terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Orchestre National de Barbès – Rendez-vous Barbès (2010)

 

Orquestra Nacional de Barbès personifica os sons, os aromas e a própria alma deste bairro parisiense tão diverso, mas também a fusão de diferentes comunidades musicais magrebinas e francesas. É a união de 11 músicos de várias regiões do Magreb e da França que criaram um repertório que ressoa com todos: marroquinos, argelinos, tunisianos e franceses de bairros operários. Seu penúltimo álbum, Rendez-vous Barbès (2010), é uma síntese de seus três álbuns anteriores e chega para dar novo fôlego à música norte-africana, da qual são os melhores representantes.
De ascendência argelina e marroquina, os membros desta orquestra viviam no bairro parisiense de Barbès quando se uniram para fazer música em 1995. Barbès é emblemático da história da imigração na França, o lugar onde inúmeros trabalhadores argelinos, marroquinos, malianos e senegaleses escolheram seu primeiro lar, geralmente um quarto em um hotel decadente, na esperança de economizar algum dinheiro. E foi nos cafés deste bairro que nasceu a cena musical norte-africana na França, então uma cena pequena e discreta frequentada apenas pelas centenas de imigrantes que desciam ao café depois do trabalho para ouvir canções de sua terra natal. Cantores lendários surgiram dali, como Dahmane El Harrachi e Cheb Khaled.

Hoje, mais de quinze anos depois, a Orquestre National de Barbès continua a mesclar estilos tradicionais magrebinos, raï, reggae e música gnawa com sons e ritmos contemporâneos para apresentar ao mundo a rica paisagem sonora da África. Isso inclui tanto o norte quanto as terras ao sul do Deserto do Saara, enfatizando ritmos festivos e inspirando-se na tradição para adaptá-la a sons modernos.
Rendez-vous Barbès é uma síntese de seus três trabalhos anteriores. Canções inspiradas em allaoui, raï, gnawa, chaabi, ritmos berberes e reggae são combinadas com uma energia inspirada no rock e no ska. É um retrato da energia e do espírito criativo que caracteriza os bairros operários de Paris, um álbum que convida à dança e quase faz esquecer o ar "sério demais" dos habitantes da capital francesa. Em resumo, "um álbum intenso, que resulta num convite a viajar por esse imenso mundo que se encontra nas ruas desse bairro multicultural que é Barbès."


Lista de faixas :
01. Sidi Yahia-bnet Paris
02. Chkoun?
03. No no no
04. Chorfa
05. RDV Barbès
06. Jarahtini-Marhba-Jibouhali
07. Rod Balek
08. Laafou
09. Denya
10. Allah idaouia





The Sheepdogs – Keep Out Of The Storm 2026

 


A banda canadense de rock The Sheepdogs anuncia seu novo álbum completo, "Keep Out Of The Storm", com lançamento previsto para 27 de fevereiro de 2026. O grupo, multiplatinado e quatro vezes vencedor do prêmio JUNO, lançará "Keep Out Of The Storm" por meio de sua própria gravadora, Right On Records, com distribuição mundial pela The Orchard.

Seu primeiro LP desde a saída do baterista de longa data Sam Corbett, o álbum conta com a participação de um impressionante elenco de bateristas convidados e amigos, incluindo Trevor Falls (indicado ao JUNO), Adam Hindle (Dwayne Gretzky, Born Ruffians), Steve Kiely (Golden Feather), Jordan Murphy (Adam Baldwin, Walrus) e Dani Nash (July Talk). Sempre independentes e ferozmente autossuficientes, os The Sheepdogs construíram uma carreira baseada em boas vibrações, ótimas músicas, harmonias e shows ao vivo irresistíveis. Com seu próprio selo e cronograma, a banda abraçou uma liberdade que lhes permite lançar músicas sempre que a inspiração surgir — sem deixar de honrar seu profundo amor pelo formato de álbum completo. 'Keep Out Of The Storm' prepara o terreno para a tempestade e encara os desafios do rock'n'roll com tudo, apresentando onze faixas frescas, vibrantes e prontas para alto mar, incluindo o recente sucesso 'Nobody But You', que alcançou a 17ª posição na Billboard Mainstream Rock (Canadá), a 14ª na Active Rock e foi uma das faixas mais adicionadas ao formato esta semana.

