sexta-feira, 7 de abril de 2023

BIOGRAFIA DOS Color Humano

 



Color Humano foi um grupo de rock argentino da década de 1970.
A dissolução do Almendra rendeu três novos grupos, sendo um deles Color Humano. Este foi um grupo de rock poderoso que, em 1972, lançou seu álbum de estreia chamado Color Humano, seguindo a etiqueta de rock argentina de nomear o primeiro álbum de estúdio com o nome da banda. 

Este álbum é uma daquelas obras inusitadas que não possuem uma música de sucesso, mas onde todo o conjunto de faixas tornar-se um todo extremamente agradável de ouvir, uma mistura de canções de rock acústico e de improvisações um pouco mais difícil. David Lebón sai da banda e é substituído por Oscar Moro.  

Esta substituição mudaria o som do grupo. Entre março e junho de 1973, Color Humano gravou músicas suficientes para um álbum duplo. Devido a decisões de negócios o álbum foi lançado como dois LPs separados, no selo recém-criado Talent. O novo conjunto de canções eram mais ricas e mais elaboradas, abrangendo diferentes ritmos e estilos.

Os álbuns Color Humano II e Color Humano III vende bem, e incluiu uma participação especial de Raul Porchetto em várias faixas, até mesmo como cantor. No entanto, a banda não fez muitas apresentações ao vivo, o que começou a corroer o seu apoio popular.

O desempenho de Color Humano no Buenos Aires Rock Festival será apresentado no filme documentário sobre rock argentino “Rock hasta se ponga el sol” (“Rock music till the sun goes down”). A banda iria se separar em 1974, e seus membros iriam para grupos como Polifemo e La Máquina de Hacer Pájaros. Eles iriam celebrar uma reunião de 20 anos em 1995. 

Integrantes.

Edelmiro Molinari (Vocais, Guitarras, Percussão em "A través de los inviernos)
Rinaldo Rafanelli (Baixo, Coros, Percussão em "A través de los inviernos)
Oscar Moro (Batería e Percussão, Vol. 2, 3)
David Lebón (Batería e Coros, Vol. 1)




Color Humano II (1973)

01. Sangre Del Sol (4:30)
02. La Tierra Del Gitano (3:55)
03. Pascual Tal Cual (5:40)
04. Humanoides (4:35)
05. Va A Salir Un Lugar (14:00)
06. Un Blues Para Adelina (6:10)



DISCOS DE ÊXITOS

 

                                      Don McLean - The Very Best Of Don McLean


Tracklist:

01. American Pie
02. Vincent
03. Castles In The Air
04. Dreidel
05. Winterwood
06. If We Try
07. Mountains O’Mourne
08. Prime Time
09. And I Love You So
10. Wonderful Baby
11. Words & Music
12. Crying
13. It’s Just The Sun
14. It Doesn’t Matter Anymore
15. Since I Don’t Have You
16. Left For Dead On The Road of Love


Barão Vermelho 2 é Demais!


 


Traklist:

01 - Lente
02 - Pense e Dance
03 - Não Me Acabo
04 - O Que Você Faz à Noite
05 - Nunca Existiu Pecado
06 - Como Um Furacão
07 - Quem Me Escuta
08 - Selvagem
09 - Carnaval
10 - Rock da Descerebração
11 - Fúria e Folia
12 - Odeio-te, Meu Amor
13 - Pedra, Flor e Espinho
14 - Flores do Mal
15 - Azul, Azulão
16 - Fogo de Palha
17 - Fios Elétricos
18 - Supermercados da Vida
19 - Sombras no Escuro
20 - Cidade Fria
21 - A Noite Não Acabou
22 - Comendo Vidro





RARIDADES

 

Theatre du Chene Noir - Chant pour le delta, la lune et le soleil (1975)



don't hang around, enjoy good music!

