domingo, 6 de novembro de 2022
Rook Road permanece fiel a si mesmo com as músicas do Diversity Rock
Novo vídeo single "Kinda Glow" já está disponível e álbum de estreia chegará em breve.
Frescos no cenário musical, pois foram formados no início de 2020, o Rook Road está trazendo de volta algumas músicas que podem ter se tornado um pouco esquecidas por algumas pessoas, mas certamente os fãs obstinados nunca esquecerão.
Isto não é apenas para todos os amantes dos bons velhos tempos de blues e rock pesado clássico na veia do Deep Purple, que a banda reverencia enormemente: Amigos de composições de rock contemporâneo também não estão perdendo com Rook Road, que por isso rotula seu rock como Diversity Rock - diversidade de estilo. Começando em jams selvagens, os músicos altamente experientes perceberam imediatamente que tudo simplesmente se encaixa perfeitamente e é ótimo, a química como um grupo, bem como a maneira como suas primeiras ideias e padrões de música se uniram. Um caminho criativo se formou rapidamente e a banda decidiu segui-lo.
Avançando para hoje e Rook Road está pronto para lançar seu primeiro single "Kinda Glow", anunciando o próximo álbum auto-intitulado. A música é sobre revolução, defender-se e ouvir suas próprias necessidades em vez de seguir os outros cegamente. A banda envia uma mensagem de dar aos seus ouvintes algo real e tangível para sentir. Rook Road, uma banda onde todos os membros estão igualmente envolvidos no processo de composição, dá mais informações sobre como "Kinda Glow" se formou: “A música foi criada durante o primeiro bloqueio da Covid em abril de 2020. Sem a possibilidade de contato direto e jam, mudamos a composição para o digital e trocamos ideias online. Todos gravaram suas ideias em casa sem mais delongas. A subsequente troca massiva de arquivos de áudio pela web dificilmente pode ser colocada em palavras, mas tudo deu certo e, surpreendentemente, em "Kinda Glow" ainda parece que estávamos tocando a merda juntos.”
Tracklist:
1 Talk too much
2 Sick to the bone
3 Sometimes
4 Romeo
5 Paradox
6 Kinda Glow
7 Deny
8 Sam Rogers
9 Celebration/Feels like
10 Tower
11 Egyptian Girl.
Bandas Raras de um só Disco
Bull - This Is Bull (1970)
Reza a lenda que o próprio B.B. King escreveu no encarte deste álbum. Infelizmente não se encontra muitas informações sobre a banda, mas é um disco muito bom, confira.
Jerry Friedman (Guitarra, Piano, Órgão)
Andy Muson (Baixo)
Paul Griffin (Órgão, Piano)
Herb Lovelle (Bateria)
Carl H. Carldwell, Hilda Harris, Eileen Gilbert, Tasha Thomas (Vocais)
03. Freedom (2:35)
04. Feelin' Pretty Good (5:09)
05. Lovin Man (2:55)
06. Groovin (3:47)
07. How Do Losers Say Goodbye (3:48)
08. (Do You Have) Something To Say (2:19)
09. Everybody Wanna Do (3:49)
Red Hot Chili Peppers – Mother’s Milk (1989)
Mother’s Milk é um disco de transição na carreira dos Red Hot Chili Peppers, com novo alinhamento ainda pouco entrosado entre si.
E ao quarto disco os Red Hot tiveram que baralhar e voltar a dar. A morte de Hillel Slovak, com uma overdose de heróina, foi um rude golpe a todos os níveis para Kiedis, Flea e Jack Irons. Kiedis, companheiro de adição de Hillel desapareceu do mapa. Irons decidiu deixar de tocar. Teve de ser Flea a juntar os farrapos da banda, ir buscar Kiedis pelas orelhas, contratar um miúdo de 18 anos que tinha feito audições para o seu projecto paralelo, um tal de John Frusciante e por fim ouvir uns quantos bateristas, e, em desespero, ficar com o último a participar. Ficou assim fechado o novo alinhamento da banda californiana, a escassas três semanas de se juntarem num estúdio para gravar Mother’s Milk.
