segunda-feira, 1 de setembro de 2025
O álbum Dr. Sin (1993) marca a estreia da banda brasileira de hard rock Dr. Sin
“Never Mind the Bollocks, Here's the Sex Pistols” lançado em 28 de outubro de 1977 é o único álbum de estúdio da banda britânica Sex Pistols
O álbum "Count Three & Pray", lançado em 1986 pela banda americana Berlin
O álbum "Vigil in a Wilderness of Mirrors" é o primeiro disco solo do cantor escocês Fish, ex-vocalista da banda Marillion
DISCOGRAFIA - ANIM8 Heavy Prog • Australia
ANIM8
Heavy Prog • Australia
Biografia de ANIM8:ANIM8 é uma colaboração instrumental entre o guitarrista, produtor e multi-instrumentista David CARR e o baterista Alex DEEGAN. David já fez turnês internacionais e participou como guitarrista de estúdio em inúmeros álbuns. O álbum homônimo recebeu críticas entusiasmadas. Daniel e Alex se inspiram em sua paixão pela música lounge dos anos 60, pelo prog inglês dos anos 70, pela new wave dos anos 80 e pelo rock pós-grunge dos anos 90. A música combina composições fortes e grande musicalidade com influências do Rush e do jazz fusion.
0.00 | 0 ratingsANIM8 2010 |
DISCOGRAFIA - ANGULART Crossover Prog • Chile
ANGULART
Crossover Prog • Chile
Biografia da AngulArtAqui está um CD do ponto mais ao sul da América do Sul: o álbum de estreia "Donde Renacen Las Horas" da banda chilena de progrock ANGULART, com Alfredo Bown Cuello (vocal/quena), Mauricio Flores Sanchez (baixo), Alvaro Graves Fuenzalida (guitarra/charango), Ricardo Perex Cea (bateria) e Nazario Tabilo Poblete (sintetizadores, órgão, piano). É difícil descrever a música deles, soa bastante original, embora eu possa traçar elementos do movimento inicial do rock progressivo italiano (BANCO, Le ORME, Il BALLETTO DI BRONZO) e das bandas brasileiras dos anos 80 e 90 (como LOCH NESS).
O álbum de estreia "Donde Renacen Las Horas" abre com um prog metal mediano (seção rítmica estrondosa e guitarra cortante), mas depois de alguns minutos começa a ficar muito interessante: muitas mudanças cativantes de aceleração, pausas surpreendentes e ótimos solos de guitarra e teclado. A banda conta com bons músicos, mas fiquei impressionado com o som alternado e espetacular do Señor Poblete em seus sintetizadores (execuções deslumbrantes), piano (execução espiralada), cordas (orquestral), órgão (inundações pesadas) e até acordeão. Ele dá a cada música um sabor especial, coroado pelo trabalho de guitarra forte e cortante. As 10 composições alternam entre pesado, acelerado e jazzístico, blues bombástico e sonhador, ANGULART prende sua atenção por uma hora inteira! Se você está a fim de uma viagem musical envolvente e variada e vocais tipicamente latino-americanos (um tom emocional), este sensacional CD de estreia irá agradá-lo.
BIOGRAFIA DE Peter André
Peter André
Peter André (Royal Leamington Spa, 27 de fevereiro de 1973) é um cantor, compositor e apresentador de televisão britânico. Seu single mais famoso é Mysterious Girl.
