quarta-feira, 10 de setembro de 2025

Em 10/09/1991: Tesla lança o álbum Psychotic Supper

Em 10/09/1991: Tesla lança o álbum Psychotic Supper
Psychotic Supper é o terceiro álbum de estúdio da banda americana de hard rock Tesla. Lançado em setembro de 1991. Alcançou 13 lugar na Billboard 200 e foi certificado como platina pela RIAA em 5 de novembro de 1993. Psychotic Supper "mistura alguns sucessos convincentes de pop metal com tentativas moderadas de atingir a pureza do roots rock dos Black Crowes ". A recepção do álbum foi majoritariamente positiva.
Steve Huey, da AllMusic, deu três estrelas e meia, dizendo: "o álbum se beneficia de uma produção mais despojada que The Great Radio Controversy, usando menos overdubs e, assim, aprimorando o rock & roll bluesy e acústico de Tesla".
Em 2005, Psychotic Supper foi classificado como número 475 no livro da revista Rock Hard dos 500 melhores álbuns de rock e metal de todos os tempos. O álbum foi retrospectivamente chamado de pico de Tesla, pelo escritor do Ultimate Classic Rock Matt Wardlaw em 2016.
Lista de faixas:
1. "Change in the Weather": 3:38
2. "Edison's Medicine": 4:47
3. "Don't De-Rock Me": 5:11
4. "Call It What You Want": 4:29
5. "Song & Emotion": 8:29
6. "Time": 5:13
7. "Government Personnel": 0:58
8. "Freedom Slaves": 6:40
9. "Had Enough": 4:49
10. "What You Give": 7:15
11. "Stir It Up": 5:41
12. "Can't Stop": 5:27
13. "Toke About It" : 5:24
Comprimento total: 68:01.
Pessoal Tesla:
Jeff Keith – vocais
Tommy Skeoch – guitarras
Frank Hannon – guitarras, piano,
sintetizador, órgão
Brian Wheat – baixo
Troy Lucketta – bateria.



Moleque Gonzaguinha - 1977 - Gonzaguinha

 

1 - Dias de Santos e Silvas
Luiz Gonzaga Júnior
2 - Teatro de revistas
Luiz Gonzaga Júnior
3 - Festa e solidão
Luiz Gonzaga Júnior
4 - Frutos
Luiz Gonzaga Júnior
5 - Caminho da roça
Luiz Gonzaga Júnior
6 - O Que Importa?
Luiz Gonzaga Júnior
7 - Por aí
Luiz Gonzaga Júnior
8 - Quintais
Luiz Gonzaga Júnior
8 - O meu aboio
Luiz Gonzaga Júnior
9 - Festa
Luiz Gonzaga Júnior
9 - Moleque
Luiz Gonzaga Júnior
 
Bônus da versão em CD:
10 - Pobreza por pobreza
Luiz Gonzaga Júnior
 
Participações especiais
 
Músicos:
 
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Quinto álbum da carreira de Gonzaguinha, este é o último LP antes da transição para as composições que dialogariam mais com o grande público. Porém, apesar da dureza do tempo, havia já uma tendência à convocação do povão para um horizonte frutífero, para um pós-sufocamento, para a superação da ditadura civil/militar que tanto se subordinou a nação ao imperialismo estadunidense, quanto aos interesses das elites vira-latas. Que Gonzaguinha nos inspire na defesa da democracia e da soberania, com direitos para o povo trabalhador.




Aion - 1990 - Dead Can Dance

 


1 - The arrival and the reunion
Tradicional
3 - Mephisto
Dead Can Dance
Tradicional
5 - Fortune presents gifts not according to the book
Dead Can Dance
6 - As the bell rings the Maypole Spins
Dead Can Dance
7 - The end of words
Dead Can Dance
8 - Black sun
Dead Can Dance
9 - Wilderness
Dead Can Dance
10 - The promised womb
Dead Can Dance
11 - The Garden of Zephirus
Dead Can Dance
12 - Radharc
Dead Can Dance
 
