quinta-feira, 9 de março de 2023

“CHACAIS DO SODRÉ” É O PRIMEIRO ÁLBUM DE ORIGINAIS DOS MISS MANOUCHE

 

quarta-feira, 8 de março de 2023

MUSICA AFRICANA

 Dr Malinga - Busisiwe (2019)





Helton Salamique & Simba Barvic - Mãos Incertas (2019)





Deolinda Kinzimba - Primeira Vez  ( Single  2016 )





Resenha The Singles, Vol 1 Álbum de The Strokes 2023

 

Resenha

The Singles, Vol 1

Álbum de The Strokes

2023

Compilação

The Strokes explora a nostalgia e o saudosismo na coletânea "The Singles - Volume 01"

Entre os diversos representantes do Indie Rock e do Rock Alternativo que tiveram o seu auge na década de 2000, The Strokes rapidamente consagra sua importância nesse cenário musical. Com um estilo de gravação pouco refinado, quase “desleixado”, e letras melancólicas, a banda se tornou a maior expoente do gênero através de discos como “Is This It” (2001) - primeiro álbum de estúdio pela gravadora RCA Records, responsável por todas as produções da banda até os dias atuais - “Room On Fire” (2003) e “First Impressions of Earth (2005)”. Com o passar dos anos, outros álbuns de alta qualidade, como “Angles” (2011) e "Comedown Machine” (2013), foram lançados, entretanto, apesar de fiéis à essência e ao estilo musical da banda, as novas produções jamais conseguiram obter o mesmo reconhecimento das primeiras, datadas nos anos de ouro do rock alternativo. Apesar de nunca ter tido o prazer de presenciar os primeiros shows em 2001 e 2002, é fato declaratório o espírito contagiante da plateia quando Julian Casablancas - acompanhado pelo baixo inigualável de Nikolai Fraiture, pela bateria do brasileiro Fabrizio Moretti, e pelas guitarras de Nick Valensi e Albert Hammond Jr. - cantava as poucas músicas da banda. Hoje, com o sucesso de “The New Abnormal” (2020), vencedor do primeiro Grammy da banda na categoria Melhor Álbum de Rock, a banda divide opiniões devido a formação de um novo público. Enquanto shows como o do Lollapalooza Brasil 2022 desagradam os fãs mais velhos pela ausência de faixas clássicas como “Last Nite”, os fãs mais novos se divertem com a setlist. Dessa forma, um questionamento é pertinente: a comunidade de fãs reunida pelo último álbum é capaz de se interessar por uma compilação que explora um saudosismo jamais sentido por ela? Do meu ponto de vista, “The Singles - Volume 01” é lançado justamente para unir os dois públicos. Ao reunir os singles mais marcantes desses 3 primeiros álbuns, como “Last Nite”, “Someday” e "Reptilia", junto com algumas faixas perdidas pela discografia, como “Hawaii” - que, por razões questionadas por muitos fãs, nunca ganhou um lugar de destaque nos discos e finalmente conquista um espaço digno de sua genialidade - a banda promove um revival para o público mais velho e, ao mesmo tempo, educa o público mais novo. Para qualquer fã de longa ou curta data daqueles garotos de 20 e poucos anos que precisavam de apenas 11 músicas para marcar o mundo da música e impressionar qualquer um que estivesse na plateia de seus shows, “The Singles - Volume 01” é um verdadeiro item de colecionador e já está disponível tanto na versão digital dos streamings, quanto nas lojas físicas em uma caixa com 10 discos de vinil.

BIOGRAFIA DOS Chilliwack

 

Chilliwack

Chilliwack é uma banda de rock canadense que teve seu apogeu durante os anos 1970 e 1980. Eles são talvez mais lembrados por suas três maiores canções "My Girl (Gone Gone Gone)", "I Believe" e "Whatcha Gonna Do". Enquanto os membros foram mudando através dos anos, a banda ainda está viajando e se apresentando pelo Canadá de costa a costa.

A banda inicialmente se formou com o nome de The Classics (1964) em Vancouver, mas mais tarde mudou o nome para The Collectors (1966). Seu álbum psicodélico de estreia produziu o pequeno, mas muito lembrado hit 'Lydia Purple'. Um segundo álbum foi baseado na partitura escrita pela banda para uma peça teatral do dramaturgo canadense George Ryga, 'Grass and Wild Strawberries'.

