sexta-feira, 5 de agosto de 2022

BIOGRAFIA DE Ivan Lins


 






Ivan Lins

Ivan Guimarães Lins (Rio de Janeiro16 de junho de 1945) é um cantorpianista e compositor brasileiro.

Biografia e vida artística

Em 1971.

Filho do militar Geraldo Lins, foi muito influenciado por diversos gêneros musicais como jazzbossa nova e soul[1] e tem como principal instrumento o piano, que toca desde os 18 anos.[2] Formou-se em química industrial no final dos anos 60, quando iniciou a carreira musical em festivais. A canção O Amor É O Meu País, erroneamente tachada de ufanista, foi classificada em segundo lugar consecutivo no Festival Internacional da Canção. O primeiro sucesso como compositor foi com Madalena, gravada por Elis Regina.

Contratado pela gravadora Forma/Philips (que posteriormente transformou-se em Polygram até chegar ao nome atual Universal Music) pelo então produtor, o compositor Paulinho Tapajós, grava três discos pelo selo: AgoraDeixa o trem seguir e Quem sou eu? Nesse período, compôs músicas com Ronaldo Monteiro de Souza, mas depois teve em Vítor Martins o mais frequente parceiro. A primeira composição entre ambos se deu quando do lançamento do quarto LPModo livre, pela RCA (depois BMG, em seguida Sony BMG e hoje Sony Music), gravadora esta que lançaria também o álbum subsequente, Chama acesa. Nessa mesma década lançou alguns discos que o projetaram nacionalmente.

Teve inúmeros sucessos como cantor como Abre AlasSomos todos iguais nesta noite e Começar de novo - todas em parceria com Vítor Martins. Começar de novo foi gravada por Simone no mesmo ano em que foi composta. Na voz dela, foi tocada como tema oficial de abertura do seriado Malu Mulher, tonando-se um grande sucesso da época e um marco na história da MPB.

Lançou inúmeros discos, muitos deles de grande sucesso, tendo trocado de gravadoras por diversas vezes. No decorrer dos anos 70, a obra ganha grande temática política. A partir da segunda metade dos anos 80, começa a enfatizar a carreira internacional, principalmente nos EUA, onde foi regravado por inúmeros astros da música internacional, como Quincy JonesGeorge BensonElla FitzgeraldSarah Vaughan e Barbra Streisand.

É um destacado compositor, tendo músicas gravadas por nomes consagrados como Elis Regina (CartomanteMadalenaAos Nossos Filhos), Simone (Começar de Novo), Quarteto Em Cy (Abre Alas), Gal Costa (Roda Baiana), Jane Duboc (De Alma e CorpoAos Nosso FilhosZizi Possi (Demônio de Guarda) e Emílio Santiago (Velas Içadas). Comandou um programa televisivo na Rede Globo ao lado de Gonzaguinha e Aldir Blanc, o Som Livre Exportação. Foi casado com a cantora e atriz Lucinha Lins com quem teve dois filhos, João Lins e o cantor e ator Cláudio Lins. Torce pelo Fluminense Football Club.

Valendo-se ainda do filão engajado da pós-ditadura, cantou, ainda que com uma participação individual diminuta, no coro da versão brasileira de We are the world, o hit americano que levantou fundos para a África ou USA for Africa. O projeto Nordeste já (1985), abraçou a causa da seca nordestina, unindo 155 vozes num compacto, de criação coletiva, com as canções Chega de mágoa e Seca d´água. Elogiado pela competência das interpretações individuais, foi no entanto criticado pela incapacidade de harmonizar as vozes o enquadramento de cada uma delas no coro.

