terça-feira, 2 de dezembro de 2025

Edguy: crítica de Space Police - Defenders of the Crown (2014)

 



Além de vocalista, principal compositor e líder do Edguy, Tobias Sammet também tem sido o seu grande garoto-propaganda. Nos últimos meses, fazendo uso de uma brilhante estratégia de divulgação em redes sociais, o músico foi nos apresentando passo a passo do processo de confecção do décimo disco de estúdio dos caras, Space Police – Defenders of the Crown.

E se você prestasse um tantinho de atenção, entenderia claramente qual a proposta da bolacha. As pistas estavam todas lá, antes mesmo de ouvirmos a primeira canção da dita cuja. Desde o título – a junção dos nomes de duas músicas do  álbum e que a banda achava igualmente ideais, ainda que um tanto ópera rock demais, mais David Bowie do que heavy metal – até à capa com um gostinho de ficção científica pulp dos anos 70, estava nítida a intenção do quinteto. Mais uma vez, fãs saudosistas se enganaram com uma falsa promessa de que este seria um retorno do Edguy ao power metal de suas origens. E não consigo entender o motivo.

Senhoras e senhores, já disse isso um monte de vezes e repito: a cada disco, estes respeitáveis senhores estão se distanciando mais e mais da sonoridade germânica do Helloween, outrora enraizada em seu DNA. Este é um Edguy flertando abertamente com o hard rock. E que parece pouco disposto a voltar atrás neste momento. Ainda bem.

Parte da imprensa especializada gringa se apressou em dizer que este era o melhor disco de power metal lançado nos últimos anos. Cuidado, minha gente. Como eu disse à ocasião do lançamento de Age of the Joker, o Edguy é hoje muito mais uma banda de hard 'n heavy do que uma unidade power metálica. E esta é uma ótima notícia, porque eles continuam construindo uma sonoridade única, própria, e estão se divertindo horrores com ela. Space PoliceDefenders of the Crown tem doses cavalares de humor inteligente, é carregado de uma irreverência que é evolução natural de Rocket Ride (2006), por exemplo. Só que a sonoridade não deixa de ser, em partes iguais, pesada e melódica. Numa análise do disco como obra, eu refaço a frase da imprensa estrangeira: este é um dos melhores discos de metal lançados nos últimos anos. Acho que fica mais justo. E acrescento: Space Police – Defenders of the Crown é, de longe, o melhor lançamento do Edguy desde Hellfire Club (2004). E isso não é pouco. É um Edguy em seu auge criativo.

Não se deixe enganar pela excelente faixa de abertura, “Sabre & Torch”, que tem na letra uma declaração clara de que estes sujeitos estão dispostos a explorar, a ir até onde nenhum homem (ou músico) jamais esteve. Suas  guitarras encorpadas são heavy metal, mais metal britânico até do que o típico power metal alemão. Mas repare na interpretação de Tobias e nos corais que ele incita no momento do pré-refrão. Bingo. Pura farofa. O mesmo acontece em “Defenders of the Crown”, uma elegia ao fato do Edguy ser um "bastião da resistência da coroa metálica" (sarcasmo pouco é bobagem), quando eis que surge mais um acerto brilhante de Tobias na hora de fazer um refrão contagiante e grudento. E em “Space Police”, igualmente acelerada e divertida, a mensagem mais certeira: um certa polícia espacial o tempo todo tentando dizer o que os músicos devem fazer e que regras devem seguir. "You're all about to make a fool of yourself / Goes the space police / Cause you're about to negate their rules / Watch out for the space police". Entenderam o recado?

Shadow Eaters” pode, talvez, ser aquela faixa que mais se pode dizer que está próxima da herança metálica dos caras - enquanto, pelo outro lado, “Alone in Myself” é exemplar típico de seu flerte com o pop, uma balada que tocaria tranquilamente em qualquer rádio dos anos 80. E embora “The Realms of Baba Yaga” (a respeito de uma bruxa bizarra das lendas do leste europeu) e “Do Me Like a Caveman” (composição do guitarrista Jens Ludwig, o que é coisa rara nos discos da banda, já que 99% do material sai da cabeça de Sammet) sejam boas canções, e “The Eternal Wayfarer” seja um belo épico de 8 minutos com um trabalho brilhante de guitarras duplas de Ludwig e Dirk Sauer, existem dois grandes pontos altos na obra que precisam ser destacados.