Depois que o vocalista Howie Vickers deixou o grupo em 1970, a banda mudou seu nome para Chilliwack, um termo Salish que significa "voltar para cima". Com o guitarrista Bill Henderson agora fornecendo a maioria dos vocais e fazendo a maior parte da composição, a banda lançou vários discos que foram moderadamente bem sucedidos no Canadá. Os singles de maior sucesso no Canadá incluíram "Lonesome Mary", "Crazy Talk" e "Fly at Night". A faixa do álbum "Rain-o", uma composição blues elegante e crescente que apareceu em versões diferentes no álbum de estréia de Chilliwack e mais tarde no álbum "Dreams, Dreams, Dreams", sempre foi uma canção favorita em concertos.

Em 1978, Brian MacLeod (guitarra, bateria, teclados) e Ab Bryant (baixo) se juntaram à banda. Chilliwack apreciou seu maior sucesso com esta nova formação. Os singles "My Girl (Gone, Gone, Gone)" (1981), "I Believe" (1982) e "Whatcha Gonna Do (When I'm Gone)" (1982) foram populares no Canadá e nos EUA. A banda era extremamente popular na época, e era considerada a resposta canadense aos Grateful Dead.

A revista Rolling Stone escreveu: "No melhor dos casos, Chilliwack foi a melhor banda de rock canadense, ultrapassando em música e letras BTO, Moxy e Burton Cummings, mas a falta de consistência deteve o sucesso internacional".

Henderson e MacLeod receberam um prêmio Juno de Melhor Produção em 1982 pelo Opus X. MacLeod deixou a banda pouco depois e a última gravação de Chilliwack foi lançada em 1984. Henderson e Lawrence continuaram a turnê com outros membros até dezembro de 1988.

Em 1989, Henderson passou a formar o UHF, grupo de folk-rock lançando discos nos anos 90s, mas posteriormente decidiu voltar e lançar uma nova formação para o Chilliwack em 1997, com Adolphe (bateria), Doug Edwards (baixo, vocais), Roy 'Bim' Forbes (guitarra, vocais de suporte, vindo da banda UHF), além dele próprio.

Em 2005, Chilliwack tocou no Voyageur Days Festival em Mattawa, Ontário, Canadá (perto de North Bay) com outros roqueiros clássicos do Canadá Moxy, Toronto, Trooper, Goddo, Killer Dwarfs e Ray Lyell para a festa de 30º aniversário de lançamento do álbum de estreia da banda Moxy.



Greatest Hits 1969-1983 (1994)

01. Don't Stop (4:01)
02. Gettin' Better (3:43)
03. Watcha Gonna Do (4:16)
04. My Girl (Gone, Gone, Gone) (4:15)
05. I Believe (3:58)
06. Communication Breakdown (2:24)
07. Arms of Mary (3:04)
08. Fly at Night (4:54)
09. Baby Blue (3:21)
10. California Girl (3:01)
11. Crazy Talk (3:07)
12. Lonesome Mary (3:02)
13. Raino (4:27)




ESQUINA PROGRESSIVA

 

Anima Mundi - The Way (2010)




Anima Mundi é uma banda que já merece atenção unicamente por se tratar de uma banda cubana de rock progressivo. Mas muito mais do que simplesmente o fator geográfico, merece uma menção por aquilo que de fato mais importa, o seja, a música apresentada. The Way trata-se do seu terceiro álbum e sem sombra de dúvida sua obra mais ambiciosa e de resultado mais belo. São um total de quatro faixas distribuídos em quase sessenta minutos de músicas executadas com extremo bom gosto.

A jornada de The Way com"Time to Understand". São cerca de quatorze minutos de uma verdadeira aula de musicalidades impregnadas de tendências sinfônicas. A banda mostra uma verdadeira gama de sons, misturando vários tipos de ritmos e humor em uma execução musical onde é mais do que evidente que estamos ouvindo músicos estudados, treinados e acima de tudo, talentosos. Dentro do rock progressivo sinfônico é óbvio que exista um grande interesse nos trabalhos de teclados. A tecladista Virginia Peraza faz um trabalho simplesmente soberbo. Em meio a toda essa variação que a música possui o ouvinte ainda é presenteado com um solo final de guitarra extremamente belo e de muito feeling.