Em 1991, com o amigo e parceiro Vítor Martins, fundou a gravadora Velas.[3] Essa gravadora, totalmente nacional e independente, foi mais uma tentativa de que se desse espaço para cantores brasileiros já conhecidos esquecidos em gravadoras multinacionais e para o surgimento de novos valores no cancioneiro popular. Nomes como Chico CésarLenine e Guinga tiveram grande respaldo dessa gravadora para poderem iniciar as carreiras artísticas. Essa gravadora também lançou discos de nomes já consagrados na música, como Zizi Possi (o elogiadíssimo Valsa Brasileira), Fátima Guedes (Coração de Louca, um dos pioneiros do selo, além de Grande TempoPra bom entendedor… e Muito intensa), trabalhos póstumos de Elis Regina (Elis Regina no Fino da Bossa, Elis Vive, Elis Regina ao vivo), e outros. Em 1995, grava a música Lembra de Mim, tema da novela História de Amor, de Manoel Carlos, que faz um enorme sucesso.

Ivan Lins é autor da trilha sonora dos filmes Dois Córregos e Bens Confiscados de Carlos Reichenbach e ganhou Prêmio de Melhor Trilha Sonora no terceiro Festival Luso-Brasileiro Santa Maria da Feira. Ele também é um dos compositores brasileiros mais gravados no exterior e já foi indicado ao prêmio Grammy. Lançou também um tributo ao Poeta da VilaNoel Rosa (Viva Noel, 1997), que contou com muitas participações especiais e também lançou Um novo tempo (1999), somente com canções natalinas.

Cinco anos depois, veio o CD Cantando Histórias, que traz regravações dos antigos sucessos e contou com as participações especiais de Jorge Vercillo, Simone e Zizi Possi. Dois anos depois, veio Acariocando (2006), somente com canções inéditas. No fim no ano de 2007, Ivan Lins lançou o CD e DVD Saudades de Casa, com diversas colaborações, gravado em estúdio no Rio de Janeiro.

Em 2011, teve suas músicas reunidas no espetáculo de teatro musical 4 Faces do Amor, escrito por Eduardo Bakr. Em 2016, o referido espetáculo teve nova montagem. Ambas as montagens foram recebidas de forma excelente pela crítica especializada.[4][5]

Discografia

Ensaio não faz parte da discografia de Ivan Lins, não é um CD. Ensaio é um programa da TV Cultura de cuja série "A Música Brasileira deste século por seu autores e intérpretes" Ivan Lins foi um dos enfocados.

Prêmios e indicações



Buy Perfil
Cover: 150x150original

Ivan Lins - Perfil

 Latin
  • Release type: Album
  • Release source: CD
  • Year: 2010
  • Duration: 59:05
  • Size, Mb: 136.58


Track List

Song TitleDurationBitrateSize, MbPriceOrder
01A Noite (Feat. Jorge Vercillo)4:013209.27€0.16
02Abre Alas4:193209.97€0.16
03Bandeira Do Divino3:243207.87€0.16
04Vitoriosa3:593209.21€0.16
05Começar Denovo3:323208.18€0.16
06Bilhete2:533206.67€0.16
07Cartomante3:423208.56€0.16
08Dinorah, Dinorah3:033207.08€0.16
09Deixa Eu Dizer4:2432010.17€0.16
10Desesperar Jamais3:553209.07€0.16
11Lembra De Mim3:273207.98€0.16
12Madalena3:323208.18€0.16
13O Amor E O Meu Pais / Meu Pais7:1332016.62€0.16
14Somos Todos Iguais Esta Noite4:003209.24€0.16
15Vieste3:413208.52€0.16

BIOGRAFIA DE Paulo Gonzo








Paulo Gonzo

Alberto Ferreira Paulo (Lisboa1 de novembro de 1956), mais conhecido pelo nome artístico de Paulo Gonzo, é um conhecido cantor português, figura maior da música portuguesa .

Biografia

Foi fundador do grupo Go Graal Blues Band. Com a banda grava discos como Go Graal Blues BandWhite Traffic ou So Down Train.

Em 1984 começa uma carreira a solo, a par do seu trabalho na banda, lançando em 1986 o álbum My Desire apenas com covers.

