sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

Zack de La Rocha: 50 anos da voz de protestos dos anos 90

 Os 50 anos de Zack de La Rocha. Considerado um poeta e grande letrista dos anos 90, Zack é o líder da banda Rage Against The Machine. Na época do Rage, estava com 21 anos. Naquele momento toda a realidade de uma infância como mexicano nos Estados Unidos não era muito diferente de hoje e a separação dos seus pais, levou o jovem Zack a viver uma realidade de qual nunca fez parte. O jovem Zack não passou por problemas financeiros, mas nem por isso deixou de pensar na sua descendência mexicana e na população desfavorecida que vivia nos Estados Unidos.

Antes de ser o líder do Rage Against the Machine, Zack, teve outra banda chamada Inside Out, que durou até o começo de 1991. Com o fim da sua banda, o ódio começou a ser canalizado pelas influências do Hip Hop como Public Enemy, Run DMC e KRS-One. Foi nessa época que ele conheceu Tom Morello que ficou curioso com seu jeito agressivo de agir e reuniu Tim Commerford e Brad Wilk para formar uma das maiores bandas dos anos 90.

Com letras que falavam da situação dos imigrantes e líderes como Zapata, o Rage Against se tornou relevante na década de 90. Com seus álbuns e suas letras a banda literalmente fez uma revolução. Com seu som Hardcore e Rap, a banda foi a favorita para os skatistas e jovens que estavam procurando se expressar e reivindicar as injustiças com imigrantes e a revolta que a juventude tem com o mundo. Bem longe de ser rebelde sem causa.

Nesse aniversario de 50 anos, nosso querido Zack, se faz tão necessário como há 30 anos. Suas letras precisam gritar para todos os ouvidos e despertar os roqueiros de hoje. Que perderam a voz ativista e contestadora que o rock sempre teve. Os novos roqueiros andam tão carentes de líderes, o rock perdeu sua relevância e voz política. Temos alguns medalhões que se fazem necessários. Em tempos em que se cogita uma terceira guerra mundial e debates pelos direitos das minorias nada mais justo que o rock comemorar esse aniversário e volta de Zack de La Rocha.

Rock & Roll ou New Wave? – 42 Anos de “The Pretenders”

Há duas máximas para discos de estreia: ou são extremamente embrionários, não representando fielmente o som da banda, ou são verdadeiras obras-primas. Felizmente, os Pretenders escolheram a segunda opção, e lançam, há  42 anos, um dos “debuts” mais originais do Rock.

O início com o petardo “Precious” dita a tônica do lado A, com uma energia Punk, mas um som idiossincrático, liderado pelos Riffs nada previsíveis do saudoso James Honeyman-Scott. Pérolas como “The Phone Call” e seu ritmo pulsante, “Tattooed Love Boys” num misto de Rock & Roll e a veia melódica do Pós-Punk, ou a porrada “The Wait” exemplificam a maestria de James com linhas de guitarra pouco convencionais, por vezes caóticas, temperadas pela voz cativante, sensual e cheia de atitude de Mrs. Chrissie Hynde.

Mas na melodia o álbum também encontra muitos trunfos. As harmonias vocais à la Fleetwood Mac do cover dos Kinks “Stop Your Sobbing”, a linda canção Pop “Kid” (um dos singles do álbum). O suíngue delicioso de “Brass In Pocket” (com teclados que anunciam: estamos nos anos 80) é outro grande destaque.

“Private Life”, como era tão comum aos Punks mais antenados, é um baita Reggae, com uma atmosfera misteriosa, e até provocante (ainda melhor na clássica versão de Grace Jones, lançada posteriormente). Já o encerramento com “Mistery Achievement” que se encontra no baixo retumbante de Pete Farndon e o groove sólido de Martin Chambers, culminando num dos muitos refrões marcantes e mais Pop do que nunca!

“The Pretenders” é uma das estreias mais originais e enérgicas do Rock. Do Rock & Roll à la Stones, ao Punk, às melodias e refrões Pop. Como resultado: número 1 nas paradas inglesas, disco de platina, já levando às cabeças uma banda que ainda teria muito a oferecer nessa ainda embrionária década de 80!