Side A
01. Nobody But You
02. Keep Out Of The Storm
03. I Do
04. Playing All Night Long
05. Take A Look At Me Riding

Side B
06. All I Wanna Do
07. Bad For Your Health
08. Breezy
09. The Owl
10. The Yellow Line
11. Out All Night

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Asterise – Twilight Opera (2026) EP

 


A banda internacional de power metal Asterise lançará seu novo EP, 'Twilight Opera', em 16 de janeiro de 2026. v comenta: “Com este EP, quis experimentar o lado old-school do rock e do power metal — capturar aquele espírito clássico, mas fazê-lo soar fresco e relevante hoje em dia.

Essas músicas não se encaixavam exatamente na direção do nosso próximo álbum completo, mas eu não conseguia imaginar deixá-las inéditas. Cada faixa explora um estilo ligeiramente diferente, variando de uma vibe mais voltada para o rock a uma canção de power metal com narrativa, destacando a diversidade deste lançamento. O material de 25 minutos representa um lado mais experimental do Asterise, mantendo a essência e a energia do verdadeiro power metal. Como sempre, as performances vocais de todos os cantores são excepcionais e dão vida a cada faixa de uma maneira única.”

01.Twilight Opera (07:48)
02.Eclipse (05:22)
03.Hope (04:39)
04.On My Way to Heaven (06:58)

Guitars & Bass – Bartlomiej Mezynski
Keyboards – Ariel Perchuk
Drums – Slawomir Siwak
Vocals – Mike Livas, Arnaud Menard, Luigi Soranno, Sozos Michael
Guest Violin solo – Małgorzata Kilar

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Aeon Gods – Reborn To Light 2026

 


Aeon Gods lançará o novo álbum 'Reborn To Light' em 20 de fevereiro pela Scarlet Records. Com 'Reborn To Light', Aeon Gods abre um novo capítulo em seu universo de metal repleto de mitologia, adentrando o reino radiante e sombrio do antigo Egito.

As novas músicas combinam a força do power metal com texturas orquestrais para criar uma experiência mítica imersiva, e a banda alemã entrega uma obra verdadeiramente cinematográfica e dinâmica: hinos rápidos e poderosos, cânticos de batalha dramáticos, passagens atmosféricas sombrias, grandiosidade sinfônica e um momento de calma e profundidade emocional que remete a uma balada. O conceito acompanha a dramática descida noturna do deus-sol Rá ao submundo – além desse ciclo solar central, 'Reborn To Light' incorpora outros mitos egípcios fundamentais; essas histórias expandem o escopo mitológico do álbum e aprofundam seu arco conceitual. Uma jornada cinematográfica de escuridão, renascimento e triunfo divino que eleva a marca registrada do Aeon Gods: riffs pesados, coros grandiosos e profundidade atmosférica!

01.Birth Of Light
02.Flames Of Ember Dawn
03.Barque Of Millions (Amduat pt. I)
04.The Sacred Union (Amduat pt. II)
05.Soldiers Of Re (Amduat pt. III)
06.Reborn To Light (Amduat pt. IV)
07.Feather Or Heart
08.Rebellion (Re’s Dying Reign pt. I)
09.Blood And Sand (Re’s Dying Reign pt. II)
10.Farewell (Re’s Dying Reign pt. III)

Alex ʻSol’Ra-tuʼ Hunzinger – voice of the Gods (vocals)
Anja ʻSu’en-Chelʼ Hunzinger – harmony of the Gods (keyboards)
Nino ʻEn-Atumʼ Helfrich – steel of the Gods (guitar)
Robert ʻAbzu’Keanʼ Altenbach – power of the Gods (guitar)
Elias ʻIš’Taruʼ Knorr – thunder of the Gods (drums)