Em 1992 resolve lançar o seu primeiro disco cantado em português, Pedras da Calçada onde se encontra uma primeira versão do tema Jardins Proibidos.

Em Novembro de 1993 é publicada a colectânea "My Best" com os seus maiores sucessos em inglês.

O álbum Fora d'Horas, com produção de Frank Darcel, é editado em 1995. O disco inclui letras de Pedro Abrunhosa ("Lugares" e "Acordar"), Rui Reininho e Pedro Malaquias. Outros convidados são Xavier «Tox» Geronimi, Zé Pedro, João Cabeleira, Nani Teixeira, Sapo e Gus Till. Leve Beijo TristeDuas Manas e Heróis do Bar são outras das canções.

Nos Prémios Blitz 1995 vence o prémio de melhor voz masculina sendo também nomeado para melhor artista masculino.

Em 1997, Paulo Gonzo lança a compilação Quase Tudo que conseguiu a proeza de ser Sêxtupla Platina. Os maiores sucessos deste disco são uma nova versão de Jardins Proibidos com a participação de Olavo Bilac e Dei-te Quase Tudo.

Em 1998 é editado o álbum Suspeito com produção de Frank Darcel e com uma participação especial de James Cotton (ex-trompetista de Miles Davis). É continuada a parceria de Paulo Gonzo com o letrista Pedro Malaquias e com Rui Reininho (em Eco Aqui e na adaptação de These Foolish Things). Outros temas são Pagava P'ra VerSer Suspeito e Fogo Preso. O disco atinge o galardão de Platina.

Ao Vivo Unplugged, gravado ao vivo nos Estúdios Valentim de Carvalho, é editado em 1999. O disco revisita uma grande parte do percurso a solo de Paulo Gonzo. Como convidados aparecem o pianista Bernardo Sassetti, Rui Reininho participa em Coisas Soltas, Tim participa na versão acústica de Chuva Dissolvente e Zé Pedro toca em Curva Fatal.

O álbum Mau Feitio, gravado na Bélgica, é editado em 2001. Tito Paris e African Voices são alguns dos convidados do disco.

Por ocasião do Campeonato do Mundo de Futebol da Coreia e Japão, de 2002, lança o single Mundial que também foi incluído na compilação oficial do Campeonato do Mundo de Futebol de 2002.

Ainda em 2002 é lançado um single com Somos Benfica, o hino que Paulo Gonzo compôs em parceria com António Melo e Rui Fingers.

Em julho de 2003 é reeditado o disco Ao Vivo Unplugged com a inclusão de um DVD.

O álbum Paulo Gonzo é lançado em 2005, e o single Falamos Depois marca o inīcio de uma parceria com a letrista Eugénia Ávila Ramos que se mantém até hoje. Em 2007 é lançado Paulo Gonzo ao Vivo no Coliseu e a compilação Perfil - Paulo Gonzo.

Em 2010 cantou o single "Para Mim Tanto Me Faz" no concerto "A Despedida" numa parceria com os D'ZRT.

Em 2010 volta ao inglês com o disco By Request. Em 2011 lança o álbum Só Gestos.

O disco Duetos é lançado em 2013.

Entre 2016 e 2018 deu voz ao genérico musical da telenovela da SIC, "Amor Maior" em conjunto com a fadista Raquel Tavares. O tema é uma readaptação do tema de Jota QuestAmor Maior.

Discografia

Singles

  • So Do I/Versão Instrumental (Single, Materfonis, 1985)
  • Somewhere in the Night (Single, Materfonis, 1985)
  • Somewhere in the Night (Máxi, CBS, 1986)
  • Ridiculous Love (Single, CBS, 1986)
  • These Arms Of Mine/Missing (Single, CBS, 1986)
  • Stay/All Over The World (Single, CBS, 1987)
  • My Girl/She Knocks Three Times (Máxi, CBS, 1988)
  • My Girl/She Is My Song (Single, CBS, 1988)
  • Can´t Be With You Tonight/If You Love Me (Máxi, CBS, 1989)
  • Caprichos da Lua (Single, Sony Music, 1992)
  • Jardins Proibidos (Single, Sony Music, 1993)
  • Acordar (Single, Sony Music, 1995)
  • Mundial (Single, Sony Music, 2002)
  • S.L.B. (Somos Benfica) (Single, Sony Music, 2002)

