segunda-feira, 7 de novembro de 2022

Artistas de Rock Progressivo Italiano

 


Pierrot Lunaire

Pierrot Lunaire foi uma banda de folk Avant-prog / Progressive da Itália .

A banda foi formada em 1974 e foi originalmente chamada de Primtemps . [1]

Dois álbuns foram lançados: um auto-intitulado em 1974 e Gudrun em 1976. Eles são bem diferentes em estilo, sendo o primeiro mais baseado na estrutura normal da música, embora ainda bastante experimental, e o segundo sendo mais de forma livre e experimental do que o primeiro. Gudrun é considerado um clássico por muitos fãs de rock progressivo . [2]

A banda aparece na lista Nurse with Wound .

Discografia editar ]




Parecido com





Fotos







Faixas principais

CAPAS E FOTOS DO ROCK PORTUGUÊS


MUSICA AFRICANA

 Jorge Mamade - Com Amor e Paixão (2020)



Digalo - Doniya (2020)



MGM Zangado - Volta Atacar (2020)



Resenha: Seven Impale – Contrapasso (2016)

Artist: Seven Impale
Disco: Contrapasso
Data de lançamento: 16 de Setembro de 2016
Selo: Karisma
Tempo total: 57:40
Disponível em: CD, LP & Digital

Resenha:

Atrasei. Pontualidade não é o meu forte, reconheço. E o maior prejudicado por isso sou eu mesmo.
Se eu não tivesse me atrasado tanto, teria conhecido o Seven Impale em 2014, quando eles lançaram o interessantíssimo ‘City Of The Sun’.Só que eu perdi o bonde e fui ouvi-los apenas no meio do ano passado.
Como todo procrastinador que se preze, repeti o erro, e agora cá estou eu, atrasado mais uma vez, ouvindo Contrapasso, lançado em setembro de 2016.

O RETORNO É SEMPRE BOM

Por mais que o cara diga em sua resenha que o álbum é bom e blá blá blá, a maior prova de que uma nova banda realmente valeu a pena ter sido conhecida, é quando alguns anos depois você está ouvindo-os novamente, em um outro lançamento.
Isso significa, no mínimo, que a banda instigou algo em você.

E é exatamente esse o caso aqui, Fiz questão de ouvir Contrapasso, porque o Seven Impale realmente me surpreendeu com o ‘City Of The Sun’.

“Bandas são como restaurantes. Se aquele seu amigo disser: Ah, é saboroso, mas eu não comeria lá novamente… Fuja para as colinas. É a mesma coisa com a música. Se o cara disser: Tal álbum foi bom, mas não me animei de ouvir esse novo… Fuja!”

A EXPECTATIVA NEM SEMPRE É BOA

O retorno é sempre bom, e a expectativa é sempre perigosa.

Eu fui atrás do ‘Contrapasso’ completamente entupido de expectativas… Na minha cabeça se passavam milhares de perguntas.

Será que os noruegueses iriam conseguir repetir aquele caos frenético e organizado? O jazz ainda seria um grande elemento? Teria sido tudo apenas um golpe de sorte, como eles haviam dito?

O paradoxo da expectativa.

COMPARAÇÕES

Bem, as comparações podem até ser injustas, mas são inevitáveis. Contrapasso começa exatamente como termina o ‘City Of The Sun’. A abertura de “Lemma” repete o final de “God Left Us For A Black-Dressed Woman”.
Apesar dessa semelhança, ela é a única. O andamento é completamente diferente.

O Seven Impale adota um tom quase gregoriano, que choca bastante. O vocal em barítono e os sons caóticos ao fundo desenvolvem um clima cavernoso. É uma proposta assustadora e completamente diferente do álbum anterior.

As comparações deixam de ser inevitáveis para virarem impossíveis. O sexteto se reinventa dentro da própria invenção louca que criaram anos atrás.

O IMPROVISO E O EXAGERO

O fato de eles terem se reinventado não exclui a melhor característica deles: O jazz. Dentre as inúmeras camadas sonoras, o jazz sempre está presente, ou pelo menos circulando as construções.

Tudo tem uma cara de improviso e a impressão é de que se o conjunto tentasse gravar esse álbum novamente, sairia algo completamente diferente.
Pode ser isso, ou pode ser tudo muito bem ensaiado. Não sei dizer. Só sei que deu certo.

Conscientemente ou não, eles arriscam.
O ponto é que arriscar tanto é perigoso. E algumas arestas ficam mal aparadas.
“Inertia” usa uma voz exageradamente distorcida, que soa cansativa. O instrumental não contribui para ser o contraponto e trazer alívio. Pelo contrário, os instrumentos também são excessivamente densos e caóticos, causando ainda mais desconforto.