FADOS do FADO...letras de fados

 



Não te dou meu coração

António Vilar da Costa / José Joaquim Rosa
Repertório de Francisco Martinho

Eu não posso nem brincando
Ver teu rosto que esqueci
Não posso porque já ando
Ceguinho d’amor por ti

Meu juramento é sincero
O meu desprezo é profundo
Juro que já não te quero
Longe de mim um segundo

Não te dou meu coração
Nem posso dar-te uma esperança
Eu que sei amar tão bem
Também sei o que é vingança;
Não fui eu que te enganei
Foste tu que me enganaste
Não te dou meu coração
Não te dou meu coração
Porque tu já mo roubaste


Eu não quero nem desejo
O calor da tua boca
Não quero nem mais um beijo
Porque um beijo é coisa pouca

Para que não me endoideças
Eu peço que nunca mais
Que nunca mais me apareças
Meu amor, tarde demais

Lisboa, o Tejo e o mar

Letra de Isidoro de Oliveira
Desconheço se esta letra foi gravada
Publico-a na esperança de obter informação credível

Letra transcrita do livro editado pela Academia da Guitarra e do Fado


Vem correndo pelo Tejo
Água de fontes nascida
No alto da serrania
Doce como um doce beijo
Viva como a própria vida
Traz saúde e alegria

Água salgada do mar
Vem convidando à aventura / Na ânsia de liberdade
Mas na hora de embarcar
Há lágrimas de amargura / Salgadas pela saudade

As lágrimas de saudade
Salgavam o próprio mar / Ao partir das naus de Goa
Mas o sal da tempestade
Ficava doce ao voltar / À Ribeira de Lisboa

Sem descanso, noite e dia
Juntam as águas na barra / Tejo doce e mar salgado
A tristeza e a alegria
Juntam-se ao som da guitarra / E Lisboa canta o fado


Paixão ternurenta

José Fernandes Castro / Joaquim Pimentel *a rosa e o chico*
Repertório de Filomena Sousa

Subindo contigo à lua
 Numa nuvem ternurenta
O teu olhar insinua 
Uma paixão violenta
Tão violenta, tão forte
Cheia de mel e feroz
Que chego a perder o norte 
No rumo da tua foz

Saltando barreiras
Passando fronteiras que a vida apresenta
Vamos colorindo
Este sonho lindo se paixão violenta
De abraço em abraço
Ganhei um espaço no teu coração
E de beijo em beijo
Aumenta o desejo de amor em paixão


O elo que nos uniu 
Trouxe mais luz e mais cor
Decerto jamais se viu 
Um amor com tanto amor
Somos dois parecendo um 
Vivendo no mesmo fado
Amor igual a nenhum 
Com o destino marcado


Bandas Raras de um só Disco

 

                                     Fate - Sgt. Death, 1967-1968 (1999)


Banda americana do Maine, uma das maiores obscuridades da psicodelia americana.

Sua historia remonta do ano de 1963, com a formação do grupo The Electrons e mais tarde, The Nomads. Depois seu nome foi alterado novamente para The Id, e com este chegaram a lançar um single. Finalmente mudam para The Euphoria´s Id. Sob esse nome, lançam mais um single e em 2003, saí uma compilação com gravações dessa época.

Nesse momento a banda consistia no tecladista Jay Snyder, o baterista Skip Smith, o cantor e guitarrista Jimmy Drown, o baixista Terry Drown e o saxofonista David Wakefield.

Em 1967, Snyder e Smith decidem formar uma nova banda, sob a alcunha de Fate. O restante da banda era o vocalista Frank Youngblood, o guitarrista Steve Dore e o baixista Art Webster.

Em 1968 gravam seu material, mas sem conseguir lançar, pois foi rejeitado pela gravadora Elephant 5. Decepcionados, se separam se seguem caminhos distintos.

Em 1999, a gravadora Rockadelic lança o álbum, contendo também versões com o vinil rosa e vermelho. O CD, com capa diferente, foi lançado pela Shadocks no mesmo ano.

Gravado durante a guerra do Vietnã, suas letras falam muito sobre a oposição a mesma. 

Integrantes.

Steve Dore (Guitarra)
Skip Smith (Bateria)
Jay Sneider (Snyder) (Teclados, Vocais)
Art Webster (Baixo)
Frank Youngblood (Vocais)
 

 
01. Sergeant Death (5:02)
02. Simone (3:57)
03. Sexual Fantasy #8 (3:39)
04. Having A Cigarette (2:09)
05. I Need A Woman (4:10)
06. Hungry Lovin’ Blues (2:42)
07. Mannequin (5:41)
08. Tribute To The Bo (4:18)
09. Smoke & Stone (5:08)



VALE A PENA OUVIR DE NOVO

 

                             Rita Pavone - "Ciao, Rita" [1971]

The view from the top - Cat Stevens.