Coletâneas

  • Três Histórias à Lareira (1997) - Tema dos Povos Estranhos
  • Voz & Guitarra (1997) - Pedras da Calçada / Só
  • Noites Longas (1998) - Acordar (Alex S Sushi Style Mix)
  • XX Anos XX Bandas (1999) - Chuva Dissolvente

12 anos de The Suburbs: ao abraçar a nostalgia da infância, Arcade Fire furou a bolha do alternativo

 

Arcade Fire, The Suburbs
Imagem: Reprodução

É perigoso eleger um disco como a “obra-prima” de uma banda que ainda está em atividade. Mas por diversos fatores que vamos explicar a seguir, The Suburbs pode ser o equivalente disso para o Arcade Fire.

Lançado em 2 de agosto de 2010, o álbum completa hoje 12 anos e não há dúvidas de que envelheceu muito bem. Nos serviços de streaming, a faixa-título continua sendo a mais ouvida de todo o catálogo da banda canadense.

Na época de lançamento, The Suburbs também foi sucesso de público e crítica. A sensação era de que o potencial artístico do grupo mostrado nos dois primeiros discos, Funeral (2004) e Neon Bible (2007), tinha sido plenamente realizado em 2010.

O terceiro álbum do Arcade Fire liderou a lista de melhores do ano em dezenas de veículos de música mundo afora, e atingiu a bela nota 87 (de 100) no Metacritic, site que reúne críticas de diversos portais e definiu o disco como “uma junção de hinos crescentes e instrumentação variada que garantiu um lugar para a banda entre a realeza do indie rock”.

The Suburbs também conseguiu um verdadeiro feito no Grammy 2011, quando desbancou artistas muito populares, como Lady GagaKaty Perry e Eminem, e venceu na categoria Álbum do Ano.

The Suburbs alçou Arcade Fire para outro patamar

Além disso, o disco foi eleito o Melhor Álbum Internacional no BRIT Awards daquele ano, Álbum do Ano no Juno Awards e ainda ganhou o Polaris Music Prize para melhor álbum canadense.

O destaque nas premiações e na mídia especializada também fez com que a banda deixasse de ser conhecida apenas no circuito alternativo e passasse a ser destaque no line-up de grandes festivais.

No quesito vendas e números, The Suburbs estreou em primeiro lugar em sete países e ficou entre os cinco primeiros em muitos outros. Isso, para um disco com 16 faixas e mais de uma hora de duração, segue sendo bastante raro.

Os trabalhos visuais inspirados em The Suburbs

O vocalista do Arcade Fire, Win Butler, disse na época de lançamento que The Suburbs foi inspirado nos subúrbios de Houston, no Texas, em que ele e o irmão Will Butler foram criados.

Segundo o cantor, a temática do álbum “não é uma carta de amor nem uma crítica ao estilo de vida suburbano, é uma carta vinda do próprio subúrbio”.

E é claro que essa complexidade de emoções poderia inspirar trabalhos visuais para além da música, que foi o que aconteceu. O clipe da faixa “The Suburbs”, por exemplo, foi dirigido pelo renomado cineasta americano Spike Jonze.

O vídeo também ganhou uma versão estendida, o curta-metragem “Scenes From The Suburbs”, que tem 30 minutos e roteiro escrito por Jonze ao lado dos irmãos Butler.

E o disco continua rendendo até os tempos atuais. Em 2020, quando The Suburbs completou 10 anos, a banda não podia fazer celebrações ao vivo por conta da pandemia. Então, o grupo gravou uma bela apresentação de quarentena para a música “Sprawl II (Mountains Beyond Mountains)”.

