano do time da Universidade do Estado da Louisiana e pelo namorado de sua neta. A família de Fats ficou morando em seu apartamento. O "Washington Post" publicou que em 2 de setembro que eles haviam deixado o apartamento depois de dormir 3 dias no sofá. Segundo o jornal, Fats declarou que haviam perdido tudo.[10]

Em janeiro de 2006, a reconstrução na casa de Fats começou. Até o final dos reparos sua família morou em HarveyLouisiana.

Um dos pianos de Fats resgatado após o Katrina.

O presidente George W. Bush fez uma visita pessoal e substituiu a medalha com qual o Presidente Clinton premiou Fats e acabou perdida. Os discos de ouro foram substituídos pela "Recording Industry Association of America" (RIAA) e pela Capitol Records que é detentora do catálogo da Imperial Records.[11]

Atividade pós-Katrina

Fats Domino foi o primeiro artista a agendar apresentações no Jazz & Heritage Festival de 2006. Mas, por estar muito doente na época do festival teve condições somente de subir ao palco e cumprimentar o público. No início do mesmo ano ele lançou o álbum "Alive and Kickin'" para beneficiar a fundação "Tipitina", que ajuda músicos indigentes locais. A música título do disco foi gravada depois do Katrina, mas a maioria das faixas eram de sessões não publicadas da década de 90.

Em 19 de maio de 2007, Fats retornou ao palco em Tipitina's em Nova Orleans, se apresentando para um espaço lotado. Uma fundação foi formada e um show foi planejado para a restauração da casa de Fats.[12]

Curiosidades

Uma das mais famosas músicas de Fats Domino, "Blueberry Hill" foi cantada por Vladimir Putin em 2010, durante um evento de caridade.[13] O primeiro ministro russo começou tocando piano antes de se levantar e assumir o microfone.






Lendários álbuns de rock progressivo que completaram 50 anos em 2020: 'Atom Heart Mother'


 O ano de 2020 é marcado pela maldita pandemia do coronavírus, mas além dos infortúnios, fiquemos com o bem. 2020 marca a conclusão de algo mais de meio século de vida do rock progressivo, entendendo que como movimento musical consolidado começou em 1969 com grandes bandas do gênero como King Crimson, Yes, Van der Graaf Generator ...

Em 1970, estabeleceu-se o som progressivo com o qual já namoravam grupos como The Moody Blues, Pink Floyd, Procol Harum ou Led Zeppelin , entre outros. São inúmeros os álbuns que queremos destacar sobretudo os restantes lançamentos de 1970, que consideramos essenciais, mas que lhe oferecemos organizados por data de publicação, não com qualquer outra intenção de fazer rankings.

Desta vez queremos falar sobre ' Atom Heart Mother ', do Pink Floyd.

'Atom Heart Mother' foi o quinto álbum da banda e foi lançado em 2 de outubro, por volta dessas datas. É um trabalho de transição, onde eles começaram a se afastar do rock psicodélico para abraçar o estilo mais típico do sinfônico e progressivo.

Quando o Pink Floyd já estava passando por este quinto álbum como formação, outros míticos grupos de rock progressivo estavam começando a andar recentemente ou só estavam em sua carreira há cerca de 2 anos, como Genesis , King Crimson ou YES .

Syd Barrett , seu principal compositor e líder, acima de Roger Waters , e principal responsável pelo estilo musical da banda na época, focado na psicodelia , já havia deixado o grupo .

Seus companheiros tentaram seguir a carreira do grupo sem desistir, com David Gilmour já consagrado como integrante do Pink Floyd e não como mero acréscimo para completar as baixas de Barrett por conta de seus problemas mentais e drogas.

Na capa do álbum você pode ver uma vaca em um campo muito verde, sem título ou nome da banda. O grupo, ao que parece, queria ser o mais enigmático e simbolista possível, o menos psicodélico possível. Foi obra do lendário ilustrador Storm Thorgerson , do estúdio Hipgnosis, que foi a uma zona rural e fotografou a primeira coisa que viu. A vaca foi nomeada Lulubelle III.

Capa e outros detalhes

'Atom Heart Mother' foi gravado entre março e agosto de 1970 nos lendários estúdios Abbey Road e produzido inteiramente pelo próprio Pink Floyd. O engenheiro de som foi Peter Bown e ele foi assistido por Alan Parsons . Graças a esta intervenção de Parsons, a banda apostou tanto nele para o estudo em 'The Dark Side of the Moon' (1973).

O álbum alcançou o número 1 nas paradas do Reino Unido e o número 55 nos Estados Unidos, sendo certificado ouro no país norte-americano em 1994.