NO BAIRRO DO VINIL

 Maria Mendes - Coimbra - Avril au Portugal

Quando, há mais de sete décadas, a dupla Raúl Ferrão e José Galhardo escreveu a canção “Coimbra”, certamente jamais imaginaria que a mesma se iria tornar numa das mais conhecidas canções portuguesas em todo o mundo (senão a mais conhecida), tendo sido tal canção a fonte de ínumeras versões, principalmente instrumentais. Sob o título de “Coimbra”, “April in Portugal” ou “Avril au Portugal”, foram dezenas os artistas que, de uma forma ou outra, incluíram uma versão desta canção num disco seu. Entre as dezenas de exemplos possíveis, temos desde logo Louis Armstrong que popularizou a canção à escala mundial, com o título de "April in Portugal" (e nova letra) passando por Bing Crosby e mais recentemente por Caetano Veloso, sem esquecer Amália Rodrigues, também ela cantora internacionalmente conhecida.
Pese embora tenha sido escrita em finais dos anos trinta, tal canção foi sendo sucessivamente rejeitada pelo público como canção de teatro de revista, circuito no qual Raúl Ferrão se inseria enquanto encenador e produtor. Somente em 1947 é que "Coimbra" teria algum reconhecimento, embora reduzido, quando a mesma foi utilizada enquanto canção serenata no filme Capas Negras de Armando Miranda. Contudo, o verdadeiro qui pro cuo, no que diz respeito à popularidade desta canção só aconteceria já na década de 50, quando Amália Rodrigues, mercê do grande sucesso internacional então conseguido, começou a incluir “Coimbra” no seu repertório, principalmente quando cantava no estrangeiro.
Mais do que a beleza dos locais que esta canção invoca, “Coimbra” ou “April in Portugal”, encerra em si também uma melodia de rara beleza, com uma estrutura harmónica só ao alcance das mais belas melodias de sempre. Curiosamente, são de Raúl Ferrão (música) e José Galhardo (letrista) a autoria de algumas das mais belas e populares canções portuguesas, como é o caso de “Lisboa Antiga” ou “Lisboa não sejas francesa”, também elas versionadas por artistas internacionais.
Das dezenas de versões desta canção são de destacar, para além das diversas versões orquestrais instrumentais, também versões em ritmos de salsa, mambo, acordeão, carrilhão, jazz, entre outros estilos.
Não certamente tão recorrente é a versão disco de “Coimbra”, numa mescla de português/francês que apresentamos hoje aos nossos leitores. A intérprete é Maria Mendes neste single de 1978 gravado para a etiqueta francesa Togo Saga Music. De destacar, que o lado B do disco é composto pelo tema “Girassol” com letra da própria artista, sendo que os arranjos de ambas as músicas ficaram a cargo de Gilbert Grilli. Não sendo propriamente um estilo musical que acompanhemos de perto, não podemos deixar de ficar indiferentes aos excelentes arranjos, nomeadamente a secção de metais que enriquece em muito esta interessante versão de "Coimbra".


Clique no Play para ouvir um excerto de "Coimbra"

BACHARACH & COSTELLO DELUXE!

 



Com a gravação a meias do álbum "Painted From Memory" em 1998, os amigos Burt Bacharach e Elvis Costello partilharam, de seguida, palcos nos vários cantos mundo, momento ao vivo incluídos, na altura, num segundo CD de uma edição limitada e a que foram sendo acrescentadas outras raridades em cd'singles e colectâneas. De tudo isto, fomos catando o máximo de edições de forma a prolongar o efeito magnífico que esse álbum ainda hoje continua a ter e que compilamos em mp3 para depositar no nosso primeiro iPod. Já lá vão os anos, mas o culto mantêm-se.

Esse esforço que, certamente, muitos outros fãs por esse mundo fora também desenvolveram, ganha agora uma sonhada versão oficial que junta, em diversos formatos e pacotes a editar a 3 de Março, uma imbatível colheita de material extra a que se acrescenta uma remastarização do disco original a cargo do lendário Bob Ludwig. Um luxo! Só faltou mesmo a disponibilização de umas apreciadas sessões video que continuam esquecidas... 