Músicos
Apoio (David Navarro Sust - Robert Perry - Andrew Robinson - Lucy Robinson - Anne Robinson - Honor Carmody)
 
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Dead Can Dance é um grupo britânico-australiano surgido em Melbourne, em 1981. Inicialmente, com  Paul Erikson no baixo, Lisa Gerrard (ex-Microfilm) nos vocais e percussão, Simon Monroe (Marching Girls) na bateria e Brendan Perry (também do Marching Girls) nos vocais e guitarra, tem um estilo calcado no pós-punk, depois passam à experimentações com paisagens sonoras, polirritmia africana, folk gaélico, canto gregoriano, música do Oriente Médio, mantras e art rock. 
 
A capa adotada para o álbum Aion, um detalhe da pintura de Hieronymus Bosch (1450-1516), "O Jardim das Delícias Terrenas", ilustra o clima medieval almejado pelo grupo.




 

Vivaldi & Pixinguinha - 1980 - Radamés Gnattali e Camerata Carioca

 

 


1 - Concerto Grosso Op. 3 No. 11 (Estro ArmonicoAllegro (Introduction & Fugue)
Antonio Vivaldi
02 - Concerto Grosso Op. 3 No. 11 (Estro Armonico) Largo
Antonio Vivaldi
03 - Concerto Grosso Op. 3 No. 11 (Estro Armonico) Allegro Finale
Antonio Vivaldi
4 - Carinhoso
Pixinguinha - João de Barro (Braguinha)
5 - Ingênuo
Pixinguinha - Benedito Lacerda
6 - Vou vivendo
Pixinguinha - Benedito Lacerda
7 - Jubileu
Anacleto de Medeiros
8 - Batuque característico
Henrique Alves de Mesquita
9 - Marreco quer água
Pixinguinha
10 - Devagar e sempre
Pixinguinha
11 - Tapa buraco
Pixinguinha
12 - Um a zero
Pixinguinha - Benedito Lacerda

Músicos
 
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Aqui, sob a batuta de Radamés Gnattali, Vivaldi é interpretado com base na música brasileira, o que remete às relações com a musicalidade Pixinguinha. Decerto, essa ponte temporal, étnica e musical não é nenhum exagero para aproximar genialidades.




The Voodoohounds - The Voodoohounds 2025

 

1. E.T. Woman (Feat. Lucy Fixingdiamond) (4:53)
2. Mata Hari (3:35)
3. I'm Hooked (4:23)
4. Cromwell (3:00)
5. Give Me More (5:04)
6. Shake You Off (Feat. Lucy Fixingdiamond) (5:12)
7. Slick Bean (3:42)
9. Blue Oil (7:34)
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Voodoohounds: O Groove Blues que Transporta para os Anos Dourados!
O coração do blues dos anos 50 e 60 com o álbum de estreia homônimo dos Voodoohounds, lançado em 2025! Essa banda alemã do sul, com sua formação clássica de guitarra, harmônica, piano, baixo, bateria e nada menos que dois saxofones, captura a essência autêntica do jump blues da Costa Oeste americana, misturando swing animado com o blues cru de Texas e Chicago. 
Destaques incluem "E.T. Woman (Feat. Lucy Fixingdiamond)", uma faixa hipnótica de 4:53 que abre o disco com vocais cativantes e um feat especial que adiciona camadas sensuais; "Mata Hari", um instrumental de 3:35 com toques misteriosos; e a épica "Blue Oil", fechando com 7:34 minutos de jam blues profundo e imersivo. "Shake You Off", outro feat com Lucy, entrega um swing irresistível de 5:12, perfeito para dançar.
O processo criativo envolveu jam sessions em estúdios remotos na Baviera, recriando a vibe de clubes de blues americanos dos anos 60, com gravações analógicas para preservar o calor orgânico. Formada por músicos experientes como Max Kögel na harmônica e Max Schöll na guitarra, a banda mistura originais frescos com covers raros, homenageando lendas como T-Bone Walker.

