terça-feira, 11 de julho de 2023
Blue Mountain - Blues Rock - Harmonica (USA)
Calle 13 - Latin Folk Rock (Puerto Rico)
Bo Diddley – The 20th Anniversary Of Rock 'N' Roll
Bob Dylan - 1988-06-15 - Denver
Bob Dylan
1988-06-15
Fiddler's Green Amphitheatre
Denver, CO
Soundbord Recording
CD 1:
01. Subterranean Homesick Blues
02. One More Cup Of Coffee (Valley Below)
03. It's All Over Now, Baby Blue
04. Stuck Inside Of Mobile With The Memphis Blues Again
05. You're A Big Girl Now
06. Ballad Of A Thin Man
07. Mama, You Been On My Mind
08. Eileen Aroon (trad., arr. Clancy Brothers and Tommy Makem)
09. Don't Think Twice, It's All Right
CD 2:
01. Just Like A Woman
02. Seeing The Real You At Last
03. Simple Twist Of Fate
04. Like A Rolling Stone
05. A Hard Rain's A-Gonna Fall
06. Maggie's Farm
Bob Dylan
1988-06-15
Fiddler's Green Amphitheatre
Denver, CO
Soundbord Recording
CD 1:
01. Subterranean Homesick Blues
02. One More Cup Of Coffee (Valley Below)
03. It's All Over Now, Baby Blue
04. Stuck Inside Of Mobile With The Memphis Blues Again
05. You're A Big Girl Now
06. Ballad Of A Thin Man
07. Mama, You Been On My Mind
08. Eileen Aroon (trad., arr. Clancy Brothers and Tommy Makem)
09. Don't Think Twice, It's All Right
CD 2:
01. Just Like A Woman
02. Seeing The Real You At Last
03. Simple Twist Of Fate
04. Like A Rolling Stone
05. A Hard Rain's A-Gonna Fall
06. Maggie's Farm
Van Halen - There's Only One Way To Rock Live
Van Halen - There's Only One Way To Rock Live
01 – Poundcake (Live)
02 – Love Walks In (Live)
03 – A Man On A Mission (Live)
04 – Best Of Both Worlds (Live)
05 – In N’ Out (Live)
06 – I Can’t Drive 55 (Live)
07 – Ain’t Talkin’ ‘Bout Love (Live)
08 – Spanked (Live)
09 – There’s Only One Way To Rock (Live)
10 – Finish What You Started (Live)
11 – Why Can’t This Be Love (Live)
12 – 316 (Live)
13 – Panama (Live)
14 – Jump (Live)
Van Halen - There's Only One Way To Rock Live
01 – Poundcake (Live)
02 – Love Walks In (Live)
03 – A Man On A Mission (Live)
04 – Best Of Both Worlds (Live)
05 – In N’ Out (Live)
06 – I Can’t Drive 55 (Live)
07 – Ain’t Talkin’ ‘Bout Love (Live)
08 – Spanked (Live)
09 – There’s Only One Way To Rock (Live)
10 – Finish What You Started (Live)
11 – Why Can’t This Be Love (Live)
12 – 316 (Live)
13 – Panama (Live)
14 – Jump (Live)
BOOTLEG
Roger Waters - Video Anthology
KoolKat Entertainment
Presents
A
KoolKat Entertainment
AND
Odyssey Productions
Feature
K_K DvD 0034
ROGER WATERS
Watching TV(RE-TUNED)
Video: NTSC
Resolution: 720x480 Mpeg 2 @29.97fps
Maximum Birate: 8300 kbps(VBR)
Aspect Ratio: 4.3 Fullscreen
Interlaced:Yes - Top Field First
Audio:Mono/Stereo LPCM @ 48000Hz1536kbps
Running Time: 68 minutes (approx)
Linage:Various VHS,TV & DvD>Pioneer DVR 720-HS>TmpgDvD Author>You
Video Quality:VG+ to Excellent(see footnotes for why the VG+)
Audio Quality:Best You Will Ever Get Hold Of
Main Menu: Yes....motion
Main Menu Audio: Yes
Track Menu: Yes
Track Menu Audio: Yes
Chapters: Yes,correct position.
