terça-feira, 14 de março de 2023

SAIBA TUDO SOBRE OS Lupanar

Lupanar

Lupanar foi uma banda portuguesa formada em 2000 por Ana BacalhauCarlos VannDídio PestanaGonçalo TochaJan PeuckertJosé Pedro Leitão e Tiago Rebelo.


História

Os Lupanar nascem no ano 2000, do encontro de Ana Bacalhau, Dídio Pestana e Gonçalo Tocha, então todos alunos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Nesse ano e no seguinte, dão concertos em várias salas da cidade [1], contando com a associação Abril em Maio como primeiro espaço de ensaios e de apresentações [2]. Mas é em 2002 que a banda atinge o seu auge de popularidade, num concerto dado na Aula Magna da Universidade de Lisboa [3].

No ano de 2003, a banda participa numa compilação de homenagem a Carlos Paredes, com uma versão de "Encruzilhada Em Restos Menores" [4].

Em 2005, os Lupanar lançam o seu único disco oficial, com a colaboração de Carlos Guerreiro e Nuno Reis, produzido por José Moz Carrapa [5] [6]. Apesar de bem recebido, a banda desintegra-se pouco tempo depois, dando um concerto de despedida na discoteca B'Leza [7].

A linha gráfica dos cartazes de alguns concertos entre 2002 e 2006 e do álbum dos Lupanar, reconhecível pelos seus desenhos naturalistas e de influência soviética, esteve a cargo de Luís Manuel Gaspar.


Formação

Discografia

  • Abertura (2005)

Colaborações

  • Movimentos Perpétuos - Música Para Carlos Paredes (2003) - "Encruzilhada Em Restos Menores"





Fotos

 


Faixas principais

Cinco álbuns fundamentais(4): The game - Queen (1980).

 





Os Queen me introduziram no rock. Foi o grupo que me fez passar a escutar e consumir o estilo. A partir de uma fita k7 de um amigo de época (que na verdade não colecionava vinis nem nada) acabei tão entusiasmado pela música – e mais tarde pelos clipes do disco - que acabei levando o k7 de presente. E era cópia, hein? Posteriormente comprei o disco nacional deste meu amigo. Vi       Falar do grupo é chover no molhado. Há vasta literatura. O sucesso como uma das grandes bandas da história é bem documentado. Prefiro me ater às faixas do disco. Além de seus 4 sucessos explícitos (“Save me”, “Crazy little thing called love”, The game” e “Another one bites the dust” – todas lançadas com clipes promocionais) outras são as razões para se adquirir este álbum.

                Foi o primeiro disco do Queen utilizando sintetizadores e começou a ser germinado em 79, com a composição “Crazy little...”. A banda deixou de lado o visual glitter-histriônico dos anos 70 para entrar nos anos 80 mais clean, com visual de badboys dos anos 50. A capa é muito bacana e as edições laminadas do disco são um must. A banda reparte entre si as composições de forma bem distribuída, com todos trazendo ótimas canções – e o que é melhor para quem gosta de pop – de curta duração. Se não me engano foi o primeiro produzido por eles também. Chegou à primeira posição em 4 países.

                Não vou falar dos sucessos... “Dragon attack” é uma pedreira, com a cozinha arrepiando enquanto abre espaço para May desfilar pontiagudas notas de sua guitarra inconfundível. “Need your loving tonight” é mais animada e traz como marca o coro de vozes bem colocadas dos 4 e que também se diz presente em “Sail away sweet sister”. “Coming soon” mostra Roger Taylor num perfeito domínio de apoio nos backing-vocals e “Don´t try suicide” é uma baita composição, climática como pede a letra, com linda linha de baixo, intervenções com um timbre muito legal de May, aquele coro de refrão bem construído pela banda e um final em fade maravilhoso...”Rock it” me soa como a menos interessante do disco (perdoável). Isto tudo fora as letras sensacionais e as melodias super bem encaixadas por Mercury (sem comentários) e por 2 backing-vocals de peso como May e Taylor.



                Lembro que gostava de ficar batucando ao imitar as viradas de Roger, lembro do clipe sensacional de “Save me” – até hoje um dos mais belos dos anos 70 (e antes da MTV) e a harmonia arrasa-quarteirão de “Another one bites the dust” para colocar a casa de pernas pro ar (meu irmão sofreu) e provando que de funk a banda entendia bem também! Um discaço – o meu preferido da banda – que moveu a banda de forma a consolidar sua posição como uma das mais bem sucedidas da história do rock. God save the Queen.eram outras aquisições do grupo que passou a ser meu preferido. Comprei todos até o fraco "Hot Space” de 82.







Destaque

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