"Spring Knocks on the Door of Men" é um épico com cerca de vinte e seis minutos, logo, é uma faixa que deve ser apreciada de forma atenta, pra assim, o ouvinte captar melhor cada momento que é o desta viagem sonora. Seu começo já mostra uma passagem instrumental suave e encantadora liderada primeiramente pelos teclados e depois por um ótimo trabalho de guitarra. Após a música ficar em um ar mais atmosférico o vocal dá uma nova direção à faixa. É importante deixar claro e pra evitar ser injusto que apesar de novamente os destaques estarem na maioria das vezes através das guitarras e teclados, bateria e baixo também executam suas funções com maestria e vale a pena abrir bem os ouvidos e valorizar cada um dos músicos envolvidos. A faixa também possui uma passagem instrumental pouco antes da sua metade que faz com que o ouvinte caso esteja envolvido na faixa seja transportado a outro mundo, um lugar onde reina a paz, o ar é puro e os campos verdes imperam. A explosão sonora causada pela orquestração criada pelo teclado constrói uma nova atmosfera e finalizam o momento mais belo de toda a canção. Não basta apenas criar uma música desse tamanho, tem que saber fazer com que soe agradável e em momento nenhum seja vista como uma obra arrastada. "Spring Knocks on the Door of Men" é tudo isso e muito mais, desperta uma alquimia de sons, várias emoções, humor. Uma suíte do jeito que deve ser e que obteve bastante êxito no seu resultado final.

"Flying to the Sun" começa através de um mellotron que causa até um certo arrepio. A banda então entra na música de forma completa. Tem uma ótima linha de baixo e uma base sinfônica bastante criativa. Destaque também para as guitarras que sucedem uma linha coral dos teclados por volta do meio da canção. Ainda sobre os teclados ele é responsável por uma quebra de humor na faixa e que a dá uma espécie de ar de filme de terror. O clima de tensão e nervosismo criado é quebrado para que a faixa termine com a levada que dominou a sua primeira metade.

O álbum finaliza através da faixa "Cosmic Man", música mais curta de todo o álbum, ainda que tenha pouco mais de oito minutos. Confesso que tem um começo que não me cativou tanto, não que isso me faça dizer que é ruim, mas soa muitas vezes repetitivo demais. Mas nas partes instrumentais da segunda metade da faixa as coisas novamente soam surpreendente como vinha acontecendo durante todo o álbum. Um trabalho sinfônico belíssimo, um ótimo trabalho de guitarra e uma cozinha consistente que permanecem assim até irem desaparecendo por completo fazendo “The Way” chegar ao fim. Com certeza um álbum que pode prendê-lo por um bom tempo e que venha a lhe arrancar sensações diferentes a cada audição.
Track Listing

1.Time To Understand - 13:59
2.Spring Knocks On The Door Of Men - 26:32
3.Flying To The Sun - 9:33
4.Cosmic Man - 8:18



ESQUINA PROGRESSIVA

 

Jethro Tull - Thick as a Brick (1972)




Certo que existem muitas características que acompanham bandas que fazem rock progressivo, mas sem dúvida alguma duas das principais delas são a capacidade de faz álbuns conceituais e de desenvolver épicos. Thick as a Brick contém ambas dessas características.

O enredo é sobre um garoto fictício chamado Gerald “Little Milton” Bostock que escreve um poema complexo para uma competição, mas que é desqualificado pelos juízes sobre o pretexto de ter usado uma palavra que não é dita claramente em momento algum do álbum, mas que deixa subentendido que trata-se de uma expressão de 4 letras. Mas a preocupação está ligada ao poema por inteiro, com a sua moral e toda a temática forte abordada nele. Por isso decidem dar a vitória a uma garotinha de 12 anos que escreveu algo bem mais simples sobre ética cristã chamada “ele morreu pra salvar as crianças pequenas”. Enfim, a temática de “Thick as a Brick” gira em torno da influência negativa da sociedade sobre as pessoas, de maneira a não permitir que elas pensem por si próprias, como tentou o jovem Geral Bostock.

Pode ser visto como um tema simples e engraçado, mas trata-se de uma sátira ferrenha sobre a hipocrisia da sociedade britânica, que muitas vezes se esconde atrás de uma falsa moral pra evitar falar de temas polêmicos que eles sabem que são verdadeiros, mas querem mantê-los na obscuridade.

“Thick as a Brick” também contém uma das melhores capas da história. A apresentação original do álbum é impecável. São 12 páginas simulando o St. Cleve Chronicle (um pequeno jornal da cidade), que incluem as letras, a história toda, créditos e até mesmo uma acusação de estupro contra o personagem Little Milton por uma menina mais velha.

Um álbum que é confeccionado com tamanho cuidado em todos esses aspectos, musicalmente não poderia ter um resultado final inferior a magnífico. Lindas peças acústicas medievais, tanto por parte dos violões quanto dos teclados, partes mais pesadas que nos remetem ao hard rock, influências folclóricas. Vale destacar também obviamente Ian Anderson com a sua tradicional flauta e uma maneira ímpar de interpretação vocal e belas ideias no violão. Mas sem dúvida, John Evans é a grande surpresa, os teclados são completos e carrega o peso de todo o álbum, e não uma nota redundante ou sons desnecessários, tudo está certo em seu lugar.

