segunda-feira, 10 de junho de 2024
THE CINEMA SHOW • L'Errante • 2018 • Italy [Rock Progressivo Italiano/Heavy Prog]
domingo, 9 de junho de 2024
Bruce Springsteen - 01-09-1973 - Boston
Bruce Springsteen
09/01/1973
Estúdios WBCN
Boston MA
01. Satin Doll
02. Bishop Danced
03. Wild Billy's Circus Story
04. Song To The Orphans
05. Does This Bus Stop At 82nd Street?
El primer programa de radio de Bruce y el material "en vivo"
Roger Waters "The Wall Live 2012 Time Warner Cable Arena, Charlotte"
Time Warner Cable Arena
Charlotte, NC
July 10, 2012
Setlist:
Announcer-Spartacus
In the Flesh
The Thin Ice
Another Brick in the Wall pt. 1
The Happiest Days of Our Lives
Another Brick in the Wall pt. 2
Another Brick in the Wall reprise
Tribute to Jean Charles de Menezes
Mother
Goodbye Blue Sky
Empty Spaces
What Shall We Do Now
Young Lust
One of My Turns
Don't Leave Me Now
Another Brick in the Wall pt. 3
Goodbye Cruel World
Intermission (cut)
Hey You
Is There Anybody Out There
Nobody Home
Vera
Bring the Boys Back Home
Comfortably Numb
The Show Must Go On
In the Flesh
Run Like Hell
Waiting For the Worms
Stop
The Trial
Outside the Wall
Roger Waters-The Wall L
MORNING AFTER - BLUE BLOOD (1971 UK, SUPERB PSYCHEDELIC/BLUES ROCK
Portanto, o álbum foi prensado apenas em pequenas quantidades. A gravação foi com equipamento de home studio. Algumas faixas do álbum soam como Blues Rock do falecido Fleetwood Mac e algumas têm um toque mais progressivo como Shuttah.
Ótimo e pesado trabalho de guitarra, fuzz e wah-wah por todo o álbum, vocais arrogantes, todos com ótimas composições. O título do álbum Blue Blood presumia uma família nobre e rica e membro do establishment, mas a música e as letras são exatamente o oposto. A música deste álbum é puro British Underground, eletrizante, pura e crua, sem Sgt. Pepper canta músicas longas. Simplesmente soberbo!
* Norman Hume [Norman Beaker] (guitarra, voz)
* Malcolm Hume (bateria)
* Ian Stocks (baixo)
* John McCormick (teclados)
FREEDOM - THROUGH THE YEARS (1971 UK, SUPERB HARD/PSYCHEDELIC/BLUES-ROCK
Freedom foi uma lendária banda britânica de hard rock psicodélico. Este é o quarto álbum deles, originalmente lançado pelo selo colecionável Vertigo em 1971. Som poderoso de hard rock/blues com wah alto/guitarras distorcidas, faixas longas, vocal desperdiçado. Recomendado para fãs de Clear Blue Sky, Budgie, Jodo.
Embora as raízes de "Through The Years" estejam no hard rock, ela tem muitas influências de blues na maioria das músicas (especialmente nos solos de guitarra). Além disso, a música folk e pop não é estranha ao Freedom, já que além dos violões, eles usam harmonias vocais muito “cativantes” em suas músicas. Exemplo típico do lado “mais suave” de Freedom é a balada “Thanks”, que facilmente se destaca das demais músicas.