O primeiro deles é “Love Tyger”, canção que se tornou o primeiro videoclipe do  álbum, e que desde já eu carimbo como uma das melhores músicas do ano. Assim mesmo, sem pensar muito. Concebida como um tributo de Tobias a si mesmo, a faixa é uma espécie de "o que aconteceria se a Sunset Strip fosse na Alemanha?". É farofa da pura, da boa, do tipo que gruda na sua cabeça por dias. Fico, de coração, torcendo para que o Tobias pire de vez e, em dado momento, resolva fazer um disco inteiro assim. A outra pequena obra-prima dentro deste Space Police é a versão deles para “Rock Me Amadeus”, hit do cantor pop austríaco Falco e que fez os fãs estranharem bastante no momento de seu início. Nada a temer. A faixa não ficou apenas mais densa e pesada. Ela ficou totalmente com a cara do Edguy, como se fosse originalmente sua. E com direito até ao cantor do grupo exercendo seu lado mais Mike Patton, no Faith No More, numa passagem meio falada, meio rap, sem os gritinhos aos quais está acostumado. Genial.

Vale lembrar ainda que a versão dupla do álbum traz, no segundo disco, duas pérolas que mereceriam, com méritos, constar na versão original. A primeira delas é “England”, uma declaração de amor à Inglaterra, cantada com o coração rasgado por Tobias - que enumera todas as qualidades que a Terra da Rainha tem em relação a localidades como Paris e Roma. Algumas delas são Bob Catley (cantor do Magnum, seu parceiro no projeto Avantasia), Def Leppard, Mr.Bean. E a mais importante delas, rapazes, é Steve Harris. É isso. Ele é a melhor coisa da Inglaterra. Quem é fã do Maiden, com certeza vai concordar. Simplesmente hilária também é “Aychim in Hysteria”, homenagem às desventuras do engenheiro de som da banda. O grande trunfo não está, no entanto, na letra, mas sim na forma que ela é executada - afinal, como entrega o título, a sonoridade é exatamente igual ao Def Leppard em sua fase Hysteria. Reparem que até os vocais que Tobias faz são construídos para se parecerem com Joe Elliott. Um tributo e tanto.

Space Police – Defenders of the Crown é prova viva e pulsante de que, diferente do que defendem alguns, Tobias não passou a ficar mais preocupado com a ópera metálica Avantasia, deixando o Edguy de lado. Isso aqui é Edguy, puro e dos bons. Com o bom humor e sarcasmo que lhe são peculiares, Tobias disse recentemente em seu Twitter: "Bem, para aqueles que estão querendo ouvir o som do Mandrake, eu lhes digo: comprem o Mandrake". Agora que foi o próprio cara quem disse, creio que não preciso explicar mais nada, correto? :)


Tracklist
1.    Sabre & Torch
2.    Space Police
3.    Defenders of the Crown
4.    Love Tyger
5.    The Realms of Baba Yaga
6.    Rock Me Amadeus
7.    Do Me Like a Caveman
8.    Shadow Eaters
9.    Alone in Myself
10.    The Eternal Wayfarer





Elvis Presley – Elvis: The First Live Recordings


O catálogo de músicas de Elvis Presley é enorme. Mas este álbum o mostra como ele se apresentava para o público texano, que se tornou seu primeiro fã através do rádio. Elvis ainda era motorista de caminhão da Crown Electric , mas já havia estabelecido os elementos musicais que criaram o estilo rockabilly.

Este LP, hoje raro, lançado em 1984, apresenta as performances ao vivo de Elvis na rádio KWKH , no programa Louisiana Hayride , que apresentava artistas locais semanalmente entre 1955 e 1956. Após essas apresentações de Presley , a música nunca mais foi a mesma.

Músicos:

Elvis Presley: guitarra, voz;
Scotty Moore: guitarra elétrica;
Bill Black: contrabaixo;
DJ Fontana: bateria

Lista de faixas:

01. Introdução com Elvis Presley e Horace Logan
02. I wanna play house with you (Gunter)
03. Maybelline (Chuck Berry)
04. Tweedle dee (Winfield – Scott)
05. That's all right (A.Crudup)
06. Lembranças de Frank Page
07. Hound dog (Lieber – Stoller)






Elton John – Goodbye Yelllow Brick Road (1973)

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Ao longo de seus mais de 40 anos de carreira musical, Elton John vendeu mais de 250 milhões de álbuns e mais de 150 milhões de singles, emplacando mais de 50 canções nas paradas de sucesso e se tornando um dos músicos mais bem-sucedidos de todos os tempos. Em 2004, a revista Rolling Stone o classificou em 49º lugar na sua lista dos 100 Maiores Artistas de Todos os Tempos. Sua canção "Candle in the Wind ", regravada em 1997, tornou-se o single mais vendido de todos os tempos, com 37 milhões de cópias vendidas. Entre suas inúmeras honrarias, destaca-se o título de cavaleiro concedido pela Rainha Elizabeth II, que o nomeou Membro da Ordem do Império Britânico . Segundo a Billboard , ele é o terceiro maior artista de todos os tempos nos Estados Unidos, atrás apenas dos Beatles e de Madonna.