RICKIE LEE JONES, TESOURO AOS PEDAÇOS!

 



O hábito de se espraiar por composições alheias é tradição que Rickie Lee Jones não dispensa desde sempre. Recordam-se as nomeações para prémios Grammy com "Autumn Leaves" em 1989 ou com o clássico "Makin' Whoppe" no ano seguinte ao lado de Dr. John, o anterior (1983) álbum "Girl at Her Volcano" ou "Pop, Pop" de 1991, ambos com uma carrada de excelentes versões a que se acrescentou o mais recente "Kicks" de 2019. Em Abril próximo chegará "Pieces of Treasure", um inesperado e inédito trabalho dedicado ao chamado "American Songbook" com selo da BMG Modern Recordings

O disco foi registado em cinco dias no Sear Sound de Manhattan com o suporte de um quarteto de jazz com Rob Mounsy no piano, Russell Malone na guitarra, David Wong no baixo e Mark McLean na bateria, numa produção partilhada com Russ Titelman, amigo de longa data e responsável pelo seu segundo álbum "Pirates" de 1981. O disco terá apresentação integral no Birdland Jazz Club de Nova Iorque em três noites do mesmo mês

Para ouvir, então, pedacinhos originais de George Gershwin ("They Can’t Take That Away from Me"), de Kurt Weill ("September Song"), de Jimmy Van Heusen ("All the Way") ou este "Just In Time" de Jule Styne que abre o álbum e agora se dá a conhecer. 

Review: Kreator – Hate Über Alles (2022)

 


É interessante como o Kreator incorporou elementos de power metal ao seu som, e isso se traduziu em uma presença maior de melodias, climas ainda mais épicos e um incremento de velocidade nas composições. Não é à toa, por exemplo, que o baixista Frédéric Leclercq, ex-DragonForce, seja o dono do instrumento no quarteto germânico desde 2019.

Divagações à parte, também é inegável que o Kreator atravessou os anos 2010 com uma produção que, ainda que esparsa, foi extremamente impactante. Os dois álbuns lançados pela turma liderada pelo vocalista e guitarrista Mille Petrozza no período, Phantom Antichrist (2012) e Gods of Violence (2017), estão entre os melhores registros do grupo.

Hate Über Alles, décimo-quinto disco do Kreator, mantém o nível lá em cima. Produzido por Arthur Rizk (Power Trip, Cavalera Conspiracy, Soulfly), o novo álbum traz onze canções em uma duração relativamente curta para os tempos atuais – são apenas 46 minutos de música. O trabalho marca a estreia em estúdio de Leclercq, com o line-up sendo completado pelo guitarrista Sami Yli-Sirniö (na banda desde 2001) e pelo baterista Ventor (ao lado de Mille, também remanescente da formação original).

Além dos já citados elementos de power, ao longo dos anos o Kreator também trouxe para o seu som doses cavalares de groove, o que imprimiu uma identidade mais contemporânea e moderna a uma banda que surgiu lá atrás, quando o thrash era apenas mato, e foi fundamental para desenvolver um dos gêneros mais populares do metal com álbuns seminais como Endless Pain (1985), Pleasure to Kill (1986) e Coma of Souls (1990).

Toda essa experiência e majestade se mantém intacta nas composições de Hate Über Alles, com o bônus da agressividade sempre presente no som do Kreator permanecendo onipresente, e de certo modo ainda mais extrema que no passado. A abertura, com a música título, lembra vagamente o riff de “Arise”, do Sepultura, e possui um refrão contagiante. “Strongest of the Strong”, em um exercício de imaginação, pode ser facilmente imaginada com vocais limpos e sendo executada por uma banda de power metal. “Become Immortal” e “Conquer and Destroy” não economizam nas harmonias de guitarra, característica que, amparada pelo peso colossal, é puro deleite. O passado e o presente do Kreator se encontram em canções como “Midnight Sun”, que conta com a inserção dos vocais angelicais de Sofia Portanet. O final do álbum reserva duas de suas melhores composições, “Pride Comes Before the Fall” e “Dying Planet”, ambas com trechos climáticos dando ainda mais riqueza ao thrash do quarteto.