O mesmo exagero sonoro se repete em situações pontuais, como trechos de Serpentstone” e Convulsion”. Ainda assim são duas boas faixas…

PESO PESADO

A grande virtude do Seven Impale ainda é a capacidade de criar ambientes fantásticos. Só que diferentemente do álbum de estreia, ‘Contrapasso’ é muito mais pesado em termos de atmosfera. E nesse quesito eu vou destacar três faixas.

A primeira é Helix”. Temos vocais fazendo um coro tenebroso e frases instrumentais elevando a atmosfera de terror ao máximo.
Critiquei muito o álbum do Ingranaggi Della Valle (‘Warm Spaced Blue’, 2016), justamente porque eles falham miseravelmente na proposta de criar um ambiente aterrorizante.
Bem, Helix” é uma verdadeira aula de como fazer isso.

O segundo destaque fica com minha música favorita, Languor”. As guitarras criam um peso e caos absurdo, quebrando todos os tempos possíveis, mas que são cirurgicamente consertados com passagens de sax e piano, criando um contraste de leveza impressionante.

E o último grande momento é Phoenix”. O início é uma cozinha funkeada, que certamente irritará os mais ansiosos. A levada flui sendo preenchida por tiradas ao fundo (Encontre/ Encontre o que?/ Eu sei lá, qualquer coisa, uma razão/ Ou algum significado/ Ah, foda-se).
Se após 4 minutos você não desistir da cozinha, será envolvido por uma onda space-psicodélica-progressiva, e provavelmente se encontrará em outra dimensão.
Te encontro lá.

MUITO PODEROSO

Poderoso. Essa é a definição perfeita para esse trabalho do Seven Impale.
O problema é que nem sempre é fácil lidar com tanto poder. E por isso, há partes de Contrapasso’ que são indigeríveis. O pecado da gula fez com que a banda exagerasse em passagens e na própria extensão do álbum.

Entretanto, apesar da falta de capacidade de síntese, o saldo é muito mais positivo do que negativo. Contrapasso’ é uma viagem que, apesar de longa e esburacada, é bastante divertida e te oferecerá as paisagens mais insanas que você possa imaginar.

A reason to believe is a reason to not. When this is your last shot.
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FICHA TÉCNICA:
Artista: Seven Impale
Ano: 2016
Álbum: Contrapasso
Gênero: Rock Progressivo
País: Noruega
Integrantes: Benjamin Mekki Widerøe (saxofone), Erlend Vottvik Olsen (guitarra), Fredrik Mekki Widerøe (bateria), Håkon Vinje- Orgel (teclado), Stian Økland (vocal e guitarra), Tormod Fosso (baixo).
MÚSICAS:
1 – Lemma
2 – Heresy
3 – Inertia
4 – Languor
5 – Ascension
6 – Convulsion
7 – Helix
8 – Serpentstone
9 – Phoenix
 

domingo, 6 de novembro de 2022

Red Hot Chili Peppers – The Uplift Party Plan (1987)


 

O terceiro disco dos Red Hot, The Uplift Party Plan, é aquele que melhor ilustra a essência do género que inventaram: o funk metal. Uma mistura feliz entre funk, rap e rock.

O período mais inspirado dos Red Hot é o dos anos 90, talvez porque Blood Sugar Sex MagikOne Hot Minute e Californication tenham a medida certa de açúcar pop (por contraponto aos mais melosos anos 2000 e aos mais acres anos 80). O que não quer dizer que a primeira fase – a que vai do álbum homónimo até Mother’s Milk – deva ser vista como uma nota de rodapé. Pelo contrário, os nossos doidos californianos foram então responsáveis pelo nascimento de um novo e vital género – o funk metal. É de respeito.

Ora o disco que agora espreitamos é o que melhor capta essa essência funk metal. O álbum de estreia (de 1984) é encantador mas a produção de Andy Gill é demasiado gélida (como seria de esperar, aliás, quando é o mentor dos Gang of Four que está ao leme). Freaky Styley (de 1985) é outra pérola, produzida pelo próprio mestre George Clinton (Parliament, Funkadelic) mas o que ganha em calor funkadélico perde em virilidade roqueira. Os dois primeiros álbuns já tinham misturado no seu lunático caldeirão o groove do funk e o flow do hip-hop, mas faltava o terceiro ingrediente, só trazido inteiramente por The Uplift Party Plan: a agressividade eléctrica e rápida, com  guitarras orgulhosamente musculadas. Cortesia do malogrado Hillel Slovak, que morreria um ano depois de uma estúpida overdose. Além do hard rock (o “metal” de “funk metal” sempre foi manifestamente exagerado), Slovak convoca o punk e o classic rock (sobretudo o Hendrix, eterno companheiro espiritual dos Red Hot).

