quinta-feira, 6 de junho de 2024

CANTORES FRANCESES (Lilly Wood & The Prick)

 

Lilly Wood & The Prick 

Lilly Wood and the Prick (também conhecida simplesmente como Lilly Wood e LILLYWOOD ) é uma dupla folk pop francesa composta por Nili Hadida e Benjamin Cotto. Nili nasceu em Israel. Eles são mais conhecidos por seu single “Down the Drain”.




História 

Lilly Wood e The Prick no Rock en Seine Festival, Paris, 2011

2006: Formação 

A dupla foi formada em 2006, quando se conheceram em um café parisiense e decidiram colaborar na composição de músicas juntos.

2008–09: Lilly Quem e o quê? 

Depois de colaborarem em diversas músicas, em 2008 fizeram um cover de " LES Artistes " do Santigold . Eles também conheceram o guitarrista Pierre Guimard que ouviu suas músicas no MySpace e se ofereceu para trabalhar com eles e abriu seu estúdio para a produção de seus trabalhos. Em 2008 foi lançado a faixa da coletânea intitulada Folk & Proud seguida, em 2009, do EP da dupla Lilly Who and the What? referindo-se ao nome artístico da dupla. Foi lançado pelo selo independente Choke Industry fundado por Pierre Guimard e por Matthieu Tessier, empresário da dupla. Depois de 2009, eles assinaram com outra gravadora independente chamada Cinq7. [1]

2010–13: Amigos invencíveis e a luta 

Seu primeiro álbum de estúdio, Invincible Friends, foi lançado em 31 de maio de 2010. Em 9 de fevereiro de 2011, eles foram indicados ao prêmio de "revelação do público" pelas Victoires de la Musique . Na cerimónia oficial realizada no dia 1 de março e transmitida pela France 2 , TV5 Monde e France Inter venceram concorrentes da mesma categoria de Ben l'Oncle Soul , Camélia Jordana , Zaz , Féfé, Guillaume Grand , Florent Marchet e Okou [2 ] Eles também fizeram uma turnê, incluindo uma no Olympia Paris em 1 de junho de 2011. Seu álbum seguinte foi The Fight, lançado em 5 de novembro de 2012. Em 2013, eles foram ao cinema com um filme chamado Lilly Wood e The Prick au Trianon dirigido por Benjamim Lemaire .

2014–2016: "Oração em C" e Sombras 

Em junho de 2014 eles lançaram o single " Prayer in C ", faixa originalmente incluída em seu álbum de 2010, Invincible Friends . O DJ e produtor alemão Robin Schulz remixou a música trazendo sucesso em toda a Europa. [3] O sucesso da música ajudou a impulsionar a dupla para sua música solo de maior sucesso na França em 2015, com uma música chamada "I Love You" chegando ao número 65. Eles lançaram seu álbum de estreia "Shadows" junto com outros dois singles, "Box Of Noise" e uma sessão de estúdio de "Kokomo" em 2016.

2020 – presente: "Mais qualquer coisa" 

Em 2020 retornaram com a balada “Lonely Life” durante a pandemia de COVID-19 e posteriormente anunciaram seu novo álbum intitulado “Most Anything”, álbum do qual lançaram os singles “You Want My Money” “A Song” e “In Love For The last time". O álbum se caracteriza por ser experimental e com novos ritmos em relação aos trabalhos anteriores.

Tempo depois eles lançaram a versão em espanhol de "You Want My Money" estilizada como (Quieres mi plata).

Membros 

  • Nili Hadida, vocalista da banda, é uma francesa nascida em Tel Aviv , Israel em 1986. Morou em Paris desde os 6 meses de idade. Ela também morou na Inglaterra e na Califórnia quando era adolescente. Ela canta principalmente canções francesas, incluindo baladas jazzísticas e dos anos 1980. Ela também executou covers de músicas de Elliott Smith e Fiona Apple .
  • Benjamin Cotto, guitarrista

Durante os shows ao vivo, a dupla é acompanhada pelos músicos Pierre Guimard (guitarra, baixo) e Mathias Fisch (bateria). Em setembro de 2010, Clément Fonio ingressou como baixista. Em janeiro de 2011, Fonio foi substituído por Mathieu Denis (baixo, teclados).