Discografia
- Álbuns de estúdio
- Peter André (1993)
- Natural (1996)
- Time (1997)
- The Long Road Back (2004)
- A Whole New World (2006)
- Revelation (2009)
- Accelerate (2010)
- Coletâneas
- Unconditional: Love Songs (2010)
Banda Black Rio - Maria Fumaça (1977)
Econtinuamos com mais produções musicais brasileiras. E é hora de apresentar um dos álbuns de fusão de samba-disco-funk-soul mais fortes de todos os tempos, com a Banda Black Rio revolucionando a "música instrumental negra" da época com sua releitura brasileira de ritmos inspirados em artistas como Tim Maia e que lembram Kool & The Gang e Earth Wind & Fire. "Maria Fumaça" foi o álbum de estreia do grupo, um disco que lhes trouxe fama mundial. E para contextualizar, vou citar algo da Wikipédia: "Naquela época, no Rio de Janeiro, havia um movimento conhecido como Black Power, Soul Power ou Black Rio, que tinha relação com o samba, mas não se restringia apenas à esfera musical. O movimento teve origem na zona norte da cidade, nas favelas e nas escolas de samba que se apresentavam no Carnaval carioca. Os membros do movimento, quase todos negros, reuniam-se para dançar, mas também para compartilhar suas preocupações políticas e sociais; influenciados pelo movimento americano pelos direitos civis, os membros do movimento tentaram interpretar e aplicar suas conquistas ao seu contexto." E você pode imaginar mais ou menos para onde as balas estão apontando...Artista: Banda Black Rio
Álbum: Maria Fumaça
Ano: 1977
Gênero: Latin Jazz / Funk / Soul
Duração: 29:37
Nacionalidade: Brasil
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Banda Black Rio foi uma banda brasileira de jazz funk e jazz fusion formada em 1976 e dissolvida em 1980. Em 1999, outra banda de mesmo nome foi formada, liderada por William Magalhães, filho de Oberdan Magalhães, fundador da banda original.O estilo deles é inteiramente instrumental, uma banda de funk que não se limitou apenas a esse gênero, combinando jazz, rock, soul e funk com ritmos brasileiros. Com quatro álbuns gravados durante sua existência como banda
(...) Frequentemente comparada a grandes bandas americanas de soul-funk como Kool & The Gang, Earth Wind & Fire ou The Headhunters, a música da Banda Black Rio é uma fusão de gêneros que integra elementos de rhythm & blues junto com as variantes mais dançantes de gafieira, samba e jazz. Um dos nomes mais importantes da história musical de seu país, a banda foi pioneira na fusão do samba com a soul music, enquanto liderava o Movimento Black Rio ao lado de Tim Maia e Toni Tornado, com quem revolucionou a cena musical em seu país, com particular incidência no Rio de Janeiro. Na Europa, a banda obteve grande sucesso nas pistas de dança inglesas no final da década.
, os caras tiveram impacto internacional, mesmo após a morte de Malcolm X.
E como era o som deles? Bem, algo assim:
Bem, você tem uma história bem completa aqui:
A Banda Black Rio foi criada na segunda metade da década de 1970. Na época, havia um movimento que buscava fundir soul e samba. Mas a verdade é que esse movimento não era estritamente musical e tinha uma grande variedade de nomes. Black Power, Soul Power ou o mais famoso de todos, Black Rio. Os nomes eram em inglês porque a ideia básica era fundir línguas, quebrar o individualismo, abrir espaços e, acima de tudo, inquietar um pouco os puristas, algo que por si só parece uma causa nobre.Jazz funk bossa ok
Os eventos narrados ocorreram principalmente na zona norte do Rio, habitat natural de favelas, morros e escolas de samba. O movimento Black Rio se estabeleceu nos bailes de fim de semana muito frequentados que aconteciam ao redor das escolas. O público, composto por milhares de pessoas, era predominantemente negro e influenciado principalmente por ativistas dos direitos civis dos EUA. Os seguidores do Black Rio absorveram as ideias e as transformaram em uma nova abordagem adaptada à realidade brasileira da época.
Nesse contexto, a gravadora Warner, recém-criada no Brasil, queria formar uma banda que se tornasse pioneira do movimento. Para isso, contataram Oberdan Magalhães, renomado saxofonista, que aceitou o desafio de formar a Banda Black Rio. Nascido e criado em Madureira, Oberdan era primo de Silas de Oliveira, grande compositor de samba-enredo e um dos fundadores da Escola de Samba Império Serrano, além de afilhado de Mano Délio Da Viola, outro grande sambista.
Tão influenciado por Pixinguinha quanto por Coleman Hawkins, grande admirador de Cartola e Stevie Wonder, Oberdan perseguiu seus planos de fusão musical tendo em mente as casas noturnas cariocas, onde começara a tocar com apenas 15 anos. Nessa idade, integrou o grupo Impacto 8, onde começou a delinear o que viria a ser a Banda Black Rio. No Impacto 8, Oberdan conseguiu reunir músicos como Raul De Souza e Robertinho Silva, com quem tocou uma curiosa mistura de jazz, soul e samba. Em seguida, juntou-se ao pianista Dom Salvador e ao grupo Abolição, onde conheceu alguns dos músicos que fariam parte da formação original da Banda Black Rio, como o trompetista Barrosinho, o trombonista Lúcio e o baterista Luis Carlos. Entre shows e gravações, conheceu também o guitarrista Cláudio Stevenson, o baixista Jamil Jones e o pianista Cristóvão Bastos, formando a banda Rio 40ª.
