quinta-feira, 7 de agosto de 2025

Running Wild - The Rivalry (1998)

 



Style: Power/Speed Metal
Origin: Germany
Label: Gun Record

 Tracklist:
01 - March of the final Battle 2:00
02 - The Rivalry 5:34
03 - Kiss of Death 3:36
04 - Firebreather 4:04
05 - Return of the Dragon 6:48
06 - Resurrection 4:45
07 - Ballad of William Kidd 8:43
08 - Agents of Black 3:56
09 - Fire & Thunder 7:33
10 - The Poison 4:39
11 - Adventure Galley 4:19
12 - Man on the Moon 4:48
13 - War & Peace 7:44






Free – Fire and Water [1970]

 



O Free é uma das bandas mais influentes da história do rock.

Embora não tenham atingido tanta fama e sucesso de público e vendas aqui no Brasil, quase todos os músicos de hard rock têm a banda como uma de suas principais influências.

Dave Murray (Iron Maiden) chegou a comprar a Fender Stratocaster de Paul Kossoff e a utilizou em diversos álbuns de sua carreira. Jimmy Page já declarou que a simplicidade dos riffs era genial (e contratou a banda posterior de Paul Rodgers, o Bad Company, para o selo Swan Song). A batida reta e dançante da bateria, com o baixo gordo e a guitarra em contraponto fizeram a cabeça dos irmãos Angus e Malcom Young, do AC/DC. Mr. Big é o nome de uma música do Free (autoexplicativo). Precisa mais?

É difícil para um fã, como é o meu caso, escolher um disco para postar. Fiquei com aquele que traz os maiores hits e que vendeu mais. Mas não consigo arriscar-me a dizer que esse é o melhor de toda a sua discografia.

A banda, formada na Inglaterra, durou de 1968 a 1973, sofrendo um pequeno hiato em 1971. Na época de sua formação, os músicos eram adolescentes. Andy Fraser (baixo) tinha 15, Paul Kossoff tinha 17, Paul Rodgers e Simon Kirke (bateria) tinham apenas 18 anos de idade. Alexis Korner, conhecido como o precursor do blues britânico que invadiu os Estados Unidos nos anos 60 (e que, na verdade, nasceu em Paris), descobriu os meninos logo nos primeiros shows em um pub e os indicou para a Island Records. Assim, no final daquele mesmo ano eles já tinham o primeiro full lenght gravado.

Em 68 lançaram Tons of Sobs, em 69 o autointitulado Free e, no ano seguinte, a masterpiece que posto hoje: Fire and Water. All Right now catapultou a carreira dos meninos para o estrelato. Naquele ano, fizeram parte do segundo escalão do Festival da Ilha de Wight, mas roubaram a cena no meio da tarde em frente a mais de 600 mil pessoas. A postagem de hoje é a reedição em cd, realizada em 2001 e cheia de coisinhas bacanas.



Fire and Water abre com o pé na porta. A voz de Rodgers, sempre com aquele timbre melancólico, é lançada sobre uma cama de texturas executadas por um power trio pra lá de competente. Paul Kossoff já disse em entrevista à revista Guitar Player americana que sempre preferiu fazer riffs que servissem de base para a voz de Rodgers e que completassem a cozinha ao invés de solos. E Free é isso: solo de vocal sobre bases de 3 instrumentos que se complementam com perfeição.



Oh I Wept define bem essa postura. Um baladão que é a cara do início dos anos 70. Flower Power com mensagens de um cotidiano sereno e pacífico, por mais que a existência traga, necessariamente, problemas. Remember traz Kossoff mostrando seus timbres de válvulas lacradas e volumes extremos, coisa relativamente nova para a época. Heavy Load conta o fardo que cada um carregava com os excessos: excesso de trabalho, de cobranças, de drogas. Tudo chegou muito cedo para eles. E terminou também.

Além das normais do play, é interessante ouvir a primeira versão de All Right Now, com vocais trabalhados no melhor estilo Beach Boys e a guitarra mais funkeada. Também tem versões ao vivo para a BBC de Londres, mostrando que o palco era o ambiente preferido deles, e que eles sabiam exatamente o que queriam quando estavam diante do público.

Pra ouvir no toca-fitas.