Parecido com







Fotos







Faixas mais ouvidas



Neste dia, em 1970, o single "Teach Your Children" de Crosby, Stills, Nash & Young estreou na Billboard Hot 100 dos EUA na #85 (6 de junho)


 Neste dia, em 1970, o single "Teach Your Children" de Crosby, Stills, Nash & Young estreou na Billboard Hot 100 dos EUA na #85 (6 de junho)

Este clássico foi originalmente escrito por Graham Nash em 1968, quando ele era um membro dos Hollies.
Embora nunca tenha sido gravado por aquele grupo em um estúdio, os Hollies gravaram-no ao vivo em 1983.
Depois que a canção foi inicialmente gravada para o álbum "Crosby, Stills & Nash" em 1969, uma versão muito mais melhorada da canção foi gravada para o álbum "Déjà Vu" de Crosby, Stills, Nash & Young, lançado em 1970.
A gravação apresenta o Grateful Dead's Jerry Garcia na guitarra pedal steel, que aprendeu sozinho a tocar o instrumento durante o seu mandato com os New Riders of the Purple Sage.
Ele fez um acordo que, em troca de tocar guitarra de aço em "Teach Your Children", o CSNY ajudaria os membros do Grateful Dead a melhorar a harmonia vocal para os seus próximos álbuns, "Workingman's Dead" e "American Beauty".
A canção foi para #7 na Holanda, #8 no Canadá, #11 na Austrália, #16 nos EUA e #19 na Nova Zelândia.



Neste dia, em 1976, o LP da Ted Mulry Gang "Struttin'" estreou nas paradas de álbuns australianas (7 de junho).

Neste dia, em 1976, o LP da Ted Mulry Gang "Struttin'" estreou nas paradas de álbuns australianas (7 de junho).
"Struttin'" acabou por ser o álbum mais bem sucedido do TMG, eventualmente atingindo a #8.
O primeiro single "Darktown Strutters' Ball" foi um cover de rock de um jazz standard de 1917, que acabou por ser o segundo single mais popular da TMG atrás do hit #1 da banda "Jump in my Car", atingindo o #3 nas paradas australianas.
O segundo single "Crazy" também se saiu bem, chegando ao #11.



Review: Amon Amarth – Berserker (2019)

 


Chegando ao seu décimo-primeiro álbum, o Amon Amarth lançou no início de maio Berserker, sucessor do sólido Jomsviking (2016). O disco marca a estreia em estúdio do baterista Jocke Wallgren (ex-October Tide e Valkyrja, entre outros), que entrou na banda em 2016 substituindo Fredrik Andersson.

Expoente máximo do viking metal, o quinteto sueco batizou o novo álbum em uma referência aos berserker, linhagem de guerreiros nórdicos associados a Odin, o Pai de Todos, e cuja selvageria em batalha era lendária, uma espécie de frenesi insano que os lançava contra as linhas inimigas.

O disco foi produzido por Jay Ruston (Anthrax, Stone Sour, Killswitch Engage) e traz 12 faixas espalhadas por pouco menos de 1 hora de duração. Musicalmente, temos a banda partindo do terreno de sempre – o death metal melódico – e o adornando com melodias que possuem uma raiz mais antiga, inspirada na cultura viking. A energia é uma constante, assim como a agressividade, que advém principalmente do ótimo vocal de Johan Hegg. As guitarras da dupla Olavi Mikkonen e Johan Söderberg trabalham com uma precisão e um entrosamento incrível, enquanto Wallgren mostra serviço ao lado do baixista Ted Lundström na cozinha. O grupo sabe alternar dinâmicas durante as músicas, fazendo com que elas tenham momentos de maior velocidade com outros mais cadenciados, recurso esse que já se provou pra lá de eficiente ao longo dos anos.

Entre as músicas destaque para as harmonias de guitarra de “Crack the Sky”, a matadora “Mjolner, Hammer of Thor” (com cara de futuro clássico), o clima de hino de batalha de “Shield Wall”, as melodias de “Raven’s Flight” (escolhida como primeiro single não por acaso), o clima épico e os coros de “Ironside” e as guitarras maidenianas de “When Once Again We Can Set Our Sails”.