***

"Goodbye Yellow Brick Road" , lançado em 1973, é o sétimo álbum de estúdio de Elton John (que completa 65 anos hoje!) e se tornou um de seus trabalhos mais populares e o mais vendido de sua discografia, ultrapassando 31 milhões de cópias em todo o mundo até hoje.

É o meu álbum favorito do Elton John e contém (também na minha opinião) a sua melhor música, a faixa-título. Mas também inclui outras pérolas como "Candle in the Wind", "Bennie and the Jets" e "Saturday Night's Alright for Fighting ". O processo de gravação durou duas semanas na França e, segundo o produtor Gus Dudgeon , o álbum não foi originalmente planejado como um álbum duplo, como acabou sendo lançado. Na sua primeira reedição em CD, em 1995, todas as músicas foram incluídas em um único CD. Esta edição inclui a arte da capa completa tanto da versão em CD quanto do vinil de 1973.

Músicos:

Elton John: piano, piano elétrico, órgão, vocais.
Dee Murray: baixo.
Davey Johnstone: guitarras acústica e elétrica, banjo.
Nigel Olsson: bateria.
Ray Cooper: pandeiro, congas.
Dee Murray, Davey Johnstone, Nigel Olsson: vocais de apoio (faixas 1, 2, 4, 10, 13, 17).
Del Newman: arranjos orquestrais (faixas 4, 8, 9, 10, 15, 17).
Leroy Gomez: solo de saxofone em “Social Disease”.
Kiki Dee: vocais de apoio em “All the Girls Love Alice”.






Ella Fitzgerald e Louis Armstrong – Porgy & Bess (1975)

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O nome original de Gershwin era Jacob Gershovitz. Ele era filho de imigrantes judeus russos, Moris e Rose, que se casaram nos Estados Unidos. Nascido no Brooklyn em 1898, ele nunca concluiu o ensino médio e viveu em tamanha pobreza que contraiu poliomielite.
Mas o aspecto mais notável de sua biografia é que ele criou uma peça sobre trabalhadores negros na Carolina do Sul em 1920, que mais tarde se tornaria "a ópera americana".
Porgy and Bess nem sempre foi bem recebida pela crítica. Alguns especialistas e defensores dos direitos humanos a criticaram duramente por "refletir estereótipos antigos e falsos sobre os afro-americanos".

Interpretada brilhantemente por Louis Armstrong e Ella Fitzgerald, a ópera consiste em canções individuais e cenas corais, conectadas por diálogos e texto falado. Algumas das canções que se tornaram sucessos musicais incluem “Summertime”, “I Got Plenty O' Nuttin'” e “It Ain't Necessarily So”.

Em 1926, Gershwin leu o romance Porgy, de DuBose Heyward, escrito por um nativo de Charleston, Carolina do Sul, e imediatamente escreveu ao autor sugerindo uma colaboração em uma ópera folclórica baseada no romance. No entanto, foi somente em 1934, após anos de correspondência, que George e Ira Gershwin se encontraram com DuBose Heyward em Charleston para escrever a ópera que vinha germinando na imaginação do compositor havia vários anos.
O romance de Heyward foi inspirado por um artigo de jornal da época que contava a história de um homem negro com deficiência que cometeu um crime em um momento de paixão. O artigo era baseado na história de um personagem da vida real, bastante popular na época, chamado "Sammy, o Bode". Sammy não conseguia ficar em pé e era obrigado a ser transportado em uma carroça puxada por um bode.
Mais tarde, Sammy se tornaria Porgy, um homem negro com deficiência capaz de tudo por seu amor por Bess. Ele a ama, mas ela é seduzida por outro morador da vila, um oportunista negro e meio vigarista que Bess segue até Nova York. Na cena final, Porgy, ao saber que sua amada partiu, pega sua carroça e dirige desesperadamente para encontrá-la.