King Crimson - "Radical Action" (To Unseat The Hold Of Monkey Mind) 2016

 

Disc one, Mainly Metal

01."Larks’ Tongues in Aspic: Part One" David Cross, Robert Fripp, John Wetton, Bill Bruford, Jamie Muir 10:36

02."Radical Action (to Unseat the Hold of Monkey Mind)" Fripp 3:40

03."Meltdown" Jakko Jakszyk, Fripp 4:22

04."Radical Action II" Fripp 2:27

05."Level Five"Adrian Belew, Pat Mastelotto, Fripp, Trey Gunn 6:46

06."The Light of Day" Jakszyk, Mel Collins, Fripp 5:49

07."The Hell Hounds of Krim" Gavin Harrison, Mastelotto, Bill Rieflin 3:36

08."The ConstruKction of Light" (Part I) Belew, Mastelotto, Fripp, Gunn 6:24

09."The Talking Drum" Bruford, Cross, Muir, Wetton, Fripp 3:48

10. "Larks’ Tongues in Aspic: Part Two" Fripp 6:39

Total length:54:07


Disc two, Easy Money Shots

01."Peace" Peter Sinfield, Fripp 2:07

02."Pictures of a City" Sinfield, Fripp 8:17

03."Banshee Legs Bell Hassle" Harrison, Mastelotto, Rieflin 1:40

04."Easy Money" Wetton, Richard Palmer-James, Fripp 8:26

05."VROOOM" Belew, Bruford, Mastelotto, Fripp, Tony Levin, Gunn 4:56

06."Suitable Grounds for the Blues"Jakszyk, Fripp 4:51

07."Interlude" Fripp 2:23

08."The Letters" Sinfield, Fripp 6:30

09."Sailor's Tale" Fripp 6:41

10."A Scarcity of Miracles" Jakszyk, Collins, Fripp 6:52

Total length: 52:43


Disc three, Crimson Classics

1. "Red" Fripp 6:31

2. "One More Red Nightmare" Wetton, Fripp 6:03

3. "Epitaph" Greg Lake, Ian McDonald, Michael Giles, Sinfield, Fripp 8:44

4. "Starless" Bruford, Cross, Wetton, Palmer-James, Fripp 12:17

5. "Devil Dogs of Tessellation Row" Harrison, Mastelotto, Rieflin 3:00

6. "The Court of the Crimson King" McDonald, Sinfield 7:00

7. "21st Century Schizoid Man"Lake, McDonald, Giles, Sinfield, Fripp 10:56

Total length: 54:31

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King Crimson Desafia o Tempo com "Radical Action"!Lançado em 2016, Radical Action (To Unseat the Hold of Monkey Mind) é um box set ao vivo que captura a energia da formação de sete membros do King Crimson, formada em 2013. Gravado em turnês no Japão, Canadá e França, o álbum revisita o rock progressivo com arranjos revitalizados de clássicos como “Larks’ Tongues in Aspic”, “21st Century Schizoid Man” e “Starless”, além de novas composições como “Radical Action II” e “Meltdown”. O som é denso, com os três bateristas — Harrison, Mastelotto e Rieflin — criando ritmos hipnóticos, e os sopros de Mel Collins adicionando emoção. Os CDs, com mixagens sem plateia, foram organizados em temas como “Mostly Metal” e “Crimson Classics”, simulando um álbum de estúdio ao vivo. Robert Fripp, o gênio por trás, aparece sorrindo no Blu-ray, um raro momento de leveza!

Buckethead – Seeing the Sea Sideways (2024)

 

