terça-feira, 14 de março de 2023

GRAVETOS & BERLOQUES (WINDOW-THE EMPYREAL BALLET (1978)

                                   WINDOW-THE EMPYREAL BALLET (1978)

Em tempos líquidos, a quantidade de informações recolhidas e não absorvidas ou absorvidas e cuspidas fora é incomensurável. Por conta disso, vez ou outra descubro algum material, de fato, interessante. E a estadunidense, de San FranciscoWindow me chamou bastante a atenção. Seja pelo fato de que boas bandas de prog rock Made in USA não são muito comuns. E com uma proposta tão diversa como a apresentada neste seu único álbum, 'The Empyreal Ballet', de finais dos 70, período seminal do que costumou-se denominar de neo prog, um subgênero que nunca me desceu bem, é ainda mais impressionante.

Liderada por Douglas Lichterman (vocais e guitarras), contava ainda com Joseph Jacobs (guitarra, piano, flauta e vocais), Stephen O'Hara (baixo e vocais) e David Pinsky (bateria, percussão, vibrafone e vocais), todos músicos de qualidade indiscutível, para concretizar suas intrincadas ideias. Com um mix de Gentle GiantZappajazz-fusionfunkydisco e art rock, a Window é um tanto difícil de categorizar. Valendo-se de arranjos instrumentais recheados de polirritmia e harmonias vocais inspiradas, 'The Empyreal Ballet' é extremamente sofisticado, luxuoso e, surpreendentemente, bastante palatável. E tudo emoldurado pelo auxílio luxuoso de uma extensa lista de músicos, de naipes de sopros e cordas a coro. 
Definitivamente, uma bela surpresa. Ao menos para mim... 



                                                                                    MUSICA&SOM



Tempo e Modo - Prog Rock (Portugal)




Dado que são de origem portuguesa e supostamente de 1980, presumi que o álbum seria uma fusão sinfónica nos moldes do Tantra e do Ananga Ranga (o que também teria sido óptimo). Mas esse não é realmente o caso. Principalmente, é uma mistura de rock progressivo sinfônico instrumental combinado com um elemento new wave distinto, que inclina o álbum para o campo neo-prog. Este último estilo, como observei em postagens anteriores, foi um gênero bastante bom em seus estágios iniciais, e o Tempo e Modo é um excelente exemplo disso. Pense em QI do início dos anos 80 / Pendragon / Noite de Reis. As faixas instrumentais são o destaque aqui, com um forte teor melódico aliado a excelentes passagens de guitarra e teclado. Uma surpresa muito agradável. Este é o tipo de álbum que Musea costumava lançar em seu auge. Continuo esperando, talvez ingenuamente,


Pedro Ferreira (bateria, vocal)
Pedro Clara (guitarra, violão 12 cordas, vocal)
João Lopes (guitarra, baixo)
Júlio Silva (sintetizadores, piano elétrico, piano acústico)
+
Pedro Rocha (piano acústico, sintetizadores)




Bobby Forrester - Jazz & Funk (Hammond)

 



Bobby Forrester foi um dos grandes nomes do Hammond Organ em Jazz e Rhythm and Blues. Ele trabalhou por anos com inúmeras lendas da música negra, de Lena Horne a Ruth Brown e todos os intermediários. Principalmente conhecido como tecladista e diretor musical da lendária cantora de R&B Ruth Brown por mais de 26 anos, o funky som de órgão Hammond B3 de Bobby Forrester tem apoiado uma variedade de artistas de blues e jazz bem conhecidos, incluindo Irene Reid, Gloria Lynne, Stanley Turrentine, Ray Alexander , Frank Wess e Lena Horne. Apresentado aqui é o álbum solo raro, muitas vezes esquecido de Forrester, de 1971, que deve ser uma bênção para os amantes do idioma soul jazz e para os fãs do B3 em todo o mundo. Bobby Forrester (órgão Hammond); Elijah Williams Jr. (guitarra); Johnny Kirkwood (bateria). Todas as seleções recentemente remasterizadas.