1960 - Ella Fitzgerald Sings Songs From 'Let No Man Write My Epitaph
01. Black Coffee" (Sonny Burke, Paul Francis Webster)
02. Angel Eyes" (Earl Brent, Matt Dennis)
03. I Cried for You" (Gus Arnheim, Arthur Freed, Abe Lyman)
04. I Can't Give You Anything but Love, Baby" (Dorothy Fields, Jimmy McHugh)
05. Then You've Never Been Blue" (Ted Fio Rito, Sam M. Lewis, Frances Langford, Joe Young)
06. I Hadn't Anyone Till You" (Ray Noble)
07. My Melancholy Baby" (Ernie Burnett, George Norton)
08. Misty" (Johnny Burke, Erroll Garner)
09. September Song" (Maxwell Anderson, Kurt Weill)
10. One for My Baby (and One More for the Road)" (Harold Arlen, Johnny Mercer)
11. Who's Sorry Now?" (Burt Kalmar, Harry Ruby, Ted Snyder)
12. I'm Getting Sentimental Over You (George Bassman, Ned Washington)
13. Reach for Tomorrow (McHugh, Washington)
Paul smith: piano
02. Angel Eyes" (Earl Brent, Matt Dennis)
03. I Cried for You" (Gus Arnheim, Arthur Freed, Abe Lyman)
04. I Can't Give You Anything but Love, Baby" (Dorothy Fields, Jimmy McHugh)
05. Then You've Never Been Blue" (Ted Fio Rito, Sam M. Lewis, Frances Langford, Joe Young)
06. I Hadn't Anyone Till You" (Ray Noble)
07. My Melancholy Baby" (Ernie Burnett, George Norton)
08. Misty" (Johnny Burke, Erroll Garner)
09. September Song" (Maxwell Anderson, Kurt Weill)
10. One for My Baby (and One More for the Road)" (Harold Arlen, Johnny Mercer)
11. Who's Sorry Now?" (Burt Kalmar, Harry Ruby, Ted Snyder)
12. I'm Getting Sentimental Over You (George Bassman, Ned Washington)
13. Reach for Tomorrow (McHugh, Washington)
Paul smith: piano
1973 - Chavela Vargas - Amanecí en tus Brazos
1 - Toda una Vida (Osvaldo Farrés)
02 - Amanecí en tus Brazos (Jose A. Jimenez)
03 - Doña Rosario (José A. Morales)
04 - La Noche de mi Amor (Dolores Duran)
05 - Esta Tristeza Mía (A. Valdés Herrera)
06 - Qué nos Dio (J. M. Arnaud, R. Gómez Moncada)
07 - Mi Golondrina (Irene Pintor)
08 - Donde me Comienza el Alma (J. M. Arnaud, R. Gómez Moncada)
09 - Tú Eres mi Destino (C. Gómez Barrera)
10 - La Peregrinación (Ariel Ramirez)
11 - Los Peces (arr. Chavela Vargas)
12 - Nosotros (Pedro Junco, Jr)
13 - Cuando Vivas Conmigo (Jose A. Jimenez)
Antonio Bribiesca: violão
02 - Amanecí en tus Brazos (Jose A. Jimenez)
03 - Doña Rosario (José A. Morales)
04 - La Noche de mi Amor (Dolores Duran)
05 - Esta Tristeza Mía (A. Valdés Herrera)
06 - Qué nos Dio (J. M. Arnaud, R. Gómez Moncada)
07 - Mi Golondrina (Irene Pintor)
08 - Donde me Comienza el Alma (J. M. Arnaud, R. Gómez Moncada)
09 - Tú Eres mi Destino (C. Gómez Barrera)
10 - La Peregrinación (Ariel Ramirez)
11 - Los Peces (arr. Chavela Vargas)
12 - Nosotros (Pedro Junco, Jr)
13 - Cuando Vivas Conmigo (Jose A. Jimenez)
Antonio Bribiesca: violão
Noise Floor - Spock's Beard
A terceira, "Somebody's Home", já é um pouco mais interessante, tem um refrãozinho bacana, com bons vocais, e passagens que remetem mais à personalidade sonora da própria banda, claro, com uma pitadinha de Enchant, que o Ted traz como cortesia. "Have We All Gone Crazy Yet" traz aquela sonoridade do Beard quarteto de 2003 a 2010 com os vocais de Leonard, e o mesmo pode ser dito de "So This Is Life", mas de forma mais intimista. Confesso a vocês que essa sonoridade da banda pós-Neal às vezes me enjoa um pouco. Leonard diz que as músicas estão mais melódicas e que eles estão tentando chamar a atenção das pessoas mais cedo nas composições se compararmos com o passado. Me desculpe, mas eu consigo ver isso nos discos em que o Neal Morse esteve envolvido, não agora.
As faixas bônus do EP lançado junto com o álbum, chamado Cutting Room Floor, são mais do mesmo que a gente já teve em outras versões especiais. Não são ruins, mas não são também aquela coisa que te faz flutuar. A primeira faixa, "Days We'll Remember", é legalzinha, tem uma veia folk, mas nada além do habitual; a segunda, "Bulletproof", tem a atmosfera do Genesis setentista, a época quarteto, quando o Steve Hackett ainda era da banda, faixa bacana, mas normal também; "Vault" para mim foi a melhor deste disco bônus, mais diferenciada, com mais variações, tem um refrãozinho bacana, mas de novo, nada de impressionante; por fim, "Armageddon Nervous" é uma instrumental que remete ao som do Beard mais clássico, mas fica por isso mesmo, interessante, mas já fizeram melhor no passado, bem melhor.