Intros: Yes
Closing Credits: Yes
Cover Art: Yes
01 - The Pros and Cons of Hitch Hiking
02 - Sexual Revolution
03 - Every Stranger's Eyes
04 - Radio Waves
05 - Sunset Strip
06 - The Fish Report With A Beat
07 - Four Minutes
08 - The Tide Is Turning
09 - Another Brick In The Wall (Part II)
10 - What God Wants (Part I)
11 - Three Wishes
12 - Lost Boys Calling
13 - Brain Damage
Extras:
14 - Amused To Death EPK
15 - What God Wants (Part I)
Presents
A
KoolKat Entertainment
AND
Odyssey Productions
Feature
K_K DvD 0034
ROGER WATERS
Watching TV(RE-TUNED)
Video: NTSC
Resolution: 720x480 Mpeg 2 @29.97fps
Maximum Birate: 8300 kbps(VBR)
Aspect Ratio: 4.3 Fullscreen
Interlaced:Yes - Top Field First
Audio:Mono/Stereo LPCM @ 48000Hz1536kbps
Running Time: 68 minutes (approx)
Linage:Various VHS,TV & DvD>Pioneer DVR 720-HS>TmpgDvD Author>You
Video Quality:VG+ to Excellent(see footnotes for why the VG+)
Audio Quality:Best You Will Ever Get Hold Of
Main Menu: Yes....motion
Main Menu Audio: Yes
Track Menu: Yes
Track Menu Audio: Yes
Chapters: Yes,correct position.
Intros: Yes
Closing Credits: Yes
Cover Art: Yes
01 - The Pros and Cons of Hitch Hiking
02 - Sexual Revolution
03 - Every Stranger's Eyes
04 - Radio Waves
05 - Sunset Strip
06 - The Fish Report With A Beat
07 - Four Minutes
08 - The Tide Is Turning
09 - Another Brick In The Wall (Part II)
10 - What God Wants (Part I)
11 - Three Wishes
12 - Lost Boys Calling
13 - Brain Damage
Extras:
14 - Amused To Death EPK
15 - What God Wants (Part I)
BOOTLEG
Pearl JamHouse of Blues: Chicago, ILOctober 5, 2005
Source: Schoeps MK4s > Nbox > D100Lineage: DAT master > FLAC
CD101 -intro-02 Love Boat Captain03 Grievance04 Do The Evolution05 Even Flow06 Dissident07 Elderly Woman08 Corduroy09 Green Disease10 Daughter11 1/2 Full12 I Am Mine13 Betterman14 Black15 Alive16 Save You17 Porch
CD201 -encore 1-02 Man of the Hour03 Hard to Imagine04 I Got Shit05 Rearview Mirror
06 -encore 2-07 Given to Fly08 Going to California %09 Little Sister *10 Money (That's What I Want) *11 Fool in the Rain *12 Thank You *
13 -encore 3-14 Rockin' in the Free World *
% played by Robert Plant & the Strange Sensation* w/ Robert Plant
O Que Você Sabe Sobre… John Weathers?

John Weathers é um dos heróis esquecidos da era de ouro do Rock Progressivo. A habilidade de Weathers em manter um ritmo constante e denso que se desenvolvia ao seu redor fez com que as composições complicadas de uma das bandas mais originais do cenário tivessem uma sólida base. Trata-se do Gentle Giant.
O Gentle Giant sempre esteve ligado a uma forma musical mais séria como a música litúrgica européia, a Renascença, a música medieval e a música clássica, uma grande parte da música da banda sempre esteve ligada ao rítmo nas suas variadas formas, de intrincadas melodias em contraponto, dedilhados em tempos estranhos à efeitos sonoros editados como os vidros sendo estilhaçados que criavam um padrão durante a introdução de ‘The Runaway’ do disco In A Glass House (1973).