A edição brasileira, via Shinigami Records, traz um encarte de 24 páginas com todas as letras. E sim, a capa merece menção, em mais um trabalho espetacular do artista Eliran Kantor, autor de trabalhos igualmente elogiados para bandas como Helloween, Testament e Soulfly.

Hate Über Alles prova a longevidade da relevância do Kreator, que beirando as quatro décadas de história segue entregando álbuns que se inscrevem facilmente entre seus melhores trabalhos.


DISCOS DE ÊXITOS


Demônios Da Garoa - Raízes Do Samba (1999)


Músicas:

01. O Samba Do Arnesto
02. Saudosa Maloca
03. Iracema
04. Promessa Do Jacob
05. Joga A Chave
06. As Mariposas
07. Conselho De Mulher
08. No Morro Da Casa Verde
09. Pafunça
10. Abrigo De Vagabundo
11. Tiro Ao Álvaro
12. Trem Das Onze
13. Clarice
14. Amor De Trapo E Farrapo
15. Vem Cantar Comigo
16. Quem Cantar O Meu Samba
17. A Vida É Dura
18. Chum Chim Chum
19. A Voz Do Morro
20. Barracão  

Cinema Espetacular - 20 Temas Originais




Faixas :

01 What A Wonderful World
02 The Sound Of Silence
03 Steppenwolf - Born To Be Wild
04 My Girl
05 The Fifth Dimension - Aquarius
06 Joe Cocker - With A Little Help From My Friends
07 When A Man Loves A Woman
08 Never Ending Story
09 BJ Thomas - Rain Drops Keep Faliing On My Head
10 Gloria Gaynor - Oh Happy Day
11 Dave Dee Dozy - The Legend Of Xanadu
12 Moon River
13 Andy Williams - As Time Goes By
14 Mrs. Robinson
15 Celine Dion - My Heart Will Go On
16 The Richeteves Brothers - Unchained Melody
17 Sandy
18 The Righeteves Brothers - You Lost That Loving Feeling
19 Gloria Gaynor - The Eye Of The Tiger
20 The To Kens - The Lion Sleeps Tonight





DISCOGRAFIA - ACI Progressive Electronic • Germany


ACI

Progressive Electronic • Germany

Biografia ACI
Sci-fi intersideral sinfonias eletrônicas com discretas tendências cafonas do rockin disco lideradas por Udo Dahmen, acompanhadas por uma plêiade de artistas. Publicado na Harvest no início dos anos 80, este álbum parece tirar proveito da moda de Giorgo Moroder como estilo durante este período.













ACI discografia


ACI top albums (CD, LP,)

2.81 | 10 ratings
Tiefenrausch
1982

ACI Live Albums (CD, LP, MC, SACD, DVD-A, )

ACI Videos (DVD, Blu-ray, VHS etc)

ACI Official Singles, EPs, Fan Club & Promo (CD, EP/LP, )

0.00 | 0 ratings
Tiefenrausch
1983

DISCOS QUE DEVE OUVIR



                                  Sex - Sex 1971 (Canada, Hard Blues Rock)


Artista: Sex
Local: Canadá
Álbum: Sex
Lançado: 1971
Gênero: Hard Blues Rock
Duração: 32:18
Formato: MP3 CBR 320
Tamanho do arquivo: 76,5 MB (com 3% de recuperação)


Tracks:
Songs written by Yves Rousseau, Robert Trépanier and Serge Gratton.
01. Scratch My Back - 3:44
02. Not Yet - 4:24
03. Doctor - 4:11
04. I Had To Rape Her - 4:12
05. Come, Wake Up! - 3:49
06. Try - 2:19
07. Night Symphony - 4:18
08. Love Is A Game - 5:21