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Heath – Murmurations (2025)

 


Release Year: 2025
Genre: Psychedelic / Progressive Rock / Jam Band
Country: Netherlands

Tracklist:
01. Exordium In D Minor (02:14)
02. Murmurations (15:36)
03. Nosedive (15:26)

Line Up:
Mees Vullings
Isak Heidenfors
Darcey Hellemond
Jordy Bouter
Steven Lolicato

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Here on Earth – Zaswiat (2025)

 


Year of manufacture: 2025
Genre: Progressive Rock / Metal
Country: Poland

Tracklist:
01. Zabierz mnie
02. We mnie w tobie
03. Poczekaj
04. Czas przygaslych swiatel
05. Dom
06. Dzyn dzyn
07.Oddech
08. Kogos bedzie brak
09. Bezkres
10. Echo

Line Up:
Krzysztof Wrobel – Vocals
Piotr Krasek – Guitar, Keyboards
Przemyslaw Nowakowski – Bass Guitar
Krzysztof Cudny – Drums

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GEMINIANI

 

Francesco Xaverio Geminiani, nascido em Lucca, suade batismo é 05 de dezembro de 1.687 foi um grande violinista e compositor italiano. Em algumas publicações seu nome do meio está grafado como Saverio.

Filho do famoso violinista Giuliano Geminiani, que foi seu primeiro professor, tornou-se aluno de Carlo Ambrosio Lonati, apelidado de Il Gobbo (O Corcunda), um violinista qualificado, estudou contraponto com Alessandro Scarlatti, posteriormente, e violino com Arcangelo Corelli.

C.A. Lonati        -              A.Scarlatti -                 A. Corelli
Aos vinte anos, em 1707, substituiu seu pai na Capela Palatina de Lucca. Em 1711 ele se tornou spalla e regente da Ópera de Nápoles. Após um breve retorno à sua cidade natal, em 1714 ele foi para Londres, onde suas performances brilhantes lhe deram, em um curto espaço de tempo, grande reputação.

Dois anos após sua chegada a Londres, publicou 12 sonatas para violino, baixo e cravo, que dedicou ao barão Kielmansegge, camareiro do rei George I. Este trabalho obteve grande sucesso.

Handel
O barão, que era seu protetor, falou ao rei, e obteve permissão para que Geminiani executasse algumas de suas produções em sua presença. Handel, que era o cravista da corte, cedeu parte do seu cravo e ambos fizeram um duo, Geminiani justificou a proteção de seus amigos.

Em 1727, o cargo de professor de música e compositor no estado da Irlanda estava vago, e o Conde de Essex indicou o nome de Francesco Geminiani, mas seu nome foi recusado por ele ser católico. O cargo foi dado a Mathieu Bubourg que tinha sido seu aluno e recusou a indicação. Enquanto isso, suas obras publicadas aumentavam a sua reputação. Numa visita que fez a Paris, entrou em contato com Padre Castel que havia publicado no Journal des Savants uma análise apologética da unidade harmônica de suas peças musicais, de volta a Inglaterra, ele traduziu a matéria para o inglês e publicou, silenciando as críticas.

Esteve outras vezes em Paris, onde lançou edições revisadas e corrigidas de muitas de suas obras. Em 1755, na Inglaterra lançou uma revista chamada Harmonical Miscellaney, sem o sucesso que o compositor esperava, e após duas edições fracassadas desistiu da ideia.

Foi à Irlanda em 1761, onde se encontrou com o seu Bubourg, então integrante da orquestra do rei, o pupilo fez questão de saudá-lo e demonstrar toda a gratidão que tinha com o seu antigo mestre.

Francesco Geminiani reunira material durante vários anos para a publicação de um livro sobre música, entretanto uma serviçal roubou os manuscritos, o que lhe causou profunda depressão, o que provavelmente causou sua morte em Dublin no dia 17 de Setembro de 1762.

