domingo, 12 de março de 2023

Cinco Músicas Para Conhecer: Aguente Firme!

“Aguenta firme”, “Força”, “Se Segure”. Por incrível que pareça, muitos artistas cantaram isso através de suas músicas. Em inglês, uma tradução possível é Hold On. Diversas são as canções que possuem essa expressão em seu nome, seja a expressão pura e diretamente dita ou derivados como Holding On, Hold On My … Esse segure firme varia desde se apegar ao amor até os sonhos. A frase é tão emblemática que o programa Médico Sem Fronteiras fez uma campanha publicitária há dois anos utilizando a canção “Everybody Hurts”, aquela que quem nunca chorou ouvindo não tem coração, e que tem na expressão “Hold On” seu momento mais emocionante.

 No Brasil, durante a pandemia, o Bradesco lançou uma campanha com a frase “Aguente Firme” em destaque. Fiz um levantamento rápido na minha catalogação de discos e encontrei mais de duas dezenas ligadas com esse tema. Assim, selecionei dentre elas aquelas que tinha apenas a expressão Hold On, e então, depois de muito pensar, escolhi as cinco músicas para conhecer de hoje, deixando mais cinco indicações após, e com certeza, havendo muitas outras que vocês podem citar nos comentários. As escolhas levaram em conta apenas critérios de gosto pessoal.


Deep Purple – “Hold On” [1974]

Primeira despedida de Blackmore do Purple, Stormbringer é daqueles álbuns ame ou odeie, muito por conta da mistura de estilos. Se por um lado há pauladas como a faixa-título ou “Lady Double Dealer”, por outro o funk e o soul tomavam conta, como é o caso da sensacional “Hold On”, faixa que mostra na sua letra a já característica marca erótica de David Coverdale (vocais) em parceria com Glenn Hughes (baixo, vocais), pedindo para a mulher segurar firme e aguentar o tranco de sua paixão (eita porra). Musicalmente, além dos duetos vocais, destaques disparados para o solo de piano elétrico de Jon Lord e o ritmo cavalgante extremamente sedutor empunhado por baixo e bateria (Ian Paice). E quanto a Blackmore, o seu solo é tão desnecessário e faceirinho, vulgo sem graça, como quase tudo que ele fez no Purple depois desse álbum. Está somente em Stormbringer, e em algumas das infinitas coletâneas dos ingleses no mercado.


Trapeze – “Hold On ” [1978]

Comandado por Mel Galley, o Trapeze tentou sobreviver pós-saída de Glenn Hughes, e lançou três álbuns bastante regulares. Apagando a porta e fechando a luz, com Peter Goalby nos vocais, veio a faixa “Hold On”. A letra trata de agarrar-se a amizade fiel, que irá com você até o fim, pois isso é melhor do que estar sozinho, e agarrar-se a vida, mesmo ela não sendo um paraíso. O ritmo é uma espécie de rock leve, que o Trapeze de Hughes até já tinha feito de alguma forma anteriormente, com aquela guitarra southern de Galley serpenteando ao longo das batidas precisas de Dave Holland, em um instrumental bastante gostoso de se ouvir, principalmente no solo. Além do nome, cito essa canção para mostrar que existem determinadas faixas que é importante conhecer para saber por que algumas coisas não dão certo, como foi a carreira de Goalby pós-Trapeze, principalmente à frente do Uriah Heep. Está no último disco de estúdio da banda Running, o álbum que originalmente foi lançado somente na Alemanha em 1978 (capa do post), mas que ganhou uma versão internacional no ano seguinte, batizada justamente com o nome da faixa, presente também no ao vivo Live In Texas – Dead Armadillos (1981).