Merecem atenção também as aventuras por caminhos mais lentos e que contrastam com a velocidade onipresente nas demais composições, e que podem ser ouvidos em “The Berserker at Stamford Bridge” e “Into the Dark”. Essas duas faixas acrescentam um pouco mais de variedade ao tracklist, tornando-o ainda mais forte. Esse é um aspecto importante, pois o death melódico, quando feito sem a dose de talento que o Amon Amarth sempre demonstrou, possui a tendência de soar invariavelmente repetitivo, reciclando fórmulas e apostando sempre na mesma receita. A banda foge dessa armadilha em todas as composições do álbum, mostrando que ainda tem muito a dizer e acrescentar.

Berserker é um disco sólido e competente, que mantém o alto nível que o Amon Amarth sempre demonstrou em toda a sua carreira. Uma bela aquisição a uma das melhores discografias do metal.



Review: Fantastic Negrito – The Last Days of Oakland (2016)

 


Fantastic Negrito é um caso sério. Este norte-americano nascido em Massachusetts e batizado como Xavier Amin Dphrepaulezz passou metade de vida tentando emplacar uma carreira artística. Inspirado por Prince, lançou um disco em 1996 chamado The X Factor e creditado apenas como Xavier, em que compôs todas as músicas e tocou todos os instrumentos. Não emplacou.

Caiu na vida, vendeu drogas, acabou nas ruas de Oakland, sofreu um acidente de carro quase fatal em 1999 que o deixou em coma por três semanas, abriu uma boate ilegal em Los Angeles, desistiu do sonho e não sabia pra onde ir. Passou um tempo sem rumo e retornou para o seu primeiro amor, a música, assumindo a alcunha de Fantastic Negrito e gravou seu debut auto intitulado em 2014. A recepção positiva o motivou a gravar um segundo trabalho, e daí tudo mudou.

The Last Days of Oakland foi lançado em 3 de junho de 2016 e finalmente Xavier, que agora não é mais Xavier mas sim Fantastic Negrito, encontrou o seu lugar ao sol. O álbum encantou a crítica, ganhou o Grammy de Best Contemporary Blues Album em 2017 e alavancou a carreira do nosso amigo. Produzido pelo próprio Negrito, o disco traz quinze faixas espalhadas por 50 minutos de um som cativante, que bebe sem pudores no enorme caldeirão da música negra e une o blues ao funk, ao soul, ao rap e ao rhythm & blues, tudo com um groove acachapante e um clima pop que faz com que a audição seja uma experiência de empolgação crescente. Resumindo: não tem música ruim.

Acompanhado por Masa Kohama (guitarra), LJ Holoman (piano e órgão), Cornelius Mims (baixo) e Omar Maxwell (bateria), Fantastic Negrito canta e toca piano e guitarra, completando uma banda que tem o balanço e a malandragem em seu DNA. Totalmente composto por Negrito e também produzido pelo músico, o disco traz ainda uma versão para “In the Pines (Oakland)”, canção tradicional que o lendário bluesman Leadbelly gravou na década de 1940.

A voz de Fantastic Negrito vem carregada com doses generosas de feeling e possui um timbre arrepiante, intensificado pela forma sanguínea com que canta as letras, como se tudo saísse direto do seu coração. Instrumentalmente, há uma atualização inegável de um gênero bastante tradicional como o blues, que aqui ganha um ar mais moderno e contemporâneo, seja pelas batidas e ritmos ou pelos arranjos e timbres, todos conversando com o presente e jamais com o passado.

A tradição do delta do Mississippi voa direto e sem escalas para a década de 2010 em “Working Poor”, enquanto “About a Girl” e “In the Pines (Oakland)” são doces irmãs siamesas. “Scary Woman” é o que o Outkast faria se fosse uma banda de blues, enquanto “The Nigga Song” é de uma profundidade e um feeling incríveis.

The Last Days of Oakland é uma obra de arte, que ganha status de clássico moderno do blues com o reconhecimento – justo, diga-se de passagem – dado pelo Grammy. Um disco espetacular e que qualquer pessoa que ama a música, como eu e você, deveria ter como CD de cabeceira.