Martin Barre também tem participação crucial, especialmente nas partes pesadas quando sua guitarra acrescenta personalidade e força para a música. Barriemore Barlow nas baquetas é sempre rigoroso, embora ele não brilhe, executa o que é necessário para manter a seção rítmica com o baixo de Jeffrey Hammond que faz um excelente apoio.

Mais uma vez eu me recuso a fazer uma longa descrição da música, porque seria injusto falar de movimentos, influências, pontos altos e etc porque Thick as a Brick é o álbum, Jethro Tull estava em seu auge e ninguém pode descrever de maneira razoável que seja, 43 minutos de uma verdadeira obra prima como esta, não de uma forma que faria justiça real.

As letras são de fato o texto do poema de Gerald "Little Milton" Bostock (que é creditado como co-autor, piada de Ian) e merecem ser ouvidas com atenção especial porque são muito complexas e tocam em assuntos muito controversos.

Enfim, Thick as a Brick é um dos trabalhos que entram no pequeno rol de discos perfeitos, se você ainda não ouviu, você está perdendo um dos álbuns mais fundamentais da história do rock progressivo e uma verdadeira obra prima que deve ser de propriedade de todo mundo que tenha um mínimo de apreço pelo estilo.


Track Listing

1.Thick As A Brick - Part 1 - 22:39 
2.Thick As A Brick - Part 2 - 21:05



Resenha: Focus – Moving Waves (1972)


BIOGRAFIA DOS Weather Report

Weather Report

Weather Report foi uma banda estado-unidense de jazz fusion das década de 1970 e 1980. Junto com outros grupos (como Return to ForeverMahavishnu Orchestra e The Headhunters), é um dos grande inovadores do jazz fusion de todos os tempos.

Contribuição do Fundador

Foi primeiramente com Miles Davis, depois com o próprio Weather Report que o saxofonista Wayne Shorter se tornou um dos grandes contribuidores do jazz fusion (com inúmeras composições). Uma destas composições acabou por se tornar a assinatura da banda, "Birdland" -- parte integrante de seu disco mais famoso Heavy Weather. Muitos consideram Zawinul um dos melhores tecladistas que o jazz já produziu.[1]

Zawinul foi hospitalizado em sua cidade natal Vienna em 7 de agosto de 2007,[2] apenas uma semana depois de concluir uma turnê de seis semanas na Europa. Ele morreu de uma forma rara de câncer de pele em 11 de setembro de 2007.[3]

Discografia


MEISNER, SWAN & RICH (2001)

 

MEISNER, SWAN & RICH
''MEISNER, SWAN & RICH''
2001
28:22    MUSICA&SOM
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01 - Pretty Baby 03:07 (Charlie Rich Jr.)
02 - You Look Like Someone I Could Love 02:39 (Charlie Rich Jr., Billy Swan)
03 - He Loves You 03:36 (Charlie Rich Jr.)
04 - My How Things Have Changed 02:42 (Randy Meisner)
05 - Who's Gonna Love You Baby 02:43 (Charlie Rich Jr.)
06 - One Used Diamond 02:57 (Charlie Rich Jr.)
07 - Honey (Sweet Sweet Honey) 02:56 (Charlie Rich Jr., Billy Swan)
08 - Make Yourself At Home In My Heart 01:57 (Billy Swan)
09 - (It's Like I) Never Had A Broken Heart 03:04 (Charlie Rich Jr.)
10 - Where The Rubber Meets The Road 02:37 (Charlie Rich Jr.)
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Randy Meisner/Bass, Vocals
John Molo/Drums
Charlie Rich, Jr./Vocals
Billy Swan/Rhythm Guitar, Vocals
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Este frustrantemente breve álbum de dez faixas é uma adorável recriação do som country-pop da Costa Oeste dos anos 70, melhor praticado pelos Eagles (dos quais Randy Meisner foi um membro fundador), CSN, Poco (outro grupo de Meisner) e várias ramificações menos conhecidas, como Souther Hillman Furay Band e Firefall. É um pouco complicado, mas essas músicas são todas excelentes, bem trabalhadas e esplendidamente cantadas por três veteranos titulares do country rock cujas belas vozes se fundem coletivamente. Charlie Rich Jr., que como seu pai toca piano, é responsável pela maior parte da composição, co-escrevendo algumas músicas com Billy Swan. Infelizmente, Meisner, que escreveu algumas das melhores baladas dos Eagles, compôs apenas uma faixa, a reflexiva "My How Things Have Changed". Existem alguns roqueiros otimistas, como "Who's Gonna Love You Baby?", mas a maior parte do disco permanece focada em canções lentas pacíficas, de estilo fácil e de coração partido, que descem suaves e tristes. Meisner, em particular, está em ótima forma, cantando em seu tenor choroso em canções como "(It's Like I) Never Had a Broken Heart", uma faixa que soa como um grande lado B perdido dos Eagles. Swan adiciona algum pântano em "Honey (Sweet Sweet Honey)", mas as músicas sérias de Rich Jr. dominam esta coleção. Na verdade, são as harmonias que prendem sua atenção, pois essas três vozes se fundem sem esforço e soam como se estivessem cantando juntas há anos. Mesmo que se incline para uma audição fácil, está muito longe do country estéril e sem alma que obstruiu as ondas de rádio em 2001. Esta é uma estreia altamente recomendada, voltada para aqueles que anseiam pelos dias em que o cantor/compositor LA som governou as paradas. Talvez da próxima vez eles possam escrever mais algumas músicas e passar por uma meia hora anêmica, mas agradável, de música.