Quando recebeu a proposta da Warner, Oberdan contatou a todos e produziu um trabalho repleto de grooves de samba e funk, mas com a musicalidade característica do jazz. Com essa formação, gravaram três discos: "Maria Fumaça" (1976), "Gafieira Universal" (1978) e "Saci Pererê" (1980), além de receber convites para participar de gravações de nomes como Luiz Melodia e Caetano Veloso. Com este último, gravaram "Bicho Baile Show", um LP ao vivo.
A banda continuou se apresentando até o início da década de 1980, quando Oberdan se envolveu em um acidente de carro fatal que o levaria à morte em 1984. O trágico acontecimento levou a Banda Black Rio a suspender todas as atividades.
Quinze anos depois, quando poucos se lembravam deles, o filho de Oberdan, William Magalhães, pianista, tecladista e arranjador de artistas tão importantes quanto Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa, Ed Motta, Marina Lima e Milton Nascimento, decidiu dar continuidade ao projeto iniciado pelo pai. William Magalhães tinha uma longa trajetória profissional na época. Iniciou sua carreira musical com apenas 7 anos de idade e cresceu em um ambiente extremamente musical, frequentando os ensaios e concertos do pai, além de outras atividades musicais que aconteciam ao seu redor, nas quais sua família estava quase sempre envolvida. Na adolescência, estudou jazz, com a pianista Sonia Vieira. Ao atingir a idade adulta, foi contratado pela banda de Gilberto Gil, com a qual excursionou inúmeras vezes. Em 1996, recebeu o prêmio APCA de melhor arranjador por seu trabalho no álbum "Registros à Meia–Voz", de Marina Lima.
Nos anos 90, William começou a pesquisar o trabalho que a Banda Black Rio havia produzido anos antes e estudou esboços e partituras que haviam ficado inacabados após a morte prematura de seu pai. Munido de todas as informações e experiências necessárias, gravou o que seria o último trabalho da banda até então, Movimento, renomeado na Inglaterra como Rebirth. O álbum ganhou vários prêmios, mas as vendas não foram suficientes para a gravadora, e a Banda Black Rio continuou a fazer shows, mas não gravaria mais. Atrás deles, estavam quatro álbuns que deixaram um testamento sonoro para uma era e uma banda que hoje é praticamente desconhecida fora do Brasil.
Maria Fumaça é a Banda Black Rio em sua forma mais pura. Grooves poderosos cheios de funk, mas também samba e bossa nova, em um LP bem elaborado, projetado especificamente para curtir a música e a vida. Ouça a primeira faixa; temos certeza de que você sentirá vontade de mover cada músculo do seu corpo.
Esperamos que goste.
https://open.spotify.com/intl-es/album/7KoQPmHEfDU7Sf61BfkhgG
https://mrbongo.bandcamp.com/album/maria-fumaca
01. Maria Fumaça
02. Na Baixa do Sapateiro
03. Mr. Funky Samba
04. Caminho da Roça
05. Metalúrgica
06. Baião
07. Casa Forte
08. Leblon Via Vaz Lobo
09. Urubu Malandro
10. Junia
Formação:
- Oberdan Magalhães / sax soprano, sax alto e sax tenor
- Lúcio Silva / trombone
- José Carlos Barroso / trompete
- Jamil Joanes / baixo
- Cláudio Stevenson / guitarra
- Cristóvão Bastos / teclados
- Luiz Carlos Batera / bateria, percussão
Fleesh - The Next Hemisphere (A Rush Tribute) (2018)
Mais uma vez, continuamos nossa jornada pelo bom rock brasileiro. Mais uma vez, a dupla brasileira, formada pelo cantor de voz belíssima e pelo multi-instrumentista, aterrissa no blog, apresentando mais covers, mas desta vez com foco na história musical da banda canadense Rush. Aqui estão algumas de suas músicas icônicas, como "Limelight", "Closer to the Heart" e "The Trees", além de outras de todas as épocas. Elas soam tão originais quanto as originais, apesar de não terem a melhor produção. De "Here Again", do álbum de estreia, também incluímos "2112", "Hemispheres", "Signals", "Vapor Trails", "Clockwork Angels" e muito mais, em 14 faixas que prestam homenagem ao Rush e ao seu brilhantismo. Um belo álbum tributo, e de ninguém menos que o Rush, então definitivamente vale a pena conferir.