Em resumo, este disco mais recente do Spock's Beard é um disco que, como fã de longa data deles, eu não recomendo que o ouvinte casual vá atrás. Antes disso, seria maravilhoso se essa pessoa fosse atrás da compilação The First Twenty Years, que é maravilhosa e explora bons momentos da banda desde o seu início. Essa coletânea seria a apresentação ideal ao grupo americano, para depois pegar este disco e explorar mais o material anterior que é sensacional, especialmente na era de Neal Morse. Este novo álbum, porém, fica sendo algo só para os fãs de longa data mesmo, porque apesar de ter sua qualidade, não é um dos trabalhos mais primorosos do grupo, mas é sempre bom escutá-los em atividade.
Músicos adicionais:
Nick D'Virgilio: bateria, voz, percussão, guitarra, violão
Eric Gorfain: violino
Leah Katz: viola
Richard Dodd: cello
David Robertson: corne inglês
Moonglow - Tobias Sammet's Avantasia

Acompanho os caras já a muito tempo, desde a época das duas primeiras metal-óperas lançadas com caras como o nosso já saudoso André Matos. Na verdade eu ia fazer essa resenha do álbum Moonglow, novo disco do Avantasia lançado em Fevereiro deste ano, ainda na metade do ano, estava programado para mim, mas a morte repentina do Matos atrapalhou tudo e me fez suspender a ideia. Mas eu decidi falar do disco novo agora, antes do ano acabar.
O Avantasia também já havia lançado um disco em 2016, o Ghostlights, ano em que eu já escrevia em meu blog, mas fiquei na dúvida em falar dele ou não, porque o Ghostlights continuava a história do álbum The Mystery of Time, então decidi deixar passar e falar dos dois discos algum tempo depois, ou quando saísse outro disco, que é o caso agora, em 2019. Bom, mas chega de adiar as coisas, vamos ao que interessa.
A ilustração da capa do disco em si é um verdadeiro show a parte! Além de ilustrar a narrativa do disco, também foi inspirada nas ilustrações e conceitos de filmes do diretor Tim Burton. E olhem, tem tudo a ver com a narrativa doida, poética e com letras que te fazem refletir; tanto, que às vezes é preciso até pausar a música para poder ler a coisa e pensar mais um pouco. Dizem que o Tobias estava compondo um trabalho solo, mas a coisa começou a ficar tão parecido com Avantasia, que ele resolveu transformar de vez no próximo projeto do Avantasia. Isso sim é que é ter a coisa no sangue!
A história do disco é sobre uma criatura sombria, esta daí da foto da capa que, se eu entendi bem a proposta, lida com os sentimentos de não-adaptação à beleza do mundo, e acaba encontrando na beleza da lua o refúgio que precisa para refletir sobre seus próprios sentimentos. Na primeira faixa, "Ghost in the Moon", dá pra perceber esse questionamento sobre o amor pelo belo que todos ensinam para que você se sinta parte do universo, mas ao mesmo tempo se questiona a feiura que também lhe é apresentada no decorrer da vida, e que nos deixa confusos. Uma breve apresentação do personagem também é feita, em que ele se define apenas como um rumor, metade-humano, alguém que não consegue se adaptar a este mundo. Há também uma citação da obra anterior, Ghostlights, quando vemos na música o verso "mystery of a blood red rose", talvez com Tobias querendo encaixar tudo em um mesmo universo, mas não tenho certeza. Musicalmente muito bonita, com viradas progressivas e peso característico, e com aqueles arranjos pop que a gente comumente vê nos discos do Avantasia, é um grande destaque.
E falando em maluquice, "The Raven Child" vem trazer exatamente isso. No começo, que soa bem música celta e tem uma abertura belíssima, parece que você está caminhando lado a lado com a criatura, ouvindo suas lamentações em forma de poesia, mas mais para frente, quando você desemboca já na parte Hard Rock, a gente tem a impressão que as sensações se misturam, e já não dá mais para distinguir entre realidade e sonho. Um personagem hermafrodita entra na trama e fala de procurar a luz, mas ser engolfado pelas trevas, entre outras maluquices que parecem saídas de um livro de Alice, ou de uma obra do próprio Tim Burton mesmo! O brilho lunar continua sendo o objetivo do protagonista em "Starlight", que conta com belos refrões.