BAREFOOT JERRY - YOU CAN'T GET OFF WITH YOUR SHOES ON (1975)

BAREFOOT JERRY
''YOU CAN'T GET OFF WITH YOUR SHOES ON''
1975
36:24    MUSICA&SOM
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1 - Ali Baba/4:22
2 - Boogie Woogie/2:27
3 - Slowin' Down/3:38
4 - You Can't Get Off With Your Shoes On/2:41
5 - West Side Of Mississippi/3:58
6 - The Measure Of Your Worth/3:47
7 - Loucille/3:07
8 - Hero Frodo/3:19
9 - Sinkin' In The Sea/4:03
10 - Cades Cove/4:38
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Jim Colvard /Bass, Guitar
Terry Dearmore /Bass, Guitar
Si Edwards /Percussion
Warren Hartman /Keyboards
Russ Hicks /Guitar, Guitar (Steel), Horn, Vocals
Jim Isbell
Charlie McCoy /Flute, Harmonica, Piano, Vocals
Wayne Moss /Guitar, Keyboards, Vocals
Fred Newell /Banjo, Bass, Vocals
Buddy Skipper /Horn, Percussion, Vocals
Billy Swan /Vocals
Bobby Thompson /Bass, Guitar, Vocals

O guitarrista Wayne Moss permaneceu o único membro constante do Barefoot Jerry nas gravações da banda para a Capitol, Warner Bros. e Monument durante os anos 70. Moss tocou em vários grupos de rock e R&B antes de se juntar à banda de apoio de Brenda Lee no início dos anos 60. O trabalho de sessão em Nashville rendeu a ele um crédito em Blonde on Blonde de Bob Dylan em 1966, e ele também tocou com os Escorts durante o final dos anos 60 antes de formar o Código de Área 615 com vários outros ex-alunos de Dylan. O grupo gravou um álbum autointitulado em 1970 e A Trip in the Country no ano seguinte, mas compromissos musicais os impediram de fazer turnês. Código de área 615 fez seu único show ao vivo em 1970 no Fillmore West, e se separou logo depois. Moss estava de volta à ação em 1971, porém,
O grupo assinou contrato com a Capitol e lançou Southern Delight em 1971. Na época do LP autointitulado do ano seguinte para a Warner Bros., Russ Hicks e Kenny Malone haviam substituído Gayden e Buttrey. Outra mudança de gravadora (para Monument) e substituições adicionais na formação (Si Edwards na bateria, Dave Doran no baixo, Fred Newell nos vocais) caracterizou Watchin 'TV de 1974, que apresentava o amigo de Moss, Charlie McCoy. Barefoot Jerry retribuiu o favor nos sucessos country de McCoy "Boogie Woogie" e "Summit Ridge Drive". No ano seguinte, depois que Barefoot Jerry gravou You Can't Get Off With Your Shoes On, Monument relançou os álbuns Capitol e Warner Bros. em um LP duplo intitulado Grocery.
Moss montou mais um grupo para a atualização de 1976 de Barefoot Jerry, Keys to the Country. Sua banda incluía o baixista Terry Bearmore, o guitarrista Jim Colvard, Warren Hartman em vários teclados e Charlie McCoy, que novamente fez uma aparição especial. Os mesmos membros (sans McCoy) voltaram para um álbum final em 1977, Barefootin'. Wayne Moss continuou a tocar e produzir, especialmente para seu amigo McCoy.



Destaque

Guess Who - American Woman 1970

  O álbum de maior sucesso do The Guess Who  , alcançando o nono lugar nos Estados Unidos (e permanecendo nas paradas por mais de um ano), e...