 



Nesta postagem falo de um disco que é uma compilação de músicas de Stevens de suas primeiras gravações (8 músicas de "Matthew and Son" e 9 músicas de "New Masters", sendo ambas de 1967) e que antecipavam o enorme sucesso do músico na década seguinte. Contém jóias pop que já prenunciavam aptidões radiofônicas como "Granny", "The First Cut Is The Deepest" e "The View From The Top"

Nada comparado ao estouro mundial do compositor com o álbum "Tea for the tillerman" (de 1970). Após uma década de intenso sucesso, Cat deixou a música em 1980 retornando apenas em 2006 com o nome Yusuf Islam, não sem antes produzir ele mesmo polêmicas fora da indústria do disco. Bem, vamos a algumas breves observações minhas sobre a obra:

A1) Where Are You - Linda balada, bem ao estilo que o consagrou.     
                                                                              
A2) Northern Wind - Com arranjos de cordas, bem densa. Outra que poderia muito bem ser tema de filme de época.

A3) It's A Super (Dupa) Life - Pop de rádio, alegre e descompromissada. Se Jean Luc Godard tivesse filmado "Acossado" no final dos anos 60, esta poderia tranquilamente ser tema do filme.
                    
A4) Lady - Balada tranquila e com um vocal cantado de forma moderada. Destaque.
               
A5) Bring Another Bottle Baby - Das minhas favoritas. Arranjo leve, bem tropical, típico som das canções californianas anos 60. 
               
A6) Granny - Esta chega a figurar entre os sucessos da primeira fase de sua carreira. Possui um dos melhores arranjos e melodia bem trabalhada.
              
B1) The Tramp - Interessante tema social com base em voz & violão e breve e bela intervenção de metal à moda hispânica.
                
B2) I'm So Sleepy - utilizando a voz no estilo infantil, Cat nos brinda com uma das melhores melodias do disco, bem intimista.
              
B3) Blackness Of The Night - pop music ao estilo balada intimista e com letra "lírica", lembra o tema A2 mas menos pomposa nos arranjos. Alcançou junto à "Kitty" apenas a posição 47 na parada britânica. 
                
B4) The First Cut Is The Deepest - sucesso do cantor e carro-chefe, a interpretação emotiva é uma das mais marcantes de sua carreira. Esta canção, além de sucesso em sua voz, também o foi com quatro outros artistas em regravações!
                  
B5) Come On Baby (Shift That Log) - harmonia dançante, sem grande destaque.
                    
B6) Humming Bird - Evoca uma nostalgia renascentista, com alta riqueza harmônica.
                     
C1) The View From The Top - Melodia bem trabalhada com orquestração pomposa, também um dos pontos altos do disco. Creio fale sobre um tema espiritual como tantos ao longo de sua carreira.
                     
C2) Portobello Road - Homenagem à famosa feira londrina. Alegre e viva, típica folk-song com assobios pontuando a harmonia, foi o primeiro single de 67 (segundo da carreira), alcançando o posto 28 na parada britânica. 
                                                                             
C3) I'm Gonna Be King - Apenas uma pop music ao longo do disco com timbres datados dos anos 60. Sem maior importância.
                 
C4) Moonstone *- Sua força reside na rica melodia, com instrumental de cordas bastante cheio.
                    
C5) I Love Them All *- Assim como outras desta fase, possui características típicas das canções dos anos 60, com final "lírico", eu diria...  
                     
C6) I've Found A Love - Típica música para as rádios, baseada em riff de violão e um regrão ganchudo. Pop song com uma ponte interessante.
                     
D1) Come On And Dance *- Pontuada por metais, também soa datada.
                     
D2) Image Of Hell - Com arranjo de country song, esta balada pungente lembra bastante as composições dos Bee Gees na década. A letra é sobre relacionamentos. 
                     
D3) I'm Gonna Get Me A Gun - De harmonia bem alegre e com ritmo frenético, creio ser uma crítica social bem ao estilo corrosivo de Cat. Alcançou o posto 6 na parada britânica.
                     
D4) A Bad Night - Pop de rádio com ritmo suave, poderia bem ser trilha de filmes de época.
                     