Para contar essa história dramática e ao mesmo tempo bem-humorada, George, Ira e Heyward passaram um verão inteiro em Folly Beach, uma ilha a 15 quilômetros de Charleston, de onde podiam observar os Gullahs, um grupo isolado de pessoas negras que viviam na Ilha de James. Eles se inspiraram neles para retratar os moradores de Catfish Row que aparecem na ópera.

“Jamais me esquecerei da noite em que, em uma reunião de pessoas negras em uma ilha remota, Gershwin começou a gritar com elas. E, para espanto de todos, ele se tornou o ‘campeão dos gritos’” (gritar é um ritmo originário da África, obtido batendo palmas e pés para acompanhar cânticos espirituais), disse Heyward, descrevendo a interação do compositor com as pessoas que inspirariam sua obra.
A ópera se passa em Catfish Row, um assentamento negro em Charleston, Carolina do Sul. Gershwin acreditava firmemente que ela deveria ser interpretada por pessoas negras, mas, na época, era difícil encontrar artistas negros com experiência em ópera.
Gershwin esteve envolvido em todo o processo de seleção do elenco e produção de sua ópera. Todd Duncan, o primeiro Porgy, lembra que o compositor “percorreu o país inteiro em busca de seu Porgy”. Ele também observa que, quando finalmente decidiram contratá-lo, disseram-lhe que ele só precisaria cantar duas ou três músicas na audição, mas, na realidade, o fizeram cantar por mais de uma hora e meia. “Foi incrível. Em certo momento, George e Ira arrancaram a partitura da minha mão e começaram a cantar eles mesmos com suas vozes horríveis e envelhecidas, mas com tanta emoção que me fizeram chorar”, relembra o primeiro intérprete de Porgy.

A ópera estreou em Boston em setembro de 1935 e foi recebida com entusiasmo tanto pelo público quanto pela crítica. Com algumas alterações, foi remontada em Nova York em 10 de outubro de 1935. Houve apenas 124 apresentações de Porgy and Bess na Broadway, e levou vários anos para recuperar o investimento. Nunca foi muito bem recebida. Um grande número de críticos e compositores negros, como Duke Ellington, criticaram a ópera. "Nenhum homem negro seria enganado por Porgy", disse Ellington em um artigo de jornal.
Dois anos após a estreia, Gershwin morreu de um tumor cerebral, pouco antes de completar 39 anos. Em 1959, uma versão cinematográfica produzida por Samuel Goldwyn e dirigida por Otto Preminger foi duramente criticada por retratar estereótipos. Durante anos, Porgy and Bess fez mais sucesso na Europa, onde era considerada "a verdadeira ópera americana", do que nos Estados Unidos.

A primeira versão completa de Porgy and Bess em seu país de origem foi encenada em Houston, em 1970, sob a regência de John de Main e com grande aclamação. A ópera foi finalmente produzida no Metropolitan Opera cerca de 50 anos depois da estreia. O aspecto notável de Porgy and Bess é que se trata da única ópera baseada no jazz das décadas de 1920 e 30 a sobreviver ao período pós-guerra, quando os compositores começaram a usar o jazz de forma satírica.

Por meio dessas obras, e de Porgy and Bess, Gershwin tornou-se, sem dúvida, o pianista e compositor americano que combinou com maior sucesso elementos do jazz e melodias populares americanas, abordando alguns dos temas mais profundos da condição humana.


Tracklist:

01. Overture
02. Summertime
03. I Wants To Stay Here
04. My Man’s Gone Now
05. I Got Plenty O’ Nuttin’
06. Buzzard Song
07. Bess, You Is My Women Now
08. It Ain’t Necesarily So
09. What You Want Wid Bess?
10. A Woman Is A Sometime Thing
11. Oh, Doctor Jesus
12. Medley: Here Come De Honey Man; Crab Man; Oh, Dey’s So Fresh
13. There’s A Boat Dat’s Leavin’ Soon For New York
14. Bess, Oh Where’s My Bess?
15. Oh Lawd, I’m On My Way




Rush - Hard Rock (Canada)

 



Em 1º de dezembro de 2017, o Rush lançou uma nova edição luxuosa e expandida do álbum histórico A Farewell to Kings — o quinto álbum de estúdio lançado originalmente em 1977, que apresentou o sucesso radiofônico “Closer To The Heart”, as faixas “A Farewell To Kings”, “Madrigal”, “Cinderella Man”, bem como os clássicos favoritos dos fãs, “Xanadu” e “Cygnus X-1”.

