sexta-feira, 27 de março de 2026

VENUS 5 - March Of The Venus 5 (2026) Internacional

 

Se a estreia das VENUS 5 em 2022 foi um cartão de visita curioso, o seu segundo álbum, March Of The Venus 5 (2026), é a confirmação de que este projeto internacional não é apenas um "produto" de estúdio, mas uma força coletiva com uma direção musical muito mais definida.

Lançado pela Frontiers Music, o álbum equilibra o brilho do Pop-Metal europeu com uma musculatura mais próxima do Heavy Metal tradicional.

A Arquitetura Sonora de Aldo Lonobile

O segredo da coesão deste disco reside na mão experiente de Aldo Lonobile (Secret Sphere). Ele conseguiu orquestrar cinco vozes distintas sem deixar que o som se tornasse caótico. A banda de estúdio — com destaque para o baixo elástico de Andrea Buratto e as guitarras do próprio Lonobile e de Gabriele Robotti — entrega um metal melódico de alto impacto, que alterna entre a suavidade e a crueza de forma orgânica.

Cinco Vozes, Uma Identidade

Com vocalistas da Suécia, Eslovénia, Sérvia, Itália e Albânia, a variedade é garantida. Embora Tezzi Persson e Herma (Greta Di Iacovo) continuem a ter os timbres mais reconhecíveis, o álbum beneficia da união das cinco. Em momentos como "Stereotypes", percebe-se que a banda atingiu o seu auge harmónico: um hino com uma mensagem forte e uma melodia que fica colada à memória.


Análise das Faixas

Faixa

Estilo

Observação

"March Of The Venus 5"

Metal Tradicional

Abertura grandiosa e estrondosa que dita o novo tom da banda.

"Like A Witch"

Melodic Metal

Vigorosa e intransigente, mostra o lado mais "pesado" das cinco vozes.

"Set Me Free"

Emocional / Rítmico

Harmonias não convencionais e um baixo "elástico" que cria uma atmosfera ferida.

"Surrender"

Symphonic Metal

O refrão sinfónico surge no momento certo para dar um novo fôlego ao disco.

"Winter On My Skin"

Hard Rock

Uma canção que Annie Lennox poderia ter assinado noutro universo.

"Take It From The Start"

Balada Crossover

A grande aposta para as rádios. Transcende o metal e entra no território da música pop de arena.


O Veredito Final

March Of The Venus 5 é um álbum que transita com elegância entre o metal melódico, o sinfónico e o hard rock. Se a fórmula por vezes parece seguir os padrões comerciais da Frontiers, a execução é tão impecável que é difícil não se deixar contagiar.

O ponto alto é, sem dúvida, a capacidade de tornar temas pesados em algo acessível. É um disco que vai agradar tanto ao fã de metal que procura bons riffs quanto ao ouvinte casual que aprecia grandes performances vocais.

Nota: 8.5/10

"As Vénus deixaram de ser apenas uma promessa para se tornarem um exército melódico. March Of The Venus 5 é o som de cinco mulheres a reclamarem o seu lugar no topo do metal europeu."

Destaques: "Stereotypes", "Take It From The Start", "Like A Witch".

Recomendado para: Fãs de Beyond The Black, Amaranthe, Delain e do lado mais melódico da editora Frontiers.

Temas:

1. March Of The Venus 5
2. Like A Witch
3. Far Away
4. Set Me Free
5. Stereotypes
6. Surrender
7. Satelite
8. Invincible
9. Winter On My Skin
10. Take It From The Start
11. The Other Shore

Banda:

Karmen Klinc – Vocals
Herma (Sick N’ Beautiful) – Vocals
Jelena Milovanovic – Vocals
Tezzi Persson (Hell in the Club) – Vocals
Erina Seitllari – Vocals

Mais:

Andrea Buratto – Bass
Gabriele Robotti – Guitars
Antonio Agate – Keys
Marco Lazzarini – Drums
Aldo Lonobile – Additional guitars
Serena Torti – Additional Vocals



Domination Factor

 