Weathers habilmente executava padrões complexos nas composições do grupo, como nos esforços estelares de discos como The Power And The Glory (1974), Free Hand (1975), In’terview (1976) e no ao vivo Playing The Fool (1977), discos estes que foram remasterizados e relançados em CD e download através do selo da banda o Alucard. “Eu era um baterista de Soul e R&B”, diz Weather, 63 anos, diretamente da sua casa no País De Gales. “Eu sempre tentei priorizar a base da música. Se você floreia cada coisinha que surge numa música, acaba virando uma confusão.”
Há uma década atrás Weathers ficou chocado ao descobrir que estava perdendo algumas de suas funções motoras e não poderia mais tocar o bumbo da bateria. “Eu fui diagnosticado com Ataxia espinocerebelar (spinocerebellar ataxia), é grego e significa ‘andar como se estivesse bêbado’ ou algo assim, ” ele continua. “Um dia eu fui tomar banho e percebi que uma perna sentia a água quente e a outra não. Sentia a água fria. Foi ai que eu percebi que tinha algo errado comigo.”

Mesmo que Weathers admita que não é mais o baterista que já foi um dia, não o exclua da música. Nos últimos anos ele tocou com a Wild Turkey, sua antiga banda e também se apresentou em 2005 em uma convenção do Gentle Giant em Quebec no Canadá com uma Roland HandSonic HPD-15, um pad de percussão para se tocar com as mãos, junto com os outros membros do grupo Gary Green (guitarra) e Kerry Minnear (teclados).
“A convenção do Gentle Giant foi a primeira vez que eu vi aquele pad da Roland, eu inclusive peguei ele emprestado para aquele show,” diz Weathers. “Não é um kit de bateria completo, e eu estava apenas colocando as batidas na música, mas não esqueça que bateristas são como pugilistas. Eles são lutadores. Eles não lutam com outras pessoas, mas eles certamente batem muito em suas baterias em um palco.”
Tem sido com esse mesmo estilo ‘desligado’ que definiu o estilo de tocar de Weathers, que ele conduz sua carreira e vida. Nascido em Carmarthen, no País De Gales, ele foi seduzido logo cedo pela batida do rock ‘n’ roll e pelo skiffle britânico, isso inspirou John a “pegar agulhas de tricô e tocar em cadeiras de madeira, quando eu tinha 13,” até que ele ganhasse sua primeira bateria um ano depois. “Depois disso eu acabei me metendo com as pessoas erradas e ‘pegando carros emprestado’,” ele explica. “Não muito tempo depois, quando eu tinha 15, eu fugi de casa e fui viver com uns parentes em Liverpool.”
Não disposto a se render para a vida de crimes, Weathers começou a dedicar seu tempo para a bateria, tendo se apresentado com vários músicos de Liverpool, até que o pródigo percussionista resolveu voltar a Carmarthen e alcançou seu primeiro grande passo na carreira musical. “Eu já era profissional com 16,” ele relembra, “e acabei entrando numa banda chamada Eyes Of Blue que tinha ganho uma competição de música ‘beat’ da (revista) Melody Maker em 1966, o que nos levou a assinar um contrato com a (gravadora) Decca.” O tempo que Weathers esteve com a Eyes Of Blue, uma banda que se transformou de um conjunto soul para a psicodelia pop vigente na época, foi uma grande fundação para o trabalho posterior que faria com o Gentle Giant, que tinha evoluído de uma maneira similar ao Eyes Of Blue, vindos também da influência R&B/pop e que na época se chamavam Simon Dupree And The Big Sound.