A Farewell to Kings—40th Anniversary estará disponível para os fãs em quatro configurações distintas, incluindo (1) Super Deluxe Edition, (2) Three-CD Deluxe Edition, (3) Four-LP Deluxe Edition e (4) Deluxe Digital Edition.

Super Deluxe | 4LP | Deluxe 3CD


A Edição Super Deluxe inclui três CDs, um disco Blu-ray Audio e quatro LPs de vinil de alta qualidade com 180 gramas. O conjunto engloba a edição remasterizada de 2015 do álbum, feita nos Abbey Road Mastering Studios, pela primeira vez em CD; um show completo do Rush gravado em fevereiro de 1978 no Hammersmith Odeon, em Londres, mixado novamente por Terry Brown, engenheiro de som de longa data do Rush e produtor original de A Farewell to Kings, a partir das fitas multitrack ao vivo; quatro versões cover inéditas de músicas do álbum original, gravadas por Dream Theater, Big Wreck, The Trews e Alain Johannes; e uma faixa instrumental de estúdio com efeitos sonoros espaciais que a banda criativamente intitulou “Cygnus X-2 Eh”. O show no Hammersmith apresenta, pela primeira vez, mais de 34 minutos de performances inéditas, incluindo a suíte completa de “2112”, “Lakeside Park”, um solo de bateria e “Closer To The Heart”. O conteúdo de áudio dos CDs da Edição Super Deluxe é duplicado nos discos de vinil. Enquanto isso, o disco Blu-ray Audio contém uma nova mixagem surround 5.1 do álbum, produzida por Steven Wilson, quatro vezes indicado ao Grammy®, além de três vídeos promocionais originais de 1977, provenientes de um master de vídeo quad de 2 polegadas recém-descoberto, que melhora significativamente a qualidade de vídeo de “Closer To The Heart”. O pacote Super Deluxe também inclui uma nova e elaborada capa comemorativa de 40 anos, criada por Hugh Syme, diretor criativo de longa data do Rush, que também desenvolveu uma nova arte para cada uma das seis músicas do álbum, e um extenso encarte de 12.000 palavras escrito por Rob Bowman, historiador do rock e vencedor do Grammy®.

A edição Super Deluxe de A Farewell to Kings – 40º Aniversário também incluirá diversos itens exclusivos, como um anel King's Ring único, com estojo de veludo personalizado e corrente para o pescoço; duas litografias com arte original de Hugh Syme; um tapete especial para toca-discos de 12 polegadas com arte exclusiva de Hugh Syme; e uma reprodução do programa original da turnê A Farewell To Kings de 1978 do Rush.

A segunda configuração do álbum A Farewell to Kings—40th Anniversary será lançada em uma edição de luxo com três CDs, contendo o álbum A Farewell to Kings, recentemente relançado, o show no Hammersmith Odeon, as quatro novas versões cover, a faixa descartada “Cygnus X-2 Eh”, a arte original de Hugh Syme para cada música e as notas de Rob Bowman.


A terceira configuração será oferecida como uma Edição Deluxe audiófila em vinil de 180 gramas com quatro LPs, apresentando o mesmo conteúdo de áudio da edição com três CDs, embalagem dupla, livreto de 32 páginas no formato vinil, tapete especial para toca-discos de 12 polegadas, além da arte de Syme e notas de encarte da Bowman.


A quarta configuração, a Edição Digital Deluxe, contará com o álbum original no disco 1, o concerto completo em Hammersmith sem cortes no disco 2 e as quatro versões cover mais a faixa descartada “Cygnus X-2 Eh” no disco 3.



O álbum A Farewell To Kings gerou o primeiro sucesso comercial da banda nas rádios, “Closer To The Heart”, e será relançado em comemoração ao seu 40º aniversário. A remasterização original do álbum, feita em 2015 pelo Abbey Road Mastering Studios, é apresentada pela primeira vez em CD. O show de fevereiro de 1978 no Hammersmith Odeon está agora disponível pela primeira vez como um concerto completo, com nova mixagem de Terry Brown. As faixas bônus adicionais incluem quatro covers de Dream Theater, Big Wreck, The Trews e Alain Johannes, além de uma gravação de estúdio inédita dos efeitos sonoros espaciais de “Cygnus X-1”, chamada “Cygnus X-2 Eh”. O pacote de 40º aniversário apresenta uma nova capa, novas ilustrações para cada música feitas por Hugh Syme e um encarte de 12.000 palavras escrito por Rob Bowman.





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