O disco ressente-se de toda esta novidade, Chad Smith o baterista tinha influências mais heavy metal, enquanto que Frusciante pouco conhecia de funk, pelo que é um disco de afinação de agulhas entre os membros da banda. Viu-se potencial e capacidade para mais, o produtor Michael Beinhorn bem quis puxar por eles, mas precisavam de tempo e não de pressão e como tal o produto final ficou um pouco numa terra de ninguém, onde sobressaem mais as covers do que as canções originais. “Higher Ground” e “Fire”, de Stevie Wonder e Jimi Hendrix, respectivamente, foram reavivadas com aquele toque funk que só os Chili Peppers sabem fazer e foram as que mais atenção cativaram junto do público, que ainda assim cresceu face ao anterior The Uplift Mofo Party Plan (1987). Ainda assim há canções consistentes, como “Knock Me Down” e “Stone Cold Bush”, ainda cativantes e capazes de animar uma pista de dança.
Mother’s Milk não deixa de ter a sua importância, uma vez que foi onde se plantaram as sementes de Blood Sugar Sex Magik, mas vale de pouco mais que isso, sobretudo ouvido a esta distância.
BIOGRAFIA DOS Perspectiva
PERSPECTIVA
Os Perspectiva tinham-se formado em finais de 1973, depois de um período em que actuaram com o nome Plexus – nome também de outra banda da época, na área do jazz e da música improvisada. Após algumas mudanças de elementos, seria com Victor Real (voz), José Manuel Pereira (guitarra), Tó Pinheiro da Silva (guitarra, flauta), Luís Miguel da Luz (baixo) e Victor Ferrão (bateria) que os Perspectiva vêem editado em 1976 o primeiro disco.
"Lá Fora a Cidade", com “Os Homens da Minha Terra” no lado B, mostrava desde logo a paixão sinfónica do grupo, com arranjos orquestrais. Tal como o trabalho seguinte, foi produzido pela dupla de autores da Banda do Casaco, António Avelar de Pinho e Nuno Rodrigues. Tó Pinheiro da Silva seria aliás logo chamado para este grupo, participando já nas sessões de “Hoje Há Conquilhas, Amanhã Não Sabemos”, terceiro álbum da Banda.
Com um antigo elemento, Carlos Viana (teclas), a ser de novo recrutado para os Perspectiva, sai do grupo Victor Ferrão e entra para o seu lugar Raul Rosa. Este, tal como o novo percussionista, José Firmino Pascoal, tinha integrado a formação de 1976 dos Tantra. É esta a formação que grava o segundo e último disco, com "Rei Posto, Rei Morto" no lado A e este “O Oitavo Sorriso” no lado B. A letra é de José Beiramar e a música de José Manuel Pereira e de Tó Pinheiro da Silva e o videoclip foi originalmente produzido pela RTP para o programa “Semi-breves”. O grupo terminaria no final do ano de 1979, deixando para trás um histórico concerto nas ruínas do Convento do Carmo, em Lisboa, ao lado da Orquestra Sinfónica da RDP, e "A Quinta Parte do Mundo", um álbum gravado e com título mas que se mantém inédito até hoje.
Disco Imortal: Venom – Black Metal (1982)

Registros Limpos/Registros de Combate, 1982
" As gravações caseiras matam a música... Venom também ". A frase anterior faz parte de um falso selo antipirataria que Venom achou ideal para o que seria um LP histórico e que foi a semente de um dos gêneros musicais mais extremos do metal.
Os ingleses lançaram em 1982 um dos álbuns mais influentes para muitas bandas norueguesas como Mayhem, Emperor e Darkthrone com o que é a segunda chapa simplesmente intitulada Black Metal. Os nativos de Newcastle se inspiraram, para dar vida a essa monstruosidade, em toda a extravagância do KISS, uma parte do Black Sabbath e materializando parte de seu som - mantendo as proporções - com o que Iron Maiden e Motörhead fizeram, mas com uma boa dose de fantasia e sátira.