Na reedição de 1994 do álbum para o formato de CD digital, vinha acompanhado de um cartão com duas receitas de café da manhã, uma em alemão e outra em inglês

As melhores bandas de rock progressivo da América Latina

 

O rock progressivo é um gênero musical que se espalhou pelo mundo como nenhum outro subgênero do rock. Foi ouvido pela primeira vez no final dos anos 60 e representou a evolução da psicodelia e do rock tradicional. A proposta do rock progressivo era controversa, pois experimentava novos sons não acostumados ao rock . E, como era de se esperar, conquistou o coração de muitos e gerou indiferença em outros. 

Quando pensamos em rock progressivo, logo vêm à mente bandas influentes que marcaram a trajetória desse gênero no mundo; Pink Floyd , Jethro Tull, Camel, Genesis, The Alan Parsons Project, entre outros. E não é para menos, já que o berço desse subgênero do rock é o Reino Unido. 

Certamente podemos imaginar os pioneiros deste gênero incluindo instrumentação de diferentes gêneros; como o jazz, para criar o que hoje conhecemos como rock progressivo ou rock progressivo. No entanto, o sucesso desse gênero não ficou na Europa , mas foi compartilhado com outros continentes, incluindo o continente americano e, mais especificamente, a América Latina. 

Rock progressivo na América Latina

O rock progressivo 'chegou' à América Latina na década de 70 e representou uma mudança positiva na hora de compor o rock. A possibilidade que o rock progressivo oferecia de interagir com diferentes sons e criar algo "novo" foi bem recebida pelos músicos da época e replicada até hoje em diferentes bandas. 

O mais representativo foi a implementação do rock progressivo na língua espanhola. Sendo um gênero musical britânico, era de se esperar que os músicos se adaptassem ao idioma (inglês) e não, como aconteceu, o gênero se adaptasse ao idioma espanhol (e mesmo ao português no Brasil). Embora as características do rock progressivo tenham sido mantidas, a adaptação para o espanhol deu ao gênero sensações diferentes. 

Embora as bandas de rock progressivo da América Latina não tenham tido o mesmo impacto no gênero que as bandas britânicas, sua contribuição é digna de reconhecimento. É por isso que decidimos coletar e selecionar as melhores bandas latinas que contribuíram com grandes músicas para o rock progressivo. 

As melhores bandas de rock progressivo da América Latina

Sabemos que é difícil abrirmo-nos a novos sabores e ainda mais a novos sons. O rock progressivo latino-americano difere em muitos aspectos do que o rock britânico tem a oferecer. É por isso que pode ser difícil se aventurar no rock progressivo latino-americano sem um guia ou uma lista das melhores bandas para começar. 

As resenhas são importantes, usamos resenhas para escolher os melhores livros, resenhas para escolher em quais cassinos online jogar, e agora você tem a resenha ideal para se aventurar no rock progressivo latino-americano.  

Sem mais delongas, deixamos-lhe uma lista com o referente mais representativo do rock progressivo de cada país. 

  1. PERU : O rock progressivo peruano tem a história mais emocionante do gênero na América Latina. Quando o boom do rock progressivo atingiu o país (final dos anos 60, início dos anos 70), o rock havia sido banido. A proibição não limitava os compositores, que criavam obras de arte representativas do gênero.

    Convidamos você a ouvir esta fabulosa música de Flor de loto , uma banda peruana de rock progressivo.

  2. ARGENTINA : O rock progressivo argentino alcançou popularidade no país nos anos 70. Embora o gênero tenha chegado ao país no final dos anos 60, a aceitação do público argentino, acostumado ao rock cru, demorou.

    Dê a oportunidade ao Ave Rock , uma referência reconhecida do rock progressivo na Argentina, para abrir espaço para o rock progressivo argentino em sua alma.

  3. MÉXICO : O rock progressivo mexicano tornou-se conhecido no país no final dos anos 70 e início dos anos 80. As bandas misturaram com sucesso sons country com acordes e notas sinfônicas criando melodias únicas que logo conquistaram o público.
  4. Deixamos-lhe o link para o álbum mais conhecido do New Mexico, uma banda mexicana de rock progressivo, "caseiro".  
  5. BRASIL : O rock progressivo brasileiro teve seu início no país na década de 70. E, embora existam muitos referentes deste género no país, convidamo-lo a ouvir o que o Sagrado Coração da Terra tem para lhe oferecer. 
  6. COLÔMBIA: A Colômbia é muito mais do que Pablo Escobar e corrupção, com certeza você vai perceber isso ouvindo Gene-Sis fazendo a coisa dele. O rock progressivo colombiano se destacou por não ser exclusivamente rock progressivo, mas sim uma mistura entre o rock progressivo e o folk-rock. 
  7. CHILE : Não poderíamos falar de rock progressivo na América Latina sem falar do Chile. O rock progressivo chileno é um dos mais proeminentes do gênero na América Latina. Ele foi fortemente influenciado pela reforma universitária e pelo idealismo hippie, levando as bandas a experimentarem o rock psicodélico e os ritmos latinos do country.