01 – Sideways 1
02 – Sideways 2
03 – Sideways 3
04 – Sideways 4
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O Encanto Hipnótico de Buckethead em "Seeing the Sea Sideways"
O virtuosismo de Buckethead  mergulha em "Seeing the Sea Sideways" (2024), o Pike 623 que captura a essência do mar em ondas de experimentalismo. Com apenas quatro faixas – "Sideways 1" a "Sideways 4" –, o álbum é uma suíte instrumental de cerca de 30 minutos, misturando rock progressivo, toques jazzísticos e solos etéreos que evocam horizontes infinitos. O estilo é puro Buckethead: camadas de guitarra hipnótica sobre loops de bateria reciclados, criando texturas aquáticas e imprevisíveis que fluem como marés.
"Sideways 3" brilha com riffs jazz-tingidos e solos que constroem tensão épica, enquanto "Sideways 4" fecha com uma explosão de energia, perfeita para headbanging meditativo. Nenhuma participação especial, mas a produção solo de Buckethead, com mixagem aprimorada de drums, eleva o som a um patamar cristalino. Esse Pike faz parte da série "Pike", iniciada em 2011, onde ele lança mini-álbuns numerados como HQs – e em 2024, já são centenas, provando sua proliferação lendária. Buckethead, ex-Guns N' Roses, continua inovando de Bucketheadland, seu universo particular.

O álbum "She Works Hard for the Money", da cantora Donna Summer, foi lançado em 1983

O álbum "She Works Hard for the Money", da cantora Donna Summer, foi lançado em 1983 e é um dos discos mais emblemáticos de sua fase pós-disco. Foi o décimo primeiro álbum de estúdio da artista e marcou uma importante renovação artística e comercial, com forte impacto nas paradas, videoclipes e no reconhecimento de Summer como uma artista mais do que apenas ligada à era disco.
Após o declínio da era disco no fim dos anos 70 e uma série de atritos com gravadoras (incluindo sua saída da Casablanca e depois da Geffen), Donna Summer assinou com a Mercury Records. O álbum foi produzido por Michael Omartian, e trouxe uma abordagem mais voltada ao R&B, pop contemporâneo, soul, funk, rock e até gospel, refletindo a versatilidade vocal e autoral de Donna.
O disco tem forte presença feminina e social, algo que a faixa-título sintetiza perfeitamente: um hino sobre a mulher trabalhadora e suas lutas diárias, com empatia e dignidade.
Produzido por Michael Omartian, com arranjos mais pop e sofisticados. Donna co-escreveu todas as faixas do álbum que tem um uso expressivo de sintetizadores e bateria eletrônica, típicos da estética dos anos 80, sem perder o groove característico da artista.
"She Works Hard for the Money" é um dos álbuns mais importantes da segunda fase da carreira de Donna Summer, consolidou sua imagem como compositora, mulher de fé e voz social ativa. A faixa-título continua sendo um hino de luta e superação, usada em campanhas, comerciais e filmes até hoje.



O álbum "Dancing on the Ceiling", lançado em 1986, é o terceiro trabalho solo de estúdio do cantor e compositor norte-americano Lionel Richie

O álbum "Dancing on the Ceiling", lançado em 1986, é o terceiro trabalho solo de estúdio do cantor e compositor norte-americano Lionel Richie. Distribuído pela Motown Records, o disco consolidou Richie como um dos maiores nomes do pop e R&B dos anos 1980, sucedendo o sucesso estrondoso de Can't Slow Down (1983).
O álbum apresenta uma fusão de estilos que vão do pop dançante ao soul romântico, com faixas que se tornaram clássicos: “Dancing on the Ceiling”, “Say You, Say Me”, “Ballerina Girl”, “Love Will Conquer All” e “Deep River Woman”.
A música “Say You, Say Me” foi Originalmente composta para o filme White Nights. Essa balada renceu o Oscar e o Globo de Ouro de Melhor Canção Original. Foi o primeiro single do álbum e permaneceu quatro semanas no topo da Billboard Hot 100.
"Dancing on the Ceiling" vendeu mais de 4 milhões de cópias nos Estados Unidos e alcançou o 1º lugar na Billboard 200. Foi o primeiro álbum a ser simultaneamente certificado como ouro, platina, dupla e tripla platina pela RIAA desde a introdução da certificação de dupla platina em 1984 .
Após o sucesso do álbum, Richie entrou em um hiato de quase uma década, retornando com material inédito apenas em 1996 com o álbum Louder Than Words.




Destaque

ROCK AOR - Avion - White Noise (1987)

  Avion foi uma banda australiana de Sydney que mostrava um Melodic Rock/AOR cristão. Este álbum "White Noise" é considerado um cl...