TARANTULA - Symphonic Prog • Spain

 



Fundada em Valência, Espanha em 1973 - dissolvida em 1978

Tarantula foi uma das muitas bandas de prog que surgiram na segunda metade dos anos setenta, encabeçadas por conhecidas formações espanholas como Triana, Blogue e Granada. Começaram como um quinteto, liderados pelo tecladista Vicente Guillot. O som melódico e muito agradável em seu álbum de estreia homônimo de 1976 não é como os grupos de inspiração flamenca como Triana, Cai ou Mezquita, mas mais próximo do Prog Sinfônico Italiano dos anos setenta (vocais dramáticos de Rafael Cabrera evocando Banco e Le Orme ao longo da vindima teclados com gotas maravilhosas do insuperável Mellotron) e prog sinfônico alemão como Jane e Ramses (guitarra mais pesada e execuções de órgão poderosas). Em 1978 Tarantula lançou seu segundo álbum intitulado Tarantula II, a formação mudou completamente com Vicente Guillot como o único membro original restante. A música também é uma história diferente: um som mais pesado com uma abordagem mais direta, trazendo o Uriah Heep inicial à minha mente. Se você quiser conferir o Tarantula, o primeiro deles é recomendado porque está na tradição do prog sinfônico, mas com um toque mais prog italiano. Os pontos fortes são os vocais expressivos (com um tom teatral) e os variados teclados vintage.

Tarântula


Tarântula II


Os dois álbuns do Tarantula foram bem diferentes, refletindo as grandes mudanças na equipe. Eram essencialmente o grupo do tecladista Vicente Guillot, que optou por uma sonoridade versátil e potente geralmente protagonizada por mellotron e moog. No primeiro álbum do Tarantula, ele constrói construções complexas competindo com o Gentle Giant e o som progressivo sério e ambicioso italiano, com um poderoso vocalista masculino a condizer. De fato, este é um álbum excelente, equilibrado entre esses poderosos melodramas de mellotron e um rock progressivo mais simples e pesado com guitarras. Elementos da música barroca e do folclore espanhol foram adicionados em boa medida.

No segundo álbum, todo o grupo de apoio foi substituído e a nova fórmula de Guillot era muito mais pesada e animada. Infelizmente, algumas de suas novas faixas pareciam paródias de rock pesado com guitarras desenfreadas e os vocais agudos e estridentes de Ana Maria zumbindo em seu ouvido, proferindo cinco palavras por segundo. Mas entre esses absurdos havia algumas faixas mais medidas. O primeiro álbum foi o melhor, mas dependendo do seu gosto de humor, você pode achar o segundo álbum bastante hilário.



DISCOS QUE DEVE OUVIR

 


John Deen And The Trakk - Beat '69 (1969) (UK, R&B, Soul, Psychedelic Rock)


Artista: John Deen And The Trakk
Local: Escócia
Álbum: Beat '69
Lançamento: 1969
Gênero: R&B, Soul, Rock psicodélico
Duração: 39:53 (com bônus)
Formato: MP3 CBR 320
Tamanho do arquivo: 94,2 MB (com 3% para recuperação)


Tracks:
Songs written by John Deen.
01. I'll Show You - 3:32
02. Gotta Get Away - 2:51
03. Standing Alone - 2:42
04. High Phen - 1:33
05. Your Whole Life Through - 2:27
06. Happy Blues - 2:31
07. To Make It - 2:02
08. King And Queen - 2:06
09. I Met A Girl Last Night - 1:48
10. Looking Down On My Friends - 1:21
11. I Found Out - 3:41
12. Letter - 3:18
13. Who Knows - 3:04
14. Kavind - 3:32
Bonus:
15. Man (single B-side,1968) - 3:25

Personnel:
- John Deen - vocals
- Allan (guitar), Dave (keyboards), Keith (bass), Nelson (drums)
+
- Wolfgang M. Schmidt - producer



Quarteto em Cy - Querelas do Brasil 1978 (Brazil, Bossa Nova, MPB)



Artista: Quarteto em Cy
Local: Brasil
Álbum: Querelas do Brasil
Ano de lançamento: 1978
Gênero: Bossa Nova, MPB
Duração: 36:04
Formato: MP3 CBR 320 (Vinyl Rip)
Tamanho do arquivo: 87,2 MB (com 3% de recuperação)