Track List
1. Fire and Water
2. Oh I Wept
3. Remember
4. Heavy Load
5. Mr. Big
6. Don’t Say You Love Me
7. All Right Now
8. Oh I Wept (alternate vocal)
9. Fire and Water (nex stereo mix)
10. Fire and Water (live at BBC)
11. All Right Now (live at BBC)
12. All Right Now (single version)
13. All Right Now (first version)

Andy Fraser (baixo)
Paul Kossoff (guitarra)
Paul Rodgers (vocais)
Simon Kirke (bateria)




9.0 - Too Far Gone [1990]

 



Interessante notar como o Hard Rock se proliferou no fim da década de 1980/início dos 1990 de tal maneira que muitas bandas passaram despercebidas pelo público. Por isso eu digo que, por mais que tenha seu lado negativo, a internet abriu uma possibilidade enorme para não apenas buscarmos sons novos, mas também resgatar alguns que se perderam no tempo, mesmo tendo a sua qualidade. O 9.0 é um desses casos. O quarteto norte-americano surgiu na ensolarada San Francisco, California, em meio a um zilhão de outros grupos do gênero e acabou lançando apenas esse disco, separando-se logo na seqüência.

De conhecido na formação, apenas o vocalista Peter Marrino, ex-Cacophony e Le Mans, com seu excelente registro de voz, remetendo bastante a David Reece (Accept, Bangalore Choir) e principalmente ao grande David Lee Roth. A sonoridade é o típico Hard Rock da época, com exímios instrumentistas e influências de Van Halen, especialmente graças ao guitarrista Craig Small, que obviamente mostra ter bebido bastante nessa fonte, além de lembrar algo de Marty Friedman e Paul Gilbert em alguns momentos. Ou seja, apenas referências das boas, mais um motivo que serve de convite para os adeptos de plantão conferir o play.



Sobre as músicas, a faixa-título abre os trabalhos já mostrando o poder de fogo dos cidadãos. A seguir “Live for the Moment”, bem de acordo com o som que dominava aquele momento. Já “Gypsy Queen” chega a lembrar o Aerosmith dos gloriosos tempos, enquanto “First of My Generation” é descaradamente inspirada em “Hot for Teacher”. Em “My Little Sister” parece que baixou o espírito DLR em Peter, de tão semelhante. A baladinha “Wish You Still Were Mine” vai agradar os saudosistas por acender seus isqueiros e balançar os braços para os lados nos shows. Para terminar, o som que leva o nome da banda, um rockão festeiro de primeira.

Soa como um monte de coisas que a gente já ouviu, sentimento que perdura durante toda a audição. Mas ainda assim é muito bem feito e executado por quem definitivamente entende do riscado. E vai fazer você lembrar uma época que não volta mais. Só por isso, já é válido.

Peter Marrino (vocals)
Craig Small (guitars)
Michael Andrews (bass)
Ray Luzier (drums)

01. Too Far Gone
02. Live for the Moment
03. Gypsy Queen
04. Louisiana Overload
05. First of My Generation
06. I’m Ready
07. Little Sister
08. Wish You Still Were Mine
09. Hands Up
10. 9.0




Grimmstine - Grimmstine [2009]

 



Steve Grimmett é uma espécie de herói underground da galera que acompanhou a cena oitentista. Fez história (embora nem tanto sucesso) com o Grim Reaper, banda que ganhou status cult entre os adoradores da NWOBHM, graças aos clássicos “See You in Hell”, “Fear No Evil” e “Rock You to Hell”. Depois teve uma breve passagem pelo Onslaught e uma carreira mais longeva com o Lionsheart, onde deu uma amansada no som em relação ao que costumava fazer. Em 2009, retornou à cena com o GrimmStine, projeto idealizado em parceria com o guitarrista norte-americano Steve Stine.

E quem conhece a carreira do gorducho gritador pelo passado mais remoto, sabe o que vai encontrar aqui. É Heavy Metal clássico com nuances de Hard, para ouvir tocando air guitar e batendo cabeça sem parar. Aliás, é preciso destacar a competência de Stine, que manda ver em riffs e solos totalmente inspirado nos anos dourados, mas sem soar datado, dando um toque todo especial ao trabalho. Também é impressionante seu domínio do violão, como mostra na intro “Memory” e na longa “You’ll Never Know”. Quanto a Grimmett, embora sua voz não tenha mais a mesma potência de outrora, ainda consegue deixar uma ótima impressão, segurando a onda com competência absoluta.