Geminiani não foi uma unanimidade, alguns o mencionam como modelo de excelência na música instrumental. Outros que suas composições são ousadas e inventivas, porém sem ritmo ou melodia. Independente disto Francesco tentou abandonar o estilo de Corelli, com formas mais modernas, mas mantendo a pureza do estilo de seu mestre.

Em sua obra de composição se destacam suas sonatas para violino e baixo contínuo e seus concerti grossi, onde introduziu a viola como parte do concertino. Para este estilo ele também adaptou algumas sonatas para violino e baixo de seu mestre Corelli.

Escreveu um tratado sobre a arte do violino em 1751, Art of Playing the Violin, que sumariza a prática do instrumento no século XVIII, sendo uma referência até os dias de hoje.

Seu Guida harmonica (c. 1752) é um dos mais originais tratados de harmonia, dando instruções detalhadas para a realização do baixo continuo. Outras de suas obras teóricas são Art of Accompaniment on the Harpsichord, Organ, etc. (1754), Lessons for the Harpsichord, e Art of Playing the Guitar (1760).

Francesco Geminiani foi o primeiro italiano iniciado na Maçonaria, fato ocorrido em 01 de Fevereiro de 1725 na Queen’s Head Lodge, sendo considerado o mais antigo maçom da Itália.

Foi diretor artístico da PHILOMUSICAE ET ARCHITECTURAE SOCIETAS APOLLINIS, sociedade cultural estabelecida em Londres e criada pela Queen’s Head Lodge, com intuito de patrocinar propagar e desenvolver a música de câmara em detrimento a música religiosa e operística. 

Para ouvir e baixar algumas peças do compositor, clique aqui!


BEAUTIFUL DREAMER

 

Que tal ouvir um disco com o singelo título BEAUTIFUL DREAMER e o subtítulo “Lullabies the whole world loves”. Na capa uma jovem mãe com uma bebezinha no colo dormindo profundamente. Suspeito, não?
Bom este disco existe, foi lançado em 1993, e tem 12 faixas muito interessantes, e no conjunto realmente servem não só para dar aquela relaxada e puxar uma soneca. Mas também para uma pausa para meditação e introspecção. Todas as peças são orquestradas.