Faixas:
01. Querelas do Brasil (Maurício Tapajós, Aldir Blanc) - 3:10
02. Angélica (Chico Buarque, Miltinho) - 3:22
03. Maresia (Sueli Costa, Abel Silva) - 2:49
04. Amor, amor , amor (Caetano Veloso) - 2:23
05. Estrela guia (Maurício Tapajós, Paulo César Pinheiro) - 2:23
06. Última cena (Miltinho, Paulo César Pinheiro) - 3:55
07. Salve o verde (Jorge Ben) - 3h26
08. Santo Amaro (Luiz Cláudio Ramos, Franklin da Flauta, Aldir Blanc) - 2h52
09. Sapato velho (Mú Carvalho, Cláudio Nucci, Paulinho Tapajós) - 3h30
10. Plataforma (João Bosco, Aldir Blanc) - 3:02
11. Canudos (Edu Lobo, Cacaso) - 3:40
12. Não posso me esquecer do adeus (Caetano Veloso) - 1:32

Pessoal:
- Cyva (Cyva Ribeiro de Sá Leite) - vocal
- Cynara (Cinara de Sá Leite Faria) - vocal
- Sonia Ferreira (Sonia Maria Romaguera Ferreira) - vocal
- Dorinha Tapajós (Dora Tapajós Gomes) - vocal
+
- Marcos Maynard - produtor
- Luiz Cláudio Ramos (dos Santos) - violão e guitarra, arranjador
- Miltinho (Milton Lima dos Santos Filho) - violão
- Neco (Daudeth Azevedo) - cavaquinho (alaúde)
- Zé Roberto (José Roberto Bertrami) - piano, órgão, minimoog
- Antonio Adolfo (Antonio Adolfo Maurity Sabóia) - piano
- Mú Carvalho (Maurício M. de Carvalho) - piano
- Jamil (Joanes dos Santos) - baixo
- Luizão (Luiz de Oliveira da Costa Maia) - baixo
- Paulinho Braga - bateria
- Zequinha - bateria, percussão
- Sivuca (Severino Dias de Oliveira) - sanfona
- Netinho (Pedro Silveira Neto) - clarinete
- Raul de Barros - trombone
- Copinha (Nicolino Cópia), Franklin da Flauta (Franklin Corrêa da Silva), Celso (Celso Woltzenlogel), Jorginho (Jorge Ferreira Borges da Silva) - flautas
- Hermes (Hermes Contesini), Chacal (Paulo Pereira D'Aquino), Normando (Normando Marques dos Santos) - percussão -
Marçal (Nilton Delfino Marçal ) - pandeiro
- Bezerra (José Bezerra da Silva) - pandeiro, ganzá (chocalho)
- Eliseu (Elizeu Félix) - pandeiro, pandeiro (tambor de quadro)
- Gilberto D'Avila - pandeiro (tambor de quadro)
- Roberto Bastos Pinheiro - ganzá ( chocalho)
- Doutor (Edmundo Pires de Vasconcelos) - ring-repique (tambor)
- Reinaldo - surdo (bumbo)
- Wilson das Neves - caixa (caixa)
- Geraldo Bongô (Geraldo Sabino de Oliveira) - agogô (sinos)
- Nenem ( Esdra Ferreira) - cuica (tambor de fricção)
- Coro, maestro Mário Tavares





VELUDO - A história de uma Banda - CAPÍTULO V - "Novos Olhos"

 



Nesse quinto capítulo, adentramos um pouco mais na trajetória da Banda VELUDO, com a música “Novos Olhos”, de autoria de Nelsinho Laranjeiras e Miguel Pedra que de certo modo ficou  meio que em suspensão por quarenta anos, sendo resgatada e salva por uma preciosa fita cassete guardada por algum anjo, o que possibilitou esta gravação e de outras músicas ser inseridas no álbum, “Penetrando Por Todo o Caminho sem Fraquejar” de 2016.