Destaques para “911”, com suas variações rítmicas e a bela rifferama de “Supernatural”, com uma cadência prefeita da cozinha. Quem é chegado no lado mais Speed do estilo vai aprovar a excelente “To Catch a Killer”, daquelas que faz a gente empunhar a air-guitar e acompanhar. Assim como “It’s Over”, genuíno exemplar sonoro da sagrada NWOBHM. O clima baladeiro se instala em “You Give Me Love”, com guitarras melódicas na medida certa. Já “'Til They Take My Wings” tem um belo começo acústico e depois vira um Hard Rock de primeira, com todos os elementos que agradam os adeptos. A singela “To Sing a Lullabye (Immy's Song)” fecha o play.

Uma boa primeira amostra dessa parceria de Steves. Excelente pedida para os fãs do Metal tradicional velho de guerra e mostrar que Grimmett ainda tem fôlego para fazer bonito – especialmente quando em boas e talentosas companhias como essa. Para tirar a surrada jaqueta de couro do fundo do armário e viajar até os 1980s em um verdadeiro tributo aos clássicos tempos!

Steve Grimmett (vocals)
Steve Stine (guitars)
Hat (bass)
Dave Johnson (drums)

01. Memory
02. 911
03. Supernatural
04. Got Nothing But Time
05. To Catch a Killer
06. You'll Never Know
07. It's Over
08. Prisoner
09. You Give Me Love
10. Straight As An Arrow
11. 'Til They Take My Wings
12. Take This Air
13. Afraid of the Dark
14. This Don't Look Like Love to Me
15. To Sing a Lullabye (Immy's Song)



Michael Monroe - Blackout States (2015)

 



 Quem já leu e pesquisou sobre, além, obviamente, de já ter colocado os ouvidos naquele hard rock festivo e alto astral que tomou conta de Los Angeles durante os anos 1980, sabe que uma das bandas mais influentes e importantes do gênero não era dali - não era nem norte-americana, pra ser mais exato.

Estou falando do Hanoi Rocks, quinteto formado em 1979 na Finlândia e que é um dos artífices do hard farofa, do glam rock, ou o termo que queiram utilizar para definir a sonoridade da banda e de outros ícones do período como Mötley Crüe, Ratt, Guns N’ Roses e toda aquela turma. Pioneiros - o disco de estreia, Bangkok Shoks, Saigon Shakes, Hanoi Rocks, foi lançado em fevereiro de 1981 -, os finlandeses sempre tiveram uma pegada mais rock and roll do que de heavy metal em sua sonoridade, o que talvez seja uma das razões do sucesso da banda e da longevidade de seu legado. 

Infelizmente, alguns problemas abreviaram a carreira do Hanoi Rocks, sendo o principal deles a morte do baterista Razzle em 8 de dezembro de 1984, após um acidente de carro cujo condutor era Vince Neil, vocalista do Mötley. A banda retornaria no início dos anos 2000, mas, como era de se esperar, sem a força e impacto do passado. 

No entanto, um dos integrantes originais do Hanoi Rocks segue firme e forte, gravando excelentes discos nos anos recentes. Estamos falando do vocalista Michael Monroe, que vem em uma fase renovada e muito boa desde 2011, ano em que lançou o ótimo Sensory Overdrive, eleito o Melhor Álbum daquele ano pela respeitada revista inglesa Classic Rock Magazine. Monroe soltou em 2013 o também bem recebido Horns and Halos, e no início de outubro disponibilizou Blackout States, seu mais recente trabalho.

As treze faixas do disco trazem canções simples, repletas de melodias, ganchos, bons riffs e refrãos fortes e pegajosos. Ou seja, exatamente aqui que a grande maioria das pessoas espera encontrar em um bom disco de rock. Michael Monroe não complica, porém sabe usar a experiência e os anos de estrada como um combustível único e totalmente a seu favor. O resultado é um disco agradável de se ouvir, daqueles que grudam no ouvido e na vida e não saem de perto por um bom tempo.

Poderia aplicar aqui, sem medo, a manjada frase “quem um dia foi rei, jamais perde a tempestade”. O Hanoi Rocks influenciou todo mundo no início da década de 1980, e Monroe leva esse legado adiante. 
Um bom disco de rock deve ter muita diversão, e Blackout States é divertido pra caramba!





Deafheaven - New Bermuda (2015)

 



O Deafheaven fez história em 2013. Sunbather, segundo disco da banda norte-americana, foi aclamado pela crítica e pelo público. O álbum legitimizou e foi fundamental para a popularização do blackgaze.