    Reviva um dos melhores grupos de rock progressivo chileno ouvindo Los Jaivas novamente .

Flor de lótus

POEMAS CANTADOS DE MARTINHO DA VILA

Martinho da Vila

 Não Chora Meu Amor

Martinho da Vila


Não chora meu amor, não chora

Não chora porque seu amor não vai embora


Português lhe diz não chore

Porém, eu digo não chora

Sua mãe diz não namore

Mas, eu digo me namore

Você diz pra voltar cedo

Eu só chego ao romper da aurora


Não chora meu amor ...


Já é hora vou me embora

Quero ficar, mas eu vou

Vou levar o meu pandeiro

Vou levar meu agogô

Vou levar a minha cuíca

Vou levar meu afoxé

Se sobrar uma graninha

Eu trago um presente pra você


Não chora meu amor ...


Aqui já não tem mais bonde

Vou em outra condução

A batalha é bem longe

Eu vou pegar meu avião

Tome conta do que eu deixo

Feche a janela e a porta

A saudade me maltrata

A saudade me conforta



Não Tenha Medo, Amigo

Martinho da Vila


Não tenha medo amigo

Não tenha medo

É

Como falou o poetinha Vinicius

"São demais os perigos dessa vida"

Mas o sangue brobulha nas veias

E eu tenho que andar na rua

Gosto de enfrentar o mundo cara-a-cara

Olhar as pessoas no olho

Tenho que estar nos botequins, nas favelas

Nos palcos, nas platéias

Nos campos, nas cidades, nos sertões

Aqui e acolá, como gente

Pés no chão, no meio do povo

Cautelosamente sem cautela

Receiosamente sem receio

Distraidamente distraído

Mas sem medo


Não tenha medo meu amigo, não tenha medo

Porque o medo é o seu maior inimigo


Admiro medrosos sem medo

Detesto valentes

De heróis desconfio

Do mundo eu não tenho medo

Mas viver a vida é um desafio

Não tenha medo

Não tenha medo amigo


É amigo

A vida é um segmento de reta sinuoso

Um vai e vem

Todo mundo tem que ser viandante

Pois "barco parado não faz frete"

- Tá lá nos caminhões

Fé em Deus e pé na tábua

Seguindo o destino

Moldando o destino, transando com ele

Sem medo do que você tem e do que você pode ter

Do que você é e do que você será

Vá em frente amigo

Amando a mulher amada

Dando amor a muitas mulheres

Caminhando em busca do infinito

Sem mitos, sem metas

Sem medo

Não tenha medo

Porque o medo é o seu maior inimigo


Não tenha medo de ficar doente

De ser impotente

Ou de levar um chifre

Confie no amor da amante

E na honestidade da mulher de casa

Não é mais tempo do duelo nobre

Ou de lavar a honra com florete ou sabre

Não tenha medo do clamor divino

E nem do capeta e seu inferno em brasa



Nem Réu Nem Juíz
Martinho da Vila


Que nem serpente
Até meus pés
Se rastejou
Me seduziu
Meu coração fragilizou
Me envenenou, feriu

Depois cruel, me seqüestrou
Me confinou no seu covil
E me entreguei ao seu amor
Me escravizei, servil

Tornou-se me feitor
Cambono, capataz
Um anjo protetor
Com ar de satanás
Me fez seu prisioneiro
Deixei-me acorrentar
E o meu resgate eu sei
Nem penso estipular

C´est un délinquant, un marginal
Un transgresseur désabusé
Qui s´est fait élire pour être cruel
D´un amour tourmenté

É um delinqüente, marginal
Desabusado transgressor
Que se elegeu para ser algoz
De um atormentado amor

Mas nessa estória há um porém
Me escravizei porque eu quis
Se dele hoje sou refém
Jamais serei juiz, juiz...




Destaque

Highway - Highway 1975

  Esta banda aqui é um dos pioneiras perdidas do hard rock de primeira qualidade Apesar de ja ter sido postado em alguns blogs, sempre foram...