Triumph – “Hold On” [1979]

Essa bonita canção do grupo canadense surge com teclados e um dedilhado de violão. O vocalista, guitarrista e monstruoso Rik Emmett entoa a letra, que fala sobre agarrar-se aos sonhos, em deixar o tempo correr e esperar que os sonhos aconteçam, em uma faixa bastante motivadora e emotiva. O ritmo do violão vai ganhando força, trazendo o nome da canção entoado para arenas cantarem em plenos pulmões, e então, surgir o trio mais fantástico do Canadá (joguem as pedras) para mandar um AOR gostoso, com grandes pitadas progressivas, graças a performance impecável de Gil Moore na bateria. Uma letra de 1979 mas que serve muito para os dias de hoje, afinal, só de sonhos podemos pensar em viver pós-pandemia e nesse caos político que o Brasil vive nos últimos anos. Está no obrigatório Just A Game (1979), no ao vivo Stages (1986), além das bolachinhas com “Just A Game” no lado B, lançadas em diversos países.


Wishbone Ash – “Hold On” [1982]

Vivendo sua fase mais conturbada, o Wishbone Ash lançou discos pouco marcantes nos anos 80. Porém, há materiais que se escapam, como essa grande e grudenta faixa que narra sobre o drama de um homem distante mais de cinco mil milhas de sua amante, e que tenta angustiadamente, sem sucesso, ligar para ela, enquanto o operador no telefone lhe diz “Aguente firme, estou tentando fazer a ligação”, algo que os jovens de hoje não devem nem ter ideia do que isso significa … O baixo marcante de Trevor Bolder, os dedilhados das guitarras, uma interpretação vocal fascinante e uma sensualidade jazzística entregue aos fãs, além de um refrão que fica por horas na cabeça, fazem dessa uma das melhores faixas da banda naquela década. Além da bela letra, as guitarras gêmeas de Andy Powell e Laurie Wisefield, marca sagrada dos ingleses, estão saindo das caixas de som para emocionar os fãs em solos magistrais. Fecha a conta a bateria sempre competente de Steve Upton. Está presente em Twin Barrels Burning (1982) e no lado B de um raro compacto espanhol, que ilustra o post.


Beardfish – “Hold On” [2015]

Imagine-se um velho roqueiro que entra em um dilema: o de sentir-se um prisioneiro em sua cidade natal, sendo forçado à mediocridade pelas pessoas ao seu redor e não sendo capaz de se libertar disso Esse é o conceito de +4626-Comfort Zone, lançado pela trupe sueca de Rikard Sjöblom (vocais, guitarras, teclados e faz tudo) no Beardfish. “Hold On” é a faixa que apresenta ao ouvinte o choque da realidade do velho roqueiro que descobre que o mundo está passando, e ele já não pertence mais ao nível que outrora pertenceu. O “Hold On” aqui clama para o personagem aguentar firme sua atual posição, mesmo com tudo o que possa lhe acontecer. A indignação do personagem central, tentando entender como o tempo passou sem ele perceber, não reconhecendo os olhos que costumavam trazer a chama que existia quando jovem, é apresentada através de 8 incessantes minutos, onde o ritmo da bateria de Magnus Östgren e o baixo marcante de Robert Hansen fundem a mente para fazer ela entregar aos seus pés e cabeça um balanço filho da puta. Rikard traz todas suas influências de Yes e Genesis para essa faixa, principalmente nas linhas de guitarra, ao lado de David Zackrisson, e nas linhas vocais. Wah-wah comendo solto, riffs grudentos, pulos pela casa cantando os diversos momentos onde a letra nos possibilita isso, e assim como o conceito de “Hold On” nos conta, quando a faixa é concluída você nem percebeu o tempo passar. Uma das melhores obras desse século.


Mais cinco outras “Hold On”:

– The Sons of Champlin (A Circle Filled With Love, 1976);

– Kansas (Audio Visions, 1980);

– Santana (Shangó, 1982);

– Yes (90125, 1983);

– Rush (Snakes & Arrows, 2007);

 

Classificação de todos os álbuns de estúdio dos Depeche Mode

 Depeche Mode

Eles formaram o Depeche Mode em 1980 como uma banda inglesa de Basildon, quando a nova onda britânica estava em andamento. Os membros originais Andy Fletcher, Vince Clarke e Dave Gahan. Clarke partiu no início da história da banda. Martin Gore intensificou-se como compositor do grupo. Os três juntam suas habilidades para desenvolver seu som eletrônico que já dura quatro décadas. Eles lançaram quatorze álbuns de estúdio, que geraram vários graus de popularidade, dependendo de com quem você fala. Aqui está uma avaliação das muitas críticas enviadas por fãs e críticos, com colocação em ordem de pior para melhor.