Mas, o que diabos é blackgaze? O gênero ganhou força nos últimos anos, e tem a sua origem em bandas francesas como o Alcest. Musicalmente, pode ser traduzido como a união entre elementos do black metal atmosférico de nomes como Burzum e Ulver a estilos de fora do metal, como o post-punk e o darkwave. É uma mistura entre a estética do black metal e texturas mais suaves e sonhadoras, que tem entre suas principais características a predominância de uma parede sonora de guitarras não muito distante das bandas de shoegaze, como o My Bloody Valentine. Fazem parte da receita os tradicionais vocais guturais, aliados a uma presença maior de trechos melódicos e acústicos - e essas passagens mais contemplativas são, invariavelmente, repletas de beleza harmônica. Deu pra entender? Resumindo com um certo ranço headbanger, seria uma espécie de “black metal pra indie” - tem gente que define o estilo como post-black metal.

Independente de adjetivos e tentativas de tradução, a verdade é que o Deafheaven se destaca nessa história toda. O sucessor de SunbatherNew Bermuda, foi lançado no início de outubro e mostra que a aclamação em torno da banda é justificada. Com apenas cinco faixas, o álbum dá um passo além em relação ao trabalho anterior, inserindo uma dose um pouco maior de aspectos metálicos - isso fica evidente no fato de as guitarras não se limitarem apenas à construção de texturas sonoras, mas também despejarem uns riffs de tempos em tempos - ao mesmo tempo em que consegue soar ainda mais belo e melancólico nas passagens mais calmas. As melodias entregues pela banda são lindas, imprimindo uma consistência sólida ao trabalho.

Confesso que Sunbather passou meio que batido pelos meus ouvidos, muito pela exacerbada aclamação recebida. Passados dois anos e com a poeira já baixa, New Bermuda me parece um disco mais maduro e adulto, mantendo a identidade do Deafheaven mas sabendo caminhar adiante, em composições fortes e que resultam em um trabalho dono de uma beleza inquestionável.

Sunbather colocou os holofotes sobre o Deafheaven. New Bermuda constrói a escada que leva a banda cada vez mais para o topo. E, a julgar pela qualidade mostrada, o destino já está definido: ao infinito, e além.




Pyogenesis - A Century in the Curse of Time (2015)

 



O Pyogenesis é uma banda alemã formada em 1990. Entre 1994 e 2002 eles lançaram cinco  álbuns, todos com a sonoridade predominando entre o doom e o death metal. E então entraram em um limbo, do qual só saíram este ano, com o lançamento de seu novo disco. E é aí que a coisa começa a ficar realmente interessante.

A Century in the Curse of Time, o tal álbum novo, traz um novo Pyogenesis. É uma nova banda, com uma nova sonoridade, que em nada remete aos trabalhos antigos. E, devo dizer, com um som muito mais interessante do que tudo que eles gravaram antes. Dá pra classificar o Pyogenesis atual como metal moderno, com algumas pitadas de alternativo e doses generosas de groove. Uma música absolutamente empolgante e muito bem feita, que coloca a banda em um patamar superior e até então inédito.

Com guitarras bastante pesadas e refrãos sempre muito fortes, o grupo aproxima-se do pop no sentido de ter produzido canções extremamente cativantes, daquelas que chegam com tudo e grudam automaticamente na cabeça. Sem muitos pudores estilísticos, o que temos é um caldeirão de influências costurado com a estética sonora do heavy metal. 

A produção, cristalina, deixa tudo ainda mais forte. Há uma abundância de linhas vocais repletas de melodia e harmonias na melhor tradição de ícones como Queen e Yes, além de riffs de guitarra bem chicletes, tornando a absorção de tudo muito simples e direta.

A longa e climática faixa-título, com mais de quatorze minutos, encerra o disco com altas doses de musicalidade, deixando um saboroso sabor de quero mais na boca - ou melhor, no ouvido. Outro destaque instantâneo é “Steam Paves Its Way (The Machine)”, a pedrada que abre o álbum de maneira sensacional.

A Century in the Curse of Time é uma espécie de De Volta para o Futuro do Pyogenesis. Parece que a banda pegou o DeLoren de Emmett Brown e Marty McFly lá no início dos anos 2000, foi dar umas voltas algumas décadas à frente e retornou agora, em 2015, cheia de novas abordagens, conceitos e sonoridades. Uma evolução sublime em um disco excelente.