Artista: Fleesh
Álbum: The Next Hemisphere (A Rush Tribute)
Ano: 2018
Gênero: Crossover prog
Duração: 68:50
Referência: Discogs
Nacionalidade: Brasil
Já disse que não gosto nem um pouco de álbuns de covers. E se você vai fazer covers de monstros como o Rush , é melhor se preparar... e vou deixar um comentário de outra pessoa.
Admito que essa coisa toda de cover está acabando com meu moral, ou talvez eu seja exigente demais, mas a questão está ficando fora de controle. Sim, sou daqueles que sempre defendeu o cover como a verdadeira escola do rock and roll, que bandas em bares tocando músicas de outras bandas enquanto você toma umas cervejas e canta junto, sempre existiram e espero que sempre existam, mas quando isso se estabelece como a norma, não vejo mais luz nisso. Casas que só programam música ao vivo, desde que não sejam músicas originais, o que está acontecendo, e eu poderia recitar vários nomes conhecidos sem pensar. Eu entendo que há músicos que, cansados e esgotados, optam por isso. É chato tocar suas músicas de graça ou por um preço miserável, e há 15 pessoas lá, enquanto você se veste de (insira o nome que quiser), ensaia suas músicas e até organiza um festival de merda. É a lei da oferta e da procura, como diria algum economista de talk show sem graça.
E agora alguém vai dizer, com razão: "Que porra você está fazendo escrevendo sobre um álbum tributo?". E tem razão. Embora eu pudesse dar uma resposta estridente, relacionada às minhas bolas, ainda nem tomei meu primeiro drinque do dia, e vou dar uma resposta. Pois é, é um tributo ao Rush, e os canadenses que infelizmente estão se despedindo são um dos meus pontos fracos, então não resisti a essa banda brasileira, liderada por uma vocalista feminina, interpretando as músicas de um dos meus grupos favoritos. Sim, o Fleesh é brasileiro, e se não me falha a memória, este é o terceiro álbum deles. A dupla Gabby Vessoni e Celo Oliveira, que postaram seus covers do Rush no YouTube, resolveram registrar isso em um disco, tocando com o máximo respeito, e, considerando tudo, soa muito, muito bom. Certamente alguns puristas vão apontar mil falhas e pretensões vãs, mas eu, que peço à vida uma cerveja gelada, gelo no freezer para o meu bourbon e uma música que me faça curtir, estou completamente satisfeito.
É evidente que este é um álbum feito com paixão e qualidade, fácil de ouvir, no qual a voz de Gabby Vessoni assume o protagonismo ao longo da gravação, imbuindo-a de uma beleza e suavidade que se impõem desde o primeiro momento. Quatorze músicas — duas delas bônus — nas quais elas tocam com "Closer to the Heart", "Tears", "Resist"...
Já os apresentei; Fleesh é uma dupla brasileira que faz suas próprias músicas, mas também se inclina bastante para covers interessantes de bandas famosas. Rush foi a vez, e talvez seja porque a seleção de músicas me parece um pouco irregular, mas não a considero tão completa quanto "Versions". Claro, a qualidade dos músicos e das performances é inegável, mas, pessoalmente, prefiro tocar um álbum dos canadenses.
Também não direi muito sobre este álbum, uma coleção de músicas de várias eras do Rush (e é aí que começa minha discordância, já que há uma leva inteira de álbuns dos anos 90 que eu simplesmente descarto, sem mencionar "Vapor Trails"), mas para os fãs mais dedicados do Rush certamente será uma ótima ideia.
Se você quer relembrar a Era de Ouro do Canadá e fazer isso de uma nova perspectiva, experimente!
https://fleesh.bandcamp.com/album/the-next-hemisphere-a-rush-tribute
Ligações:
Lista de faixas:
1. Limelight (4:20)
2. The Stars Look Down (4:24)
3. Closer to the Heart (2:55)
4. Nobody's Hero (4:50)
5. Losing It (4:52)
6. Tears (3:39)
7. Resist (4:11)
8. The Way the Wind Blows (6:06)
9. Here Again (7:05)
10. The Trees (4:32)
11. Mission (5:19)
12. Bravado (4:31)
13. The Pass (5:09)
14. The Garden (6:57)
Formação:
- Gabby Vessoni / vocal
- Celo Oliveira / todos os instrumentos
Com:
Rodrigo Boechat / Hammond (9)
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