14. “A Broken Frame”

 

Este álbum foi lançado em 1982. O álbum recebeu sua parcela de críticas, mas alguns fãs encontraram mérito no projeto. O NBHAP o classificou como um álbum "digno de vergonha" produzido em uma fase de transição de seu desenvolvimento, quando havia muitas mudanças acontecendo. A saída de Clarke os deixou sem seu principal compositor, no entanto, a entrada de Gore preencheu a lacuna. All Music foi um pouco mais fácil para o grupo, apontando o progresso que eles estavam fazendo em reunir seu ato enquanto se acomodavam em sua nova configuração. Vamos mantê-lo no número 14.

13. “Ultra”


Ultra saiu em 1997, quase vinte anos na longa e histórica história da banda. Jack Roll Reviews aponta que os companheiros de banda tiveram suas lutas com problemas emocionais, drogas e álcool. Eles saíram exaustos de uma agenda pesada de turnês. Eles juntaram tudo para completar o álbum. O problema é que não tinha o tom de alguns de seus trabalhos anteriores. O equilíbrio era um problema porque eles não o tinham em suas vidas pessoais e não se traduzia em um trabalho coeso para as faixas do álbum. Se eles estivessem mais saudáveis ​​na época, poderia ter sido uma história diferente. A vida acontece para todos nós, e “Ultra” é a prova de que o grupo não estava no melhor do Depeche Mode.

12. “Speak and Spell”

 

“Speak and Spell” é um dos primeiros álbuns do Depeche Mode que tem um valor histórico excepcional para o grupo e os fãs. Os críticos acharam que faltava direção, mas foi seu lançamento de estreia. Ele apresenta canções escritas por Vince Clarke, um dos primeiros membros fundadores que saiu depois que o álbum foi lançado em 1981. Não espere que este álbum contenha a essência do Depeche Mode após sua maturidade. Os caras não estavam juntos há tanto tempo. Demora um pouco para estabelecer suas marcas e assinaturas em som e conteúdo. Estamos colocando-o no número 12 porque foi o primeiro esforço. Ele serve como uma introdução do grupo como uma linha de base para avaliar o progresso em movimento.

11. “Construction Time Again”



"Construction Time Again" saiu em 1983 enquanto a banda ainda estava em um período de formação. Este álbum é aquele que os críticos dão uma classificação decente de 3,78, pelo menos Electric Zombies fez . Concordamos que é um álbum mais forte do que as entradas anteriores em nossa lista. As dez canções eram sólidas e coesas. O Depeche Mode começou a tomar forma como o grupo que todos conhecemos e amamos. O NBHAP o classifica em 10º lugar e apóia o movimento progressivo da banda para um melhor equilíbrio e direção, mas vamos deixá-lo em 11, o que é um consenso quando você calcula a média de gostos e desgostos. É amplamente aceito que uma das melhores faixas do álbum é "Everything Counts".

10.“Exciter”

Este álbum foi colocado em uma classificação baixa logo após seu lançamento inicial em 2001. Embora amplamente ignorado, o álbum no meio da carreira teve e continua a ter críticas mistas. Embora bem recebido atualmente, por causa dos sentimentos dos fãs de que os vocais de Gahan estavam em boa forma. A única música que gerou consenso por estar fora do lugar e chamada de horrível por alguns foi "The Dead of Night". Não combinava com as faixas mais calmas do álbum. Após reflexão, e considerando seus anos na indústria, “Exciter” não foi um álbum ruim e merece um pouco mais de crédito do que recebeu.”

9. “Sounds of the Universe”


A composição não é tão forte quanto em alguns dos outros álbuns. Embora este não seja um álbum ruim, a maioria concorda que carece de profundidade real nas letras e no conteúdo. Os sintetizadores funcionam para alguns, mas outros fãs não buscavam um projeto que dependesse da técnica. Este álbum estava em todo o tabuleiro com suas críticas. Não detém a popularidade ou o interesse de longo prazo dos ouvintes.