Personnel:
- Robert Trépanier - vocals, bass, flute, harmonica
- Yves Rousseau - guitar
- Serge Gratton - drums, percussion
+
- Joey Galimi - producer


       The Serpent Power - The Serpent Power 1967 (USA, Psychedelic Folk-Rock)



Artista: The Serpent Power
Local: EUA
Álbum: The Serpent Power
Ano de lançamento: 1967
Gênero: Folk-Rock psicodélico
Duração: 40:25
Formato: MP3 CBR 320 (Vinyl Rip)
Tamanho do arquivo: 95,7 MB (com 3% de recuperação)


Tracks:
Songs written by David Meltzer.
01. Don't You Listen To Her - 2:20
02. Gently, Gently - 2:35
03. Open House - 3:30
04. Flying Away - 4:26
05. Nobody Blues - 3:50
06. Up And Down - 3:36
07. Sky Baby - 2:31
08. Forget - 3:35
09. Dope Again - 0:48
10. Endless Tunnel - 13:14

Personnel:
- David Meltzer - vocals, guitar, harmonica
- Tina Meltzer - female vocals
- Denny Ellis - rhythm guitar
- John Payne - organ
- David Stenson - bass
- Clark Coolidge - drums
+
- Jean-Paul Pickens - electric banjo (10)
- Samuel B. Charters - producer





Resenha Saecula Saeculorum Álbum de Saecula Saeculorum 1976

 

Resenha

Saecula Saeculorum

Álbum de Saecula Saeculorum

1976

CD/LP

Apesar de ser considerado um LP, sempre que eu paro pra escutar o único registro dos mineiros da Saecula Saeculorum, me surpreendo com o fato dele não possuir nem mesmo 29 minutos de duração, parecendo mais um EP, porém, independentemente de qualquer coisa, a herança musical deixada aqui é muito boa e é isso o que mais importa, um rock progressivo melódico e não muito complexo, com pontuais explosões de violino do mestre Marcus Viana e uma clara influência na escola progressiva italiana da época, principalmente em nomes como Premiata Forneria Marconi e Banco Del Mutuo Soccorso.  

Além do citado violinista, Marcus Viana e a sua maneira impetuosa e virtuosa de tocar, quem também pode ser considerado o principal condutor do disco é Giacomo Lombardi e as suas belas passagens de piano, deixando assim, bastante claro que a banda sofre uma grande influência da música clássica em seu som. Os demais instrumentistas que completam a banda são, Jose Audisio nas guitarras e vocais, Bob Walter na bateria, Edson Pla e Juninho no baixo, sim, há dois baixistas creditados no disco.  

Como já mencionei, se trata de um disco bastante curto, tendo apenas cinco composições, mas todas elas bem construídas, e ainda que nem sempre soem envolventes, no geral a banda entrega um rock progressivo sinfônico misturado com um folk progressivo bastante interessante. Tem um começo influenciado pela Mahavisnu Orchestra, mas depois mergulha - além do já citado universo progressivo italiano - em algo muito mais na linha de bandas como o Yes e Renaissance. Apesar de chamar atenção principalmente por conta de suas passagens instrumentais – com todos tocando em um nível de acadêmicos da música -, os vocais harmoniosos encontrados durante todo o álbum também merece uma menção.  

Mas então, não é um disco brilhante, dentro da cena de rock progressiva 70’s brasileira eu confesso que teria alguns vários outros nomes para indicar antes desse, porém, não tem como negar que a banda se esforçou muito para atingir uma sonoridade única, sendo que em boa parte do disco, eles realmente conseguiram isso. A produção do álbum também boa – só acho que os vocais, ainda que sejam ótimos, deveriam ficar em um plano um pouco mais alto. Mas no frigir dos ovos, a Saecula Saeculorum fez um álbum muito bom, mas poderia ter sido ainda melhor pela qualidade dos músicos envolvidos. 

Destaque

Malefic Oath – The Land Where Evil Dwells (Demo 1992)

  Country: Netherlands   Tracklist   1. Intro 01:04 2. Prediction Of The Unborn Son 04:34 3. The Endless Way To The Unknown 03:11 4. Garde...