Essa música foi muito tocada entre 1976 até 1978 com o final da banda e nunca tinha sido gravada, até que em 2013 iniciou-se um grande trabalho de pesquisa em ouvir as gravações feitas entre os ensaios e os shows, para que se pudesse extrair o melhor dessa e de outras músicas do momento Progressivo que a música aqui e no mundo passava.  

Apesar da minha idade, as músicas do VELUDO, são uma novidade em minha vida, pois mesmo tendo vivido plenamente a efervescência do rock progressivo dos anos setenta, um desvio do destino me colocou fora dessa linda e rica história e dessas músicas maravilhosas que já são parte da minha discoteca de cabeceira.

A música “Novos Olhos”, carrega todo o drama e teatralidade em sua letra, como em música, inserindo-a diretamente nos trilhos do rock progressivo clássico e mesmo sendo gravada tanto tempo depois, conseguiram fazer essa gravação sem macular sua sonoridade original, ou seja, mais uma pérola que a Banda VELUDO nos brinda.




Histórico da composição:

“Quando Nelsinho Laranjeiras assumiu a liderança do Veludo no final de 1975, sabia do enorme trabalho que teria para reestruturar a banda. Afinal, metade dela tinha se debandado para novos voos.

Paul de Castro (guitarra) foi para Os Mutantes. Elias (tecladista) casou-se, tornou-se comerciante de joias, e optou por uma carreira solo. Porém, antes mesmo do surgimento do Veludo, em 1974, Nelsinho já fazia parte de outro grupo. E foi com eles, seus velhos companheiros, que Nelsinho remontou o Veludo.

A primeira providência foi trazer Flavia Cavaca do “Paulo Bagunça e a Tropa Maldita” Seria uma força nos vocais, além dela ser multi instrumentista. O objetivo posterior era encontrar o mítico Miguel Pedra, super cantor, componente da outra banda de Nelsinho desde 72, que desaparecera sem deixar vestígio.

Encarnando uma espécie de Sherlock Holmes, Nelsinho Laranjeiras foi seguindo pistas até encontrar alguém que lhe desse o endereço do antigo parceiro e vocalista que voltara ao Rio Grande do Sul. Carta escrita e enviada. Convocação feita e aceita.

Pouco tempo depois desembarcava no Rio o novo vocalista do Veludo. Banda refeita, ora de recolocá-la nos trilhos. “Novos Olhos” foi a primeira música a ser trabalhada. Visava exprimir a mudança que todos estavam passando. “A vida que tínhamos antes, fechou-se atrás das cortinas” escreveu Miguel de forma simples, direta e, por que não dizer, poética.

Quando decidiram fazer o CD “penetrando por todo caminho sem fraquejar” lançado em 2016, essa era uma das músicas escolhidas. Por sorte, a canção fora gravada numa velha fita cassete durante um ensaio em 1976, o que possibilitou regravá-la fielmente mantendo, portanto, a sua estrutura original intacta.

Miguel Pedra aparece após 40 anos. Era um dia como outro qualquer. Liguei o computador para checar os e-mails e um deles me chamou a atenção. Dizia: Você conhece Miguel Pedra? Levei um susto. Claro que conhecia.

Miguel me contou em longos e-mails muitas histórias e então, surgiu o assunto que nos aproximou novamente. A música. Lembramo-nos das nossas composições e nos deu certa tristeza por não ter conseguido gravá-las na época.

Mas neste momento, algo aconteceu. A velha determinação de cumprir o seu papel nesta vida estava de volta. O compromisso com o destino, e o sentimento de algo inacabado que precisava chegar ao fim, nos levou a ação.

Nelsinho lhe fez uma nova proposta: reviver o Veludo, já que havia um projeto para gravação de um CD com base no material inédito da banda. Miguel aceitou o desafio. Veio do Amazonas para o Rio de Janeiro com o objetivo de fazer esse sonho se tornar realidade.

Miguel Pedra morreu 8 meses após terminar as gravações. Não viu o trabalho pronto. Não nesta vida. Quanto a Nelsinho, continuou com a produção do disco de forma obstinada para cumprir o último desejo do seu velho amigo e parceiro.

Se hoje concluímos esse projeto foi porque muita gente colaborou, mas que me desculpem todos. Ninguém fez mais do que ele. Obrigado Miguel. Você conseguiu.