Os britânicos que fizeram parte do que saiu da New Wave Of British Heavy Metal tornaram-se pais de uma geração que no final dos anos 80 e início dos anos 90 ficou conhecida por seu som sombrio e rústico e sobretudo pela queima de igrejas e alguns assassinatos. Carregando o peso de ser considerada a pior banda de metal da história, o Venom soube aproveitar esse álbum e com uma sonoridade áspera, quase gravada nas mesmas masmorras, o catapultou para uma categoria impensável e que eles jamais imaginariam ser.
Apesar do álbum ter tido críticas positivas e (MUITAS) negativas, o trio inglês não se importou muito e fez um banquete sem igual nas grandes ligas do rock. A guitarra contém um grande número de riffs que giraram pesadelos ao encontrar "Raise The Dead" e "Burried Alive" que sem a necessidade de um grande ouvido musical, denota a produção quase nula que o álbum teve.
Em “Teacher's Pet” divertem-se com luxúria hilariante e em “Countess Bathory” exibem um tipo de horror mais tradicional e mitológico. O selo deste álbum e o que nos diz do que se trata e como será é a sua primeira faixa: «Black Metal». Com o som de uma espécie de serra que corta um pedaço de madeira, possivelmente uma porta, é o início perturbador e preciso para o trabalho inspirador que justificou as gerações nórdicas do metal. Abbadon com sua bateria e Cronos, no baixo e vocal, estão praticamente vomitando em cada faixa através de seus sons que são acompanhados por uma guitarra raivosa de Mantas, que já é considerado parte do proto-trash.
As ressonâncias do Black Metal e sua personificação foi quase uma peça do final de 1800 com os elementos característicos do local de Paris chamado Grand Guignol com seus shows de horror naturalistas, sátiras, blasfemas, histórias de vingança e provocação, que os ingleses capturaram com um longo duração que já é mais do que uma obra de culto que pais e especialistas -daqueles anos- da vanguarda musical abominavam, encorajados pelo que era a cena NWOBHM. Perseguido como Mozart, Venom tornou-se mártir de um movimento sombrio, sinistro e instigante, batizado em homenagem ao seu primogênito: o Black Metal.
Tiago Iorc está de volta com álbum novo e videoclipe
Tiago Iorc lançou nesta quinta-feira (3) seu novo álbum autoral, DARAMÔ. Produzido na Bahia, o projeto de dez faixas traz como inspiração um mergulho na brasilidade e na vontade de troca.
Para coroar a volta de Tiago Iorc, saudade boa foi eleita a música de trabalho e chegou com um videoclipe no YouTube.
“Posso dizer que saudade boa é uma das minhas favoritas. É uma composição minha e da Duda (Rodrigues) e aconteceu quando ela estava indo fazer uma viagem. Nasceu de improviso, ao tentar descrever a sensação boa da saudade, a saudade que faz carinho e enche o peito. É a faixa que melhor sintetiza a sonoridade e a energia do álbum”, declara o músico.
DARAMÔ, nome escolhido para o projeto, faz referência à vontade de estar mais aberto para a troca. No último ano, o músico mergulhou em um processo criativo ao se conectar com novas sonoridades, cenários e culturas.
Para a composição do novo álbum, o cantor e compositor encontrou inspiração nos sons da natureza em meio a belas paisagens tropicais e plantações de cacau, mais especificamente no litoral da Bahia, passando por destinos como Salvador, Caraíva e Itacaré.
Segundo Tiago Iorc, essa conexão com pessoas e lugares foi fundamental para encontrar a brasilidade na sonoridade do álbum.
“O afeto é um dos maiores tesouros do Brasil e essa força me inspira muito. É o fio condutor da vida. O amor costura tudo”, explica.
