quarta-feira, 11 de março de 2026

Paulo Ricardo & RPM - Paulo Ricardo & RPM (1993)

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Paulo Ricardo & RPM é o terceiro álbum de estúdio da banda RPM. Foi lançado em 1993, produzido por Mayrton Bahia e co-produzido por Guilherme Canaes.

O disco seria lançado com o nome do RPM, porém, um dos membros originais, o tecladista e compositor Luiz Schiavon entrou na Justiça contra o uso do nome RPM e então o álbum foi lançado como "Paulo Ricardo & RPM". Ele não conta com a presença do próprio Luiz Schiavon e também do baterista Paulo P.A. Pagni, ambos da formação original da banda e por isso muitos não consideram o álbum como parte da discografia oficial do RPM, tanto que esse álbum não fez parte do Box "Revolução! RPM 25 anos", uma coletânea dos álbuns e vídeos do RPM lançado em 2008 em comemoração aos 25 anos de fundação da banda.

Com a formação original do RPM, nenhuma música do álbum "Paulo Ricardo & RPM" é executada ao vivo, exceto a canção "Ninfa", pois esta foi relançada no álbum Elektra com outro ritmo.

Faixas do álbum:
01. Pérola
02. Gênese
03. Veneno /  Música Incidental: (I Can't Get No) Satisfaction
04. Surfista Prateado
05. O Fim
06. Outro Lado
07. Hora Do Brasil
08. Eclipse
09. Ninfa
10. Trem
11. Virus
12. Falsos Oasis



RPM - RPM (1988)

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RPM, popularmente conhecido como Quatro Coiotes, é o segundo álbum de estúdio da banda RPM. O álbum foi lançado pelo selo CBS/Sony em 4 de abril de 1988.

Separados há mais de seis meses[6], a banda ressurgia aparentemente mais amadurecida, com um disco essencialmente com base na percussão (do brasileiro Paulinho da Costa, radicado nos Estados Unidos). O som é estritamente alto, com o instrumental sobrepondo-se às letras (todas, exceto "Ponto de Fuga", de Paulo Ricardo). Destacam-se também o erotismo de "A Dália Negra" e também a critica social de "O Teu Futuro Espelha Essa Grandeza", com participação de Bezerra da Silva. "Partnes" permaneceu em primeiro lugar nas paradas por algumas semanas.

O disco foi muito elogiado pela crítica considerando uma das obras mais bem construída do rock nacional, o público esperava que RPM manteria o mesmo estilo synth-pop dos 3,7 milhões de discos vendidos  Rádio Pirata ao Vivo, criticando novo formato que a banda adotou refletindo na sua comercialização. Críticos  musicais do Brasil e outros países consideraram a obra além do seu tempo e não compreendido, por isso é classificado como "um dos" ou talvez o melhor disco do rock nacional.

Faixas do álbum:
01. Quatro Coiotes
02. A Dália Negra
03. Um Caso de Amor Assim...
04. Ponto de Fuga
05. Partners
06. A Estratégia do Caos
07. Sete Mares
08. Quarto Poder
09. O Teu Futuro Espelha Essa Grandeza
10. Show It To Me




RPM - Radio Pirata Ao Vivo (1986)

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 Rádio Pirata ao Vivo é o primeiro álbum ao vivo da banda de rock brasileira RPM, lançado em 1986. Está entre os discos mais vendidos da história da indústria fonográfica do Brasil, com mais de 3 milhões de cópias vendidas.

Foi gravado nos dias 26 e 27 de maio de 1986 no Pavilhão de Convenções do Complexo do Anhembi, em São Paulo e traz grandes sucessos como "Revoluções por Minuto", " Rádio Pirata" (que intitula o álbum), "Olhar 43" e as inéditas "Naja" (instrumental baseado nos teclados de Luiz Schiavon) e "Alvorada Voraz", além das regravações de "London, London", de Caetano Veloso, e "Flores Astrais", do grupo Secos & Molhados.

Faixas do álbum:
01. Revoluções por Minuto
02. Alvorada Voraz
03. A Cruz e a Espada
04. Naja
05. Olhar 43
06. Estação do Inferno
07. London, London 
08. Flores Astrais
09. Rádio Pirata




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