8. “Delta Machine”

 

“Delta Machine” foi lançado em 2013 com algumas faixas que receberam uma classificação geral alta de fãs e críticos. "Heaven" e "Should Be Higher" são consistentemente referidas como as melhores faixas do álbum. O resto tem críticas mistas. Alguns a veem como uma coleção bem escrita com uma vibe Blues . Se você é fã do gênero, provavelmente subiu um degrau ou dois, mas não havia fãs suficientes para dar um passo à frente e elevá-lo de uma posição intermediária no ranking. Alguns puristas acham que misturar gêneros é uma forma de desrespeito à essência do Depeche Mode.

7. “Spirit”

 

Lançado em 2017, “Spirit” é um título que condiz com o tom do grupo depois de mais de três décadas no ramo. Não mostrou sinais de envelhecimento, mas o projeto geral veio com um tom mais maduro com canções bem escritas que transmitem suas visões políticas tanto lírica quanto musicalmente. Quer você concorde ou discorde com as palavras e sentimentos, eles montaram este álbum muito bem.

6. “Playing The Angel”

 

“Playing The Angel” foi lançado em 2005. Se você detectou algo diferente na qualidade da música, pode agradecer a Dav Gahan por isso. A guitarra e os vocais estão à altura de Gore tocando seu “Precious”. a coleção aqui apresenta letras pensativas sobre a vida e aqueles com quem nos importamos, com vislumbres da vida pessoal dos membros da banda. O álbum tem uma vibração pessoal e moderna que atrai uma base maior de fãs porque eles podem se relacionar com sua sinceridade.

5. “Music For The Masses”

 

"Music For The Masses" recebeu críticas mistas. Os fãs o criticaram por ser medíocre, mas outros acharam que era um trabalho coeso de faixas complementares umas às outras. É importante não julgar um álbum pela capa. O pior desse lançamento de 1987 é a capa. Eles provavelmente deveriam ter desembolsado o dinheiro para uma boa equipe de design. As músicas, por outro lado, são fáceis de ouvir repetidamente. “Pimpf” é vencedora no instrumental que te alcança e te toca. Todos nós podemos nos identificar com "Never Let Me Down Again", e o tema pop se mistura com a alternativa, mas não de maneira dura. É como um bom vinho com delicadas notas cítricas. É revigorante.

4. “Some Great Reward”


Este álbum foi lançado em 1984. Na minha opinião, foi um de seus melhores álbuns com menos músicas do que a maioria dos álbuns, mas, novamente, deixou menos espaço para incluir coisas fedorentas que não se encaixariam nas outras faixas. Um de seus projetos mais fortes, com “Lie To Me” e “People Are People” como obras bem escritas, agradáveis ​​e vocalmente puras. Esta pode não ser a opinião da maioria, mas há muitos de nós que se lembram da coesão e qualidade das nove faixas deste álbum. Não há uma música ruim no álbum. Eles o mantiveram magro e apertado.

3. “Songs of Faith and Devotion”

 

Este álbum foi lançado em 1993 numa época em que a banda não estava no seu melhor, mas é isso que o torna uma produção tão excepcional. É como um testemunho de vida com “Get Right With Me” atingindo cada nervo. É uma boa mistura de hardcore e emoção crua que é bem orquestrada para incluir um equilíbrio único que o grupo parecia ter problemas para conseguir. Alguns argumentam que é o melhor álbum deles, mas achamos que há dois que são melhores.

2. “Black Celebration”

 

“Black Celebration” saiu em 1986. Há poucos argumentos de que é um dos melhores trabalhos do Depeche Mode. Foi um de seus primeiros lançamentos, mas veio em um momento em que a banda estava começando a encontrar seu nicho. Quer você goste do lado sombrio do gótico ou não, essa é a imagem que ficou com este álbum e se tornou parte de sua identidade. "Stripped" se tornou o título mais notável do álbum, de acordo com a crítica e os fãs. Não há faixas para escolher aqui, o que o torna um dos melhores álbuns de todos os tempos do Depeche Mode.