Do Culto ao Coma lança clipe abstrato e subjetivo de Céu Sombrio de Ontem
A banda paulista de rock alternativo Do Culto Ao Coma, que mistura tendências do rock moderno e progressivo, lançou o videoclipe com atmosfera abstrata e densa de O Céu Sombrio de Ontem, faixa do elogiado disco de estreia Imago.
A música, que em estúdio teve participação do violonista Antonio Celso Monteiro da Costa, explora o lado folk do rock progressivo, com variações harmônicas que despertam contraditórias sensações, e que se resolvem na parte final.
O panorama da música se completa com uma letra reflexiva sobre o peso das nossas decisões contrapondo passado e futuro.
Toda a estrutura sonora autêntica e subjetiva criada pelo Do Culto Ao Coma é projetada neste videoclipe, criado, produzido e dirigido pela própria banda durante o auge da pandemia.
Com a vontade de convidar o público à introspecção sugerida pela música, a banda pensou em criar um ambiente abstrato, subjetivo, e dar a chance do espectador se inebriar com as sensações sensoriais que o tema trata.
Para traduzir essa jornada videograficamente, e claro, de conseguir produzir isso de maneira segura, sem envolver uma grande aglomeração de profissionais, e valendo-se da experiência que alguns dos integrantes têm no mundo do audiovisual, a banda compreendeu que precisava criar algo que eles mesmos pudessem gerenciar, criação, direção e produção.
Foi aí que vieram as ideias de silhuetas contrastadas com o gelo seco, que criam o universo ideal para que o público sinta mais e raciocine menos, que elementos sejam apenas sugeridos e não mostrados.
Complementando a atmosfera quase onírica e o tema abordado na letra, vem as composições vitrais que misturam e confundem os integrantes, e a inserção da máscara e da borboleta, símbolos máximos da metamorfose sonora contida no disco Imago, compondo os complexos sinais mitológicos da nossa psique.
PATRICK JANSSON - GAME CHANGER (2022)
Há artistas que são especialmente talentosos para a música. É o caso de Patrik Jansson que, além de compositor, arranjador e produtor, é também um excelente multi-instrumentista, especialmente habilidoso com a guitarra, que mergulha em estilos e caminhos tão diversos como rock, pop, metal, punk., Americana, blues, reggae, jazz ou fusion. Com todos esses ingredientes variados, Patrik constrói habilmente um produto marcante e ousado que se torna um desafio para o ouvinte que, sem dúvida, ficará mais do que surpreso com seu conteúdo.Ao longo das dez músicas que Patrik Jansson incluiu neste álbum, há delicados instrumentais que nos transportam para os anos 70 como “Rays Of The Sun”, para músicas inspiradas no Weather Report como “Something's Gotta Give”, músicas mais pop como “ A Wonder Of Nature”, baladas deliciosas como “Know Where I Belong” e claro influências de Hendrix, Black Sabbath ou Deep Purple como na música “Still Want You”, sem esquecer uma homenagem ao reggae em “Time To Make Some Changes”.
Embora pareça impossível, Patrik toca todos os instrumentos do álbum, ou seja, baixo, teclados, bateria, elétrico, acústico, slide, percussão e guitarra acústica, e conta apenas com a colaboração de Jesper Larsson na harmónica, Tommy Schneller no sax e Martin Karlagard na guitarra acústica, numa música cada. Um trabalho impressionante deste músico notável que certamente não deixará ninguém indiferente.
01. I Still Want You
02. A Wonder Of Nature
03. Feel Bad Boogie
04. Rays Of The Sun
05. Time To Make Some Changes
06. Something's Gotta Give
07. Show Me Your Love Is Real
08. Leave Me Alone
09. Got To Take A Stand
10. Hurts To See Her Go
11. Know Where I Belong
https://katfile.com/o2xgtbctdojs/P4tr1kJ4nss0n22GC.zip.htmlkatfile
https://www.upload-4ever.com/9n1kucq8t1s9upload-4ever
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