D5) Ceylon City *- Outra com características de arranjo e estrutura típicas dos anos 60 (junto às demais com *). Sem maior destaque. 
                     
D6) School Is Out - A harmonia segue a melodia em vários pontos e tem uma ponte instrumental maneira...mas nada comparada a outro sucesso seu com o tema escola: "Old school yard".






Ghost in the machine - The Police (1981)

 



Sucesso absoluto do grupo, seu quarto álbum (de 1981) teve 3 singles estrondosos, foi número um em diversos países - incluindo a Inglaterra - número dois nos USA e vendeu somente neste mais de 3 milhões de cópias. É incluído igualmente na lista de melhores álbuns de todos os tempos em algumas listas.
A curiosa capa em gráfico digital (por Mick Haggerty) foi escolhida porque a banda acabou não se decidindo por uma foto. Mostra os três integrantes com a parte de cima do símbolo representando seus cortes de cabelo! Curiosamente foi classificada entre as 50 melhores capas numa lista da VH1. O conceito do álbum foi inspirado em obra de mesmo nome do autor Arthur Koestler, o qual também inspiraria posteriormente o álbum "Synchronicity", de 1983.

Foi o primeiro álbum em que a banda usou fortemente teclados e sopros. Já evidenciava um distanciamento de seus membros, pelo sentimento de perda de ação como power-trio nos arranjos em detrimento do uso excessivo de teclados ou mesmo letras descartadas em favor das idéias de Sting.

Enquanto que o lado um traz os arrasa-quarteirões do disco (excetuando-se "Demolition man", a mais fraca do disco), o lado dois é curioso. As 3 primeiras são pra cima, sendo as 3 últimas algo sombrias, voltando ao clima musical do começo do disco. "Rehumanize yourself" tem harmonia composta por Copeland - sendo que o mesmo instrumental iria aparecer depois na trilha de "Rumble fish" de Coppola, em 1983 (com outro nome). "One world" e "Secret journey" trazem as levadas reggae irresistíveis da banda: os pedais saltados de Summers, as linhas de baixo criativas de Sting e a afinação inconfundível da bateria de Copeland. "Darkness" fecha o disco de maneira lamuriosa, com um teclado muito marcante.


Outras curiosidades: o clipe de "Invisible Sun" (minha preferida) foi banido da rede BBC por conter imagens do conflito armado na Irlanda do Norte, enquanto que as gravações iniciais de "Every Little Thing She Does Is Magic" estouraram o orçamento que a banda tinha à época, pois o equipamento disponível em estúdio não foi suficiente para finalizar a gravação desta canção. Um discaço. Para mim o melhor da banda, superando inclusive seu multi-aclamado último álbum. Boa audição.
    
lado A:
1. "Spirits in the Material World"                    
2. "Every Little Thing She Does Is Magic"            
3. "Invisible Sun"                                    
4. "Hungry for You (J'aurais toujours faim de toi)"  
5. "Demolition Man"                                   

lado B:
6. "Too Much Information"    
7. "Rehumanize Yourself"     
8. "One World (Not Three)"   
9. "Omegaman"               
10. "Secret Journey"        
11. "Darkness"              



Amazing Blondel - Amazing Blondel & A Few Faces (UK 1970)

 




Tamanho: 77,3 MB
Rasgado por: ChrisGoesRock
Arte Incluída

Amazing Blondel é uma banda acústica inglesa composta por Eddie Baird, John Gladwin e Terry Wincott. Eles lançaram vários LPs pela Island Records no início dos anos 1970. Às vezes, eles são classificados como folk psíquico, mas sua música era muito mais uma reinvenção da música renascentista, baseada no uso de instrumentos de época, como alaúdes e flauta doce.

John Gladwin e Terry Wincott haviam tocado em uma banda "elétrica" ​​barulhenta chamada Matusalém. No entanto, em algum momento dos shows do Matusalém, a dupla tocava um número acústico juntos: eles descobriram que isso caiu bem com o público e permitiu que eles trouxessem mais sutileza de seu canto e trabalho instrumental. Eles deixaram Matusalém em 1969 e começaram a trabalhar em seu próprio material acústico.

Inicialmente, seu material era derivado da música folclórica, em linha com muitos dos outros intérpretes da época. No entanto, eles começaram a desenvolver seu próprio idioma musical, influenciados, em um extremo, pelos revivalistas da música antiga, como David Munrow, e no outro extremo, por suas memórias de infância da série de TV Robin Hood, com sua trilha sonora pseudo-medieval de Elton Hayes.