Domination Factor era um grupo de  York que, em meados dos anos 80, decidiu tocar hardcore punk cru, temperado com um toque de reggae. Embora não tenham ficado ativos por muito tempo, conseguiram deixar uma marca indelével na cena crust inicial e gravaram a excelente demo "Dominated Till Death" (gravada em 20 de setembro de 1987). A banda era formada por Shrew (vocal), Rob (guitarra), Martin (baixo) e Dean (bateria). Após  o Domination Factor , Shrew ganhou maior reconhecimento com sua nova banda de grind/death metal, Prophecy of Doom. 
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Dub Intro
Take to Receive
Judge Not the Cover
Death Is Calling
Holier Than Thou
Social Slaughter
Instrumental
untitled

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The Pop Rivets

 

Billy Childish (também conhecido como Steven John Hamper) é uma figura cultuada nos mundos underground do faça-você-mesmo e do lo-fi, músico, artista, poeta, escritor e diretor. Hoje falaremos sobre sua primeira banda, The Pop Rivets . A banda foi formada em 1977 e originalmente se chamava  TV21 . A formação incluía o vocalista/guitarrista Billy Childish, o baixista Russell "Big Russ" Wilkins, o guitarrista Graham Day (frequentemente creditado como Will Power) e o baterista Russell "Little Russ" Lax. Bruce Brand juntou-se à banda posteriormente como guitarrista. Em janeiro de 1979, os caras lançaram seu álbum de estreia, "Greatest Hits". Tudo foi feito de acordo com os cânones da ética do faça-você-mesmo: 1. O álbum foi gravado em um único dia na sala de estar de um bangalô por 300 libras esterlinas, emprestadas de um amigo. Dizem que o processo de gravação teve que ser interrompido para que a mãe do engenheiro de som pudesse assistir ao noticiário na TV. 2. As capas da primeira edição foram desenhadas à mão (pintadas e carimbadas), e cada membro criou sua própria versão do design. Mais tarde, um design "oficial" foi desenvolvido para a produção em massa. 3. O álbum foi lançado pelo próprio selo da banda, Hipocrite Music, criado para garantir a independência das grandes gravadoras. Naquele mesmo ano (1979),  o The Pop Rivets fez duas turnês independentes na Suíça e na Alemanha. Durante a turnê, eles gravaram o álbum ao vivo "Live In Germany '79", cuja gravação foi posteriormente perdida e encontrada apenas 11 anos depois. Após o término da turnê, a banda começou a trabalhar em seu segundo álbum. A gravação de "Empty Sounds From Anarchy Ranch!" foi feita em um estúdio caseiro, semelhante ao trabalho em seu álbum de estreia. Em 29 de janeiro de 1980, o The Pop Rivets  gravou uma sessão para o programa de John Peel. Na primavera de 1980, a banda anunciou sua separação. Depois disso, Billy Childish e Bruce Brand fundaram o The Milkshakes, e Graham Day, o The Prisoners.
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Fun In The U.K.
Bacon
Lambrettavespascoota
Krey Twins
Commercial
Disco Fever
Hipocrite
Dream Of '63
Beatle Boots
To Start - To Hesitate... To Stop!
Medical & Surgical Specialties
Pins & Needles



Hang Loose Mongoose
Skip Off School
2 Is 2
The Spoken Voice
I Looked Twice
You Really Got Me (Live)
Wild Thing (Live)
Laughing At You (Live)
Song Song (Live)
Whatcha Gonna Do About It (Live)
Anarchy Ranch
(I'm Just A) Satellite (For Your Love)
Empty Sounds
Return To Anarchy Ranch



Hippy Hippy Shake
Kray Twins
Laughing At You
Hipocrite
Watcha Gonna Do
Pins And Needles
Fun In The U.K.
Beatle Boots
A.T.V.M. Perry
Steppin Stone
Jet Boy
Insendry Device



When I Came Back
Souvenirs
Glanced The Look



Where Have All The Good Times Gone
Beatleboots
Empty Sounds
Going Nowhere



Fun In The U.K.
Lambretta Vespascoota
Beatle Boots
Dream Of '63
Kray Twins
Satellite
Pins And Needles
Going Nowhere
I Looked Twice
Skip Off School
The Spoken Voice
I'm So Happy Tonight
Hang Loose Mongoose
Glanced The Look