O baixo slap de Flea, metálico e percussivo, continua no centro de tudo, mas onde antes era mais groovy do que violento, agora inverte a ordem dos factores. Estamos, portanto, bem longe do slap sensual dos Sly and the Family Stone: o baixo de Flea só tem agora um propósito: cortar cabeças com o seu gume afiado. As raízes punk dos Red Hot a virem ao de cima…

The Uplift Party Plan não só transborda de louca parvoíce à George Clinton, como espelha a sua obsessão – bem californiana – pelo corpo e pelo prazer (leia-se “sexo”; se há misoginia ou não em “Want to Party on Your Pussy” deixamos ao leitor decidir). Mas não é um disco perfeito, longe disso. A qualidade do som é manhosa e a produção é datada. O groove contagiante esmorece lá para o fim (os últimos temas são esquecíveis). Se elogiamos o balanço sincopado e a energia vibrante, não podemos deixar de lamentar o desinteresse olímpico que então nutriam por melodias coloridas e memoráveis.

Com uma flagrante excepção: a deliciosa “Behind the Sun”, de longe a canção mais interessante dos Red Hot dos anos 80. É um tema lento e lânguido (em contra-corrente com a velocidade áspera do resto do álbum), de toada psicadélica (com direito a cítaras e tudo). Não abdica do groove, bem pelo contrário, mas coloca uma melodia bonita e memorável no âmago, sob a forma despretensiosa de uma cantilena infantil (o baixo sempre a subir para notas mais graves, como quem galga umas escadas à pressa, é pura magia). Uma pequena amostra do melodismo sem filtro que viria a seguir.


GRAVETOS & BERLOQUES (TYLER BRYANT & THE SHAKEDOWN )

 

TYLER BRYANT & THE SHAKEDOWN 





Tyler Bryant, agora um 'rapaz de respeito' após seu casamento com a talentosíssima e linda Becca Lovell, com sua The Shakedown, com Ryan Fitzgerald em substituição a Noah Denney, lança mais um álbum. E, não poderia ser diferente, 'Pressure' é profundamente inspirado pelo momento delicado ao qual o mundo vem sendo submetido, a começar pelo título.
Para muitos, é seu melhor trabalho.








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Originalmente publicado em 21.10.2019.

Novo petardo deste prodígio e sua fantástica trupe. Cada vez mais pesado, com fuzz em profusão, seja para abordagem de timbres clássicos ou efeitos inusitados provocados por subalimentação. 
O interessante é perceber o quanto esta abordagem heterodoxa cai bem no seu mix de southerncountry e blues com a sonoridade mais contemporânea do alt/indie rock, proporcionando variada paleta musical.
Sem dúvidas, 'Truth And Lies' é a mais perfeita -e perigosa- trilha sonora estradeira lançada este ano!



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Originalmente publicado em 13.11.2017.



Quando esta jovem e diferenciada banda de Nashville foi anunciada, em substituição a uma queridinha indie-alt da última semana, no line-up do último Rock In Rio, logo pensei: "Finalmente, teremos rock de verdade nesta porra de festival!". E não deu outra! Aos poucos que tiveram o privilégio de assistir sua incendiária performance no Palco Sunsetin loco ou no esquema Sofá In Rio, como foi o meu caso, ficou uma evidente sensação de 'quero muuuiiito mais'.
Não à toa, o texano Tyler Bryant vem sendo saudado desde seus tenros 13 anos como uma grande promessa do blues rock. Com uma história curiosa, reza a lenda que Bryant apaixonou-se logo cedo pela guitarra e o blues, inspirado por um jovem senhor de 63(!!!) anos, Roosevelt Twitty, que lhe ensinou os fundamentos do instrumento e tudo o que sabia do blues. Não demorou para que se tornassem parceiros, apresentando-se onde os quisessem. E convites não faltaram.
Aos 15Tyler era já uma sensação, tinha sua própria banda e excursionava por todo o Texas, que acabou por tornar-se pequeno para suas ambições. Sentia-se compelido, como qualquer jovem músico que, ainda aos 16, já tivesse tocado no Crossroads Festival a convite do próprio Eric Clapton e colhido elogios efusivos até mesmo de Vince Gill, a incorporar novos elementos à sua música e seu interesse pelo country/southern rock o levaria aos 17 anos para Nashville, onde logo esbarraria com o hiperativo baterista Caleb Crosby, que ainda traria a reboque Calvin Webster para as 4 cordas. E foi com esta formação que iniciaram a The Shakedown. Alguns meses depois, Bryant conheceria Graham Whitford (isto mesmo, filho de Brad Whitford - Aerosmith) e o convenceria a migrar de Boston para o Tennessee para assumir a 2ª guitarra. Em seguida, Webster seria substituído por Noah Denney. E é esta formação que já rodou o planeta sendo disputada como banda de abertura por nomes da envergadura de AC/DC a Jeff Beck e vem deixando as plateias extasiadas com suas ensandecidas performances nos festivais mais conceituados.
Aguardei pacientemente o lançamento de seu novo trabalho, o !, para postar a discog deste prodígio prestes a completar já 15 anos de carreira e sua banda de craques.
Divirtam-se!!!    