Core – Chants Of Race & Emptiness (1988)

 



Country: Germany

Tracklist
1. Being There 06:19
2. Falling 01:16
3. In Burning Water 03:12
4. Meander 04:13
5. Motionless 02:04
6. In All Directions 03:53
7. The Waves Overhead 08:13
8. At The End Of The Concrete 07:51
9. A Screw Turns Into A Scream 05:13

Core era uma dupla de arte sonora relacionada ao Cranioclast e consistia em Chi Moja e Sankt Klario ,
Com a ajuda de outros colaboradores, como Pia Pankok , Mr. Coitra e Bela ,
a banda lançou dois álbuns: " Chants Of Race & Emptiness " em 1988 e " An Area's Era Aria " em 1991.
e um EP de 7'' em 1991 intitulado " My Core ".
Muitas vezes, eles usavam gravações de campo feitas em fábricas e edifícios abandonados como fonte básica,
Criando paisagens sonoras pós-industriais únicas.
Todos os seus lançamentos foram publicados pelo selo pessoal de Cranioclast CoC . Chants Of Race & Emptiness " foi relançado em 1993 em formato CD.
e é composto de duas partes, Formação lateral (faixas 1-6) e Procissão lateral (faixas 7-9).







Inferi – Inferi (1995)

 



Country: Netherlands

Tracklist
1. December (Cry For War) 04:59
2. Within The Winds Of Torment 02:28
3. In The Sign Of Chaos 03:06
4. Beyond The Stars Of Nar Mattaru 06:00

Inferi foi uma banda holandesa de black metal com membros do Funeral Winds e do Liar of Golgotha .
A banda foi formada em 1992 e, em 1995, lançou seu autointitulado MCD " Inferi " pelo selo Black Arts .
Em 2001, mudaram o nome para Domini Inferi e continuaram como projeto solo.
de Hellchrist Xul ( Funeral Winds , ex- Haatstrijd , ex- Azelisassath ).
Em janeiro de 2002, a primeira demo foi lançada pela Pisspleased Records da Holanda
chamado " In Nomine Domini Inferi ", que foi gravado durante novembro/dezembro de 2001.
Em dezembro de 2003, o EP dividido " Actos de Excremento Terrorismo ... On The Holy Trinity "
com Botulistum foi lançado pela New Era Productions .
Em 2004, a Satanic Propaganda Records da Suécia relançou em formato de fita
a demo " In Nomine Domini Inferi " com uma faixa bônus extra.
O primeiro álbum completo da banda foi finalmente lançado pela Sadolust Records , em novembro de 2006, intitulado " Devil Cult ".







Cock Robin – Cock Robin (1985)


Cock Robin é uma banda americana de pop-rock que ganhou popularidade na década de 1980, principalmente na Europa. Fundada pelo cantor e compositor Peter Kingsbery em 1982, a banda se separou em 1992 e ressurgiu em 2006.

Batizada em homenagem à história do século XVII "O Casamento de Cock Robin e Jenny Wren", a banda tocou na Califórnia antes de assinar com a CBS Records. Seu álbum de estreia, "Cock Robin – Cock Robin", foi produzido por Steve Hillage (System 7) e Val Garay (James Taylor-jt, Linda Ronstadt) para a Crystal Clear Sound e rapidamente ganhou popularidade na Europa, especialmente na França e na Alemanha, onde os dois primeiros singles, "When Your Heart Is Weak" e "The Promise You Made", se tornaram grandes sucessos.
Alcançou o Top 10 em muitos países europeus, enquanto alcançou a posição 61 no Top 75 dos EUA.

Gráficos:

#7 França (2x álbum de ouro)
#5 Alemanha
#5 Itália
#3 Holanda (álbum de platina)
#11 Suíça
#30 Suécia

***

Lista de faixas:

01. Thought You Were On My Side
02. When Your Heart Is Weak
03. Just When You’re Having Fun
04. The Promise You Made
05. Because It Keeps On Working
06. Born With Teeth
07. Once We Might Have Known
08. More Than Willing
09. A Little Innocence




Destaque

Various Artists - MusiCares Tribute to James Taylor, Los Angeles Convention Center, Los Angeles, CA, 2-6-2006

  Aqui está mais um concerto em homenagem a James Taylor, em apoio ao MusiCares. Só tenho mais alguns depois deste, e quero publicá-los nos ...