Watcha Gonna Do About It
Stingray
Born To Lose
My Generation
Boredom
Fireball XL5
White Riot
Hippy Hippy Shake
Fun In The U.K.
Wild Thing
Kray Twins
To Start To Hesitate
Glad All Over

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Sulphate

 

Vamos continuar com o tema da chamada cena de Medway, construída e promovida por Billy Childish e companhia. Hoje, vamos lembrar da banda Sulphate , de Chatham , cuja curta história está intimamente ligada à do The Pop Rivets. As bandas eram amigas, vizinhas e compartilhavam uma química criativa. Não é surpresa que o único lançamento do Sulphate tenha sido um split em vinil de sete polegadas com o The Pop Rivets, "Back From Nowhere", no qual eles incluíram duas faixas próprias. A banda era formada pelo vocalista Richard Coombs, os guitarristas David Morris e David Arlett, o baixista Richard Langridge e o baterista  Stephen Fisher. Após  o fim do Sulphate , alguns dos integrantes formaram uma nova banda  , The Shits. 
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Sit Back In Anger
Another Formation

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SONG OF THE DAY Gary Burton – Las Vegas Tango



Boas vibrações, Primário, 1 de 6Eu estava preparado para começar a listar todas as músicas/artistas que samplearam essa faixa ao longo dos anos, mas então percebi que a lista se estenderia por várias páginas! Tal é o alcance profundo e visionário da música de hoje! Para aqueles que a conhecem, talvez a reconheçam de " Illusions " do Cypress Hill , " Can't Get Enough Of It" do Mobb Deep "Heavy Mood" do DJ Shadow , e a lista é longa (como mencionei) e continua!

Gravada originalmente em 1970 e presente no álbum apropriadamente intitulado " Good Vibes ", "Las Vegas Tango" oferece mais de seis minutos de pura genialidade! O artista por trás dessa obra-prima é o vibrafonista e compositor de jazz americano Gary Burton. Nascido em 23 de janeiro (eba, compartilhamos o aniversário!), ele é um músico (impressionantemente) autodidata. Um verdadeiro inovador musical, ele desenvolveu um estilo de acordes com quatro baquetas – como uma alternativa às usuais duas baquetas (técnica utilizada na percussão). É claro que sua técnica criativa e pioneira foi amplamente imitada!

Gary Burton, Ensino Médio, 4 de 11Seus lançamentos são extensos, abrangendo mais de cinco décadas em uma variedade de gravadoras diferentes. Ele colaborou com um grande número de artistas ao longo das décadas (como você pode imaginar) e há muito para explorar se você não o conhece e muito para apreciar e reverenciar se você teve o prazer de conhecê-lo. Burton se aposentou dos palcos em março de 2017, mas sua música transcenderá em muito esses anos…

Confira as maravilhas do Tango de Las Vegas acima e, se você gostar (eu recomendo), Good Vibes está reproduzido na íntegra abaixo! Aproveite…



Recordando três álbuns anos 70/80.

Recordando três álbuns anos 70/80.
Álbum ''De Um Tempo Ausente'' dos Sétima Legião de 1989.
Por Quem Não Esqueci (Videoclipe)


Sétima Legião - Porto Santo (Videoclipe)


Sétima Legião - De Um Tempo Ausente (ÁLBUM COMPLETO)


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Álbum ''Trauma'' dos Street Kids de 1982.
STREET KIDS - PROPAGANDA (Videoclipe)


Propaganda
Tropa Não
Israel
Progresso
Tóquio Ano 82
Nunca Pensei Que Te Anulasses Tão Bem!
Tubo D'Ensaio
Nova Atitude
Todos São Paranóicos Menos Eu
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Álbum ''Mistérios E Maravilhas'' dos " TANTRA " Rock Progressivo " de 1977.
Tantra - Mistérios E Maravilhas (ÁLBUM COMPLETO)


1. À Beira Do Fim
2. Aventuras De Um Dragão Num Aquário
3. Mistérios E Maravilhas
4. Máquina Da Felicidade
5. Variações Sobre Uma Galáxia
6. Partir Sempre


Destaque

Buddy Guy - Buddy and the Juniors (1970)

  CD de áudio (28 de junho de 2011) Data de lançamento original: 2011 Número de discos: 1 Selo: Hip-O Select ASIN: B0050GX7B8 Um relançament...