Weather conheceu os irmãos Phil, Derek e Ray Shulman, e na época fazia parte do grupo Grease Band com o baixista Alan Spenner e o vocalista/guitarrista Henry McCullogh, ele se juntou ao Gentle Giant apenas temporariamente para a turnê americana de 1972. Ele iria substituir o baterista Malcolm Mortimore, que tinha quebrado os ossos da bacia, braços e pernas em um acidente de moto. Mortimore tinha uma visão mais jazzística para as músicas do Gentle Giant, Weathers se aprofundou na música da banda e aproveitando os seus talentos baseados no groove que aprendera nos anos de R&B e Merseybeat de Liverpool, foi rapidamente convidado a se juntar à banda permanentemente. “Eu tentava frasear o que eu achava ser importante e necessário para cada música, dessa forma o ouvinte não se perde dentro da canção,” Weather conta. “Essa foi uma das razões que me fez ser convidado para entrar na banda.”
Weathers não só começou a explorar novos ritmos mas também começou a dar maior prioridade a sua musicalidade, especialmente no palco. As deslumbrantes performances do Gentle Giant ao vivo eram lendárias, em parte pela habilidade de todos os músicos da banda tocarem mais de 1 instrumento. De fato, Weathers frequentemente tocava xilofone e violão, demonstrando a profundidade da competência técnica dentro da banda. “A mudança de instrumentos fazia parte do que era a banda, e era muito divertido,” ele diz. “Nós queríamos que as pessoas que nos assistiam se divertissem tanto quanto nós.”
Nos discos de estúdio da banda, especialmente em Octopus (1973) – o primeiro ‘grande’ passo do baterista no Gentle Giant, ele vislumbrava pela primeira vez a estranha e engenhosa versatilidade do grupo. “A música ‘River’ tinha 3 de nós tocando percussão nela – eu, o tecladista Kerry Minnear, que é graduado em percussão e o Gary Green, que começou na música como baterista, “Weathers conta. “E também traz uns sons estranhos que eu gravei através de um truque que eu aprendi. O que eu fiz foi conectar uma mangueira plástica na saída de ar de um dos tambores da bateria, um tom de 13′, e soprava através da mangueira. Dessa maneira, eu criei esse som com efeito ‘iô iô’ – a afinação da bateria subia e descia quando eu fazia as viradas.”

Conseguir os resultados que se queria no estúdio não era nada fácil. Weathers lembra das primeiras sessões de gravação como estressantes e exigentes. “Quando Ray Shulman chegou com ‘The Boys In The Band’ para o Octopus (1973), eu quase morri,”ele relembra. “Eu disse, ‘O que você esperava que eu faça aqui?’ Ele respondeu, ‘Toque.’ Eu disse, ‘Me dê três semanas!'”
“Um dos problemas em gravar o Gentle Giant era a natureza complexa dos arranjos das músicas,” diz o produtor Martin Rushent, que trabalhou como engenheiro de gravação no disco Octopus (1973). “Musicalmente tudo é perfeito no papel. Mas a não ser que você grave as faixas de bateria perfeitas, tudo soa como bagunça, por culpa de todos os instrumentos que seriam colocados mais tarde em overdub. Refazer a bateria no meio de uma gravação seria um pesadelo. Por isso, John tinha que ser preciso. E ele era.”
Nos anos 70, o Giant atraiu um culto de seguidores com sua direção artística inflexível e shows direcionados à músicos, em grande parte graças aos pés e mãos firmes de Weathers. É dito também que o baterista ajudou a manter o grupo junto quando Phil Shulman, uma das principais forças criativas do Gentle Giant, decidiu deixar a banda ainda em 1973. Aparentemente as turnês sem fim e a natureza do comércio musical fizeram com que Phil parasse. Pressionados pela sua gravadora na época para escrever singles, e ficando cansados de verem seus compatriotas progressivos alcançando sucesso comercial, o Gentle Giant condensou e temperou sua música com essa intenção nos lançamentos futuros como The Missing Piece (1977), Giant For A Day! (1978) e o quase new wave Civilian (1980). “Eu me lembro que no The Missing Piece (1977), a maioria das músicas foi gravada em um só take,” Weather diz. “Nós ensaiamos muito aquele material, mas acabou ficando um pouco sem graça, eu acho.”