"Invincible", uma bonita balada, mostra o personagem questionando seu verdadeiro lugar e querendo se encontrar de alguma forma, poetizando o "eu não pertenço ao lugar que estou". Em "Alchemy", novamente uma pesada ótima, esse não pertencer recai no seguir a corrente ou não, dois caminhos possíveis, a dúvida que permeia tanta gente.
As próximas três faixas tem títulos engraçados. Não por fazerem rir, mas por fazerem referência a algo conhecido, apesar de estruturalmente não terem nada a ver com a referência; a primeira das três chama "The Piper at the Gates of Dawn"... Pink Floyd?; a segunda delas é "Lavender"... Marillion?; e a terceira se chama "Requiem for a Dream"... o filme de Darren Aronofsky?; todas as três citam experiências que te deixam reflexivo ou meio maluco pensando, viajando. A primeira se refere ao período mais psicodélico do Floyd, a segunda ao período mais teatral do Marillion, e a terceira, bem, quem viu o filme sabe o tamanho da loucura que se passa com os personagens.
Mas também elas se conectam pela própria jornada em si. Não sei se as referências foram propositais ou não, mas na primeira, mais acelerada, a criatura já está bem alta no céu, na segunda, que tem um refrão pegajoso, praticamente caminhando em seu próprio sonho ou ilusão, figurativamente falando, e na terceira, acelerada e com ares de sinfonia na introdução inclusive, ironicamente parece ser um despertar do sonho, muito embora o termo "requiem" sinalize algo que está por vir. Aqui meio que termina a narrativa, mas o disco ainda está rolando.
O que temos em seguida é uma cover de "Maniac", famosa canção do filme Flashdance, inclusive eu gostei bastante dessa cover, se comparada com a original, fez muita justiça! E como faixa bônus, temos a bonita "Heart", que é uma composição solta e tem muito a pegada do AOR dos anos 80.
Bom, chegamos ao final. Como sempre, um trabalho de instrumentação perfeito, fantástico, vozes fenomenais, realmente muito bom. Tenho apenas duas críticas ao disco: há músicas em que ficaram vozes demais da conta. Eu sei que o Tobias curte esse lance de ter um ensemble de talentos vocais para cantar junto com ele, mas na música "The Piper at the Gates of Dawn", por exemplo, eu achei muito carregada de vocalistas diferentes, tanto que o Eric Martin só teve duas ou três linhas nessa música de quase sete minutos e meio. Outra coisa, é que desta vez não temos uma narrativa com ação, trata-se mais das reflexões de uma entidade sobre sua posição no mundo e sua busca por identidade através da lua. Isso fez com que o uso de diversos vocais ficasse meio fora de sintonia com a proposta, pois ninguém lá está fazendo um personagem de uma história, mas é bom ouvi-los cantando juntos, especialmente o Jørn Lande, cujo timbre vocal me agrada muito!
Enfim, eu recomendo muito este disco do Avantasia, mas se tem alguém aí que nunca escutou a banda, minha recomendação de sempre é que pegue primeiro os dois primeiros discos deles, as metal-óperas propriamente ditas, porque eu acredito que lá está a essência inicial do projeto, que mudou muito depois desses discos, e aí sim, vá ouvir este aqui e os demais. Fora isso, mais um ótimo lançamento do super-grupo que, quem acompanha, vai gostar bastante.
Vocalistas convidados:
Ronnie Atkins (Pretty Maids) - faixas 2, 5, 8
Jørn Lande (Jorn) - faixas 2, 4, 8
Eric Martin (Mr. Big) - faixas 8, 11
Geoff Tate (ex-Queensrÿche) - faixas 6, 7, 8
Michael Kiske (Helloween) - faixa 10
Bob Catley (Magnum) - faixas 8, 9
Candice Night (Blackmore's Night) - faixa 3
Hansi Kürsch (Blind Guardian) - faixas 2, 4
Mille Petrozza (Kreator) - faixa 2
Destaque
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Aqui está mais um concerto em homenagem a James Taylor, em apoio ao MusiCares. Só tenho mais alguns depois deste, e quero publicá-los nos ...
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Quem teve a oportunidade de assistir ao incrível documentário “Get Back” , de Peter Jackson , lançado em serviços de streaming no fina...









