Aurino Quirino Gonçalves, também conhecido como Pinduca, é um cantor e compositor brasileiro de carimbó, além de uma verdadeira lenda! Sua discografia é extensa e sua influência se estende por todo o mundo.
Nascido em 4 de junho de 1937 em Igarapé-Miri, Pará, Brasil, Pinduca trouxe uma nova perspectiva ao ritmo paraense do carimbó! No início da década de 1970, ele modernizou esse ritmo tradicional, alterando sua sonoridade com a introdução de instrumentos de sopro, guitarra elétrica, baixo e influências sonoras internacionais…
De 1973 a 1990, ele produziu LPs quase todos os anos, além de compor e arranjar músicas para outros artistas do norte e nordeste do Brasil, trabalhando com o produtor Carlos Santos no selo Gravasom. Em 1976, a banda de Pinduca gravou o primeiro exemplo do ritmo “ Lambada ”, que, como todos sabemos, se tornou um sucesso na década de 1980.
Pai Xangô é um pequeno número animado, gravado em 1974 pela gravadora brasileira AMC. Ao lado de outras doze faixas, essa música faz parte do álbum Carimbó E Sirimbó No Embalo Do Pinduca – Vol. 2.. Mais recentemente (2019) também apareceu na compilação de 2019 da Analog Africa,
Mesmo antes de se conhecerem, os três viveram suas vidas de modo parecido, quando, devido às suas vozes maravilhosas mesmo quando crianças, geralmente dirigiam os musicais de suas escolas.
Durante a competição, os três foram escolhidos para interpretar como trio o clássico napolitano "'O Sole Mio".[2] Depois da competição, eles continuaram a se apresentar juntos, sob os nomes de The Tryo, Il Trio e finalmente, Il Volo.
O nome do trio foi mudado para Il Volo no outono de 2010.
Seu primeiro álbum, intitulado Il Volo, foi gravado em 2010 pelo Abbey Road Studio em Londres e produzido por Tony Renis e Humberto Gatica.[4] Foi lançado em novembro de 2010,[4] e alcançou a 6º posição no ranking italiano,[5] recebendo o Disco de Ouro pela Federação Italiana da Indústria Musical.[6]
A edição internacional do álbum foi lançada em abril de 2011[7] e foi promovido nos Estados Unidos durante a final da 10ª temporada da competição musical American Idol.[8] O grupo cantou 'O Sole Mio, que foi lançado nos Estados Unidos como single no início de 2011.[9] O álbum estreou na Billboard 200 na 10ª posição, e na primeira posição no ranking de álbuns clássicos, vendendo 23.000 álbuns na sua primeira semana.[10][11] O álbum também entrou para o Top 10 em outros países, como Bélgica, França e Holanda, ficou em primeiro lugar na Áustria.[5]
Il Volo foi indicado para o Grammy Latino nas categorias de Melhor Álbum Latino por Dueto ou Grupo com o álbum Il Volo (Edicion En Español) e como Melhor Artista Revelação.
Em novembro de 2011, Il Volo lançou o álbum "Christmas Favorites", que contém um dueto com Pia Toscano. Na mesma época, seu primeiro álbum foi relançado numa edição especial adicionando as músicas de "Christmas Favorites".
Um ano depois, em novembro de 2012, o grupo lançou seu terceiro album, "We Are Love", e em abril de 2013 foi lançada a versão em espanhol, "Más Que Amor".
Em novembro de 2014, após saírem da gravadora Universal Music e assinarem contrato com a Sony Music/Columbia, foi anunciada a participação do trio no Festival de Sanremo. Em 14 de fevereiro de 2015, Il Volo, com a canção Grande amore venceu o Festival de Sanremo, obtendo assim a oportunidade de participar do Festival Eurovisão da Canção 2015 para representar a Itália.[16] Logo após o Festival, no dia 20 de fevereiro é lançado o EP "Sanremo grande amore"
Apesar de não terem ganhado o Festival Eurovisão da Canção 2015, ganharam os votos telefónicos do público europeu, algo bem mais importante do que qualquer troféu, uma vez que ganharam os corações do povo.