Arcade Fire

Em tempo, o Arcade Fire lançou em maio deste ano seu sexto álbum de estúdio, chamado WE. Foi o último trabalho de Will Butler com o grupo depois de 19 anos de parceria.

Sucessor de Everything Now (2017), WE teve produção de Nigel Godrich e, segundo Win Butler, é o produto “mais longo que já passamos escrevendo, ininterruptamente, provavelmente desde sempre”.

Vida longa ao Arcade Fire! Abaixo, você pode relembrar o icônico The Suburbs.


Metallica tem 2 dos 5 discos de vinil mais vendidos do Rock na última semana; Jack White lidera

 

Metallica Jack White
Imagens: Divulgação

Com Entering Heaven Alive, seu segundo álbum de 2022 e sucessor de Fear of the DawnJack White tem dominado todas as listas de vendas digitais e físicas, incluindo o formato vinil.

Na última semana de julho, o Mês do Rock, o disco teve 16 mil cópias vendidas em vinil. A diferença é enorme para o segundo colocado, o álbum Earthling, de Eddie Vedder, que vendeu 4 mil cópias.

Apesar das duas primeiras posições serem ocupadas por discos lançados neste ano, o top 10 conta com cinco álbuns dos anos 80, incluindo dois do Metallica entre os cinco primeiros: Ride The Lightning (1984) e Master of Puppets (1986).

Esse último ocupa o terceiro lugar, com 3.900 discos de vinil vendidos entre os dias 22 e 28 de julho. A lendária banda de heavy metal tem experimentado um revival especialmente entre o público jovem, após ter uma música incluída na trilha sonora da série Stranger Things.

Vinil continua sendo o formato mais vendido

Os outros “oitentistas” da lista são o Greatest Hits (1981) do QueenDr. Feelgood (1989) do Mötley Crüe e Back in Black (1980), do AC/DC.

O top 10 tem outro disco de 2022, que é RAW, álbum ao vivo lançado pelo ZZ Top em julho. Confira abaixo o ranking completo.

É importante registrar que, na lista de vendas totais de Rock, que considera também os formatos digitais, Entering Heaven Alive continua liderando com folga, com 25 mil cópias vendidas contra 5.600 de RAW.

Os números mostram que o resgate do vinil continua forte, e a tendência é que as vendas físicas continuem superando os formatos digitais, pelo menos para álbuns. Confira abaixo os dados da última semana, via Stream n’ Destroy.

Discos de vinil de Rock mais vendidos entre 22 e 28 de julho

Jack White – Entering Heaven Alive: 16.000 cópias vendidas
Eddie Vedder – Earthling: 4.000
Metallica – Master of Puppets: 3.900
Slipknot – .5: The Gray Chapter: 2.900
Metallica – Ride The Lightning: 2.400
Queen – Greatest Hits: 1.900
Motley Crue – Dr. Feelgood: 1.800
Red Hot Chili Peppers – Californication: 1.800
ZZ Top – RAW: 1.600
AC/DC – Back in Black: 1.600
Slipknot – Slipknot: 1.400

MÚSICA AFRICANA

 Don Kikas - Sexy Baby (1995)


Elida Almeida - Meu menino  2022



Duo Sintonia - África Merengues (1993)




Disco Inmortal: Chancho en Piedra – La dieta del lagarto (1997)

 


Lariço, 1997

Os nativos da comuna de La Cisterna, na zona sul de Santiago, não demoraram a entregar um segundo longa-metragem — abrigado, como Peor es mascar lauchas (1995), no extinto selo Alerce. Chancho en Piedra mais uma vez optou por um título que alude ao localismo: A dieta do lagarto , “comendo pouco e jogando muito fora” — um exemplo de vida sexual ativa. Até hoje, foi a única capa que mostrou os membros, com seus futuros famosos capacetes de esperma; acompanhado por um fundo colorido azul e laranja, que completa o já citado lagarto — restando apenas o primeiro plano do olho para a reedição de 2017. A versão em CD, no verso do encarte, trazia um jogo de tabuleiro desdobrável; cheio de referências sobre a nova diretoria.