O tempo foi gentil com o Gentle Giant nos últimos anos, mas no fim dos anos 70 a banda estava completamente fora do mainstream musical. Até mesmo os fanáticos pela banda achavam que eles tinham alcançado o máximo da criatividade alguns anos antes. No fim, em 1980, o Gentle Giant encerrou as atividades. Cada integrante foi atrás de seus próprios interesses. O vocalista/saxofonista Derek Shulman, por exemplo, se transformou em um dos ‘maiorais’ de gravadoras, responsável por assinar com bandas de sucesso comercial como Nickelback, Pantera, Cinderella, Dream Theater e Bon Jovi. Weathers continuou ocupado com a música durante os anos 80 e 90 com a reformada banda Man e se apresentando e gravando com vários músicos locais e para a tv galesa.
Embora o novo miênio tenha trazido novos desafios, Weathers aprendeu valiosas lições com o tempo: “Eu aprendi a aceitar minha condição física atual,” ele diz. “É o que é. Uma das minhas coisas mais preciosas é um kit Ludwig Superclassic rosa do meio dos anos 60 que eu comprei quando era do Eyes Of Blue, ela já viu dias melhores e hoje está guardada no segundo andar da minha casa. Aquela bateria tem história. Eu simplesmente não consegui me desfazer dela antes. E ela nunca estragou de verdade. Eu estou planejando dar ela ao filho do Kerry Minnear, que também é baterista. É algo que eu quero fazer. E seria ótimo ver outra pessoa tocando aquela bateria mais uma vez.”
Pink Floyd E O The Dark Side Of Oz – Mito Ou Verdade?

Muito já foi dito sobre esse ‘mito’. Se você leitor não o conhece, aqui vai: Diz-se que ao rodar o filme ‘O Mágico De Oz’ com o famoso The Dark Side Of The Moon (1973) da banda inglesa Pink Floyd como trilha sonora, tem-se um casamento perfeito entre som e imagem, como se fosse sido propositalmente gravado como uma trilha sonora secundária ao filme. Existem inclusive DVDs piratas com essa sincronia pronta.

Ao longo dos anos muita coisa foi adicionada ao mito e muita gente acaba ‘viajando’ mais do que deveria ao falar sobre o assunto. Mas a verdade é que a grande maioria das pessoas NUNCA fez o experimento em casa, mesmo assim fala como se fosse uma verdade indubitável.
A banda oficialmente já desmentiu o fato diversas vezes a ponto de ficar chato e ridículo fazer uma pergunta dessas. Uma vez David Gilmour respondeu: “Algum cara com muito tempo livre teve essa idéia de combinar O Mágico de Oz com The Dark Side Of The Moon (1973) e virou esse mito“.

Esse que vos escreve já tentou sim, fazer o experimento em casa, com os objetos que nos dias de hoje parecem tão velhos, VHS e CD. E como todos aqueles que também já tentaram em casa, percebi que era uma missão ‘quase’ impossível. Era realmente complicado mesmo seguindo os ‘guias’ de internet, sim, existem guias bizarros pra isso (como ESSE).

A lenda urbana diz que é necessário colocar o filme, abaixar o volume completamente e no momento que o famoso leão da Metro-Goldwyn-Mayer (na versão em que ele aparece em preto-e-branco) der o terceiro rugido dar play no The Dark Side Of The Moon (1973) e continuar o tocando em loop até o final do filme, então ‘eventos mágicos’ serão apresentados a você.

É verdade que alguns pontos nos chamam atenção quando assistimos o filme dessa maneira, como:
– No verso ‘balanced on the biggest wave’ (balançando na maior onda) de ‘Breath In The Air’ é cantado justamente quando Dorothy está se equilibrando numa cerca e ‘On The Run’ começa quando Dorothy cai da cerca.
– Dorothy olha ao seu redor justamente quando o verso ‘look around’ (olhe ao redor) é cantado.
– Totó (o cachorro) aparece rindo para Dorothy quando a risada é ouvida no disco.