Vamos então às faixas:
  1. Lullaby – Johann Brahms, o título original da canção é Wiegenlied: Guten Abend, gute Nacht, Op. 49, nº 4 – publicada em 1868, é uma das canções mais usadas pelos pais para ninar os seus bebes e um dos temas mais famosos e reconhecidos no mundo. Foi dedicada a Bertha Faber por ocasião do nascimento de seu segundo filho, sua amiga, por quem Brahms foi apaixonado na juventude.
    Partitura de Schlafe, mein Prinzchen
  2. Sleep, My Little Prince, Sleep – Bernhard Flies, um compositor pouco conhecido nascido na Alemanha em 1770, seu título original é Schlafe, mein Prinzchen, schlaf ein, há algumas controvérsias sobre a canção ser realmente de sua autoria, estudos recentes apontam que seu compositor seria de fato, Johann Friedrich Anton Fleischmann, entretanto esta canção já foi atribuída erroneamente a Wolfgang Amadeus Mozart, com o número K350 no catálogo Köchel.
    Capa da partitura de Too Ra Loo Ro Loo Ral
  3. Too Ra Loo Ro Loo Ral - James Royce Shannon, é uma canção americana de origem irlandesa escrita em 1913 para o musical Tin Pan Alley Shameen Dhu. A gravação original da canção feita por Chauncey Olcott alcançou a posição # 1 nas paradas musicais. E repetiu o sucesso com Bing Crosby em 1944 vendendo mais de um milhão de cópias e alcançou a quarta posição na Billboard.
    Gershwin
  4. Summertime – Gershwin, a canção é uma das partes mais conhecidas da peça Porgy & Bess de 1935, um jazz standard muito popular, considerada uma das melhores canções do autor. Gershwin declarou que essa música foi baseada em uma canção ucraniana de ninar, Oi Khodyt Son Kolo Vikon (Um Sonho Passa Pela Janela).
    Ned Washington, Leigh Harline & Walt Disney
  5. When you wish upon a star – parceria de Leigh Harline e Ned Washington, para a adaptação de Walt Disney para Pinóquio em 1940. Cantada no desenho pelo Grilo Falante. A canção é um dos ícones da Walt Disney Co.
    Harold Arlen & Edgard Yipsel "Yip" Harburg 
  6. Over the Rainbow – parceria de Harold Arlen e Edgar Yipsel "Yip" Harburg é uma das canções mais famosas da década de 1930. Escrita para o filme o Mágico de Oz, é citada como uma personificação da esperança e dos sonhos da juventude sobre um mundo melhor.
    Robert Schumann
  7. Traumerie – Robert Schumann, parte da Opus 15 do compositor, conhecida como Cenas da Infância, no original Kinderszenen, composto em 1838. Um conjunto de 12 peças, originalmente era trinta, exprimindo as reminiscências da infância. Numa resposta a forma que Clara Schumann costumava trata-lo como criança. Traumerei é uma das peças mais famosas do compositor alemão. Numa tradução livre Traumerei seria A Sonhar.
    Ponce
  8. Estrellita – Manuel Ponce, escrita em 1912 é a mais famosa peça do compositor mexicano, não é uma canção de amor, e sim de saudade.
    Engelbert Humperdinck
  9. Prayer – Engelbert Humperdinck, a música faz parte da ópera infantil Hänsel und Gretel, João e Maria – em português, baseado no conto dos irmãos Grimm composta entre 1891 e 1892 é um dos temas mais famosos da peça. O título em alemão é Abendsegen, também conhecida como Evening Prayer.
    Sir Joseph Barnby
  10. Sweet and Low – Sir Joseph Barnby, originalmente um poema de Alfred Lord Tennyson, publicado em 1847, considerada uma de suas canções mais famosas, o arranjo para coral foi composto em 1863.
    G.H.Clutsam
  11. Ma Curly Headed Baby - George Howard Clutsam, uma das várias composições populares do compositor australiano, teve a sua primeira gravação em 1912 com a cantora Marguerite Dunlap, arranjo para voz e orquestra, pelo selo Victor, de acordo com a Discography of American Historical Recordings.
    Abraham Goldfaden
  12. Sasins and Almonds - é uma canção de ninar tradicional judaica popularizado no arranjo por Abraham Goldfaden. É uma canção de ninar comum entre os judeus Ashkenazi europeus.
    Grieg
  13. Solvejg’s song – Edvard Grieg, escrita em 1875 pelo compositor norueguês, como uma das canções que compõem a música incidental para a peça Peer Gynt de Henrik Ibsen, ela aparece no terceiro ato. Posteriormente ela apareceria também em sua Suíte nº 2 – Opus 55. Uma canção simples e extrema beleza.
    S.Foster
  14. Beautiful Dreamer – Stephen Foster, considerado o pai da música norte americana, autor de clássicos populares como "Oh! Susanna", "Camptown Races", "Old Folks at Home", "My Old Kentucky Home", "Jeanie with the Light Brown Hair", "Old Black Joe", e "Beautiful Dreamer", não se sabe ao certo quando foi composta se em 1862 ou 1864, foi publicada postumamente, uma das mais belas serenatas do autor, uma canção com tema repetitivo tocado em arpejos, a versão apresentada pelo arranjo de Mantovani a deixou extremamente relaxante.


Vale a pena a audição e boa introspecção.


Destaque

Alice Cooper - Nobody Likes Me (Toronto, 1969)

Esta é uma gravação pirata da formação original do Alice Cooper no Festival da Paz de Toronto de 1969. Essa gravação é conhecida por muitos ...