Depois de rirem de si mesmos na curta introdução Mea chucha , por serem perdedores do prêmio de revelação, eles decidem fazer uma espécie de programa de drama radiofônico aterrorizante. Mas cuja ponte natural se estende até o Ovusol — onde as cascas de esperma mencionadas fazem sentido. Com um riff afiado, cortesia de Pablo Ilabaca; devido ao seu conteúdo competitivo, fez parte do recorde oficial da Copa do Mundo na França — Allez! Aceno! Ei! (1998); sendo os únicos chilenos que apareceram na compilação.

A dose de funk, pela qual são conhecidos, não demora a chegar; primeiro com Ovos Mexidos , seguido pelo festivo Éden — “Festas eternas e paraíso funk, todas as suas tristezas são deixadas para trás. Faça o que quiser, não há mal; todos os seus sonhos se tornarão realidade. E que para o videoclipe, além de parodiar O Mágico de Oz, uma de suas influências apareceu: Florcita Motuda, que também esteve presente para a jocosa banana Comiendo —contribuindo atrás do trompete e em coros.

A fugitiva e fugaz Güeina , retrato da mulher exuberante que teve tudo fácil, que contrasta com o baixo andamento de Realizo todo bien ; o explorador Empresaurio , junto com o instrumental quase descontraído Rojito eu vejo o mundo . Enquanto a mais longa, com mais de sete minutos, recai sobre a melancólica história do esquecido cão Sami — como fizeram antes, com muito mais sonoridade, com Guach Perry ; o baixista harmônico Felipe Ilabaca compartilhando o trabalho atrás do microfone.

A agressividade de Cacho e o ridículo para quem se esqueceu de onde veio em Huasónico . O já nomeado Felipe dando amostras do que mais tarde seria seu costume: a voz principal para os cortes introspectivos de baixas revoluções —bem marcantes em comparação com a irreverência do resto do catálogo: neste caso com Dê clareza ao nosso sol , que é vale às vezes de metais e violão, a par de Voy y Vuelvo —Lalo Ibeas ganhando alguns versos.

Viejo diablo , uma das figuras ilustres orientadas para a disco music, completando a coleção Por que o ânus é inibido em casa 'jena : talvez o melhor show humorístico do Chancho, tocando um tema tangencial para qualquer um; das mais mundanas, mas não menos verdadeiras, num pensamento fixo ao se encontrar em um banheiro que não é o seu — “O humano na Terra tem três mil anos e ainda tem vergonha de ir ao banheiro. O agravante é que no banheiro de outra pessoa sobra pouco conforto; o cheiro o denuncia, especialmente se você está cansado do enchimento. Mijito, feche bem a portinha; Você não vê que os visitantes me assustam!”.

Eles continuaram o bom caminho; no que muitos dos fãs, a chamada comunidade suína, consideram sua melhor produção – ou pelo menos uma das melhores. Ironicamente, sendo um dos poucos em que seu mascote e emblema estavam ausentes: o porco amarelo Juanito – que em seu distante início crioulo cumpria uma função decorativa entre as crianças. Quanto à dieta do lagarto ; sua popularidade e números positivos fizeram com que no ano seguinte fossem assinados pela Sony Music — iniciando seu período de maior massificação, com a ajuda de Ríndanse terrícolas (1998) e Marca Chancho (2000). "Só o mais forte, aquele que nunca perde, se tornará um Porco na Pedra"; como já vinham dizendo, de lá, em Rumo ao Ovusol .

Destaque

Buttercup - Baby Love Affair (LP South Africa 1975)

Buttercup - Baby Love Affair  (LP Emi / Brigadiers LSS 42 - 1975)  Members:  Lefty Damelis – vocals  Stephen Swann – Lead Guitar  Philip Col...