Vozes
Mesmo sendo chamados de "três jovens tenores", o grupo é formado por dois tenores (Ignazio Boschetto e Piero Barone) e um barítono (Gianluca Ginoble), como informado em entrevistas. Piero Barone é considerado um tenor spinto (facilmente alcança notas do tenor lírico), Ignazio Boschetto é um tenor lírico, e Gianluca Ginoble, que é tecnicamente considerado um barítono, pode também ser classificado como heldentenor (barítono com registro agudo forte, muito comum nas óperas de Wagner).
O novo álbum “Fagner - Bossa Nova” chegou hoje para provar que a voz marcante de Fagner também tem alma de bossa. É lindo ver como a voz do cearense se encontrou perfeitamente com o gênero: ele ajustou a emissão, limitou os vibratos e explorou os graves, mas continuou sendo o Fagner que a gente ama.
Na faixa “Samba de Verão” ele divide os vocais com ninguém menos que Marcos Valle, que assina a composição ao lado de Paulo Sergio Valle. Sobre esse feat, Fagner resumiu bem: “Ele tinha que estar nessa. Sou fã e amigo.”.
Com produção, arranjos e violões do mestre Roberto Menescal, esse disco que ainda traz as participações de Zeca Baleiro e Wanda Sá, é um presente para os nossos ouvidos.
Paulo Ricardo & RPM é o terceiro álbum de estúdio da banda RPM. Foi lançado em 1993, produzido por Mayrton Bahia e co-produzido por Guilherme Canaes.
O disco seria lançado com o nome do RPM, porém, um dos membros originais, o tecladista e compositor Luiz Schiavon entrou na Justiça contra o uso do nome RPM e então o álbum foi lançado como "Paulo Ricardo & RPM". Ele não conta com a presença do próprio Luiz Schiavon e também do baterista Paulo P.A. Pagni, ambos da formação original da banda e por isso muitos não consideram o álbum como parte da discografia oficial do RPM, tanto que esse álbum não fez parte do Box "Revolução! RPM 25 anos", uma coletânea dos álbuns e vídeos do RPM lançado em 2008 em comemoração aos 25 anos de fundação da banda.
Com a formação original do RPM, nenhuma música do álbum "Paulo Ricardo & RPM" é executada ao vivo, exceto a canção "Ninfa", pois esta foi relançada no álbum Elektra com outro ritmo.
Faixas do álbum:
01. Pérola
02. Gênese
03. Veneno / Música Incidental: (I Can't Get No) Satisfaction
RPM, popularmente conhecido como Quatro Coiotes, é o segundo álbum de estúdio da banda RPM. O álbum foi lançado pelo selo CBS/Sony em 4 de abril de 1988.
Separados há mais de seis meses[6], a banda ressurgia aparentemente mais amadurecida, com um disco essencialmente com base na percussão (do brasileiro Paulinho da Costa, radicado nos Estados Unidos). O som é estritamente alto, com o instrumental sobrepondo-se às letras (todas, exceto "Ponto de Fuga", de Paulo Ricardo). Destacam-se também o erotismo de "A Dália Negra" e também a critica social de "O Teu Futuro Espelha Essa Grandeza", com participação de Bezerra da Silva. "Partnes" permaneceu em primeiro lugar nas paradas por algumas semanas.
O disco foi muito elogiado pela crítica considerando uma das obras mais bem construída do rock nacional, o público esperava que RPM manteria o mesmo estilo synth-pop dos 3,7 milhões de discos vendidos Rádio Pirata ao Vivo, criticando novo formato que a banda adotou refletindo na sua comercialização. Críticos musicais do Brasil e outros países consideraram a obra além do seu tempo e não compreendido, por isso é classificado como "um dos" ou talvez o melhor disco do rock nacional.