MUSICA&SOM














ROXY MUSIC - COUNTRY LIFE (1974)

 12064 - ROXY MUSIC - COUNTRY LIFE (1974) (REPOST)



ROXY MUSIC
''COUNTRY LIFE''
1974
41:42
**********
01 The Thrill of It All 06:24
02 Three and Nine 04:04 (Bryan Ferry, Andy Mackay)
03 All I Want Is You 02:53
04 Out of the Blue 04:46 (Bryan Ferry, Phil Manzanera)
05 If It Takes All Night 03:12
06 Bitter Sweet 04:50 (Bryan Ferry, Andy Mackay)
07 Triptych 03:09
08 Casanova 03:27
09 A Really Good Time 03:45
10 Prairie Rose 05:12 (Bryan Ferry, Phil Manzanera)
Tracks By Bryan Ferry Except 02, 04, 06, 10
**********
Bryan Ferry/Keyboards, Vocals
John Gustafson/Bass
Eddie Jobson/Keyboards, Strings, Synthesizer, Violin
Andy Mackay/Oboe, Saxophone
Phil Manzanera/Guitar
Paul Thompson/Drums

Continuando com os desenvolvimentos estilísticos de Stranded, Country Life encontra o Roxy Music no auge de seus poderes, alternando entre o majestoso e inquietante art rock e o glamouroso e elegante pop/rock. Na melhor das hipóteses, Roxy combina esses dois extremos, como na emocionante abertura "The Thrill of It All", mas Country Life se beneficia consideravelmente do fluxo e refluxo dos dois extremos do grupo, uma vez que mostra sua hábil execução instrumental e sua textura, composição apaixonante. E, de muitas maneiras, Country Life oferece o maior e mais consistente conjunto de músicas do Roxy Music, ilustrando sua profundidade surpreendente. Do rock elegante de "All I Want Is You" e "Prairie Rose" ao pop elegante e cheio de cordas de "A Really Good Time", Country Life está repleto de músicas emocionantes,


NO BAIRRO DO VINIL

 José Matildes


Para os menos conhecedores e principalmente para aqueles que não se dedicam ao estudo mais aprofundado da musica portuguesa, quando se fala de canto de intervenção particular, desde logo vêm à cabeça habituais cantores, tais como José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Sérgio Godinho, José Mário Branco, entre outros. Se é verdade que o nome destes cantores perpetua ainda na nossa memória devido ao enorme talento que tinham (e ainda têm – os vivos-), não deixa de ser verdade que o facto de se encontrarem quase todos exilados contribuiu para que os seus discos (de enorme qualidade), lançados quase que clandestinamente, quando chegavam a terras portuguesas tivessem um impacto muito superior ao de outros artistas que por cá gravavam com menos regularidade, e muitos deles, até de modo efémero.
Tal como Guthrie e Dylan, acompanhados apenas pela sua viola, instrumento acessível de baixo custo, também em Portugal, principalmente no pós 25 de Abril, ocorreu uma verdadeira explosão de cantores de intervenção, que viriam a ficar rotulados como baladeiros. Porém, ainda antes do 25 de Abril, alguns cantores apenas acompanhados pela sua guitarra lançaram discos nos quais abordam de forma directa e crua temas sociais susceptíveis de incomodar muita gente, ao mesmo que simultâneamente, tocavam o coração das pessoas. O medo, o exílio, a morte, a liberdade, a fome, eram alguns dos temas abordados por esses portadores que mais do que possuírem uma voz cuidada e treinada, tinham a particular capacidade de fazer passar a profundidade e o sentimento inerente a este género da música popular portuguesa.
José Matildes é um desses exemplos, um cantor e compositor que no seu primeiro dos seus três (e únicos) discos aborda todos esses temas com a honestidade característica de quem verdadeiramente sentia aquilo que cantava, musicando não só poemas seus, como também um poemas de outros poetas, como Manuel de Alegre e de João de Deus.
O nome de José Matildes não tem figurado na história da música portuguesa, sendo um nome cujo percurso musical findou pouco depois do ecludir da Revolução dos Cravos, com o seu último registo lançado em 1975 pela editora Vitória.



Clique no Play para ouvir um excerto do disco

Destaque

Pax Vobiscum

  Pax Vobiscum  é outro herói da turbulenta década de 1980. Originária de Nottingham, a banda esteve ativa de 1985 a 1986 (aproximadamente)....