Review: Gojira – Magma (2016)

 


O Gojira é uma força da natureza. A banda francesa galga com vigor os degraus para se transformar em um dos maiores nomes do metal contemporâneo, e dá esses passos impulsionada por discos absolutamente incríveis. Magma, trabalho mais recente do quarteto, saiu em 2016 e é mais um álbum incrível de uma banda sem igual.

Sucessor do igualmente impressionante L’Enfant Sauvage (2012), Magma foi gravado no Silver Cord Studios em Nova York e chegou às lojas em 17 de junho de 2016. Produzido pelo vocalista e guitarrista Joe Duplantier, mostra a banda caminhando naturalmente dentro da evolução de seu universo sonoro. O grupo, que é completado pelo guitarrista Christian Andreu, pelo baixista Jean-Michel Labadie e pelo baterista Mario Duplantier (ele e Joe são irmãos) talvez seja a mais perfeita definição do metal moderno, do modo de se fazer música pesada na década de 2010.

As dez faixas de Magma são densas, alternam andamentos rápidos com outros mais mid-tempo, apresentam riffs pesadíssimos, vocais ora guturais ora limpos e um trabalho rítmico cirúrgico. Um dos pontos principais da sonoridade do Gojira está na abordagem das guitarras, que despejam riffs que alteram de maneira quase simultânea acordes mais graves com rompantes onde os dedos descem pelo braço do instrumento e encaixam notas mais agudas. Isso é feito de maneira tão brilhante e criativa que imprime uma personalidade fortíssima para os franceses, e mostra que tanto Joe Duplantier quanto Christian Andreu compartilham influências que vão de horizontes tão díspares quanto Tom Morello e Euronymous. O groove é outro ponto forte, fazendo com que as composições pulsem em rompantes explosivos e quase orgásticos e contem com uma onipresença percussiva proporcionada tanto pelo baixo quanto pela bateria.

Há um certo clima sombrio e desolador nas canções de Magma, como se elas traduzissem de maneira musical o mundo atual. Uma desesperança, uma ansiedade que teima em ser contida enquanto escapa pelos poros, um sentimento de desespero que insiste em não passar. Black Sabbath, Metallica, Mastodon: no caldeirão de inspirações do Gojira, há espaço para referências das mais diversas épocas.

Aclamado como melhor álbum de 2016 pela Metal Hammer, principal revista do gênero em todo o mundo, e presente em inúmeras listas de melhores álbuns daquele ano, Magma é o disco mais maduro do Gojira. O nível de composição é assustador, enquanto a execução alia técnica e uma química profunda entre os músicos. O resultado só poderia ser um álbum acachapante, que destaca-se com facilidade da imensa maioria de discos gravada nos últimos anos e comprova o quanto o Gojira é uma banda à frente de seus pares.

Entre as músicas, preciso dizer que a canção de abertura, a fantástica “The Shooting Star”, é uma das melhores que ouvi nos últimos anos. Aliando peso e melodia, apresenta a carta de intenções da banda com primazia e desloca o queixo do ouvinte até o chão logo de saída. “Silvera” aumenta o volume da agressividade e traz uma melodia que remete ao oriente e um bem encaixado clima épico. “Stranded” é o que o KoRn quis ser durante toda a vida e jamais conseguiu. A instrumental “Yellow Stone” soa como se Tony Iommi tivesse nascido nos anos 1990 e não no final da década de 1940. A canção que batiza o disco vem com uma parede densa de guitarras, um wall of sound que rebate ondas de melodias e grooves e tem elementos até mesmo de post-punk. O andamento meio Meshuggah de “Pray” é construído através de um arranjo crescente, enquanto “Only Pain” é groove metal na melhor definição do termo.

Magma é um disco completo gravado por uma banda de imenso talento e que não tem medo de explorar suas ideias. E que, justamente por isso, coloca-se como um nome sem igual no heavy metal atual. Do jeito que o Gojira vem crescendo e evoluindo, não há dúvidas de que estamos presenciando o nascimento de um gigante da música pesada.