– As palavras Past, Present and Future (Passado, presente e futuro) podem ser lidas numa placa fora da casa do adivinhador durante o solo de ‘Time’ (Tempo).
– O adivinhador diz a Dorothy que ela precisa ir para casa justamente quando o verso ‘home, home again’ (em casa, em casa novamente) é cantado.
– Quando o tornado começa a tomar forma, a música muda para ‘The Great Gig In The Sky’ (O Grande Espetáculo No Céu).
– ‘Money’ começa justamente quando o filme fica colorido.
– A bruxa malvada aparece exatamente nas palavras ‘black, black’ de ‘Us And Them’.
– A parte ‘And who knows which is which and who is who’ (e quem sabe qual é qual e quem é quem?) é cantada quando a boa bruxa está explicando a Dorothy que existem duas bruxas malvadas – a do leste e a do oeste.
– As palavras ‘up, up’ (pra cima) são cantadas quando a bruxa malvada está em cima da plataforma, e ‘down, down’ (pra baixo) é cantada quando ela desce da plataforma.
Essas são só algumas das sincronias que, quer sim ou quer não, se ficarmos esmiuçando o filme iremos encontrar, muitas outras podem ser vistas em vários outros sites na web.
Pessoalmente, eu não acredito na teoria e acho que os dois separados são muito mais interessantes:

O Filme
O Mágico De Oz (The Wizard Of Oz) foi lançado em 1939 e tem Judy Garland no papel de Dorothy.
É baseado no livro homônimo de L. Frank Baum e conta a história de Dorothy que é capturada por um tornado que ocorre na fazendo onde ela vive no Kansas, e é levada a uma terra mágica onde ela encontra bruxas, um leão covarde, um homem de lata, um espantalho e etc. O filme foi um dos primeiros a utilizar a técnica Technicolor no cinema, que conseguia levar cor para a grande tela.
O Disco
The Dark Side Of The Moon (1973) é o disco de maior sucesso da banda inglesa Pink Floyd, tendo permanecido na parada de sucesso da Billboard 200 por 741 semanas consecutivas e mais de 1000 semanas no total, mais de 14 anos. Continua sendo um dos discos mais vendidos de todos os tempos.
Roger Waters (baixista, letrista e vocalista) fez uma turnê solo em 2007 apresentando o disco na íntegra
Não sou um perito nesse assunto e também não quis fazer nenhum sensacionalismo em cima dele, nunca foi a linha editorial do Progshine, mas quando meu amigo Vlad me mandou o vídeo abaixo achei que seria uma boa ideia escrever sobre o mito e deixar as pessoas que nunca viram nada sobre ele, ‘avisadas’. Então se você não tem o DVD do filme ou o CD (o que é um erro, nos dois casos), você ainda pode tirar suas próprias conclusões do fato no vídeo abaixo, uma edição feita em nossa era digital, com a ‘sincronia perfeita’. Mesmo achando que passa um pouco do bom senso comum é uma experiência válida assistir ‘The Dark Side Of Oz’ ao menos uma vez. Aproveitem!
Van Morrison - 1988-03-25 - Voss, Norway
with The Rune Klakegg Band
1988-03-25
Voss International Jazz Festival
Voss Kino
Voss, Norway
Soundboard Recording
320 kbps
Artwork Included
01. Evening Meditation (Instrumental)*
02. Celtic Excavation*
03. Foreign Window*
04. Queen Of The Slipstream
05. In The Garden
06. A Sense Of Wonder
07. Tore Down A La Rimbaud
08. Someone Like You
09. Saint Dominic’s Preview
10. She Gives Me Religion
11. The Mystery
12. Haunts Of Ancient Peace
13. Tupelo Honey
14. Moondance
15. Full Force Gale*
Destaque
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Em 11/02/1985: Leonard Cohen lança no (EUA, Europa) o álbum Various Postions Various Positions é o sétimo álbum de estúdio do cantor canad...
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