BANDA VELUDO





Álbuns de estúdio dos Ásia

 12 álbuns! Aqui está minha lista!

12. Omega
11. Gravitas
10. XXX
Esses três álbuns “finais” da segunda era Wetton nunca se conectaram muito comigo. Existem algumas músicas boas em cada um, mas cada um tem enchimento. Honestamente, a colocação deles é realmente intercambiável. “XXX” provavelmente tem algumas músicas mais fortes.

 

9. Ária
8. Aqua
Os dois primeiros álbuns da era Payne são muito bons no geral. Eu gosto deles da mesma forma e cada um tem algumas músicas descartáveis. Mas os singles principais de cada álbum são duas das minhas canções favoritas em qualquer época. “Aqua” recebe um leve aceno por ter um pouco mais de conexão com o som clássico da Ásia.

 

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7. Phoenix
O primeiro álbum da segunda era Wetton é facilmente o melhor desse grupo. Eu amo algumas músicas neste: “Never Again”, “Sleeping Giant”, “Parallel Worlds” e “An Extraordinary Life”. O problema para mim é que a bateria fica enterrada na mixagem! Não há pressão alguma. Este aterrissaria muito mais alto se não fosse por isso.

6. Silent Nation
5. Arena
Eu gosto desses dois álbuns da era Payne mais ou menos da mesma forma. Eu amo os dois! “Silent Nation” tem uma formação de banda incrível com Gutherie Govan e Chris Slade (cada um estava no álbum “Aura” também). Há algumas músicas muito boas em cada álbum. “Arena” tem a faixa-título mais “Heaven”, “Falling” e “Never”. “Silent Nation” tem uma das minhas canções favoritas da Ásia “Midnight” mais “Blue Moon Monday”, “Ghost in the Mirror” e “The Prophet”. Cada um poderia facilmente ultrapassar “Alpha”.

 

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4. Alpha
Na época em que foi lançado, este álbum foi um pouco decepcionante. Anos depois, aprecio-o melhor. Os sucessos são bem conhecidos, mas minhas músicas favoritas são “Open Your Eyes”, “The Heat Goes On” e a faixa bônus “Daylight”. Não tem classificação superior a 4 porque meus 3 primeiros são sólidos.

 

3. Aura
2. Astra
Estes dois álbuns são essencialmente iguais, embora não possam ser mais diferentes. “Aura” é de longe o meu álbum favorito da era Payne e é altamente recomendado se você gosta de ótimas músicas com ganchos incríveis. O álbum está repleto de algumas das minhas músicas favoritas da Ásia, como “Awake”, “Ready to Go Home”, “Under the Gun”, “Wherever You Are”, “Hands of Time” e muito mais.

"Astra" é tão subestimado. A banda pegou muito fogo com a adição de Mandy Meyer na guitarra. Ele dá a este álbum DENTES sérios! “Go” é minha música favorita da Ásia e você também tem “Rock and Roll Dream”, “Hard on Me”, Voice of America” e a fenomenal “Too Late”. Esses dois álbuns são essenciais na minha opinião e provavelmente esquecidos. Amo ambos!

 

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1. Ásia
Bem duh. O primeiro álbum se destaca como um dos meus lançamentos favoritos de todos os tempos por qualquer pessoa. Este foi um divisor de águas para mim. Cada nota neste álbum é perfeita pra caralho e isso inclui o lado b “Ride Easy”. Este é um álbum impossível de superar e acho que essa é uma das razões pelas quais a banda se desfez. É um álbum icônico que mescla prog com rock amigável para as rádios. Ninguém fez isso melhor.

Então aí está! Devo mencionar que adoro as novas músicas que estavam em “Now and Then”, mas não há uma boa maneira de comparar 4-5 músicas com álbuns completos. Como eu fiz? Deixe-me saber como é a sua lista dos Ásia


Destaque

Superjoint Ritual – A Lethal Dose Of American Hatred [2003]

  “O Superjoint Ritual não é mais uma banda pré-fabricada e não é mais uma banda da moda. O Superjoint Ritual é a reposta ao ‘nu-metal’ pré-...