A banda recebeu o nome de Blondel, o músico da corte de Ricardo I. Segundo a lenda, quando Ricardo foi mantido prisioneiro, Blondel viajou pela Europa central, cantando em todos os castelos para localizar o rei e ajudá-lo a escapar. Este nome para a banda foi sugerido por um chef chamado Eugene McCoy que ouviu algumas de suas músicas e comentou: "Oh, muito Blondel!" e eles começaram a usar esse nome. Eles foram então aconselhados a adicionar um adjetivo (na linha, por exemplo, com a Incredible String Band) e assim eles se tornaram "Amazing Blondel".

Seu primeiro álbum, The Amazing Blondel, foi gravado em 1969 e lançado pela Bell Records. Foi dirigido pelo lendário guitarrista Big Jim Sullivan. Mais ou menos nessa época, Eddie Baird (que conhecia os outros membros na escola) se juntou à banda. Seguindo o que Baird descreveu como "uma assinatura desastrosa do 'showbiz'", Amazing Blondel foi apresentado, por membros da banda Free, a Chris Blackwell da Island Records and Artists. Blackwell os inscreveu na Island, para quem gravaram seus três álbuns de definição, Evensong, Fantasia Lindum e England.

O estilo de sua música é difícil de categorizar. A maior parte foi composta por eles próprios, mas baseou-se na forma e estrutura da música renascentista, apresentando, por exemplo, pavanas, galhardas e madrigais. Às vezes é classificado como folk psíquico, mas provavelmente teria sido rejeitado tanto pela comunidade psicodélica quanto pela comunidade folk, embora seja instantaneamente reconhecível por estudantes de música antiga. Terry Wincott a descreveu como "música acústica pseudo-elizabetana/clássica cantada com sotaque britânico". Eddie Baird é citado como tendo dito "As pessoas costumavam nos perguntar: Como você descreveria sua música? Bem, não adiantava nos perguntar, não tínhamos a menor ideia."


Sua música foi comparada com a de Gryphon e Pentangle: no entanto, Amazing Blondel não abraçou as influências de rock do primeiro nem as influências de folk e jazz do último. Eles também foram comparados a Jethro Tull.

A banda empregou uma ampla gama de instrumentos (veja acima), mas, no centro de seu som, estava o uso do alaúde e das flautas doce.

Em digressão, os alaúdes revelaram-se instrumentos bastante difíceis de actuar em palco (em termos de amplificação e afinação) e, em 1971, a banda encomendou a construção de duas guitarras de 7 cordas, que podiam ser tocadas em afinação de alaúde. O design e a construção desses instrumentos foram realizados por David Rubio, que fez violões clássicos, alaúdes e outros instrumentos antigos para músicos clássicos, incluindo Julian Bream e John Williams.

O instrumento de Gladwin foi projetado para ter um som um pouco mais baixo, já que era usado principalmente como instrumento de acompanhamento, enquanto o de Baird tinha um pouco mais de ênfase nos agudos, para permitir que sua execução melódica no registro superior predominasse. Os dois instrumentos tiveram sucesso individualmente e também se misturaram bem. Eles também provaram ser estáveis ​​(do ponto de vista da afinação) para performance de palco. As guitarras foram equipadas com microfones internos para simplificar a amplificação.

Músicos:
 - John David Gladwin - vocais, violões de 12 cordas, alaúdes, contrabaixo
 - Terence Alan Wincott - vocais, violão de 6 cordas, harmônio, flauta doce, flauta, ocarina, congas
 - Edward Baird - primeiro alaúde, vocais, glockenspiel
+ Clem Cattini - bateria
+ Chris Karan - percussão
+ Gary Taylor - baixo
+ Jim Sullivan - arranjos com Amazing Blondel 


01. Saxon Lady  3:09 
02. Bethel Town Mission  3:15 
03. Season of the Year  2:46 
04. Canaan  3:50 
05. Shepherd's Song  6:14 
07. Though You Don't Want My Love  3:58 
08. Love Sonnet  4:08 
09. Spanish Lace  2:45 
10. Minstrel's Song  5:34 
11. Bastard Love  4:10 





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