Em 05/06/1995: Black Sabbath lança o álbum Forbidden


 Em 05/06/1995: Black Sabbath lança o álbum Forbidden

Forbidden é o décimo oitavo álbum de estúdio da banda de rock inglesa Black Sabbath, foi lançado em 5 e 20 de junho de 1995.
Essa gravação viu a reunião da formação Tyr era do Black Sabbath em 1990, com o retorno de Neil Murray e Cozy Powell.
Foi o último álbum a apresentar Tony Martin nos vocais, Geoff Nicholls nos teclados, e o último até 2013, quando Ozzy Osbourne e Geezer Butler retornaram para o álbum 13. O álbum vendeu 21.000 cópias nos EUA em sua primeira semana e em 2013, Forbidden vendeu 191.000 cópias nos EUA. O álbum recebeu uma resposta geralmente negativa da crítica e dos fãs. Após seu lançamento, a banda passou por várias mudanças de formação e se viu em uma encruzilhada de carreira. Ozzy Osbourne, se reconciliaria com o guitarrista Tony Iommi não muito tempo depois.
Em janeiro de 2024, Tony Iommi confirmou que um box set dos álbuns de Tony Martin seria lançado em maio de 2024. Em 22 de março de 2024, o box set Anno Domini 1989–1995 foi anunciado, reunindo os quatro álbuns gravados com Tony Martin lançados pela IRS Records.
O box set contém um remix completo de Forbidden de Tony Iommi. Além disso, a edição em CD do álbum inclui a faixa bônus japonesa "Loser Gets It All'".
Lista de faixas:
Todas as letras escritas por Tony Martin, exceto "The Illusion of Power" por Martin e
Ice T. Músicas compostas por Black Sabbath.
1. "The Illusion of Power" : 4:51
2. "Get a Grip" : 3:58
3. "Can't Get Close Enough" : 4:27
4. "Shaking Off the Chains" : 4:02
5. "I Won't Cry for You" : 4:47
6. "Guilty as Hell" : 3:27
7. "Sick and Tired" : 3:29
8. "Rusty Angels" : 5:00
9. "Forbidden" : 3:47
10. "Kiss of Death" : 6:06
11. "Loser Gets It All (faixa bônus)
(apenas na versão japonesa)" : 2:55
Pessoal Black Sabbath:
Tony Martin - vocal
Tony Iommi - guitarra
Neil Murray - baixo
Cozy Powell - bateria
Geoff Nicholls - teclados
Participação
Ice T - alguns vocais em
"The Illusion of Power".



Em 06/06/1988: The Moody Blues lança o álbum Sur la Mer

Em 06/06/1988: The Moody Blues lança o álbum Sur la Mer
Sur la Mer é o décimo terceiro álbum de estúdio da banda Inglêsa de rock Moody Blues. Lançado em junho de 1988. O álbum apresenta o single de sucesso " I Know You're Out There Somewhere ", uma sequência de seu hit de 1986 " Your Wildest Dreams ". Grande parte da música do álbum se enquadraria no gênero "synthpop", embora incorpore mais influências rock e acústicas do que seu antecessor.
Outro single do álbum " No More Lies " que foi lançado nos EUA, não chegou às paradas da Billboard Hot 100, mas alcançou a 15ª posição na parada Billboard Adult Contemporary.
" Here Comes the Weekend " foi lançado como single apenas na Austrália, mas alcançou a 50 posição na parada Billboard Mainstream Rock nos EUA. O flautista e vocalista Ray Thomas não apareceu no álbum, embora continuasse membro da banda na época em que foi gravado.
Lista da trilha original:
Lado Um:
1. "I Know You're Out There Somewhere" – 6:37
2. "Want to Be with You" – 4:48
3. "River of Endless Love" – 4:45
4. "No More Lies" – 5:13
5. "Here Comes the Weekend" – 4:13
Lado Dois:
6. "Vintage Wine" – 3:38
7. "Breaking Point" – 4:56
8. "Miracle" – 4:56
9. "Love Is on the Run" – 5:00
10. "Deep" (Hayward) – 6:50.
Pessoal:
Justin Hayward - vocais, guitarras,
teclados, sequência de bateria
John Lodge - voz, baixo, teclado,
sequência de bateria
Graeme Edge - bateria, percussão
Patrick Moraz - teclados, sintetizadores, arranjos.

 



Destaque

Van Morrison ‎– His Band And The Street Choir 1970

    1.  Domino 2.  Crazy Face 3.  Give Me a Kiss 4.  I've Been Working 5.  Call Me Up In Dreamland 6.  I'll Be Your Lover, Too 7.  B...