1. “Violator”



Nem todo mundo concorda que “Violator” é o melhor álbum do Depeche Mode de todos os tempos, mas a maioria domina e eme

rgiu como o vencedor. Este é o álbum que deu início a uma turnê de promoção de sucesso e chamou a atenção do mundo. Ele oferece uma mistura de grandes sucessos, incluindo "Clean" e "World In My Eyes" e o épico "Enjoy The Silence". “Policy of Truth” é outra de suas melhores faixas, mas nenhuma delas é ruim. O álbum número um do Depeche Mode de todos os tempos é o lançamento de 1990 “Violator”.


DISCOGRAFIA - ACUITY Symphonic Prog • United States

 

ACUITY

Symphonic Prog • United States

Acuity biografia
ACUITY é uma banda de prog sinfônico hard-edged de Michigan liderada por Bradley Styes, que também é responsável pela música e a maioria das letras. Com exceção da participação especial do violinista Matthew Parmenter e de Chuck Mitchell, que fez a arte da capa e contribuiu para uma das faixas, nenhum dos músicos está listado na capa do álbum - infelizmente, o site deles também não ajuda muito. Dito isto, certamente vale a pena conferir o ACUITY.

O que caracteriza seu álbum "Skyward" são seus riffs de guitarra enérgicos, arranjos complexos e melodias encorpadas. As músicas são variadas o suficiente, o vocalista pode ser colocado na categoria 'médio-a-justo' e as letras têm um certo picante mórbido e irônico - não tão prolixo quanto o de Peter HAMMILL, mas interessante o suficiente. Embora a produção precise de um pouco de 'oomph', o álbum tem sua parcela de momentos memoráveis, apresentando duas peças épicas que manterão os ouvidos de muitos progster grudados em algumas longas seções musicais de mellotron com muitas mudanças de acordes e mudanças de tempo.

Este material não inova, mas deve agradar a uma variedade de fãs de hard prog, de RUSH a LED ZEPPELIN a fãs de VDGG.

ACUITY discografia



ACUITY top albums (CD, LP, MC, )

2.05 | 15 ratings
Skyward
2004


Kali Uchis - Red Moon in Venus (2023)

Já tendo ficado deslumbrado com o álbum de estreia Isolation e animado durante um período sombrio pela produção da era pandêmica Sin Miedo, o mundo esperava ansiosamente pelo terceiro lançamento completo de Kali Uchis. Red Moon in Venus chega apenas meia década depois do primeiro LP da superestrela colombiana-americana, mas o ambiente que o disco explora é muito diferente daquele das circunstâncias originais do cantor. Embora suas influências tenham permanecido praticamente as mesmas, extraindo generosamente de um pote de ouro de pop e soul e R&B resplandecente, a própria artista mostra uma imensa quantidade de crescimento na maneira como apresenta sua última produção. Aqueles que anteciparam este momento não ficarão desapontados.

A Lua Vermelha em Vênus é melhor descrita por um rubor escarlate de êxtase tímido e silencioso, dividindo a modéstia com a alegria de uma maneira sutil, mas satisfatória. Este projeto segue o retorno de Kali Uchis às suas raízes iniciais funky, desta vez com uma ampla gama de experimentação e um forte núcleo emocional que brilha em quase todas as músicas. O single principal, I Wish You Roses, é elétrico, mas orgânico, fazendo uma serenata para o público com buquês de flores de chillwave e psicodelia. All Mine é uma balada amanteigada que equilibra os chakras da produção de batidas e do hipnotismo vocal. As aparições de Omar Apollo, Don Toliver e Summer Walker apenas se desviam brevemente do tema introspectivo central, e suas faixas colaborativas se desenrolam como participações especiais em vez de ladrões de show. Os destaques posteriores, como Endlessly e Moonlight, lembram os ouvintes de que isso é Kali '

Kali Uchis nunca saiu dos holofotes, mas Red Moon in Venus vê seu talento florescer mais do que nunca. Além de aperfeiçoar o som soul moderno da moda com um toque de quarto groovy, este álbum é um portador imediato de boas vibrações e uma atualização geral para um músico cuja magia já era reconhecidamente encantadora para começar.


BIOGRAFIA DOS Wobbler


 Wobbler

Wobbler é uma banda norueguesa de rock progressivo formada em 1999.

História 

A banda foi formada perto de Hønefoss , na Noruega , no início de 1999 com o desejo de recriar algumas das expressões musicais do início dos anos 1970, principalmente no uso dos instrumentos da época e nas composições da cena do rock progressivo de 1969 a 1974. Bandas como PFM , King Crimson , Gentle Giant , Yes , Museo Rosenbach , ELP e assim por diante foram muito influentes no grupo. Em poucos meses as ideias básicas para a demo e o álbum Hinterland foram criadas. Houve uma pausa de 2001 até por volta de 2003, até que uma demo foi gravada no Lars' estúdio, colocar na internet.

Wobbler acabou assinando um contrato com a gravadora americana The Laser's Edge. A essa altura, a coleção de teclados vintage de Lars Fredrik Frøislie havia crescido e a gravação de Hinterland começou em junho de 2004. Eles não usaram nenhum MIDI e apenas instrumentos anteriores a 1975 foram aplicados, por exemplo, teclados como Mellotron , órgão Hammond , Minimoog , Rhodes piano , clavinete , ARP , piano e cravo . Após oito meses de trabalho de estúdio, o álbum estava pronto. Em julho de 2005, Hinterland foi revelado noNEARfest em Bethlehem, Pensilvânia, uma de suas raras apresentações ao vivo. [1]

Em fevereiro de 2009, a banda lançou o segundo álbum Afterglow . O álbum foi lançado pela Termo Records. [2]

A banda lançou seu terceiro álbum Rites at Dawn pela Termo Records em maio de 2011. [3]

Seu quarto álbum, chamado From Silence to Somewhere , foi lançado em 2017 e recebeu aclamação esmagadora. Em abril de 2021, é o álbum mais bem avaliado de todo o século XXI no banco de dados de rock progressivo Prog Archives , com uma avaliação média do usuário de 4,35 em mais de 700 avaliações, e o trigésimo segundo álbum mais bem avaliado do site de todos tempo. Também apareceu no top 40 de álbuns do ano no site de avaliações de usuários Rate Your Music , sendo o álbum de rock progressivo mais bem classificado da lista. [4] Embora o gênero de nicho do álbum tenha resultado em exposição limitada em algumas partes da imprensa musical, ele recebeu críticas que vão de favoráveis ​​a arrebatadoras em Angry Metal Guy, [5] The Prog Space,[6] Prog Report, [7] Prog Radar, [8] Team Rock, [9] e muitos outros; Sonic Perspectives [10] e The Fire Note [11] o classificaram como o melhor álbum de rock progressivo do ano, enquanto o site norueguês Evig lyttar o classificou como o melhor álbum norueguês do ano. [12]

O quinto e mais recente álbum da banda, Dwellers of the Deep , foi lançado em 23 de outubro de 2020 e rapidamente saltou para o topo da parada de álbuns do Prog Archives 2020 dois dias após seu lançamento.

Alinhamento 

Membros antigos
  • Morten Andreas Eriksen - guitarra solo, bandolim , pandeiro , kazoo (1999-2011)
  • Tony Johannessen - vocal principal (1999-2009)

Convidados:

Discografia 

  • Hinterland (setembro de 2005)
  • Afterglow (fevereiro de 2009) [13]
  • Rites at Dawn (maio de 2011) [14]
  • From Silence to Somewhere (outubro de 2017)
  • Dwellers of the Deep (outubro de 2020) 

Destaque

CAPTAIN BEYOND - Texas - 1973

  Outro dia reclamaram que ando boicotando bandas americanas aqui no PRV. Para acabar com a polêmica posto aqui uma das melhores bandas das ...